Trabalhando com Poesia

“… Noites de um verão qualquer, eu me sufoco nesse ar, o corpo venta em preto, o chão devora o espaço ocular… Noites de um verão qualquer, deixa que ela entenda o traço, que invente a fuga por nós dois, que sou seus pés, eu sou também seus braços… Noites de um verão qualquer, dentro da febre desse abraço, satélite voltou do céu, eu sou o resto, sou também o aço… Noites de um verão qualquer, sob sua pele encontrei abrigo, pra gente se devorar, na órbita do seu umbigo… Seguem infinitos metros, pra perto desse abraço, eu tento respirar, desdar o nó que aperta esse laço… Noites de um verão qualquer, deixa que ela entenda o traço, que invente a fuga por nós dois, que sou seus pés, eu sou também seus braços…” (Skank – Noites de Um Verão Qualquer – Comp.: Samuel Rosa / César Maurício)

“… Iça, iça a vela do barco, mar do Atlântico Sul, marinheiro João do Arco, anjo do céu azul, iça iça âncora vela, três milhas do atol, sol na nuca e o corpo dela ofusca a luz do sol… Quem avista a ilha do amor, no mar só se dá bem, um peixe que eu pesquei me fisgou, fui seu peixe também… Me dá um beijo, que o beijo é uma reza, pro marujo que se preza… Me dá um beijo, que o beijo é uma reza, pro marujo que se preza… Oa Oa balanço do mar, oa oa amor vida boa, oa oa vento dá na vela, oa ao me leva pra ela… Iça, iça a vela do barco, mar do Atlântico Sul, marinheiro João do Arco, anjo do céu azul, iça iça âncora vela, três milhas do atol, sol na nuca e o corpo dela ofusca a luz do sol… Roupa lavada no varal, cega minha aflição, moça do batalhão naval, pega na minha mão… Me dá um beijo, que o beijo é uma reza, pro marujo que se preza… Me dá um beijo, que o beijo é uma reza, pro marujo que se preza… Oa Oa balanço do mar, oa oa amor vida boa, oa oa vento dá na vela, oa ao me leva pra ela… Iça, iça a vela do barco, mar do Atlântico Sul, marinheiro João do Arco, anjo do céu azul, iça iça âncora vela, três milhas do atol, sol na nuca e o corpo dela ofusca a luz do sol… Tempestade vai e vem, vai firme no leme marinheiro, ela me quer e eu já não choro mais, vou correr o mundo inteiro… Me dá um beijo, que o beijo é uma reza, pro marujo que se preza… Me dá um beijo, que o beijo é uma reza, pro marujo que se preza… Oa Oa balanço do mar, oa oa amor vida boa, oa oa vento dá na vela, oa ao me leva pra ela…” (Skank – O Beijo e a Reza – Comp.: Samuel Rosa e Chico Amaral)

