Trabalhando com Poesia

“… Olhe bem nos meus olhos, olhe bem prá você, o fato é que a gente perdeu toda aquela magia. A porta dos meus quinze anos não tem mais segredos e velha, tão velha ficou nossa fotografia… Olhe bem nos meus olhos, olhe bem prá você, a quem é que a gente engana com a nossa loucura?
De certo que a gente perdeu a noção do limite e atrás tem alguém que virá, que virá, que virá, que virá, que virá… Olhe bem nos meus olhos, olhe bem prá você, a quem é que a gente engana com a nossa loucura? De certo que a gente perdeu a noção do limite e atrás tem alguém que virá, que virá, que virá, que virá, que virá… E atrás tem alguém que virá, que virá, que virá, que virá, que virá…” (Oswaldo Montenegro – Aquela Coisa Toda – Comp.: Mongol)

“…Se fosse resolver, iria te dizer: foi minha agonia, se eu tentasse entender, por mais que eu me esforçasse, eu não conseguiria… E aqui no coração, eu sei que vou morrer, um pouco a cada dia… E sem que se perceba, a gente se encontra, pra uma outra folia… Eu vou pensar que é festa, vou dançar, cantar é minha garantia e vou contagiar diversos corações com minha euforia… E a amargura e o tempo vão deixar meu corpo,, minha alma vazia… E sem que se perceba a gente se encontra, pra uma outra folia… Se fosse resolver, iria te dizer: foi minha agonia, se eu tentasse entender, por mais que eu me esforçasse, eu não conseguiria… E aqui no coração, eu sei que vou morrer, um pouco a cada dia… E sem que se perceba, a gente se encontra, pra uma outra folia… Eu vou pensar que é festa, vou dançar, cantar é minha garantia e vou contagiar diversos corações com minha euforia… E a amargura e o tempo vão deixar meu corpo,, minha alma vazia… E sem que se perceba a gente se encontra, pra uma outra folia…” (Oswaldo Montenegro – Agonia – Comp.: Mongol)

“Se alguém queixar-se da vida a seu lado, responda com palavras de encorajamento. Não aumente o peso a quem já sente demasiado o peso que carrega. Se alguém se lamenta da vida, procure mostrar os lados bons e belos da existência. Não contribua com suas próprias lamentações para o desânimo do companheiro. Reanime-o com esperança e com bom ânimo, com palavras de incentivo e coragem. Talvez desse remédio dependa a cura de seu coração desalentado.” (Minutos de Sabedoria Pg. 24)

Bom dia pessoal,

Os dias têm começado com alguns atendimentos e isso acaba atrasando a elaboração da mensagem do dia, mas, aqui está:

Em 24 de Novembro de 1861 nasceu joão da Cruz e Sousa, o maior poeta simbolista brasileiro, na cidade do Desterro, em Santa Catarina.

Em 24 de Novembro de 1859 Charles Darwin publicava “A origem das espécies. Neste livro Darwin defende que organismos vivos evoluem através de um processo que chamou de “Seleção Natural.

Leia mais em
http://operamundi.uol.com.br/noticias_ver.php?idConteudo=7778&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Em 24 de Novembro de 1991 morria Freddie Mercury, Vocalista do grupo Queen, uma das melhores vozes do pop-rock contemporâneo. É considerado pelos críticos e por diversas votações populares um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo.

Saiba mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Freddie_Mercury

Ouça Freddie Mercury numa de suas melhores canções “Love of my life” em

Ontem foi um dia feliz e histórico para Lauro de Freitas:

A Câmara aprovou com o voto favorável de todos os Vereadores presentes, dois Projetos de Lei, que nasceram no Conselho Municipal de Cultura e que foram encaminhados pela Prefeita Moema Gramacho à Casa Legislativa:

O primeiro deles altera a Lei que criou o próprio conselho e busca ajustar problemas verificados nestes dois primeiros anos de gestão.

O segundo Projeto, em minha opinião o mais importante no segmento cultural do município da história do nosso município, institui e normatiza o Fundo Municipal de Cultura.

Me sinto muito orgulhoso e feliz, pela possibilidade que tive de participar do processo de elaboração das duas propostas.

Minhas saudações a Raimundo (Presidente), Fábio (Secretário), Manuela e Tina Tude, que integraram a comissão de revisão da Lei do CMC, extensivo a todos os conselheiros (as), que de forma comprometida possibilitaram este vitória da cultura municipal.

Entretanto, a nossa luta continua: Agora é atuar na direção da elaboração do Plano Municipal de Cultura, peça fundamental no tripé que comporá com o Conselho e com o fundo de cultura.

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma quarta feira abençoada por Deus e por Iansã.

Apio Vinagre Nascimento
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Rosa, Amor – Raul Pompéia

O sorrir das virgens, e o adorável pudor, e a primeira luz da manhã.
Esta criança pensativa. Acompanha com a vista o revoar dos pombos; escuta o misterioso segredo dos casais pousados. Vive-lhe ainda no semblante a candura da infância e nos formosos cabelos o cálido aroma do berço. Súbito, duas pombas partem. Vão. Longe, são como pontos brancos no azul; o bater das asas imita cintilações: vão, espaço a fora, estrelas enamoradas.
A cismadora criança experimenta a vertigem do azul e a alma escapa, sedenta de amplidão, e voa ao encalço das estrelas.
Há noites de pavor nas almas, há belos dias igualmente e gratas expansões matinais, auroras de rosa como em Homero.
Há também nas almas o incolor diáfano do vidro.
Dinheiro, amor, honraria, sucesso, nada me falta. O programa das ambições tracei, realizei. Tive a meu serviço a inteligência estudiosa do Ocidente e a sensualidade amestrada do Levante. Tive por mim as mulheres como deusas e os homens como cães. Nada me falta e disto padeço. Todos dizem: aspiração! e eu não aspiro. Todos sentem a música do universo e a harmonia colorida dos aspectos. Para mim só, vítima da saciedade! tudo é vazio, escancarado, nulo como um bocejo.
E os dias passam, que vou contando lento, lento torturado pela implacável cor de vidro que me persegue.
Há, enfim, a coloração indistinta dos sentimentos, nas almas deformadas.
Veio de longe, muito longe, mísero! Teve outrora um céu, uma pátria, muitas afeições, a cabana da aldeia. Agora só tem o ódio. O ódio mora-lhe no peito, como um tigre na furna. Tiraram-lhe a pátria, a companheira, votaram-lhe à morte os filhos, as filhas à torpeza; deram-lhe em compensação… Mostrava a face preta, o sangue a correr. Quem são os teus algozes?
– Os homens brancos.
Ela odeia os homens brancos; odeia a torre aguda, ao longe, como um punhal voltado contra os céus: odeia o trem medonho de fogo e ferro, que muge e passa, troando, escândalo do ermo.

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