Trabalhando com Poesia

“…Um dia o poeta falou da sombra sonora do disco voador, eEu sou a mosca que pousou na sua sopa, aA história do dia em que a terra parou, parou para ver o poeta maluco beleza ficar, plantando seu versos na terra, no fogo, na água, no ar… Mamãe não quero ser eleito prefeito, prefiro ser metamorfose ambulante, quanto mais longe mais perto, quanto mais perto distante, os segredos do universo estão nos livros que enfeitam a estante… A minha visão é dinâmica, a minha canção radioativa, deixa morrer a bomba atômica e viva a sociedade alternativa, Oh! Deixa morrer a bomba atômica e viva a sociedade alternativa… Eu vi o poeta encantado, cidadão respeitado, há dez mil anos atrás, domingo com sua família, no jardim zoológico vendo os animais, mordendo a maçã do pecado, nos pegue-pagues do mundo, voando num trem estrelado, leve, suave, profundo… Se tudo deu errado da primeira vez, levante a cabeça e tente outra vez, no livro que diz o futuro, nas linhas da palma da mão, bate a cara contra o muro, o homem que não tem visão… A minha visão é dinâmica, a minha canção radioativa, deixa morrer a bomba atômica e viva a sociedade alternativa… Dos filhos deste solo és mãe gentil, a solução é educar o Brasil… Dos filhos deste solo és mãe gentil, a solução é educar o Brasil, Ah! Deixa morrer em paz a bomba atômica e viva a sociedade alternativa, Oh! Viva, viva, viva, viva… Viva a sociedade alternativa…” (Zé Geraldo – Assim Falou o Poeta – Comp.: Luiz Carlos Bahia/José Felice)

“… Esse olhar, sempre fitando o infinito, eEnvolto em misterios, ainda tráz a emoção de um brilho bonito… Quantos já tentaram desvendar esse olhar? Quantos já trilharam os atalhos tortuosos desse coração? Eu não posso acreditar, que a vida saiu pela porta e eu não notei, que o cavalo passou encilhado e eu não montei… Quando a banda passar vou jogar o meu corpo na rua e se o povo cantar vou colar minha boca na sua… Vou sentir o cheiro do povo, vou sair pra vida de novo, fazer tudo que até hoje não pude fazer, vou vestir a minha seresta, dividir o bolo da festa, vou tentar salvar esse pouco que ainda resta da minha juventude, da minha juventude, da minha juventude… Vou sentir o cheiro do povo, vou sair pra vida de novo, fazer tudo que até hoje não pude fazer, vou vestir a minha seresta, dividir o bolo da festa, vou tentar salvar esse pouco que ainda resta da minha juventude, da minha juventude, da minha juventude…” (Zé Geraldo – Misterios – Comp.: Zé Geraldo)

“… Olá você, que carrega nas costas um fardo pesado, que a estrada do tempo amarelou, que anda nas ruas olhando pro chão sem coragem de olhar pro ancião que passou… Que deixou sua barba crescer e voltou a usar sua roupa surrada, que pensou que era dono de tudo e hoje uma simples palavra te mostra que o saldo atual é nada… É nada… Olá você, que julgou conhecer os atalhos, caminhos de quem desconhece porteira fechada, que cruzou velhos mares, montanhas e rios até despertar nesta encruzilhada… Que usou do poder sem poder e avocou para si a palavra final, que pensou que era dono de tudo e o seu tudo te mostra na fria palavra, que o saldo atual é nada… É nada… Mas e daí ô cara? Você tem que saber, que apesar de tudo que anda acontecendo por aí, você ainda pode ser lírico, romântico, poético e ainda ouvir, o barulho do trem na hora do amor, uma lata de cerveja bem gelada, um hambúrguer em plena madrugada, guardar este velho coração curtido, lembrar o que já foi dito: “Palavras são palavras” que muitas vezes não dizem nada… Nada…” (Zé Geraldo – Lírico/Romântico/Poético – Comp.: Zé Geraldo)

