Trabalhando com Poesia

“… Eu sou o brilho dos teus olhos ao me olhar, sou o teu sorriso ao ganhar um beijo meu, eu sou teu corpo inteiro a se arrepiar, quando em meus braços você se acolheu… Eu sou o teu segredo mais oculto, teu desejo mais profundo, teu querer, tua fome de prazer, sem disfarçar, sou a fonte de alegria, sou o teu sonhar… Eu sou a tua sombra, eu sou teu guia, sou teu luar em plena luz do dia, sou tua pele, proteção, sou teu calor, eu sou teu cheiro a perfumar o nosso amor… Eu sou tua saudade reprimida, sou teu sangrar ao ver minha partida, sou teu peito a apelar, gritar de dor, ao se ver ainda mais distante do meu amor… Sou teu ego, tua alma, sou teu céu, o teu inferno, a tua calma… Eu Sou teu tudo, sou teu nada, sou apenas a tua amada, eu sou teu mundo, sou teu poder, sou tua vida, sou meu eu em você… Eu sou a tua sombra, eu sou teu guia, sou teu luar em plena luz do dia, sou tua pele, proteção, sou teu calor, eu sou teu cheiro a perfumar o nosso amor… Eu sou tua saudade reprimida, sou teu sangrar ao ver minha partida, sou teu peito a apelar, gritar de dor, ao se ver ainda mais distante do meu amor… Sou teu ego, tua alma, sou teu céu, o teu inferno, a tua calma… Eu Sou teu tudo, sou teu nada, sou apenas a tua amada, eu sou teu mundo, sou teu poder, sou tua vida, sou meu eu em você…” (Paula Fernandes – Meu Eu em Você – Composição: Paula Fernandes)

“… Viajei céus e planetas, vim de longe pra te encantar, sim, eu sonhei ser tua estrela, eu sonhei ser tua estrela, iluminar o teu sorriso… Alegria é um sol que acende o teu olhar, sim, eu sonhei sonhos da terra, sonhos da terra, eu sonhei sonhos da terra, eu sou o fogo desse amor, eu sou a cura, trago a dor… Rosa dourada é a cor do sonho meu, rosa dourada magia do amor… Quero o beijo que você não me deu, navegar nesse sentimento bom, fascinante fonte de inspiração, reconquistar o teu amor, sim, eu sonhei ser tua estrela, eu sonhei sonhos da terra, sem limites pra sonhar… Rosa e ouro em teu olhar, passa o tempo, o tempo passará, essa luz contigo irá, essa luz contigo irá…” (Paula Fernandes – Rosa dourada – Comp.: Paula Fernandes/Marcus Vianna)

“…Sei, que nenhum de nós será feliz cultivando uma vida sem regar assim… Eu sei, que bem lá no fundo você, também não consegue esquecer esse nosso amor… Hoje eu sou o sol que brilha sozinho em qualquer lugar e você chove noites vazias sem luar, a gente canta os sonhos, mas nem sempre podemos sonhar, a gente encanta os outros, mas nem sempre sabemos amar… Lembra das flores que você regou a primeira vez que você me beijou, dizendo pra eu deixar a chuva chover? Se aquela rosa que desabrochou não sabe viver longe do seu amor, então venha me molhar, fazer a chuva chover… Sei, que nenhum de nós será feliz cultivando uma vida sem regar assim… Eu sei, que bem lá no fundo você, também não consegue esquecer esse nosso amor… Hoje eu sou o sol que brilha sozinho em qualquer lugar e você chove noites vazias sem luar, a gente canta os sonhos, mas nem sempre podemos sonhar, a gente encanta os outros, mas nem sempre sabemos amar… Lembra das flores que você regou a primeira vez que você me beijou, dizendo pra eu deixar a chuva chover? Se aquela rosa que desabrochou não sabe viver longe do seu amor, então venha me molhar, fazer a chuva chover… Fazer a chuva chover… Fazer a chuva chover… Fazer a chuva chover…” (Paula Fernandes – Chuva Chover – Comp.: Paula Fernandes)

