Trabalhando com Poesia

“…Ouvi dizer que você tá bem, que já tem um outro alguém, encontrei moedas pelo chão, mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão… Eu chorei sem disfarçar, quando vi seu carro passar, vi todo o amor que em mim ainda não passou, eu já não sei bem aonde vou, mas agora eu vou… Tentei falar, mas você não soube ouvir, tente admitir! Tentei voltar e pude ver o quanto errei, te amei mais que a mim, bem mais que a mim, mais que a mim… Ouvi dizer que você tá bem, que já tem um outro alguém, encontrei moedas pelo chão, mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão… Eu chorei sem disfarçar, quando vi seu carro passar, vi todo o amor, que em mim ainda não passou, eu já não sei bem aonde vou, mas agora eu vou… Tentei falar, mas você não soube ouvir, tente admitir! Tentei voltar e pude ver o quanto errei, te amei mais que a mim, bem mais que a mim, mais que a mim…” (Maria Gadu & Ana Carolina – Mais que a mim – Comp.: Ana Carolina e Chiara Civelo)

“… Todos caminhos trilham pra a gente se ver, todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu? Eu ligo no sentido de meia verdade, metade inteira chora de felicidade… A qualquer distância, o outro te alcança, erudito som de batidão, dia e noite céu de pé no chão. o detalhe que o coração atenta… Todos caminhos trilham pra a gente se ver, todas as trilhas caminham pra gente se achar, né? Eu ligo no sentido de meia verdade, metade inteira chora de felicidade… A qualquer distância o outro te alcança, erudito som de batidão, dia e noite céu de pé no chão, o detalhe que o coração atenta… Lá laia laia… Lá laia laia… Lá laia laia… Lá laia laia… A qualquer distância o outro te alcança, erudito som de batidão, dia e noite céu de pé no chão, o detalhe que o coração atenta… Você passa, eu paro, você faz, eu falo, mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem, não sei, mas sinto, uma força que embala tudo, falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate… Todos caminhos trilham pra a gente se ver, todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu? Eu ligo no sentido de meia verdade, metade inteira chora de felicidade… A qualquer distância o outro te alcança, erudito som de batidão, dia e noite céu de pé no chão, o detalhe que o coração atenta… Lá laia laia… Lá laia laia… Lá laia laia… Lá laia laia…” (Maria Gadu – Tudo Diferente – Comp.: André Carvalho)

“…Sai de si, vem curar teu mal, te transbordo em som, põe juízo em mim… Teu olhar me tirou daqui, ampliou meu ser, quero um pouco mais, não tudo, pra gente não perder a graça no escuro, no fundo, pode ser até pouquinho, sendo só pra mim sim… Olhe só, como a noite cresce em glória e a distância traz nosso amanhecer, deixa estar que o que for pra ser vigora, eu sou tão feliz, vamos dividir os sonhos, que podem transformar o rumo da história, vem logo, que o tempo voa como eu, quando penso em você… Olhe só, como a noite cresce em glória e a distância traz nosso amanhecer, deixa estar que o que for pra ser vigora, eu sou tão feliz, vamos dividir os sonhos, que podem transformar o rumo da história, vem logo, que o tempo voa, como eu quando penso em você…” (Maria Gadu – Encontro – Comp.: Maria Gadu)

“… Rapte-me camaleoa, adapte-me a uma cama boa, capte-me uma mensagem à toa, de um quasar pulsando loa, interestelar canoa… Leitos perfeitos, seus peitos direitos me olham assim, fino menino me inclino pro lado do sim… Rapte-me, me adapte-me, me capte-me, it’s up to me coração, sem querer ser, merecer ser um camaleão… Rapte-me camaleoa, adapte-me ao seu ne me quitte pás… Rapte-me camaleoa, adapte-me a uma cama boa, capte-me uma mensagem à toa, de um quasar pulsando loa, interestelar canoa… Leitos perfeitos, seus peitos direitos me olham assim, fino menino me inclino pro lado do sim… Rapte-me, me adapte-me, me capte-me, it’s up to me coração, sem querer ser, merecer ser um camaleão… Rapte-me camaleoa, adapte-me ao seu ne me quitte pás… Rapte-me camaleoa, adapte-me ao seu ne me quitte pás… Rapte-me camaleoa, adapte-me ao seu ne me quitte pás…” (Maria Gadu & Caetano Veloso – Rapte-me camaleoa – Comp.: Caetano Veloso)

“Todos nós somos iguais perante o Pai, que habita dentro de cada um de nós. Vivendo o Pai em nosso íntimo, pouca importância dá ao nosso exterior, se somos brancos ou negros, pobres ou ricos, desta ou daquela religião. Diante de Deus não contam as diferenças externas: só o interior importa: Se somos bons ou maus, generosos ou avarentos, amorosos ou egoístas. Pense nestas verdades!” (Minutos de Sabedoria Pg. 183)

Boa tarde pessoal,

Mais um final de semana chegando, dessa vez com perspectiva de chuva acaba por atrapalhar os planos de praia, mas, abrem uma série de outras opções.

