Trabalhando com Poesia

‘… Mel… eu quero mel, quero mel de toda flor, da rosa, rosa, rosa amarela encarnada, branca como cravo, lírio e jasmim, eu quero mel pra mim… Mel… você quer mel? Quero mel de toda flor, da margarida sempre viva, viva, gira, gira, girassol, se te dou mel pode pintar perigo e logo aqui, no meu quintal… Cuidado, pode pintar formiga, viu?… Mel… eu quero mel, quero mel de toda flor, colorido sabor… do mel de toda flor…Antes que um passarinho aventureiro, que beija um beijo, doce sabor, sabor colorido… Mel… eu quero mel, quero mel de toda flor, da assussena, violeta, flor de lís, flor de lótus, flor de cactos, flor do pé de buriti, dália, papoula, crisântemo, sonho maneiro, sereno, fulô do mandacaru, fulô do marmeleiro, fulô de catingueira, fulô de laranjeira, fulô de jatobá, das imburanas, baraúnas, pé de cana, xique-xique, mel da cana, cana do canavial, vem me dar um mel que eu quero me lambuzar… Mel… eu quero mel, quero mel de toda flor, antes que um passarinho aventureiro, que beija um beijo, doce sabor, sabor colorido… Mel…” (Geraldo Azevedo – Sabor colorido – Comp.: Geraldo Azevedo)

“… Não dá pé não tem pé nem cabeça, não tem ninguém que mereça, não tem coração que esqueça, não tem jeito mesmo, não tem dó no peito, não tem nem talvez, ter feito o que você me fez, desapareça, cresça e desapareça… Não tem dó no peito, não tem jeito, não tem coração que esqueça, não tem ninguém que mereça, não tem pé não tem cabeça, não dá pé não é direito, não foi nada, eu não fiz nada disso e você fez um bicho de 7 cabeças, bicho de 7 cabeças … Não dá pé não tem pé nem cabeça, não tem coração que esqueça, não tem ninguém que mereça, não tem jeito mesmo, não tem dó no peito, não tem nem talvez, ter feito o que você me fez, desapareça, bicho de 7 cabeças, bicho de 7 cabeças, bicho de sete cabeças, bicho de sete cabeças…” (Geraldo Azevedo,, Zé Ramalho, Alceu Valença & Elba Ramalho – Bicho de Sete Cabeças – Comp.: Geraldo Azevedo – Zé Ramalho – Renato Rocha)

“… Ela me deu o seu amor, eu tomei, no dia dezesseis de maio… viajei, de espaçonave atropelado, procurei o meu amor, aperriado… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Pela, linda, criatura bonita, nem menina, nem mulher, tem espelho no seu rosto de neve, nem menina, nem mulher… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… E pela sua cabeleira vermelha, pelos raios desse sol lilás, pelo fogo do seu corpo, centelha, pelos raios desse sol… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… E pela, linda, criatura bonita, nem menina, nem mulher, tem espelho no seu rosto de neve, nem menina, nem mulher… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Pela sua cabeleira vermelha, pelos raios desse sol lilás, pelo fogo do seu corpo, centelha, pelos raios desse sol… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… Apenas apanhei na beira mar, um taxi prá estação lunar… ” (Geraldo Azevedo – Táxi Lunar – Comp.: Geraldo Azevedo – Zé Ramalho – Alceu Valença)

“…Derrame raios de sol de alegria em torno de si. Desta maneira, formará um círculo de pessoas que sentirão prazer em estar a seu lado. Quando algum (a) amigo (a) seu estiver triste, sabe que encontrará alegria em você. Derrame sua luz sobre todos os que o (a) rodeiam, porque a alegria é obra divina. Seja um raio de luz a iluminar a vida das criaturas que se acercam de você…” (Minutos de Sabedoria Pg. 136)

Bom dia pessoal,

Dia chuvoso em nosso município, mas, até o momento, sem maiores transtornos.

Descobrir a beleza das coisas que existem na vida a nossa volta é um desafio fantástico e que, nem todos nós estamos, lamentavelmente prontos para experimentar.

Não pestaneje em abrir a porta quando o amor bater e pedir para entrar. Com certeza os resultados em sua vida serão extraordinários.