“…Pra que falar? Se você não quer me ouvir, fugir agora não resolve nada… Mas não vou chorar, se você quiser partir, as vezes a distância ajuda e essa tempestade um dia vai acabar… Só quero te lembrar de quando a gente andava nas estrelas, nas horas lindas que passamos juntos… A gente só queria amar e amar e hoje eu tenho certeza: a nossa história não termina agora, pois essa tempestade um dia vai acabar… Quando a chuva passar, quando o tempo abrir, abra a janela e veja: Eu sou o Sol… Eu sou céu e mar, eu sou seu e fim e o meu amor é imensidão… Só quero te lembrar de quando a gente andava nas estrelas, nas horas lindas que passamos juntos… A gente só queria amar e amar e hoje eu tenho certeza: a nossa história não termina agora, pois essa tempestade um dia vai acabar… Quando a chuva passar, quando o tempo abrir, abra a janela e veja: Eu sou o Sol… Eu sou céu e mar, eu sou seu e fim e o meu amor é imensidão… Quando a chuva passar, quando o tempo abrir, abra a janela e veja: Eu sou o Sol… Eu sou céu e mar, eu sou seu e fim e o meu amor é imensidão…” (Paula Fernandes – Quando a Chuva Passar – Comp.: Ramón Cruz)

“… Sai, por aquela porta, sai, não quero te ver nunca mais, se você já falou, então sai… Sai, eu sei que quer voltar atrás, me diz, pra que tirar a paz de alguém que só te amou, então sai… Não me interessa ter alguém que a alma endureça tanto, pra ser capaz de me deixar, já não me importa mais, alguém que desconheça os meus encantos, que foi capaz de me machucar, por aquela porta, sai… À bordo de um novo eu, você virou passado, pelos caminhos onde andei eu sei que amei bem mais que eu, bem mais que o necessário, mas desse amor nada restou e então… Por aquela porta, sai… Por aquela porta, sai… Não me interessa ter alguém que a alma endureça tanto, pra ser capaz de me deixar, já não me importa mais, alguém que desconheça os meus encantos, que foi capaz de me machucar, por aquela porta, sai… À bordo de um novo eu, você virou passado, pelos caminhos onde andei eu sei que amei bem mais que eu, bem mais que o necessário, mas desse amor nada restou e então… Por aquela porta, sai… Por aquela porta, sai… Por aquela porta, sai Por aquela porta, sai…” (Paula Fernandes – Por Aquela Porta, Sai – Comp.: Paula Fernandes)

“… Eu tô com saudades da nossa amizade, do tempo em que a gente amava se ver… Eu não sou palavra, eu não sou poema, sou humana pequena a se arrepender… Às vezes sou dia, às vezes sou nada, hoje lágrima caída, choro pela madrugada, às vezes sou fada, às vezes faísca, tô ligada na tomada, numa noite mal dormida… Eu tô com saudades da nossa amizade, do tempo em que a gente amava se ver… Eu não sou palavra, eu não sou poema, sou humana pequena a se arrepender… Às vezes sou dia, às vezes sou nada, hoje lágrima caída, choro pela madrugada, às vezes sou fada, às vezes faísca, tô ligada na tomada, numa noite mal dormida… Se o teu amor for frágil e não resistir e essa mágoa então ficar eternamente aqui, estou de volta a imensidão de um mar, que é feito de silêncio, se os teus olhos não refletem mais o nosso amor e a saudade me seguir pra sempre aonde eu for, fica claro que tentei lutar por esse sentimento… Diga sim, ouça o som, prove o sabor que tem o meu amor, cola em mim a tua cor, eu te quero sim, sem dor, diga sim, ouça o som, prove o sabor que tem o meu amor, cola em mim a tua cor, eu te quero sim, sem dor… Às vezes sou dia, às vezes sou nada, hoje lágrima caída, choro pela madrugada, às vezes sou fada, às vezes faísca, tô ligada na tomada, numa noite mal dormida… Se o teu amor for frágil e não resistir e essa mágoa então ficar eternamente aqui, estou de volta a imensidão de um mar, que é feito de silêncio, se os teus olhos não refletem mais o nosso amor e a saudade me seguir pra sempre aonde eu for, fica claro que tentei lutar por esse sentimento… Diga sim, ouça o som, prove o sabor que tem o meu amor, cola em mim a tua cor, eu te quero sim, sem dor, diga sim… Diga sim, ouça o som, prove o sabor que tem o meu amor, cola em mim a tua cor, eu te quero sim, sem dor, diga sim, diga sim…” (Paula Fernandes – Quero Sim – Comp.: Paula Fernandes)

