Trabalhando com Poesia

“…De tarde quero descansar, chegar até a praia e ver, se o vento ainda esta forte e vai ser bom subir nas pedras, sei que faço isso pra esquecer, eu deixo a onda me acertar e o vento vai levando tudo embora… Agora está tão longe ver, a linha do horizonte me distrai, dos nossos planos é que tenho mais saudade, quando olhávamos juntos, na mesma direção, aonde está você agora, alem de aqui dentro de mim… Agimos certo sem querer, foi só o tempo que errou, vai ser difícil sem você, porque você esta comigo o tempo todo e quando vejo o mar, existe algo que diz, que a vida continua e se entregar é uma bobagem… Já que você não está aqui, o que posso fazer é cuidar de mim… Quero ser feliz ao menos, lembra que o plano era ficarmos bem… Olha só o que eu achei: cavalos-marinhos… Sei que faço isso pra esquecer, eu deixo a onda me acertar e o vento vai levando tudo embora…” (Legião Urbana – Vento No Litoral – Comp.: Renato Russo)

“…Sempre precisei de um pouco de atenção, acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto… Nesses dias tão estranhos, fica a poeira se escondendo pelos cantos… Esse é o nosso mundo, o que é demais, nunca é o bastante e a primeira vez, sempre a última chance, ninguém vê onde chegamos, os assassinos estão livres, nós não estamos… Vamos sair! Mas não temos mais dinheiro, os meus amigos todos estão, procurando emprego… Voltamos a viver como há dez anos atrás e a cada hora que passa envelhecemos dez semanas… Vamos lá, tudo bem! Eu só quero me divertir, esquecer dessa noite, ter um lugar legal prá ir… Já entregamos o alvo e a artilharia, comparamos nossas vidas, esperamos que um dia nossas vidas possam se encontrar… Quando me vi tendo de viver, comigo apenas e com o mundo, você me veio como um sonho bom e me assustei, não sou perfeito… Eu não esqueço, a riqueza que nós temos, ninguém consegue perceber e de pensar nisso tudo, eu, homem feito tive medo e não consegui dormir… Vamos sair! Mas não temos mais dinheiro, os meus amigos todos estão, procurando emprego… Voltamos a viver como a dez anos atrás e a cada hora que passa envelhecemos dez semanas… Vamos lá, tudo bem, eu só quero me divertir, esquecer dessa noite, ter um lugar legal prá ir… Já entregamos o alvo e a artilharia, comparamos nossas vidas e mesmo assim, não tenho pena de ninguém…” (Legião Urbana – Teatro Dos Vampiros – Comp.: Renato Russo)

“Mantenha uma atitude vitoriosa! Quando você olha para uma pessoa curvada e triste, perda a confiança, por que verifica que está abatida e preparada para uma derrota. Não deixe que ninguém pense isso a seu respeito! Mantenha-se de cabeça erguida, confiante e risonho (a) e todos (as) confiarão em você. Irradie força e entusiasmo até por meio da atitude de seu corpo.” (Minutos de sabedoria Pg. 14)

Bom dia pessoal,

Em 09 de Novembr de 1800, morria em Pompeiro, Portugal Caldas Barbosa, autor de Lundus e modinhas.

Hoje também completa dez anos Lucas, filho do nosso companheiro Paulo Aquino. Parabéns!

A cada dia que passa, novas experiências vão marcando o nosso caminhar por esta vida. Precisamos estar sempre atentos às nossas atitudes em relação ao próximo.

Lembre-se que o plantio é sempre livre, mas, a colheita é obrigatória, portanto, cuidado com as sementes que está plantando hoje, para que ao colher seus frutos, o riso seja maior que o choro e, este, se acontecer, seja sempre de alegria.

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma terça feira abençoada por Deus e coroada à noite com mais uma vitória tricolor.

Apio Vinagre Nascimento
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Amar é Conhecer Virtude Ardente
AMOR QUE, SEM DETER-SE NO ASPECTO SENSITIVO, PASSA AO INTELECTUAL

Francisco Quevedo, in ‘Antologia Poética’
Tradução de José Bento

Mandou-me, ai Fábio!, que a amasse Flora,
e que não a quisesse; meu cuidado,
obediente, confuso, torturado,
sem desejá-la, tal beleza adora.

O que o humano afecto sente e chora
goza o entendimento, enamorado
do espírito eterno, encarcerado
neste claustro mortal que o entesoura.

Amar é conhecer virtude ardente;
o querer é vontade interessada,
grosseira e rude, passageiramente.

O corpo é terra, sê-lo-á, foi nada;
de Deus procede à eternidade a mente:
eterno amante sou de eterna amada.

Conveniências de não Usar os Olhos, os Ouvidos e a Língua
CONVENIÊNCIAS DE NÃO USAR OS OLHOS, OS OUVIDOS E A LÍNGUA

Francisco Quevedo, in ‘Antologia Poética’
Tradução de José Bento

Ouvir, ver e calar remédio era
nesse tempo em que os olhos e o ouvido
e a língua puderam ser sentido
e não delito que ofender pudera.

Surdos, hoje, os remeiros com a cera,
um mar navegarei que (encanecido
de ossos, mas não de espumas) com bramido
sepulta quem ouviu voz insincera.

Sem ser ouvido e sem ouvir, ociosos
olhos e orelhas, serei olvidado
pelo cenho dos homens poderosos.

Se é delito saber quem é culpado,
o vício que o indaguem os curiosos
e viva eu ignorante e ignorado.

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