Trabalhando com Poesia

“… Como é bonito estender-se no verão, as cortinas do sertão na varanda das manhãs, deixar entrar pedaços de madrugada e sobre a colcha azulada, dorme calma a lua irmã… Cheiro de relva, trás do campo a brisa mansa, que nos faz sentir criança a embalar milhões de ninhos… A relva esconde flores lindas orvalhadas, quase sempre abandonadas nas encostas dos caminhos… A juriti madrugadeira da floresta, em seu canto abre a festa, revoando toda a selva, o rio manso caudaloso se agita, parecendo achar bonita, a terra cheia de relva… O sol vermelho se esquenta e aparece, o vergel todo agradece, pelos ninhos que abrigou, botões de ouro se desprendem dos seus galhos, são as gotas de orvalho de uma noite que passou… Cheiro de relva, trás do campo a brisa mansa, que nos faz sentir criança a embalar milhões de ninhos… A relva esconde flores lindas orvalhadas, quase sempre abandonadas nas encostas dos caminhos… A juriti madrugadeira da floresta, em seu canto abre a festa, revoando toda a selva, o rio manso caudaloso se agita, parecendo achar bonita, a terra cheia de relva…” (Paula Fernandes – Cheiro de Relva – Comp.: Dino Franco / José Fortuna)

“… Você diz que não precisa viver sonhando tanto, que vivo a fazer demais por você, diz que não precisa, a cada vez que canto uma canção a mais, pra você… Mas, tem que ser assim, pra ser de coração, não diga não precisa, tem que ser assim, é seu meu coração, não diga não precisa… Eu já sonhei com a vida, agora vivo um sonho, mas viver ou sonhar, com você, tanto faz… Não diga não precisa, eu digo que é preciso, a gente se amar demais, nada a mais… Mas tem que ser assim, pra ser de coração, não diga não precisa, tem que ser assim, é seu meu coração, não diga não precisa… Eu já sonhei com a vida, agora vivo um sonho, mas viver ou sonhar, com você, tanto faz… Não diga não precisa, eu digo que é preciso, a gente se amar demais, nada a mais… Mas tem que ser assim, pra ser de coração, não diga não precisa, tem que ser assim, é seu meu coração, não diga não precisa… Mas tem que ser assim, pra ser de coração, não diga não precisa, tem que ser assim, é seu meu coração, não diga não precisa…” (Paula Fernandes & Victor e Léo – Não Precisa – Comp.: Victor Chaves)

“…Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais, hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe, eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, que nada sei.. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs… É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir… Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha ir tocando em frente, como um velho boiadeiro, levando a boiada eu vou tocando os dias, pela longa estrada eu vou, estrada eu sou… Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs… É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir… Todo mundo ama um dia, todo mundo chora, um dia a gente chega no outro vai embora, cada um de nós compõe a sua história, cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz… Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs… É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir… Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais, cada um de nós compõe a sua história, cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz… Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs… É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir… Cada um de nós compõe a sua história, cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz…” (Paula Fernandes & Leonardo – Tocando em Frente – Comp.: Almir Sáter / Renato Teixeira)

“… Cansei de mentir pra mim e decidi o que fazer, agora vou dizer que sim, vou mostrar que gosto de você, vou voando, deslizando ao vento, sem saber aonde chegar, se um dia vou, em pensamento te encontrar em algum lugar… Vou abrir os olhos, perder o medo, deixo o sonho me levar, vou dizer pro mundo inteiro agora, que cansei de me enganar, assumindo que sou toda tua, que aprendi a te amar e se a vida acabar agora, contigo eu quero estar… Não vou desistir, vou acreditar, ter você pra mim, é melhor que o ar… Não vou desistir, vou soltar a voz, vou até o fim, eu só penso em nós… Cansei de mentir pra mim e decidi o que fazer, agora vou dizer que sim, vou mostrar que gosto de você, vou voando, deslizando ao vento, sem saber aonde chegar, se um dia vou, em pensamento te encontrar em algum lugar… Vou abrir os olhos, perder o medo, deixo o sonho me levar, vou dizer pro mundo inteiro agora, que cansei de me enganar, assumindo que sou toda tua, que aprendi a te amar e se a vida acabar agora, contigo eu quero estar… Não vou desistir, vou acreditar, ter você pra mim, é melhor que o ar… Não vou desistir, vou soltar a voz, vou até o fim, eu só penso em nós…” (Paula Fernandes – Só Penso em Nós – Composição: Paula Fernandes)

