Trabalhando com Poesia

“… Pra que mentir, fingir que perdoou? Tentar ficar amigos sem rancor? A emoção acabou, que coincidência é o amor, a nossa música nunca mais tocou… Pra que usar de tanta educação? Pra destilar terceiras intenções? Desperdiçando o meu mel, devagarzinho, flor em flor, entre os meus inimigos, beija-flor… Eu protegi o teu nome por amor, em um codinome, Beija-flor, não responda nunca, meu amor, nunca, pra qualquer um na rua, Beija-flor… Que só eu que podia, dentro da tua orelha fria, dizer segredos de liquidificador… Você sonhava acordada, um jeito de não sentir dor, prendia o choro e aguava o bom do amor, prendia o choro e aguava o bom do amor…” (Cazuza – Codinome Beija-Flor – Comp.: Cazuza / Ezequiel Neves / Reinaldo Arias)

“… Te pego na escola e encho a tua bola, com todo o meu amor, te levo pra festa e testo o teu sexo, com ar de professor, faço promessas malucas, tão curtas quanto um sonho bom, se eu te escondo a verdade, baby, é pra te proteger da solidão… Faz parte do meu show, faz parte do meu show, meu amor… Confundo as tuas coxas, com as de outras moças, te mostro toda a dor, te faço um filho, te dou outra vida, pra te mostrar quem sou, vago na lua deserta das pedras do Arpoador, digo ‘alô’ ao inimigo, encontro um abrigo no peito do meu traidor… Faz parte do meu show, faz parte do meu show, meu amor… Invento desculpas, provoco uma briga, digo que não estou, vivo num ‘clip’ sem nexo, um pierrot retrocesso, meio bossa nova e ‘rock’n roll’… Faz parte do meu show, faz parte do meu show, meu amor… Meu amor, meu amor, meu amor, meu amor, meu amor, meu amor…” (Cazuza – Faz Parte Do Meu Show – Comp.: Cazuza / Renato Ladeira)

“… Eu tô perdido, sem pai nem mãe, bem na porta da tua casa, eu tô pedindo a tua mão e um pouquinho do braço… Migalhas dormidas do teu pão… Raspas e restos me interessam, pequenas porções de ilusão, mentiras sinceras me interessam, me interessam, me interessam… Eu tô pedindo a tua mão, me leve para qualquer lado, só um pouquinho de proteção, ao maior abandonado… Teu corpo com amor ou não, raspas e restos me interessam, me ame como a um irmão… Mentiras sinceras me interessam, me interessam… Migalhas dormidas do teu pão, raspas e restos me interessam, pequenas poções de ilusão, mentiras sinceras me interessam, me interessam… Estou pedindo a tua mão, me leve para qualquer lado, só um pouquinho de proteção ao maior abandonado…” (Cazuza – Maior Abandonado – Comp.: Cazuza e Frejat)

“… Todo dia a insônia me convence que o céu faz tudo ficar infinito e que a solidão é pretensão de quem fica escondido fazendo fita… Todo dia tem a hora da sessão coruja, só entende quem namora, agora ‘vão bora’, eEstamos meu bem por um triz pro dia nascer feliz, pro dia nascer feliz, o mundo acordar e a gente dormir, dormir, pro dia nascer feliz, essa é a vida que eu quis: o mundo inteiro acordar e a gente dormir… Todo dia é dia e tudo em nome do amor, essa é a vida que eu quis, procurando vaga, uma hora aqui, a outra ali, no vai-e-vem dos teus quadris… Nadando contra a corrente só pra exercitar, todo o músculo que sente, me dê de presente o teu bis, pro dia nascer feliz, pro dia nascer feliz, o mundo inteiro acordar e a gente dormir, dormir, pro dia nascer feliz, pro dia nascer feliz, o mundo inteiro acordar e a gente dormir… Todo dia é dia e tudo em nome do amor, essa é a vida que eu quis, procurando vaga, uma hora aqui, a outra ali, no vai-e-vem dos teus quadris… Nadando contra a corrente só pra exercitar, todo o músculo que sente, me dê de presente o teu bis, pro dia nascer feliz, pro dia nascer feliz, o mundo inteiro acordar e a gente dormir, dormir, pro dia nascer feliz, pro dia nascer feliz, o mundo inteiro acordar e a gente dormir…” (Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz – Comp.: Cazuza / Frejat)

