Trabalhando com Poesia

“… Não consigo olhar no fundo dos seus olhos e enxergar as coisas que me deixam no ar, me deixam no ar, as várias fases, estações que me levam com o vento e o pensamento bem devagar… Outra vez, eu tive que fugir, eu tive que correr, pra não me entregar, as loucuras que me levam até você me fazem esquecer, que eu não posso chorar… Olhe bem no fundo dos meus olhos e sinta a emoção que nascerá quando você me olhar, o universo conspira a nosso favor, a conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te amar… Mas talvez, você não entenda, essa coisa de fazer o mundo acreditar, que meu amor, não será passageiro, te amarei de janeiro a janeiro, até o mundo acabar, até o mundo acabar, até o mundo acabar, até o mundo acabar… Mas talvez, você não entenda, essa coisa de fazer o mundo acreditar, que meu amor, não será passageiro, te amarei de janeiro a janeiro, até o mundo acabar, até o mundo acabar, até o mundo acabar, até o mundo acabar, até o mundo…” (Nando Reis e Roberta Campos – De Janeiro a Janeiro – Comp. Roberta Campos)

“…Pra você guardei o amor, que nunca soube dar, o amor que tive e vi sem me deixar, sentir sem conseguir provar, sem entregar e repartir… Pra você guardei o amor, que sempre quis mostrar, o amor que vive em mim vem visitar, sorrir, vem colorir solar, vem esquentar e permitir… Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz, no giz do gesto o jeito pronto do piscar dos cílios, que o convite do silêncio exibe, em cada olhar… Guardei sem ter porque, nem por razão ou coisa outra qualquer, além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de me mostrar… Achei, vendo em você e explicação nenhuma isso requer, se o coração bater forte e arder, no fogo o gelo vai queimar… Pra você guardei o amor, que aprendi vendo meus pais, o amor que tive e recebi e hoje posso dar livre e feliz, céu cheiro e ar na cor que arco-íris, risca ao levitar… Vou nascer de novo, lápis, edifício, tevere, ponte, desenhar no seu quadril, meus lábios beijam signos feito sinos, trilho a infância, terço o berço, do seu lar… Guardei sem ter porque, nem por razão ou coisa outra qualquer, além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de me mostrar… Achei, vendo em você e explicação nenhuma isso requer, se o coração bater forte e arder, no fogo o gelo vai queimar… Pra você guardei o amor, que nunca soube dar, o amor que tive e vi sem me deixar, sentir sem conseguir provar, sem entregar e repartir… Pra você guardei o amor, que sempre quis mostrar, o amor que vive em mim vem visitar, sorrir, vem colorir solar, vem esquentar e permitir… Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz, no giz do gesto o jeito pronto do piscar dos cílios, que o convite do silêncio exibe, em cada olhar… Guardei sem ter porque, nem por razão ou coisa outra qualquer, além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de me mostrar… Achei, vendo em você e explicação nenhuma isso requer, se o coração bater forte e arder, no fogo o gelo vai queimar…” (Nando Reis e Ana Cañas – Pra Você Guardei o Amor – Comp.: Nando Reis)

“…Estranho seria se eu não me apaixonasse por você, o sal viria doce para os novos lábios, Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você, o som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário… Estranho é gostar tanto do seu all star azul, estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras, satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador, aperto o 12 que é o seu andar, não vejo a hora de te reencontrar e continuar aquela conversa, que não terminamos ontem, ficou pra hoje… Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu, seu all star azul combina com o meu preto de cano alto, se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço? O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato… Estranho é gostar tanto do seu all star azul, estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras, satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador, aperto o 12 que é o seu andar, não vejo a hora de te reencontrar e continuar aquela conversa, que não terminamos ontem ficou pra Laranjeiras, satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador, aperto o 12 que é o seu andar, não vejo a hora de te reencontrar e continuar aquela conversa, que não terminamos ontem, ficou pra hoje…” (Nando Reis – All Star – Comp.: Nando Reis)

“Pense positivamente! Nossos pensamentos emitem ondas reais que se irradiam de nosso cérebro, formando uma atmosféra mental que é peculiar a cada pessoa.De acordo com o tipo de vibração do pensamento, atrairemos a nós todas as ondas semelhantes. Se você pensar negativamente, atrairá todos os pensamentos negativos, piorando seu estado. Pense positivamente, para atrair apenas pensamentos positivos de paz e de prosperidade.” (Minutos de sabedoria. Pg. 013)

Bom dia pessoal,

Em 28 de Outubro de 1911, nascia,no Rio de Janeiro, o compositor Nelson do Cavaquinho, autor de sucessos como ” A flor de espinho” e ” Folhas secas” entre outros.

Hoje é aniversário de Marron, nosso servidor, lotado na SUPPIr e na pessoa dele queremos homenagear a todos os demais aniversariantes.

Hoje é o dia do (a) Servidor (a) Público (a) e, quero, neste dia, em meu nome, em nome da Prefeita Moema Gramacho e de nossa administração, agradecer a cada um (a) de vocês, pelo empenho e dedicação que nos emprestam, para fazer, a cada dia desta gestão, uma ferramenta a serviço da melhoria das condições de vida da população da nossa cidade. Parabéns e obrigado!

A CNT/Sensus divulgou ontem nova pesquisa de intenção de votos para a Presidência da República, nela Dilma Roussef aparece com 51,9 % e José Serra com 36,7% de intenções de votos, com brancos e nulos somando 4,7% e indecisos, 6,8%. Se considerados apenas os votos válidos, Dilma aparece com 52,3% e Serra com 47,7%. A margem de erro da pesquisa é de 2,2%. Foram ouvidas 2000 pessoas entre 23 e 25 de Outubro de 2010.

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma quinta feira abençoada por Deus e por Oxossi.

Apio Vinagre Nascimento
e-mail: oipa@uol.com.br
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O cavalo (Lêdo Ivo)

No campo matinal
um cavalo assediado
pelo zumbir das moscas
mastiga avidamente,
o capim do universo.
Os insetos volteiam
no anel azul do mundo
– esfera sem passado
nos ares momentâneos.
Não há mitologia
espalhada na relva
que é verde, sem caminhos,
longe das longes terras.
E o cavalo sobrado
da inenarrável guerra
e da paz defendida
à sombra das espadas
mata a fome no campo
onde não jazem mortos
nem retroam clarins.
Sua crina estremece.
E seus cascos escarvam
a plácida planície
coberta pelos pássaros.
Já sem fome, relincha
para os céus que não guardam
as fanfarras e flâmulas
e a fumaça da História,
e se muda em estátua.

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