“… Funk lá no morro da mangueira, essa menina tá dizendo “sim”, Eu sei! Noite bamba tudo a beça, baião na rampa do Cruzeiro… Essa menina tá dizendo “Don’t worry, cause everything is gonna be all right… Everything, every tune, will be played by night…” Uiêê.. ê Oh Oh! Seu nome é Jackie! Jackie! Oh! Oh! Tequila! Oh! Jacqueline Mist Hiê! Hiô! Tequila!… Reggae la na rádio do café, rapaziada que tiver afim vai la, eu vo ficar com Jackie Oh! Se é que Jackie vai pra la e se não for, ja foi, o bonde do desejo segue rumo, caixa, bumbo e sexo, saudade na rampa do mundo Oh! Seu nome é Jackie! Jackie! Oh! Oh! Tequila! Oh! Jacqueline Mist Hiê! Hiô! Tequila!… Oh Jackie foi nascer numa cabana em Nôa Nôa, sol do Tahiti na pele na boa, seu pai cruzou o mar, duas filhas na canôa, côco pra beber e leite de leoa… Jackie uma menina tão bonita que enjôa, enjôa de vertigem, viagem de avião, hálito de virgem, dois olhos de amêndoa, vaca, cadela, macaca, gazela… Linda toda, toda linda ela, toda beleza Se reconhece nela, Jackie Tequila, coca-cola e água, égua língua míngua, minha mágoa, Uô! Uô!… Iê! A você uô uô iê!… ahn.. aahn… Funk lá no morro da mangueira, essa menina tá dizendo “sim”, Eu sei! Noite bamba tudo a beça, baião na rampa do Cruzeiro… Essa menina tá dizendo “Don’t worry, cause everything is gonna be all right… Everything, every tune, will be played by night…” Uiêê.. ê Oh Oh! Seu nome é Jackie! Jackie! Oh! Oh! Tequila! Oh! Jacqueline Mist Hiê! Hiô! Tequila!… Reggae la na rádio do café, rapaziada que tiver afim vai la, eu vo ficar com Jackie Oh! Se é que Jackie vai pra la e se não for, ja foi, o bonde do desejo segue rumo, caixa, bumbo e sexo, saudade na rampa do mundo Oh! Seu nome é Jackie! Jackie! Oh! Oh! Tequila! Oh! Jacqueline Mist Hiê! Hiô! Tequila!… Oh Jackie foi nascer numa cabana em Nôa Nôa, sol do Tahiti na pele na boa, seu pai cruzou o mar, duas filhas na canôa, côco pra beber e leite de leoa… Jackie uma menina tão bonita que enjôa, enjôa de vertigem, viagem de avião, hálito de virgem, dois olhos de amêndoa, vaca, cadela, macaca, gazela… Linda toda, toda linda ela, toda beleza Se reconhece nela, Jackie Tequila, coca-cola e água, égua língua míngua, minha mágoa, Uô! Uô!… Iê! A você uô uô iê!… ahn.. aahn…” (Skank – Jackie Tequila – Comp.: Skank)

“… Aqui, nesse mundinho fechado ela é incrível, com seu vestidinho preto indefectível. Eu detesto o jeito dela, mas pensando bem, ela fecha com meus sonhos, como ninguém… Conhece-te a ti mesmo e eu me conheço bem, sou um qualquer vulgar, bem, às vezes me esqueço e finjo que não finjo, ao ignorar eu sei, que ela me domina no primeiro olhar… Eu quero te provar, sem mêdo e sem amor, Oh! Oh! quero te provar, por quê?… Porque ela derrama um banquete, um palacete, um anjo de vestido, uma libido do cacete, ela é tão vistosa, que talvez seja mentira, quem dera minha cara fosse de sucupira… Conhece a ti mesmo e eu me conheço bem, ou um qualquer vulgar, bem, às vezes me esqueço e finjo que não finjo, ao ignorar eu sei, que ela me domina no primeiro olhar… Eu quero te provar! Sem medo e sem amor, Oh! Oh! Quero te provar… Eu quero te provar, cozida a vapor Oh! Oh! Quero te provar… Aqui, nesse mundinho fechado ela é incrível, com seu vestidinho preto indefectível. Eu detesto o jeito dela, mas pensando bem, ela fecha com meus sonhos, como ninguém… Conhece-te a ti mesmo e eu me conheço bem, sou um qualquer vulgar, bem, às vezes me esqueço e finjo que não finjo, ao ignorar eu sei, que ela me domina no primeiro olhar… Eu quero te provar, sem mêdo e sem amor, Oh! Oh! quero te provar, por quê?… Porque ela derrama um banquete, um palacete, um anjo de vestido, uma libido do cacete, ela é tão vistosa, que talvez seja mentira, quem dera minha cara fosse de sucupira… Conhece a ti mesmo e eu me conheço bem, ou um qualquer vulgar, bem, às vezes me esqueço e finjo que não finjo, ao ignorar eu sei, que ela me domina no primeiro olhar… Eu quero te provar! Sem medo e sem amor, Oh! Oh! Quero te provar… Eu quero te provar, cozida a vapor Oh! Oh! Quero te provar…” (Skank – Garota Nacional – Composição : Samuel Rosa / Chico Amaral)