“… São 7 horas da manhã, vejo Cristo da janela, o sol já apagou sua luz e o povo lá embaixo espera, nas filas dos pontos de ônibus, procurando aonde ir… São todos seus cicerones, correm pra não desistir, dos seus salários de fome, é a esperança que eles tem, neste filme como extras, todos querem se dar bem… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas… Estranho o teu Cristo, Rio, que olha tão longe, além, com os braços sempre abertos, mas sem protejer ninguém, eu vou forrar as paredes, do meu quarto de miséria, com manchetes de jornal, pra ver que não é nada sério, eu vou dar o meu desprezo, pra você que me ensinou, que a tristeza é uma maneira, da gente se salvar depois… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas…” (Cazuza – Um Trem Para as Estrelas – Comp.: Cazuza e Gilberto Gil)

“Seja alegre e otimista! Quando se dirigir a seu trabalho, faça-o de coração alegre. O trabalho que você executa é digno de sua pessoa. Por menor que pareça, é de suma responsabilidade para você e para o mundo. Não se esqueça jamais de agradecer a Deus o trabalho que lhe proporciona o pão de cada dia. Chegue ao local do trabalho com o coração feliz, e o trabalho se tornará um passatempo, um estimulante, que lhe trará, cada novo dia, imensas alegrias e felicidade incalculável.” (Minutos de Sabedoria Pg. 72)

Bom dia pessoal,

Chegamos em mais uma sexta feira e por conseguinte, em mais um final de semana, que espero seja de muita paz e harmonia para cada um (a) de vocês.

Os dias sempre foram, são e serão conturbados, cabe a nós fazê-los mais aceitáveis e doces na medida da nossa luta. Minha expectativa é que a música e a poesia ajudem nesta missão. Sobreviver ao caos cotidiano atual é mais que uma obrigação, uma necessidade do ser humano.

Amanhã e domingo teremos a lavagem da Praça Simone, conhecida por muitos como Praça José Ramos ou Praça Esperança. Evento que tem o nosso apoio e do nosso parceiro Augusto César e realização de Toinho do Gás e Quinho. Conto com a sua presença. Domingo o cortejo e a lavagem com as bahianas.

Os parabéns de hoje vão para o meu amado irmão Mateus, que completa 27 anos, a quem desejo que Deus e os Orixás possam tocar com a sabedoria e com a paz de espírito para este novo ano e os que virão. Parabéns também aos companheiros David Leal, Marconi Nogueirae aos servidores que aniversariam entre hoje e domingo.

Em 15 de Abril de 1874, uma exposição de artes, na França marcava o inicio do movimento impressionista.

Em 15 de Abril de 1868 Nasce, no Rio de Janeiro, o maestro Antonio Francisco Braga, homem negro, autor do Hino à Bandeira e de inúmeras marchas e hinos.

Em 15 de Abril de 1954, morreu aos 104 anos Mãe Andresa, última princesa da linhagem real fon, que liderou a casa das Minas, durante quatro décadas em São Luis /MA.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_das_Minas
Em 15 de Abril de 1964 Castelo Branco assume a Presidência da República, sendo o primeiro da linhagem da Ditadura instalada em 01 de Abril.

Em 15 de Abril de 1990 morria Greta Garbo, grande estrela cinematográfica de Holywood.

Hoje também é dia mundial do desenhista e da conservação do solo.

A poesia de Maiakóvski, que hoje encerra a sua semana ficou conhecida no Brasil quando recitada por João Bosco, no prefácio da música Corsário. Espero que gostem.

Veja o conteúdo do “Trabalhando com Poesia de hoje no meu blog “Espaço de Sobrevivência” no link https://oipa2.wordpress.com

Abraços nos amigos, beijos nas amigas e nos (as) filhos (as), desejando axé, paz, energias positivas e uma sexta feira abençoada por Deus e coberta pela paz de Oxalá.

Bom final de semana a todos (as) e até segunda feira,

Apio Vinagre Nascimento
e-mail: oipa@uol.com.br
msn: oipa2@hotmail.com
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Fones: (71) 8814-5332 / 9154-0168 / 9982-7223 / 8251-9282

E então, que quereis?… (Maiakóvski)

Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história
é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.

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