Ao receber uma dádiva nunca deixe de olhar para ela de forma serena, percebendo o bem que ela faz em sua vida.

Obrigado Aninha, pelos momentos de felicidade que está me proporcionando. Beijos!

“…Quando o amor toca o coração
Traz um sentimento maior que a paixão
Basta um olhar, um toque e nada mais
Pra fazer feliz como só você me faz

Deus uniu as nossas vidas de uma vez
E cada dia é o primeiro outra vez
Como um primeiro olhar nada nunca vai mudar
Não vai mudar, não vai mudar…
Quando o amor toca o coração
O tempo pára, a vida vira uma canção
E não há nada melhor do que amar você
Eu nunca vou te perder
Foi Deus quem me deu você
É como poder sonhar
E nunca Acordar…” (Fernanda Brum – Amar você)

Como diz o poeta, só existe um tempo e um lugar para se viver feliz: É agora e aqui. o Porvir, está galgado na fé e na esperança, porém, só saberemos verdadeiramente após cruzarmos o portal, portanto meu caro, minha cara. Viva o hoje, ame, curta a vida, como se nao houvesse amanhã. O restante das coisas, são detalhes, que sendo feliz, com certeza, você tira de letra.

Amanhã a partir das 19 horas, no Auditório da UNIME teremos a abertura da Conferência Municipal de Política para as Mulheres. Se programe, participe desta importante atividade.

Em 23 de agosto de 1305 William Wallace, ativista escocês era executado. Sua história foi notabilizada pelo filme “Coração Valente, com Mel Gibson.

Em 23 de agosto de 1892 morria o Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro Presidente do Brasil republicano.

Em 23 de agosto de 1912 nascia Nelson Rodrigues, dramaturgo, escritor e jornalista brasileiro.

Em 23 de agosto de 1926 morria o galã, do cinema mudo, Rodolfo Valentino.

Em 23 de agosto de 1988 Morria o último remanescente da histórica Semana de Arte Moderna (1922), marco do movimento modernista no Brasil, o escritor Menotti Del Picchia morreu na madrugada do dia 23 de agosto, aos 96 anos de idade, de insuficiência cardíaca.

O autor do célebre poema sertanista Juca Mulato (1917) nasceu no interior de São Paulo. Após a I Guerra Mundial aproximou-se do núcleo que faria a Semana de Arte Moderna, da qual foi um ferrenho participante e aguerrido divulgador, escrevendo vários artigos no jornal Correio Paulistano, sob pseudônimo Hélios.

Neste mesmo dia, a nadadora brasileira Renata Câmara Agondi morre ao tentar cruzar a nado o canal da Mancha.

Em 23 de agosto de 1990 foi aprovada a reunificação das Alemanhas, divididas após a II Guerra Mundial.

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”, que já ultrapassou a marca das 12500 visitas. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2011/08/23/trabalhando-com-poesia-339/

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Terça feira abençoada por Deus e protegida pela força guerreira de Ogum.


Apio Vinagre Nascimento
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Ave Maria da Rua (Raul Seixas)

No lixo dos quintais
Na mesa do café
No amor dos carnavais
Na mão, no pé, oh
Tu estás, tu estás
No tapa e no perdão
No ódio e na oração
Teu nome é Yemanjah,
Yemanjah
E é Virgem Maria
É Glória e é Cecília
Na noite fria
Ou, minha mãe
Minha filha tu és qualquer
mulher
Mulher em qualquer dia
Bastou o teu olhar
Teu olhar
Pra me calar a voz
De onde está você
Rogai por nós
Ou ou ou
Minha mãe, minha mãe
Me ensina a segurar a barra
De te amar
Não estou cantando só
Cantamos todos nós
Mas cada um nasceu
Com a sua voz, Ou ou ou
Pra dizer, pra falar
De forma diferente
O que todo mundo sente
Segure a minha mão
Quando ela fraquejar
E não deixe a solidão me
assustar
Ou ou ou
Minha mãe, nossa mãe
e mata minha fome
Nas letras do teu nome
Ou ou ou
Minha mãe, nossa mãe
E mata minha fome
Nas letras do teu nome
Ou ou ou
minha mãe, nossa mãe
E mata minha fome
Na glória do teu nome.

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