“Não interrompa a manifestação de carinho a uma pessoa querida, só porque os outros o julgam errado. Consulte sua consciência e não dê ouvidos às vozes da inveja e do ciúme. O carinho é o óleo que lubrifica as engrenagens da vida, que já é dura por si mesma: A vida sem afeição é um inferno, um deserto sem oásis. Conserve seu carinho, dedicando-o ás pessoas a quem você ama.” (Minutos de sabedoria, Pg. 66)

“Você, que é noiva (o), não acredite que casamento seja loteria. Não! No casamento, o prêmio depende de você saber conquistá-lo. Prepare-se para ser feliz e para fazer feliz o homem (a mulher) a quem você ama. Estude seu gênio, não interfira em seus pensamentos, trate-o (a) com amor e carinho, e verifique que a sorte grande do casamento está em sua mãos. De você depende a sua felicidade.” (Minutos de sabedoria, Pg. 67)

Bom dia pessoal,

Mais um final de semana chega e sempre é um bom momento, tanto como em outros, além das horas de lazer, refletir sobre nosso papel nesse mundo. Os episódios ocorridos ontem em Realengo, Rio de Janeiro, com a morte brutal de 12 adolescentes entre 12 e 15 anos, a maioria meninas, nos faz pensar, não apenas em que tipo de sociedade estamos, como qual efetivamente deve ser o papel dos meios de comunicação.

Entendo a necessidade de se divulgar esse tipo de episódio, mas, as vezes me sinto em um gr5ande laboratório, onde a super exposição e até sensacionalização das tragédias do cotidiano humano acabam funcionando como elemento catalisador de mais alguma barbárie que venha a acontecer.

Creio que se faz necessária uma retomada de discussões em relação a esta problemática, pois, nossa sociedade está adoecendo rapidamente e os conceitos estabelecidos como de normalidade, acabam por levar, as vezes de forma acidental, outras nem tanto.

As atividades de ontem acabaram me impedindo de enviar a nossa mensagem, o que faço hoje compensando.

Os parabéns pela passage do dia do jornalista, do Médico legista e do dia Mundial da saúde, no dia de ontem.

Em 07 de abril de 1831 Dom Pedro I abdica do trono brasileiro em favor de seu filho Dom Pedro II, à época com cinco anos e, retorna a Portugal

Em 07 de abril de 1943 o Suíço Albert Hofmann, a partir de seus estudos com fungos de centeio sintetiza pela primeira vez na história o LSD (Ácido Lissérgico), poderosa droga da década de 60 do sécul passado.

Em 08 de Abril de 563 a.c. Segundo os budistas, nasceu neste di Gautama Buda (nascido Príncipa Sidartha), fundador do budismo (teria vivido entre 563 e 483 a.c.)

Em 08 de Abril de 1513 o explorador Ponce de León declaraa Flórida como um território da Espanha

Em 08 de Abril de 1938 Nasceu em Gana Kofi Annan, Secretário Geral das Organições das Naçoes Unidas – ONU

Em 08 de Abril de 1973 morreu Pablo Picasso, um dos principais nomes da pintura no mundo, considerado um dos grandes mestres da arte no século XX.

Em 08 de Abril de 1994 o guitarrista, vocalista e lider da da banda de Rock Nirvana, Kurt Cobain é encontrado morto em sua casa. Dependente de Heroína, ele se matou com três tiros de espingarda.

Hoje a tarde/Noite é dia de ir à formatura da minha filha Fabiana, em Gestão de Recursos Humanos. Se já era marrenta imagina agora… rsrsrs perseverante, dedicada, impulsiva, minha mais velha carrega consigo muitas semelhanças com uma certa pessoa, creio que pela longa convivência, desde a sua adolescência. Tenho orgulho de ti bicoca. Bjs e sucesso na carreira, pois competência e dedicação eu sei que não faltam a você.

Abraços, paz, energias positivas

Cerca de 6500 pessoas já nos deram a honra de visitar o blog “Espaço de Sobrevivência” e deixar seus comentários. E você? venha nos visitar e deixe seu comentário também, pois é isso que faz a vida de um blog.

https://oipa2.wordpress.com

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma sexta feira abençoado por Deus e muito axé.

