Trabalhando com Poesia

“…Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos, quero ver brotar o perdão, onde a gente plantou, juntos outra vez… Já sonhamos juntos, semeando as canções no vento, quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar… Já choramos muito, muitos se perderam no caminho. mesmo assim não custa inventar, uma nova canção, que venha nos trazer sol de primavera, abre as janelas do meu peito, a lição sabemos de cor, só nos resta aprender… Já choramos muito, muitos se perderam no caminho. mesmo assim não custa inventar, uma nova canção, que venha nos trazer sol de primavera, abre as janelas do meu peito, a lição sabemos de cor, só nos resta aprender…” (Beto Guedes – Sol de Primavera – Comp. Beto Guedes e Ronaldo Bastos)

“…Tudo que move é sagrado e remove as montanhas, com todo o cuidado meu amor, enquanto a chama arder, todo dia te ver passar, tudo viver a teu lado, com arco da promessa, do azul pintado pra durar… Abelha fazendo o mel, vale o tempo que não voou, a estrela caiu do céu, o pedido que se pensou, o destino que se cumpriu, de sentir seu calor e ser todo… Todo dia é de viver, para ser o que for e ser tudo… Sim, todo amor é sagrado e o fruto do trabalho é mais que sagrado, meu amor, a massa que faz o pão, vale a luz do teu suor, lembra que o sono é sagrado e alimenta de horizontes, o tempo acordado de viver, no inverno te proteger, no verão sair pra pescar, no outono te conhecer, primavera poder gostar, no estio me derreter, pra na chuva dançar e andar junto… O destino que se cumpriu, de sentir seu calor e ser tudo… E ser tudo…” (Beto Guedes – Amor de Índio – Comp.: Beto Guedes/Ronaldo Bastos)

“…Nem o sol, nem o mar, nem o brilho das estrelas, tudo isso não tem valor, sem ter você… Sem você, nem o som, da mais linda melodia, nem os versos dessa canção irão valer… Nem o perfume de todas as rosas é igual, à doce presença do seu amor… O amor estava aqui, mas eu nunca saberia, do que um dia se revelou quando te vi… Nem o perfume de todas as rosas é igual, à doce presença do seu amor… O amor estava aqui, mas eu nunca saberia, do que um dia se revelou quando te vi…” {Beto Guedes – Quando Te Vi (Till There Was You ) – Comp.: Lennon / McCartney (Versão: Beto Guedes)}

“Veja na criança o futuro da humanidade. Mantenha-se, por isso, solidário com os trabalhos que visem a beneficiá-las. Lembre-se de que cada criança poderia ser um (a) filho (a) querido (a) de seu coração. Colabore na recuperação das crianças desajustadas, sobretudo mediante seu exemplo dignificante e nobre. Em todos os setores, a criança é sempre o futuro, e por isso precisa ser atentamente ajudada em suas necessidades.” (Minutos de Sabedoria Pg. 31)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana?

Espero que tão bem quanto eu. Meu final de semana começou com uma linda e contagiante notícia, dividida em duas partes, mas, ambas relacionadas à UFBA.

1. Minha 2ª. filha Bianca, depois de muita luta, foi aprovada em 13º. lugar para o curso de Medicina. Bianca é dessas figuras guerreiras, desde os seus nove dias de nascida. Quem conhece a história dela sabe do que falo e com certeza não tomou como surpresa mais essa vitória. Juntamente com Fabiana, que concluiu semestre passado o curso de Gestão de RH na UNIJORGE, me dão a certeza de que a obra tem continuidade.

2. Minha irmã, Júlia, que também é minha afilhada, foi aprovada para o curso de Farmácia. Além de nossa família, Júlia, juntamente com outros guerreiros baianos, devem ser motivos de orgulho da rede municipal de ensino e da rede estadual, pois, foi aluna do ensino fundamental da Escola Santa Júlia e da Rede Estadual de Ensino, onde cursou, no Centro de Ensino Profissionalizante o curso de Ausiliar de Análises clínicas.

Torço para que os exemplos de Fabiana, Bianca e Júlia Dêem um norte qualificado às caminhadas de Vinicius, João Victor e Thais, meus outros filhos e filha, além de João Emilio e Ana Beatriz, meus irmãos mais novos, pois, sei que são os bons exemplos que ajudam a construir boas práticas. Filhas, Mana, obrigado por existirem em minha vida. Amo vocês.

Domingo, apesar da tristeza de ver o Bahia perder mais uma partida no Baianão, foi o dia do aniversário de uma pessoa muito especial, um tio que amo muito, que é meu tio Clóvis e, juntamente com isso, os dois times que ajudamos a caminhar em dois campeonatos importantes, chegaram à grande final de ambos: O Operário disputará a final do campeonato do Jardim Tropical, no próximo domingo e o Renovação, que saiu pela primeira vez da Itinga para disputar um campeonato, Disputará contra o Viola de Portão, no dia 13/01 a final do campeonato das Pitangueiras.

Ontem nossa colaboradora e amiga, Ilza Narjara aniversariou e, na figura de Narjara quero parabenizar a todos (as) que aniversariaram ontem e hoje.

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma terça feira abençoada por Deus e uma semana cheia de alegrias.

Apio Vinagre Nascimento
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O “Adeus” de Teresa – Castro Alves

A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta a correnteza,
A valsa nos levou nos giros seus
E amamos juntos E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala

E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”

Uma noite entreabriu-se um reposteiro. . .
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus
Era eu Era a pálida Teresa!
“Adeus” lhe disse conservando-a presa

E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”

Passaram tempos sec’los de delírio
Prazeres divinais gozos do Empíreo
… Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse – “Voltarei! descansa!. . . ”
Ela, chorando mais que uma criança,

Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”

Quando voltei era o palácio em festa!
E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei! Ela me olhou branca surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!

E ela arquejando murmurou-me: “adeus!”

A Duas Flores – Castro Alves

São duas flores unidas,
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.

Unidas, bem como as penas
Das duas asas pequenas
De um passarinho do céu…
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Unidas, bom como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar…
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Unidas… Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rodas da vida,
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!

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