Trabalhando com Poesia

“… O teu choro já não toca meu bandolim, diz que minha voz sufoca teu violão, afrouxaram-se as cordas e assim desafina, que pobre das rimas da nossa canção, hoje somos folha morta, metais em surdina, fechada a cortina, vazio o salão… Se os duetos não se encontram mais e os solos perderam a emoção, se acabou o gás, pra cantar o mais simples refrão… Se a gente nota, que uma só nota já nos esgota, o show perde a razão… Mas iremos achar o tom, um acorde com lindo som e fazer com que fique bom, outra vez, o nosso cantar e, a gente vai ser feliz, olha nós outra vez no ar, o show tem que continuar… Se os duetos não se encontram mais e os solos perderam a emoção, se acabou o gás, pra cantar o mais simples refrão… Se a gente nota, que uma só nota já nos esgota, o show perde a razão… Mas iremos achar o tom, um acorde com lindo som e fazer com que fique bom, outra vez, o nosso cantar e, a gente vai ser feliz, olha nós outra vez no ar, o show tem que continuar… Nós iremos até Paris, arrasar no Olímpiac, o show tem que continuar… Olha o povo pedindo bis, os ingressos vão se esgotar, o show tem que continuar… Todo mundo que hoje diz, acabou, vai se admirar, nosso amor vai continuar… Nosso amor vai continuar” (Fundo de Quintal – O Show Tem Que Continuar – Comp.: Arlindo Cruz / Sombrinha / Luiz Carlos da Vila)

“… Eu não quero saber mais dela, foi embora da Portela, dizendo que o samba lá em Mangueira que é bom… Ahhh! minha doce companheira, se mandou de Madureira, seja o que Deus quiser, foi morar no chalé… Ahhh! minha doce companheira, se mandou de Madureira, seja o que Deus quiser… Eu não quero saber mais dela, foi embora da Portela, dizendo que o samba lá em Mangueira que é bom… Ahhh! minha doce companheira, se mandou de Madureira, seja o que Deus quiser, foi morar no chalé… Ahhh! minha doce companheira, se mandou de Madureira, seja o que Deus quiser… Se mandou de Madureira e levou meu coração, mas cheguei lá no Salgueiro e encontrei outra paixão… Obra da fatalidade, acontecimento sabe como é, porem um homem que é homem não chora, quando vai embora, uma ingrata mulher… Eu não quero saber mais dela, foi embora da Portela, dizendo que o samba lá em Mangueira que é bom… Ahhh! minha doce companheira, se mandou de Madureira, seja o que Deus quiser, foi morar no chalé… Ahhh! minha doce companheira, se mandou de Madureira, seja o que Deus quiser… Foi, simbora pro Bexiga, do Vai Vai da Bela vista, onde o samba contagia, em gualquer ponto de vista, oi na imagem do riachão, a minha namorada mandou um buquê, com a linda dedicatória, que me atua com você…” (Fundo de Quintal – Não Quero Saber Mais Dela – Comp.: Almir Guineto / Arlindo Cruz / Sombrinha)

“… Se o tempo passou e não fui feliz, sei lá das razões, foi Deus que não quis! Você me propôs e não foi capaz, fez pouco de mim até nunca mais… A dor que passou deixou cicatriz, pois aquele amor já tinha raiz profunda, no coração, foi tão ruim amar em vão, agora, me deixe ir, adeus! Eu vou fugir da ilusão… Parabéns pra você, por tentar me enganar, me ferir por prazer, num capricho vulgar, me querer por querer, pra depois se negar à decisão, abusar sem pensar foi demais pro meu coração… O azar é seu, se daqui pra frente esta saudade, em sua vida for verdade, por favor não vêm me procurar… O azar é seu, se daqui pra frente esta saudade, em sua vida for verdade, por favor não vêm me procurar… Se o tempo passou e não fui feliz, sei lá das razões, foi Deus que não quis! Você me propôs e não foi capaz, fez pouco de mim até nunca mais… A dor que passou deixou cicatriz, pois aquele amor já tinha raiz profunda, no coração, foi tão ruim amar em vão! Agora, me deixe ir, adeus! Eu vou fugir da ilusão… Parabéns pra você, por tentar me enganar, me ferir por prazer, num capricho vulgar, me querer por querer, pra depois se negar à decisão, abusar sem pensar foi demais pro meu coração… O azar é seu, se daqui pra frente esta saudade, em sua vida for verdade, por favor não vêm me procurar… O azar é seu, se daqui pra frente esta saudade, em sua vida for verdade, por favor não vêm me procurar… ” (Fundo de Quintal & Alcione- Parabéns Pra Você – Comp.: Sereno / Arlindo Cruz / Sombrinha / Luis Carlos da Vila)

“Por que está guardando tantas coisas inúteis? Para que tanta coisa em seus armários, quando seus irmãos estão com os deles vazios? Distribua tudo aquilo que lhe não está servindo, para que sua alma não fique pesada demais, quando se afastar da terra. “O coração do homem está onde está seu tesouro. Se você juntar muitas coisas inúteis, a elas poderá permaneçer preso, sem conseguir alçar vôo para as regiões bem aventuradas.” (Minutos de Sabedoria Pg. 37)

Bom dia pessoal,

Os parabéns de hoje vão para nosso Superintendente de Promoção da Igualdade Racial, Eriosvaldo Menezes, parceiro de lutas e bom amigo. Que Deus e os Orixás sigam orientando sua caminhada. Axé! Na figura de Menezes parabenizo todos (as) os (as) demais aniversariantes do dia.

Ocorre hoje assembléia dos servidores da educação, na qual esperamos a decisão pelo retorno às aulas, uma vez que, as motivações elencadas pela ASPROLF, em nosso entendimento, estão equacionadas, ou caminhando nesta direção. Nos reunimos ontem, juntamente com outros secretários (as) e, colocamos a posição da gestão em relação a isto.

Também ontem, em reunião, traçamos as estratégias para acompanhamento e apoio aos barraqueiros de Ipitanga, que foram notificados pela 13ª. Vara da Justiça Federal, no Sábado.

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma terça feira abençoada por Deus e por Ogum.

Apio Vinagre Nascimento
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Motivo (Cecília Meireles)

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou edifico,
se permaneço ou me desfaço,
– não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno e asa ritmada.
E sei que um dia estarei mudo:
– mais nada

Traze-me (Cecília Meireles)

Traze-me um pouco das sombras serenas
que as nuvens transportam por cima do dia!
Um pouco de sombra, apenas,
– vê que nem te peço alegria.
Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta no teu coração!
A alvura, apenas, dos ares:
– vê que nem te peço ilusão.
Traze-me um pouco da tua lembrança,
aroma perdido, saudade da flor!
-Vê que nem te digo – esperança!
-Vê que nem sequer sonho – amor!

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