Trabalhando com Poesia

“…É a sua vida que eu quero bordar na minha, como se eu fosse o pano e você fosse a linha, e a agulha do real nas mãos da fantasia, fosse bordando ponto a ponto nosso dia-a-dia… E fosse aparecendo aos poucos, nosso amor, os nossos sentimentos loucos, nosso amor… O zig-zag do tormento, as cores da alegria, a curva generosa da compreensão, formando a pétala da rosa, da paixão… A sua vida o meu caminho, nosso amor, você a linha e eu o linho, nosso amor… Nossa colcha de cama, nossa toalha de mesa, reproduzidos no bordado, a casa, a estrada, a correnteza, o sol, a ave, a árvore, o ninho da beleza… É a sua vida que eu quero bordar na minha, como se eu fosse o pano e você fosse a linha, e a agulha do real nas mãos da fantasia, fosse bordando ponto a ponto nosso dia-a-dia… E fosse aparecendo aos poucos, nosso amor, os nossos sentimentos loucos, nosso amor… O zig-zag do tormento, as cores da alegria, a curva generosa da compreensão, formando a pétala da rosa, da paixão… A sua vida o meu caminho, nosso amor, você a linha e eu o linho, nosso amor… Nossa colcha de cama, nossa toalha de mesa, reproduzidos no bordado, a casa, a estrada, a correnteza, o sol, a ave, a árvore, o ninho da beleza…” (Gilberto Gil – A Linha e o Linho – Comp.: Gilberto Gil)

“…No Woman, no cry. no woman, no cry, no woman, no cry, no woman, no cry… Bem que eu me lembro da gente sentado ali, na grama do aterro, sob o sol, observando hipócritas, disfarçados, rondando ao redor… Amigos presos, amigos sumindo assim, prá nunca mais, tais recordações, retratos do mal em si, melhor é deixar prá trás… Não, não chore mais, não, não chore mais… Oh! Oh! Não, não chore mais, Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Não, não chore mais, Hê! Hê!… Bem que eu me lembro, da gente sentado ali, na grama do aterro, sob o céu, observando estrelas, junto à fogueirinha de papel… Quentar o frio, requentar o pão e comer com você… Os pés, de manhã, pisar o chão, eu sei a barra de viver… Mas, se Deus quiser! Tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé… No Woman, no cry. no woman, no cry, no woman, no cry, no woman, no cry… Não, não chore mais, menina não chore assim! Não, não chore mais, Oh! Oh! Oh! No woman, no cry, no woman, no cry… Não, não chore mais, menina não chore assim, não, não chore maisHê! Hê!…” {Gilberto Gil – Não Chore Mais (No Woman, No Cry) – Bob Marley (Versão Gilberto Gil)}

‎”Desperte! Não deixe que a rotina arrase sua vida! Execute sua tarefa com amor sempre renovado, porque isto trará alegria a você mesmo (a). A rotina cansa e corrói a alma, desalenta e carcome o entusiasmo. Renove cada manhã seu armazenamento de alegria, de viver. Ajude a todos (as) e cumpra alegremente sua tarefa, para receber de volta o benefício da felicidade de seu trabalho.” (Minutos de Sabedoria Pg. 25)

Bom dia pessoal,

Os parabéns de hoje vão para meu querido e talentoso sobrinho William, fera do desenho e que completa hoje seus 13 anos.

Além de Wiliam meu abraço a minha colega de Faculdade Diane e ao Deputado Estadual e amigo Yulo Oiticica, que também aniversariam hoje. Abraços extensivos a todos os colegas da PMLF que estejam aniversariando hoje. Paz, Saúde e sucesso sempre.

A todos (as) os (as) amigos (as) paulistanos (as) e à Cidade de São Paulo os parabéns pelo seu aniversário.

Em 25 de Janeiro de 1579 é assinada a União de Utrecht, que lançou as bases para a criação dos países baixos.

Em 25 de Janeiro de 1835, iniciou-se a Revolta dos Malês,a maior revolta urbana de negros brasileiros,em Salvador,BA.

Em 25 de Janeiro de 1950 as Mulheres americanas conquistam a igualdade de direitos.

Em 25 de Janeiro de 1971 acontece o Golpe Militar em Uganda, comandado por Idi Amin Dadá, que instalou um dos regimes mais autoritários que a África já teve conhecimento.

Em 25 de Janeiro de 1981 a Viuva de Mao Tse Tung é condenada à morte.

Em 25 de Janeiro de 1984 Comício pelas Diretas Já na Praça da Sé, em São Paulo reuniu mais de 400 mil pessoas.

Em 25 de Janeiro de 2009 a ONU anuncia que existem 1 bilhão de pessoas famintas e subnutridas no mundo.

Neste momento o Time sub 18 do Bahia está disputando a final da Copa São Paulo, contra o Flamengo e vai empatando em 1×1 e jogando bem. Independente do resultado final os meninos estão nos dando motivos de orgulho de torcermos para esse time!

Abraços paz, energia positiva Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma terça feira abençoada por Deus.

Apio Vinagre Nascimento
e-mail: oipa@uol.com.br
msn: oipa2@hotmail.com
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Fones: (71) 8814-5332 / 9154-0168 / 9982-7223 / 8251-9282

Hino Nacional – Carlos Drummond de Andrade

Precisamos descobrir o Brasil!
Escondido atrás das florestas,
com a água dos rios no meio,
o Brasil está dormindo, coitado.
Precisamos colonizar o Brasil.
O que faremos importando francesas
muito louras, de pele macia,
alemãs gordas, russas nostálgicas para
garçonnettes dos restaurantes noturnos.
E virão sírias fidelíssimas.
Não convém desprezar as japonesas.
Precisamos educar o Brasil.
Compraremos professores e livros,
assimilaremos finas culturas,
abriremos dancings e subvencionaremos as elites.
Cada brasileiro terá sua casa
com fogão e aquecedor elétricos, piscina,
salão para conferências científicas.
E cuidaremos do Estado Técnico.
Precisamos louvar o Brasil.
Não é só um país sem igual.
Nossas revoluções são bem maiores
do que quaisquer outras; nossos erros também.
E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões…
os Amazonas inenarráveis… os incríveis João-Pessoas…
Precisamos adorar o Brasil.
Se bem que seja difícil caber tanto oceano e tanta solidão
no pobre coração já cheio de compromissos…
se bem que seja difícil compreender o que querem esses homens,
por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão de seus sofrimentos.
Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!
Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,
ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.
O Brasil não nos quer! Está farto de nós!
Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.
Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?

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