Recomendo os filmes “O Palhaço” com Selton Melo e Paulo José, sendo o primeiro também diretor da obra e “Jardim das Folhas Sagradas” do Diretor Polla Ribeiro, que retrata muito bem a história de lutas do Candomblé, como foco de resistência das religiões de Matriz Africana.

Na música três boas opções para os variados gostos Seu Jorge apresenta em Salvador o seu novo álbum “Música para churrasco 1” dia 05 de Novembro a partir das 21 horas, no Bahia Café Hall, o Grupo de RAP Facção Central se apresenta dia 05 de Novembro a partir das 21 horas, no Cais Dourado e no dia 06 de novembro, a partir das 13 horas o grupo Exaltasamba recebe convidados os baianos Tomate, Parangolé, que lança seu DVD, Saiddy Bamba e Rapina. A banda paulista faz um dos seus últimos shows, já que anunciaram o fim da Banda a partir de 2012 (Vale a pena conferir).

“Há uma coisa mais dolorosa do que nunca poder ouvir a verdade – é nunca poder exprimi-la, mesmo com a melhor vontade do mundo. Porque o que quer que digamos, o outro não escuta nunca a verdade que lhe queremos transmitir. Aquilo que sai dos nossos lábios e o que se passa na alma do outro, são sempre duas coisas diferentes. No instante seguinte deixa de ser semelhante – isso depende de tantas coisas que nada tinham a ver com a tua verdade e a tua vontade de verdade – isso depende do que o outro queria ouvir, da situação em relação a ti, etc… E a verdade por si mesma não tem nenhum valor, é como uma moeda num país onde não é corrente.” Arthur Schnitzler

Os parabéns de hoje para os (as) aniversariantes Anisia Barbosa. Conceição Veloso e Eduardo Nogueira. Paz, saúde e muitas felicidades a todos (as). Feliz Aniversário.

Dando sequência aos artigos de i9nformação e informação em meu blog socializo hoje um artigo da Secretária Nacional de Mulheres do PT Laisy Moriere “O avanço feminino na política” e o excelente artigo “O caso do oligopólio automotivo” com Comentários Políticos do aguerrido companheiro Wladimir Pomar. Espero que gostem.

https://oipa2.wordpress.com/2011/11/02/o-avanco-feminino-na-politica-por-laisy-moriere/

https://oipa2.wordpress.com/2011/11/02/o-caso-do-oligopolio-automotivo-comentarios-politicos-wladimir-pomar/

Em 04 de Novembro de 1847 aos 38 anos, Felix Mendelssohn Bartoldy, grande compositor alemão do século XIX.

Mendelssohn compôs com apenas 16 anos a abertura da suíte “Sonhos de Uma Noite de Verão” que inclui a famosíssima Marcha Nupcial, possivelmente o fragmento musical mais executado em todo o mundo ao longo da história.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/17592/hoje+na+historia+1847+-+morre+o+compositor+alemao+felix+mendelssohn.shtml

Em 04 de Novembro de 1867 Falece, em Passo Pacu, o coronel de engenheiros Frederico Carneiro de Campos, antigo deputado geral pela província da Rio de Janeiro. Nascido na Bahia, assentou praça em 1822 e exerceu diversas comissões civis e militares, e entre elas as de diretor da fábrica de pólvora da Estrela e presidente da província da Paraíba.

http://www.supersitegood.com/hoje/texto.php?mat=154

Em 04 de Novembro de 1922 o arqueólogo britânico Howard Carter encontrou, no Vale dos Reis, o túmulo do faraó Tutankhamon que reinou no Egipto durante a 18ª dinastia.

O faraó reinou durante nove anos e foi um dos faraós mais jovens a morrer. As causas da morte foram descobertas em 2005, com a investigação feita ao seu ADN. Os técnicos concluíram que o faraó morreu por causa da malária e de uma infecção na perna que nunca sarou convenientemente.

Howard Carter mudou-se para o Egipto aos 17 anos e trabalhou em várias escavações, até ser nomeado Director das Antiguidades Egípcias. Finalmente, em 1922, Carter encontrou o túmulo em melhor estado de conservação da história.

Em 04 de Novembro de 1954 Em decisão unânime, a Assembleia Geral da ONU pede às cinco principais potências atômicas um novo esforço para um acordo sobre o desarmamento e a proibição de armas nucleares.