“Seja forte e corajoso. Não se deixe vencer pela adversidade, pela doença, pela dor. Saiba que a Força Divina jamais o abandona, porque está dentro de você mesmo. Reaja com firmeza; porque o auxílio lhe chegará na hora oportuna. A mesma força que está ,dentro de você dirige os universos infinitos… Tenha confiança e seja corajoso. Tenha bom ânimo!” (Minutos de Sabedoria Pg. 111)

Bom dia pessoal,

Nesses dias de reflexão tenho pensado em quanto as pessoas deixam os sentimentos menores permearem sua vida e deixam de perceber a linda vida que se encontra ao seu redor.

Pois bem meus amigos e amigas, Como diz Içami Tiba: As vezes deixamos de ter coragem para abrir as portas que se colocam a nossa frente e acabamos perdendo uma oportunidade fantástica de nos depararmos com as agruras ou belezas da vida e perceber que cada uma a seu modo contribuem para nosso crescimento como ser humano e na nossa relação com o universo.

Não posso deixar de expressar minha felicidade com as opções de meu filho Vinicius, que tem se organizado e tomado coragem para abrir suas portas e ver o mundo de forma adulta. Estou mesmo muito feliz!

Minhas congratulações com o Professor Jader Farias, por sua nomeação como Assessor Especial da Secretária Chefe da Casa Civil do Governador. Abraços e sucesso na nova empreitada.

Em 12 de Julho de 1962 Os Rolling Stones fazem sua primeira apresentação no Marquee Club em Londres.

Em 12 de Julho de 1975 A República Democrática de São Tomé e Príncipe, na costa ocidental da África, torna-se independente.

Em 12 de Julho de 1980 Pesquisa do jornal parisiense L’Equipe, na qual opinaram jornalistas de todo o mundo, aponta Pelé como o esportista do século.

Em 12 de Julho de 1990, nove dias após ter comemorado seus 73 anos de vida, João Saldanha morreu, colocando um ponto final em um dos trechos mais importantes da história do futebol brasileiro. Jornalista esportivo, famoso por suas críticas ferrenhas a técnicos e jogadores, Saldanha mostrou que além de criticar, sabia conduzir (muito bem) uma equipe de futebol. Em 1957, o jornalista foi contratado para dirigir o time do seu coração: o Botafogo. Mesmo sem experiência, o esguio rapaz determinado levou à vitória o alvinegro carioca no Campeonato Estadual. Cansado dos problemas que viveu no clube, ele deixou o cargo e entrou na década de 60 como comentarista, o “comentarista realmente técnico” – slogan que não poderia ser mais adequado. Em 1969, o então presidente da Confederação Brasileira de Desportos, João Havelange, contratou João Saldanha para dirigir a Seleção Nacional. Segundo Havelange, Saldanha foi contratado para que os jornalistas criticassem menos o time e a CBD, principalmente após a pífia campanha na Copa do Mundo de 66. Independente do motivo, Saldanha surpreendeu e conseguiu recuperar a auto-estima dos jogadores após uma série de vitórias nas Eliminatórias para o Mundial de 70. Às vésperas da competição, incomodado com uma série de cobranças, muitas delas de cunho político, deixou a Seleção, entregando a equipe pronta para que o bicampeão do mundo, Zagallo, assumisse seu lugar e levasse o Brasil ao tricampeonato.

Em 12 de Julho de 1997 foram identificados os restos mortais de Ernesto “Che” Guevara e seis companheiros mortos em 1967 na Bolívia.

Em meu blog “Espaço de Sobrevivência” alguns bons textos para leitura e que você pode acessar num click.

