Trabalhando com Poesia

“… Nunca mais a natureza da manhã, e a beleza no artifício da cidade, num edifício sem janela, desenhei os olhos dela, entre vestígios de bala e a luz da televisão… Os meus olhos têm a fome do horizonte, sua face é um espelho sem promessa, por dezembros atravesso oceanos e desertos, vendo a morte assim tão perto, minha vida em suas mãos… O trem se vai, na noite sem estrelas… E o dia vem, nem eu nem trem nem ela… Nunca mais a natureza da manhã, e a beleza no artifício da cidade, num edifício sem janela, desenhei os olhos dela, entre vestígios de bala e a luz da televisão… Os meus olhos têm a fome do horizonte, sua face é um espelho sem promessa, por dezembros atravesso oceanos e desertos, vendo a morte assim tão perto, minha vida em suas mãos… O trem se vai, na noite sem estrelas… E o dia vem, nem eu nem trem nem ela…” (Zeca Baleiro e Fagner – Dezembros – Comp.: Fagner, Fausto Nilo e Zeca Baleiro)

“…Não fui eu nem Deus, não foi você nem foi ninguém. Tudo o que se ganha nessa vida é pra perder, tem que acontecer, tem que ser assim: Nada permanece inalterado até o fim. Se ninguém tem culpa não se tem condenação, se o que ficou do grande amor é solidão, se um vai perder outro vai ganhar, é assim que eu vejo a vida e ninguém vai mudar… Eu daria tudo pra não ver você cansada, pra não ver você calada, pra não ver você chateada, cara de desesperada, mas não posso fazer nada, não sou Deus nem sou Senhor… Eu daria tudo, pra não ver você chumbada, pra não ver você baleada, pra não ver você arreada, a mulher abandonada, mas não posso fazer nada, eu sou um compositor popular… Eu daria tudo, pra não ver você zangada, pra não ver você cansada, pra não ver você chateada, cara de desesperada, mas não posso fazer nada, não sou Deus, nem sou Senhor… Eu daria tudo, pra não ver você chumbada, pra não ver você baleada, pra não ver você arreada, a mulher abandonada, mas não posso fazer nada, eu sou um compositor popular… “ (Zeca Baleiro – Tem que acontecer – Comp.: Sergio Sampaio)

h http://www.youtube.com/watch?v=jO5hO3XfyIg

“… Essa noite não tem lua, eu sei porque vi com meus olhos, além dos luminosos que não brilham mais, dorme às escuras a lua… Pra onde vai nosso amor, Nossa sede?… Há tempos que pergunto isto, nem mesmo Jesus Cristo pendurado na parede saberia a resposta… Vem comigo, vem, já tenho quase tudo que me basta, a flor no pasto, a mesa posta, minha música e teu calor, agora só me falta aprender o silêncio…” (Zeca Baleiro – O Silêncio – Comp.: Zeca Baleiro)

Confira outros sucessos de Zeca Baleiro:

“Não existem pessoas realmente más. Ou são enfermas ou não têm conhecimento da grande lei de que recebemos exatamente aquilo que damos. quem é enfermo precisa ser curado. Quem pratica o mal precisa ser elucidado. Mas de modo algum podemos agir com ódio e maldade. Procure ensinar aos outros pelo seu próprio exemplo, compreendendo
que a maldade é uma situação transitória do homem.” (Minutos de Sabedoria Pg. 235)

Boa noite pessoal,

O dia corrido de ontem e hoje só me permitiram trazer o “Trabalhando com Poesia” agora.

O caminhar das coisas têm me mostrado que ter fé, perseverar e manter-se leais a seus ideais e a quem efetivamente merece lealdade, sempre atrai resultados positivos. Nunca perca a fé, mesmo nos momentos mais difíceis. O triunfo virá. Persevere!

Na nossa sugestão de leitura de hoje dois artigos do Site Pátria Latina. Vale conferir:

“John Kerry e a face do banditismo internacional”, Por Renato Rabelo* O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, visitou o Brasil. Em princípio, o motivo da viagem de Kerry seria fazer um pedido de desculpas ao nosso país pelas comprovadas ações de espionagem praticadas pelos EUA em território brasileiro. Ao menos era o que se esperava de um homem que representa um país que, em tese, arvora-se do direito de defesa da “democracia”, “liberdade de expressão” e dos “direitos humanos”.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=2c5201a7391fedbc40c3cc6aa057a029&cod=12217

“Criada por brasileiro, ‘luz engarrafada’ já beneficia 1 milhão de casas no mundo” – O ano era 2002 e o Brasil enfrentava uma severa crise energética, o famoso “apagão”, que deixou muita gente às escuras em todo o país. Em meio ao problema, um mecânico de Uberaba (MG) fez jus ao famoso lema de que “com crise se cresce” e inventou algo capaz de deixar Thomas Edison (o criador da lâmpada) muito orgulhoso, onde quer que esteja.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=328bcd967480c1e8e902094e0a0d97a2&cod=12214

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/08/16/trabalhando-com-poesia-490/

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma sexta-feira abençoada por Deus e coberta pela paz do Alá de Oxalá! Bom final de semana e até segunda feira.

Apio Vinagre Nascimento
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A Carolina – Machado de Assis

Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
Que, a despeito de toda a humana lida,
Fez a nossa existência apetecida
E num recanto pôs o mundo inteiro.
Trago-te flores – restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa e separados.
Que eu, se tenho nos olhos malferidos
Pensamentos de vida formulados,
São pensamentos idos e vividos.

Erro – Machado de Assis

Erro é teu. amei-te um dia
com esse amor passageiro
que nasce na fantasia
e não chega ao coração;
não foi amor, foi apenas
uma ligeira impressão;
um querer indiferente,
em tua presença, vivo,
morto, se estavas ausente;
e, se ora me vês esquivo,
se, como outrora, não vês
meus incensos de poeta
ir eu queimar a teus pés
é que — como obra de um dia,
passou-me esta fantasia.
para eu amar-te, devias
outra ser e não como eras.
tuas frívolas quimeras,
teu vão amor de ti mesma.
essa pêndula gelada
que chamavas coração,
eram bem fracos liames
para que a alma enamorada
me conseguissem prender;
foram baldados tentames,
saiu contra ti o azar,
e, embora pouca, perdeste
a glória de me arrastar
ao teu carro… vãs quimeras!
para eu amar-te devias
outra ser e não como eras…

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