“…Se algum dia algo te lembrar e a emoção tocar inteira a face do teu rosto, não se envergonhe em dizer que o ciúme levou teu amor e te afastou de vez de minha voz, o teu silêncio não me deixou opção… Acreditei na força do teu querer, mas o ciúme foi maior que você, ressentimentos cegou minha visão, aquele amor virou antiga paixão… Te aceito assim, complicado demais, também sou assim, complicada demais e já faz tempo que o tempo parou, não envelheço a espera do teu amor… Se nos sentimos como a terra e o mar e o desamor desfez um sonho lindo, desse jeito, feito uma nuvem no céu, eu não queria mesmo acreditar, que o ser humano tão sereno fosse assim, um oposto afim de causar confusão… Eu estarei aqui esperando você, se redimindo do teu erro pra ver teus olhos rasos decidido a voltar, sem ter ciúme vem pra mim, vem me amar… Te aceito assim, complicado demais, também sou assim, complicada demais e já faz tempo que o tempo parou, não envelheço a espera do teu amor…” (Paula Fernandes – Complicado Demais – Composição: Paula Fernandes)

“… Vale se entregar, nem vem dizer pra mim que não sentiu cheiro de desejo no ar, é tarde pra inventar mil desculpas para provar pra mim que não queria mesmo me amar… É tarde muito tarde, deixa estar, te sentir, vem pra mim, quero matar a minha sede e beber da tua seiva, eu vou se você for… Me alimentar do teu poder e me abrigar em teu peito, ainda sou, o teu amor, não te contei, mas, toda noite os meus sonhos só pedem você, bem aqui, pra alegrar o meu sorriso e ser a cura nos momentos de dor, quero matar a minha sede de amor… No meu sonho navio, teu amor é farol, no meu porto seguro, no espaço é meu sol… No meu sonho navio, teu amor é farol, no meu porto seguro, no espaço é meu sol… e sentir, vem pra mim, quero matar a minha sede e beber da tua seiva, eu vou se você for… Me alimentar do teu poder e me abrigar em teu peito, ainda sou, o teu amor, não te contei, mas, toda noite os meus sonhos só pedem você, bem aqui, pra alegrar o meu sorriso e ser a cura nos momentos de dor, quero matar a minha sede de amor… No meu sonho navio, teu amor é farol, no meu porto seguro, no espaço é meu sol… No meu sonho navio, teu amor é farol, no meu porto seguro, no espaço é meu sol…” (Paula Fernandes – Sede de Amor – Comp.: Paula Fernandes)

“Não esbanje suas forças mentais com atividades de pouca importância e prejudiciais a você. Dê finalidade elevada a seus trabalhos. A alimentação e o sexo consomem demasiada energia mental, se não forem bem equilibrados. Canalize sua força espiritual e mental para os sublimes interesses da humanidade, para a felicidade das pessoas que o cercam.” (Minutos de Sabedoria Pg. 112)

Bom dia pessoal,

Nossa semana termina hoje, no que diz respeito a nossa atuação aqui em Lauro, uma vez que embarcamos daqui a pouco para São Paulo onde juntamente com as colegas Ana Lourdes e Ednalva Lago representaremos o Município no Seminário do Programa Prefeito Amigo da Criança promovido pela Fundação Abrinc. Me substituirá, nas funções de Secretário, a Coordenadora Executiva Nadjena Miranda e pela Coordenação o Assessor Especial Augusto César.Nascimento.

Amanhã ocorre no Estádio Gerino Souza Filho a final da Copa Dois de Julho de Futebol Sub-17, a partir das 19 horas, entre as equipes do São Paulo e Santos, que derrotaram nas semifinais as equipes do Sendas e do Esporte Clube Bahia, respectivamente,

Acontece amanhã e sexta a Conferência Municipal de Assistência Social, promovida pelo Conselho Municipal, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania. Prestigie, compareça!