“…O mês de abril cobre a terra com ervas e flores, as amendoeiras e macieiras com suas roupas simples, parecem noivas dos filhos da poesia… A Primavera é bela em toda parte, mas é mais do que bela no Líbano, a primavera é a alma de um Deus desconhecido, que percorre o mundo apressado e quando passa pelo Líbano detém o passo e conversa com as almas dos reis e dos profetas que vagueiam no espaço… Na Primavera Beirute é muito mais bela, pois está livre das chuvas do inverno e da poeira do verão, parece uma linda mulher sentada à beira da fonte onde se banhou deixando que os raios do sol sequem o seu corpo… Quando chega a noite a lua se levanta detrás da montanha e estende sua luz sobre as colinas, as aldeias aparecem nos flancos das montanhas, como que surgidas do nada, o Líbano então é como um jovem deitado sobre um véu que cobre seus músculos sem os esconder… É uma palavra poética, simboliza sentimentos, evoca florestas de cedro entre perfumes de incenso, lembra torres de bronze e mármore marcadas pela glória, lembra bandos de gazelas correndo através dos prados… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… O Líbano hoje é como um velho curvado, pelos muitos anos de lutas e lutos, um velho com os olhos abandonados pelo sono, à espera da aurora como um rei destronado, em meio às cinzas do seu trono e as ruínas do seu palácio, o Líbano tinha a lua cheia e a alma feliz, hoje é um escuro triste exausto e solitário… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… Aviões e bombas cruzam os céus do Líbano… ” (Zé Geraldo – A Terra de Gibran – Comp.: Kalil Gibran/Zé Geraldo/Aroldo Santarosa/Luiz Bueno/Fernando Melo)

“O amor e a alegria são os elementos básicos para conquistarmos amizades e as conservarmos. E são básicos, também, para nossa paz mental. Demonstre amor e alegria em todas as oportunidades, e veja que a paz nasce dentro de você. A felicidade não pode estar em nada que esteja fora de você. Busque-a dentro de você mesmo, pois a Felicidade é Deus, e Deus mora dentro de você.” (Minutos de Sabedoria Pg. 47)

Bom dia pessoal,

Em 17 de Dezembro de 1777 A França é a primeira nação a reconhecer a independência dos Estados Unidos da América.

Em 17 de Dezembro de 1903 Os irmãos Wright realizam o primeiro vôo de aeroplano.

Em 17 de Dezembro de 1989, Abílio Diniz é libertado do cativeiro (Havia sido libertado) / O Brasil vota para presidente em segundo turno e elege Fernando Collor de Melo, que derrota Luis Inácio Lula da Silva.

Em 17 de Dezembro de 1493 Nasceu Paracelso, alquimista e médico suíço.

Em 17 de Dezembro de 1734 Nasceu Maria I de Portugal.

Em 17 de Dezembro de 1905 Nasceu érico Veríssimo, escritor brasileiro.

Em 17 de Dezembro de 1830 Morreu Simon Bolivar, militar venezuelano.

Todos (as) podem falar o que quiser a você ou de você, podem querer que você seja qualçquer coisa, mas, tenha sempre em mente, que é a sua mente e a sua força de vontade, compromisso e comprometimento com você e com o mundo que forjará a sua personalidade e sua caminhada.

Me senti gratificado por ter escolhido Zé Geraldo, outro poeta visionário da década de ouro da MPB. Além da homenagem a Raul, em assim falou o poeta, ele nos traz hoje a sensação de que poderíamos levar mais dias trazendo suas belas letras que nos levam a refletir sobre nós e sobre nossa relação com a vida e com o planeta.

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas, uma sexta feira abençoada por Deus e por Oxalá e um excelente final de semana.

Até segunda,

Apio Vinagre Nascimento
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Fragmentos de pensamentos de Margarida Rebelo Pinto

“O calor inspira, o frio interioriza.”