Em 04 de Novembro de 1955 O imperador Hailé Selassié promulga uma nova constituição que dá aos etíopes, pela primeira vez, o direito de votar.

Em 04 de Novembro de 1959 A França anuncia planos de fazer uma explosão nuclear experimental no Saara se os EUA, o Reino Unido e a URSS continuassem a fabricar bombas atômicas.

Em 04 de Novembro de 1969 O ex-deputado comunista e guerrilheiro Carlos Marighella foi morto pela polícia com uma rajada de metralhadora, em São Paulo, quando tentava entrar num Volkswagem azul, na esquina das Alamedas Lorena e Casa Branca, onde se encontraria com dois padres presos que serviam de isca aos policiais. De acordo com a versão das autoridades, Carlos Marighella, que chegara ao local numa camioneta Willys, não atendeu à voz de prisão que lhe deu o delegado Fleury, do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), e foi atingido por uma rajada no peito e na cabeça, enquanto seus dois companheiros reagiram aos tiros, matando a investigadora Estela de Barros Borges, que participava da operação.

http://historica.com.br/hoje-na-historia/4-de-novembro-de-1969-carlos-marighella-e-morto-em-emboscada

http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=17003

Em 04 de Novembro de 1977 Aos 66 anos de idade, a escritora Rachel de Queiroz se tornou a primeira mulher a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras. Numa cerimônia na noite do dia 4 de novembro que reuniu mais de 300 pessoas a premiada autora de O Quinze (1930) recebeu o diploma que a designou para a cadeira número 5 da ABL, cujo primeiro ocupante foi o escritor Raimundo Correa e que tinha como patrono Oswaldo Cruz.

http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=24364

Em 04 de Novembro de 1979 Estudantes seguidores do Aiatola Khomeini (fundamentalistas islâmicos radicais) atacaram a Embaixada americana de Teerã e tomaram 90 reféns. Estavam enfurecidos por o Xá deposto ter tido permissão para entrar nos Estados Unidos, para receber tratamento médico, e ameaçaram assassinar os reféns, caso se tentasse qualquer forma de resgate.

Dias mais tarde, o líder provisório do Irão abandonou o poder voluntariamente e o Aiatola assumiu o comando total sobre o país e sobre o destino e a vida de todos os reféns. Duas semanas depois de atacar a embaixada, o Aiatola começou a libertar todos os reféns que não eram americanos e as mulheres e crianças americanas; mas 52 reféns permaneceram à mercê do Aiatola durante 14 meses. A 20 de Janeiro de 1981, os EUA libertou os restantes reféns.

Em 04 de Novembro de 2004 a FDA, a Agência do Medicamento e da Alimentação nos EUA, afirmava que o azeite é um produto que reduz o risco de doenças coronárias.

A FDA é uma agência que pertence ao Departamento da Saúde e Serviços de Defesa do Consumidor nos EUA e está encarregue de supervisionar os produtos dedicados ao consumo, como alimentos, tabaco, suplementos, medicamentos, cosméticos, produtos veterinários, etc…

O azeite é rico em ácido oleico, vitamina E, anti-oxidantes e gorduras monoinsaturadas, além de ajudar a controlar o colesterol e o endurecimento dos ossos, entre outras propriedades.

Outros fatos referentes ao 04 de novembro

Dia do Inventor.

Dia da Favela

http://www.diadafavela.com.br/in.php?id=dia_favela

http://www.cufa.org.br/

Dia de São Carlos.

http://olindahoje.blogspot.com/2008/11/dia-de-so-carlos-borromeo.html

Dia da Unidade Nacional na Rússia.

1576 – A Antuérpia é pilhada por tropas espanholas.

1869 – É publicado o primeiro número da revista Nature.

Nasceram neste dia…

1470 – Rei Eduardo V de Inglaterra (m. 1483).

1946 – Laura Bush, ex-primeira dama dos Estados Unidos.

1972 – Luis Figo, futebolista português.

Morreram neste dia…

1847 – Felix Mendelssohn Bartholdy, compositor alemão (n. 1809).

1959 – José Antônio Flores da Cunha, político brasileiro (n. 1880).

1995 – Yitzhak Rabin, político israelita (n. 1922).

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”, que já passa da casa dos 17 mil acessos. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique. Obrigado a cada um (a) de vocês por isso!

https://oipa2.wordpress.com/2011/11/04/trabalhando-com-poesia-383/

Abraços nos amigos, beijos nos filhos e nas amigas, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Sexta feira abençoada por Deus, repleta da energia positiva que circunda o universo a nossa volta e que o Alá de Oxalá nos conceda paz e harmonia sempre.

Um excelente final de semana a todos (as) e até segunda.

Apio Vinagre Nascimento
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José – Carlos Drummond de Andrade

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?

Amar – Carlos Drummond de Andrade

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

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