Após algumas tentativas com diversos artistas, ontem tive da Prefeita Moema a confirmação da Banda Calypso como atração principal no Show em homenagem à emancipação política dia 31/07, na Praça da Matriz.

O desfile cívico e cultural ocorrerá no Sábado dia 30/07, conforme definição das respectivas secretarias, com saída no final de Linha, junto ao Colégio Bartolomeu de Gusmão e dispersão junto à Igreja da Matriz.

Em 13 de Julho de 1553 Duarte da Costa, segundo governador geral do Brasil, chega a Salvador.

Em 13 de Julho de 1943 Soviéticos vencem Batalha de Kursk, envolvendo cerca de seis mil tanques de guerra, dois milhões de homens e cinco mil aviões, termina em 13 de julho de 1943 com a ofensiva germânica sendo contida pelo Exército Vermelho a um custo muito pesado.

Em 13 de Julho de 1973 morria Ciro Monteiro, um dos maiores intérpretes do samba brasileiro “Leve um recado pros meus amigos Vinicius de Moraes, Fernando Lobo e Reinaldo Dias Leme. Diga a eles que é pra não chorar, porque eu tenho um encontro marcado com Pixinguinha, Stanislaw Ponte Preta e Benedito Lacerda. Eu não bebo há dois anos e agora vou tomar o maior pileque da minha vida”. Ainda lúcido quando pronunciou estas palavras, Ciro Monteiro morreu depois de 10 dias em que permaneceu internado.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciro_Monteiro

Em 13 e 14 de Julho de 1989 a França comemora o bicentenário da Revolução na Praça da Bastilha.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa

Em meu blog “Espaço de Sobrevivência” alguns bons textos para leitura e que você pode acessar num click.

“Os arquivos da ditadura que os militares brasileiros querem ocultar” Por Dario Pignotti – Página/12 – Tradução: Katarina Peixoto/Carta Maior

https://oipa2.wordpress.com/2011/06/28/os-arquivos-da-ditadura-que-os-militares-brasileiros-querem-ocultar-por-dario-pignotti-pagina12-traducao-katarina-peixotocarta-maior/

“O filho da Grande Imprensa” Por Washington Araújo/Carta Maior *

https://oipa2.wordpress.com/2011/06/28/o-filho-da-grande-imprensa-por-washington-araujocarta-maior/

“Capitalismo e reforma” Comentários Políticos de Wladimir Pomar – 28/06/2011

https://oipa2.wordpress.com/2011/06/28/capitalismo-e-reforma-comentarios-politicos-de-wladimir-pomar-28062001/

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com

Abraços nos amigos, beijos nos filhos e nas amigas, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quarta feira abençoada por Deus.

Até segunda feira ou em alguma edição extaordinária.

Apio Vinagre Nascimento
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O PASSADO – Cora Coralina

O salão da frente recende a cravo.
Um grupo de gente moça
se reúne ali.
“Clube Literário Goiano”.
Rosa Godinho.
Luzia de Oliveira.
Leodegária de Jesus,
a presidência.

Nós, gente menor,
sentadas, convencidas, formais.
Respondendo à chamada.
Ouvindo atentas a leitura da ata.
Pedindo a palavra.
Levantando idéias geniais.

Encerrada a sessão com seriedade,
passávamos à tertúlia.
O velho harmônio, uma flauta, um bandolim.
Músicas antigas. Recitativos.
Declamavam-se monólogos.
Dialogávamos em rimas e risos.

D. Virgínia. Benjamim.
Rodolfo. Ludugero.
Veros anfitriões.
Sangrias. Doces. Licor de rosa.
Distinção. Agrado.

O Passado…

Homens sem pressa,
talvez cansados,
descem com leva
madeirões pesados,
lavrados por escravos
em rudes simetrias,
do tempo das acutas.
Inclemência.
Caem pedaços na calçada.
Passantes cautelosos
desviam-se com prudência.
Que importa a eles o sobrado?

Gente que passa indiferente,
olha de longe,
na dobra das esquinas,
as traves que despencam.
-Que vale para eles o sobrado?

Quem vê nas velhas sacadas
de ferro forjado
as sombras debruçadas?
Quem é que está ouvindo
o clamor, o adeus, o chamado?…
Que importa a marca dos retratos na parede?
Que importam as salas destelhadas,
e o pudor das alcovas devassadas…
Que importam?