Bom final de semana e até segunda feira,

Apio Vinagre Nascimento
e-mail: oipa@uol.com.br
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ODE À CEBOLA – Pablo Neruda

Cebola
Luminosa redoma
pétala a pétala
cresceu a tua formosura
escamas de cristal te acrescentaram
e no segredo da terra escura
se foi arredondando o teu ventre de orvalho.
Sob a terra
foi o milagre
e quando apareceu
o teu rude caule verde
e nasceram as tuas folhas como espadas na horta,
a terra acumulou o seu poderio
mostrando a tua nua transparência,
e como em Afrodite o mar remoto
duplicou a magnólia
levantando os seus seios,
a terra
assim te fez
cebola
clara como um planeta
a reluzir,
constelação constante,
redonda rosa de água,
sobre
a mesa
das gentes pobres.

Generosa
desfazes
o teu globo de frescura
na consumação
fervente da frigideira
e os estilhaços de cristal
no calor inflamado do azeite
transformam-se em frisadas plumas de ouro.

Também recordarei como fecunda
a tua influência, o amor, na salada
e parece que o céu contribui
dando-te fina forma de granizo
a celebrar a tua claridade picada
sobre os hemisférios de um tomate.
mas ao alcance
das mãos do povo
regada com azeite
polvilhada
com um pouco de sal,
matas a fome
do jornaleiro no seu duro caminho.
estrela dos pobres,
fada madrinha
envolvida em delicado
papel, sais do chão
eterna, intacta, pura
como semente de um astro
e ao cortar-te
a faca na cozinha
sobe a única
lágrima sem pena.
Fizeste-nos chorar sem nos afligir.

Eu tudo o que existe celebrei, cebola
Mas para mim és
mais formosa que uma ave
de penas radiosas
és para os meus olhos
globo celeste, taça de platina
baile imóvel
de nívea anémona

e vive a fragância da Terra
na tua natureza cristalina.

Antes de Amar-te… (Pablo Neruda)

Antes de amar-te, amor, nada era meu
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se despediam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado e decaído,
Tudo era inalienavelmente alheio,
Tudo era dos outros e de ninguém,
Até que tua beleza e tua pobreza
De dádivas encheram o outono.

ODE AO TOMATE – Pablo Neruda

(…)
enche as saladas
do Chile,
casa-se alegramente
com a branca cebola,
e para o celebrar
deita-se-lhe
o azeite,
filho
natural da oliveira,
sobre os hemisférios entreabertos,
adiciona
a pimenta
a sua fragância,
o sal o seu magnetismo:
são os esponsais
do dia,
a salsa
embandeira-se,
as migas
fervem ruidosamente,
o assado
bate à porta
com o seu aroma,
está na hora!

Angela Adonica (Pablo Neruda)

Hoje deitei-me junto a uma jovem pura
como se na margem de um oceano branco,
como se no centro de uma ardente estrela
de lento espaço.
Do seu olhar largamente verde
a luz caía como uma água seca,
em transparentes e profundos círculos
de fresca força.
Seu peito como um fogo de duas chamas
ardía em duas regiões levantado,
e num duplo rio chegava a seus pés,
grandes e claros.
Um clima de ouro madrugava apenas
as diurnas longitudes do seu corpo
enchendo-o de frutas extendidas
e oculto fogo.

Os Teus Pés (Pablo Neruda)

Quando não te posso contemplar
Contemplo os teus pés.
Teus pés de osso arqueado,
Teus pequenos pés duros,
Eu sei que te sustentam
E que teu doce peso
Sobre eles se ergue.
Tua cintura e teus seios,
A duplicada purpura
Dos teus mamilos,
A caixa dos teus olhos
Que há pouco levantaram vôo,
A larga boca de fruta,
Tua rubra cabeleira,
Pequena torre minha.
Mas se amo os teus pés
É só porque andaram
Sobre a terra e sobre
O vento e sobre a água,
Até me encontrarem.

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