Trabalhando com Poesia

“… Sabe, quando a gente tem vontade de encontrar a novidade de uma pessoa, quando o tempo passa rápido quando você está ao lado dessa pessoa, quando dá vontade de ficar nos braços dela e nunca mais sair… Sabe, quando a felicidade invade, quando pensa na imagem da pessoa, quando lembra que seus lábios encontraram outros lábios de uma pessoa, e o beijo esperado ainda está molhado e guardado ali… Em sua boca, que se abre e sorri feliz quando fala o nome daquela pessoa, quando quer beijar de novo e muito os lábios desejados da sua pessoa, quando quer que acabe logo a viagem, que levou ela pra longe daqui… Sabe, quando passa a nuvem brasa abre o corpo, sopro do ar que traz essa pessoa, quando quer ali deitar, se alimentar e entregar seu corpo pra pessoa, quando pensa porque não disse a verdade é que eu queria que ela estivesse aqui… Sabe, quando a felicidade invade, quando pensa na imagem da pessoa, quando lembra que seus lábios encontraram outros lábios de uma pessoa, e o beijo esperado ainda está molhado e guardado ali… Em sua boca, que se abre e sorri feliz quando fala o nome daquela pessoa, quando quer beijar de novo e muito os lábios desejados da sua pessoa, quando quer que acabe logo a viagem, que levou ela pra longe daqui… Sabe, quando passa a nuvem brasa abre o corpo, sopro do ar que traz essa pessoa, quando quer ali deitar, se alimentar e entregar seu corpo pra pessoa, quando pensa porque não disse a verdade é que eu queria que ela estivesse aqui… Sei, eu sei…” (Nando Reis – Sei – Comp.:Nando Reis)

“… Bem mais que o tempo que nós perdemos, ficou pra trás também o que nos juntou. Ainda lembro que eu estava lendo, só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz e ainda espero resposta… Desfaz o vento o que há por dentro desse lugar que ninguém mais pisou. Você está vendo o que está acontecendo? Nesse caderno sei que ainda estão, os versos meus, tão seus que peço, nos versos seus, tão meus, que esperem que os aceite… Em paz, eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante… Sem mais, eu fico onde estou, prefiro continuar distante… Bem mais que o tempo que nós perdemos, ficou pra trás também o que nos juntou. Ainda lembro que eu estava lendo, só pra saber o que você achou dos versos meus, tão seus que peço, nos versos seus, tão meus, que esperem que os aceite… Em paz, eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante… Sem mais, eu fico onde estou, prefiro continuar distante… Desfaz o vento o que há por dentro desse lugar que ninguém mais pisou. Você está vendo o que está acontecendo? Nesse caderno sei que ainda estão, os versos meus, tão seus que peço, nos versos seus, tão meus, que esperem que os aceite… Em paz, eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante… Sem mais, eu fico onde estou, prefiro continuar distante… Em paz, eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante… Sem mais, eu fico onde estou, prefiro continuar distante… Em paz, eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante… Sem mais, eu fico onde estou, prefiro continuar distante…“ (Nando Reis & Samuel Rosa – Resposta – Comp.: Samuel Rosa & Nando Reis)

“…Minha cor, minha flor, minha cara. Quarta estrela, letras, três, uma estrada… Não sei se o mundo é bom, mas ele está melhor, desde que você chegou e perguntou: Tem lugar pra mim?… Espatódea, gineceu cor de pólen. Sol do dia, nuvem branca, sem sardas… Não sei se esse mundo é bom, mas ficou melhor, desde que você chegou e explicou o mundo pra mim… Não sei se esse mundo está são, mas pro mundo que eu vim já não era! Meu mundo não teria razão se não fosse a Zoé… Espatódea, gineceu cor de pólen. Sol do dia, nuvem branca, sem sardas… Não sei se esse mundo é bom, mas ficou melhor, desde que você chegou e explicou o mundo pra mim… Não sei se esse mundo está são, mas pro mundo que eu vim já não era! Meu mundo não teria razão se não fosse a Zoé… Espatódea, gineceu cor de pólen. Sol do dia, nuvem branca, sem sardas… Não sei se esse mundo é bom, mas ficou melhor, desde que você chegou e explicou o mundo pra mim… Não sei se esse mundo está são, mas pro mundo que eu vim já não era! Meu mundo não teria razão se não fosse a Zoé…” (Nando Reis – Espatódea – Comp.: Nando Reis)

“Nunca se irrite! Se a condução custa a chegar, tenha paciência. Se o vizinho o incomoda, suporte-o. Sua irritação não pode melhorar as coisas e faz mal a seu fígado. A irritação causa mais sofrimentos a nós que aos outros, ao passo que a paciência é um bálsamo, sempre pronto a suavizar as feridas próprias e alheias.” (Minutos de Sabedoria Pg. 225)

Boa tarde pessoal,

Dia 31 de Julho é sempre um dia especial para mim. Comemoram a sua emancipação política duas cidades muito caras para mim. A primeira, Vera Cruz, minha cidade natal e que muito amo, apesar da distância, por conta da minha lida diária.

A segunda, Lauro de Freitas, cidade onde fui gerado, que me apaixonei na adolescência e que decidi morar há 16 anos. Parabéns Vera Cruz (Mar Grande), Parabéns Santo Amaro de Ipitanga. Que o olhar para seus filhos e filhas, por parte de quem as governa seja generoso, eficiente e acima de tudo preocupado com o bem estar e garantias à vida dos que mais precisam.

Hoje também é dia de parabenizar duas pessoas muito queridas, o amigo Sacramento Sacra e a amiga Michele Gramacho. Na figura de ambos felicito os demais aniversariantes do dia de hoje. Parabéns. Paz, Saúde e Felicidades.

Quero parabenizar aos companheiros e companheiras do PT que foram às ruas hoje levar a nossa mensagem ao povo de Lauro de Freitas pela passagem de mais um aniversário de emancipação. Valeu companheirada.

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/07/31/trabalhando-com-poesia-480/

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quarta-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva de Iansã.

Apio Vinagre Nascimento
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Caixa – preta – Damário da Cruz

Sou um homem.
Portanto,
mais que palavra.
Não pronuncio
o sentimento
apenas como palavra.

O que foi dito
ao entardecer
não se confirma
na madrugada.
O que foi visto
no sonho
não se confronta
com a realidade.

Sou um homem.
Portanto,
uma surpresa.

In Segredo das Pipas, Salvador: EPP/ BANCO CAPITAL, 2003.

Primeiro de Abril de 64 na Rua Direita do Santo Antônio – Damário da Cruz

Ao poeta Miguel Carneiro

O que são
esses navios cinzentos
no meu mar?

O que são
esses olhos de menino
querendo o mar?

Porque dona Mosa,
Pró do Primário,
nunca me falou
que toda ditadura
enfeia a água?

In Inédito 09/11/2005

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