E vão fugindo do sobrado,
aos poucos,
os quadros do Passado.

*****************************

ANTIGUIDADES – Cora Coralina

Quando eu era menina
bem pequena,
em nossa casa,
certos dias da semana
se fazia um bolo,
assado na panela
com um testo de borralho em cima.

Era um bolo econômico,
como tudo, antigamente.
Pesado, grosso, pastoso.
(Por sinal que muito ruim.)

Eu era menina em crescimento.
Gulosa,
abria os olhos para aquele bolo
que me parecia tão bom
e tão gostoso.

A gente mandona lá de casa
cortava aquele bolo
com importância.
Com atenção. Seriamente.
Eu presente.
Com vontade de comer o bolo todo.

Era só olhos e boca e desejo
daquele bolo inteiro.
Minha irmã mais velha
governava. Regrava.
Me dava uma fatia,
tão fina, tão delgada…
E fatias iguais às outras manas.
E que ninguém pedisse mais!
E o bolo inteiro,
quase intangível,
se guardava bem guardado,
com cuidado,
num armário, alto, fechado,
impossível.

Era aquilo, uma coisa de respeito.
Não pra ser comido
assim, sem mais nem menos.
Destinava-se às visitas da noite,
certas ou imprevistas.
Detestadas da meninada.

Criança, no meu tempo de criança,
não valia mesmo nada.
A gente grande da casa
usava e abusava
de pretensos direitos
de educação.

Por dá-cá-aquela-palha,
ralhos e beliscão.
Palmatória e chineladas
não faltavam.
Quando não,
sentada no canto de castigo
fazendo trancinhas,
amarrando abrolhos.
“Tomando propósito”.
Expressão muito corrente e pedagógica.

Aquela gente antiga,
passadiça, era assim:
severa, ralhadeira.

Não poupava as crianças.
Mas, as visitas…
– Valha-me Deus !…
As visitas…
Como eram queridas,
recebidas, estimadas,
conceituadas, agradadas !

Era gente superenjoada.
Solene, empertigada.
De velhas conversar
que davam sono.
Antiguidades…

Até os nomes, que não se percam:
D. Aninha com Seu Quinquim.
D. Milécia, sempre às voltas
com receitas de bolo, assuntos
de licores e pudins.
D. Benedita com sua filha Lili.
D. Benedita – alta, magrinha.
Lili – baixota, gordinha.
Puxava de uma perna e fazia crochê.
E, diziam dela línguas viperinas:
“- Lili é a bengala de D. Benedita”.
Mestre Quina, D. Luisalves,
Saninha de Bili, Sá Mônica.
Gente do Cônego Padre Pio.

D. Joaquina Amâncio…
Dessa então me lembro bem.
Era amiga do peito de minha bisavó.
Aparecia em nossa casa
quando o relógio dos frades
tinha já marcado 9 horas
e a corneta do quartel, tocado silêncio.
E só se ia quando o galo cantava.

O pessoal da casa,
como era de bom-tom,
se revezava fazendo sala.
Rendidos de sono, davam o fora.
No fim, só ficava mesmo, firme,
minha bisavó.

D. Joaquina era uma velha
grossa, rombuda, aparatosa.
Esquisita.
Demorona.
Cega de um olho.
Gostava de flores e de vestido novo.
Tinha seu dinheiro de contado.
Grossas contas de ouro
no pescoço.

Anéis pelos dedos.
Bichas nas orelhas.
Pitava na palha.
Cheirava rapé.
E era de Paracatu.
O sobrinho que a acompanhava,
enquanto a tia conversava
contando “causos” infindáveis,
dormia estirado
no banco da varanda.
Eu fazia força de ficar acordada
esperando a descida certa
do bolo
encerrado no armário alto.
E quando este aparecia,
vencida pelo sono já dormia.
E sonhava com o imenso armário
cheio de grandes bolos
ao meu alcance.

De manhã cedo
quando acordava,
estremunhada,
com a boca amarga,
– ai de mim –
via com tristeza,
sobre a mesa:
xícaras sujas de café,
pontas queimadas de cigarro.
O prato vazio, onde esteve o bolo,
e um cheiro enjoado de rapé.

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