“O inconfessável desejo e a realidade” – Enviado por Valter Pomar:

https://oipa2.wordpress.com/2011/07/09/o-inconfessavel-desejo-e-a-realidade-enviado-por-valter-pomar/

“Não somos tão iguais assim” – Por Marcus Vinicius Furtado Coêlho

https://oipa2.wordpress.com/2011/07/09/nao-somos-tao-iguais-assim-marcus-vinicius-furtado-coelho/

Entidades da Sociedade Civil de Lauro de Freitas elegem seus representantes no Conselho de Juventude

https://oipa2.wordpress.com/2011/07/08/entidades-da-sociedade-civil-de-lauro-de-freitas-elegem-seus-representantes-no-conselho-de-juventude/

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com

Abraços nos amigos, beijos nos filhos e nas amigas, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma terça feira abençoada por Deus.

Apio Vinagre Nascimento
e-mail 2: oipa@uol.com.br
e-mail 3: apioptlf@yahoo.com.br
msn: oipa2@hotmail.com
Blog: https://oipa2.wordpress.com
Twitter: http://www.twitter.com/a_vinagre
Facebook: http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=1139376304
Flickr: http://www.flickr.com/photos/a_vinagre
Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9196573284471271823
Skype: a_vinagre1
Youtube: http://www.youtube.com/user/sobreviventeapio
Fones: (71) 8814-5332 / 9154-0168 / 9982-7223 / 8251-9282

VELHO SOBRADO – Cora Coralina

Um montão disforme. Taipas e pedras,
abraçadas a grossas aroeiras,
toscamente esquadriadas.
Folhas de janelas.
Pedaços de batentes.
Almofadados de portas.
Vidraças estilhaçadas.
Ferragens retorcidas.

Abandono. Silêncio. Desordem.
Ausência, sobretudo.
O avanço vegetal acoberta o quadro.
Carrapateiras cacheadas.
São-caetano com seu verde planejamento,
pendurado de frutinhas ouro-rosa.
Uma bucha de cordoalha enfolhada,
berrante de flores amarelas
cingindo tudo.
Dá guarda, perfilado, um pé de mamão-macho.
No alto, instala-se, dominadora,
uma jovem gameleira, dona do futuro.
Cortina vulgar de decência urbana
defende a nudez dolorosa das ruínas do sobrado
— um muro.

Fechado. Largado.
O velho sobrado colonial
de cinco sacadas,
de ferro forjado,
cede.

Bem que podia ser conservado,
bem que devia ser retocado,
tão alto, tão nobre-senhorial.
O sobradão dos Vieiras
cai aos pedaços,
abandonado.
Parede hoje. Parede amanhã.
Caliça, telhas e pedras
se amontoando com estrondo.
Famílias alarmadas se mudando.
Assustados – passantes e vizinhos.
Aos poucos, a ” fortaleza ” desabando.

Quem se lembra?
Quem se esquece?

Padre Vicente José Vieira.
D. Irena Manso Serradourada.
D. Virgínia Vieira
– grande dama de outros tempos.
Flor de distinção e nobreza
na heráldica da cidade.
Benjamim Vieira,
Rodolfo Luz Vieira,
Ludugero,
Angela,
Débora, Maria…
tão distante a gente do sobrado…

Bailes e saraus antigos.
Cortesia. Sociedade goiana.
Senhoras e cavalheiros…
-tão desusados…
O Passado…

A escadaria de patamares
vai subindo… subindo…
Portas no alto.
À direita. À esquerda.
Se abrindo, familiares.

Salas. Antigos canapés.
Cadeiras em ordem.
Pelas paredes forradas de papel,
desenho de querubins, segurando
cornucópia e laços.
Retratos de antepassados,
solenes, empertigados.
Gente de dantes.

Grandes espelhos de cristal,
emoldurados de veludo negro.
Velhas credências torneadas
sustentando
jarrões pesados.
Antigas flores
de que ninguém mais fala!
Rosa cheirosa de Alexandria.
Sempre-viva. Cravinas.
Damas-entre-verdes.
Jasmim-do-cabo. Resedá.
Um aroma esquecido
– manjerona.

Anúncios
Esse post foi publicado em Livros e marcado . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s