“Gosto do teu ar, do teu olhar, da tua forma de andar, das tuas mãos guardadas nas minhas, gosto de te cheirar, de te sentir, de me calar para te ouvir, de me deitar ao teu lado para dormir e depois acordar, depois espreguiçar-me e levantar, e rir e dançar e cantar e cada dia outra vez começar um novo dia a sonhar. Gosto da tua boca certa e do teu cabelo farto, da tua voz cantada e aconchegante, dos teus beijos longos, dos teus abraços infinitos, das tuas piadas e risadas, dos teus braços à volta do meu, as duas cabeças encostadas, os ombros em paralelo, as pernas dobradas e os pés junto, gosto do teu hálito fresco e do teu sorriso aberto, da tua cabeça arejada e do teu olhar mais secreto, gosto de te ver junto ao meu peito a contar as batidas do meu coração, de sentir que estás sempre perto e sempre estarás, que vives cá dentro e mesmo na ausência, quando só te vejo com os olhos fechados e as mãos juntas em concha, sei que és perfeito, sei que voltarás, sei que estás quase a chegar, que cada minuto que passa é só mais uma etapa na minha espera, por isso espero calada e feliz, e nas letras que transformo em palavras imagino a cor e o sabor, deste amor, deixo-me levar, crescem-me asas e de repente desato a voar, a voar…”

“Gosto de te ver a rir e a brincar, gosto do teu cheiro e do teu olhar, gosto de te ter sempre perto e de sentir que tudo está certo, de saber que afinal vale a pena acreditar que um dia a paz acaba sempre por chegar, que não há esperas vãs nem dias perdidos, que todas as noites são de lua cheia e todas as manhãs estão cheias de ti, meu amor, quero-te, quero-te, quero-te. Por isso abre as mãos e o peito, deixa-me ficar para sempre lá dentro, guarda-me em ti e espera sem esperar a cada dia que passar, que este meu amor imenso, doce, intemporal resista ao tempo, resista ao medo, resista ao mundo, resista a tudo e não precise de mais nada a não ser de ti, tu que és principio e fim, que estás no meio de tudo, que atravessas a vida de mão dada comigo, tu de quem eu gosto, gosto, gosto.”

“Olho para ti e vejo em muitas coisas a mulher que também sou. Mas também vejo um escudo que me protege do mundo, uma voz sempre afável e disponível, um sorriso aberto e franco, uma mão pronta a dar, um ombro preparado a receber as minhas lágrimas e tristezas. És um pilar, mesmo quando te sentes fraca e vulnerável, és um ponto de equilíbrio que me faz atravessar o arame sem medo porque sei que estás do outro lado com a mão estendida à minha espera. És linda M, pareces uma princesa da Flandres e como todas as mulheres excepcionalmente belas, achas sempre que estás feia ou que podias estar muito melhor. Mas eu vejo-te assim, perfeita, quase a voar quando caminhas, como se a terra te projecta-se no ar, leve como uma pena, a pairar, a pairar… Ensinas-me coisas tão diferentes como escolher os ténis que estão na moda ou aprender a ouvir as batidas do meu próprio coração. Ou então gastas o teu tempo comigo sem nunca me fazer sentir que o estás a perder e ouves-me vezes sem conta a contar a mesma história como se fosse sempre a primeira.”

“Fazes parte daquele grupo de pessoas com quem posso contar para tudo na minha vida sempre e para sempre, e se calhar é por isso que as mãos me tremem de emoção ao te escrever estas palavras. Tu dás-me muito do que não tenho e no entanto nunca descansas, nunca te cansas de tentar descobrir em mim o que me falta para ser melhor e mais feliz. Acreditas, incondicionalmente nas minhas capacidades, relativizas os meus defeitos, aturas as minhas neuras, partilhas as minhas vitórias, estás ao meu lado para o que der e vier. Dás-me paz, companhia, doçura, harmonia, amor, serenidade, confiança. Dás-me a mão, o teu coração e a tua cabeça, as tuas memórias e os teus projectos, fazes-me sentir importante quando estou do tamanho de uma ostra e fazes-me rir quando quero chorar e chorar quando rio. Uma amizade assim não tem fim, mas tem principio e meio, e no meio de tudo isto só te posso dizer minha querida M que o mundo não teria a mesma luz se tu não fizesses parte dele.”

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