Trabalhando com Poesia

“… Me cansei de ficar mudo, sem tentar, sem falar, mas não posso deixar tudo como está, como está você?… Tô vivendo por viver, tô cansado de chorar, não sei mais o que fazer, você tem que me ajudar, tá difícil esquecer, impossível não lembrar você… Você, ê, ê… Com o fim do nosso amor eu também tô por aí. Já não sei pra onde vou, quantas noites sem dormir, alivia minha dor e me faça, por favor, sorrir… Vem pros meus braços, meu amor, meu acalanto. Leva esse pranto pra bem longe de nós dois, não deixe nada pra depois, é a saudade que me diz: que ainda é tempo pra viver feliz… Vem pros meus braços, meu amor, meu acalanto. Leva esse pranto pra bem longe de nós dois, não deixe nada pra depois, é a saudade que me diz: que ainda é tempo pra viver feliz… Me cansei de ficar mudo, sem tentar, sem falar, mas não posso deixar tudo como está, como está você?… Tô vivendo por viver, tô cansado de chorar, não sei mais o que fazer, você tem que me ajudar, tá difícil esquecer, impossível não lembrar você… Você, ê, ê… Com o fim do nosso amor eu também tô por aí. Já não sei pra onde vou, quantas noites sem dormir, alivia minha dor e me faça, por favor, sorrir… Vem pros meus braços, meu amor, meu acalanto. Leva esse pranto pra bem longe de nós dois, não deixe nada pra depois, é a saudade que me diz: que ainda é tempo pra viver feliz… Vem pros meus braços, meu amor, meu acalanto. Leva esse pranto pra bem longe de nós dois, não deixe nada pra depois, é a saudade que me diz: que ainda é tempo pra viver feliz…” (Arlindo Cruz – Ainda é tempo pra viver feliz – Comp.: Arlindo Cruz, Sombra e Sombrinha)

“…Eu sempre fui assim mesmo, firmeza total e pureza no coração, eu sempre fui assim mesmo, parceiro fiel que não deixa na mão… É o meu jeito de ser, falar com geral e ir a qualquer lugar e é tão normal de me ver tomando cerveja calçando chinelo no bar… Não dá pra evitar bate papo informal, quando saio pra comprar o pão, falar de futebol e do que tá rolando de novo na televisão… Suburbano nato com muito orgulho, mostro no sorriso nosso clima de subúrbio… Eu gosto de fritada e jogar uma pelada, domingo de sol e fazer churrasquinho com a linha esticada no poste passando cerol… Cantar partido alto no morro, no asfalto sem discriminação porque… Meu nome é favela, e do povo do gueto a minha raiz, becos e vielas, eu encanto e canto uma história feliz… De humildade verdadeira, gente simples de primeira, salve ela o meu nome como é… Meu nome é favela, e do povo do gueto a minha raiz, becos e vielas, eu encanto e canto uma história feliz… De humildade verdadeira, gente simples de primeira “ (Arlindo Cruz – Meu nome é favela – Comp.: Rafael Delgado)

“… Nunca mais ouvi falar de amor, nunca mais eu vi a flor, nunca mais um beija-flor, nunca mais um grande amor assim, que me fizesse um sonhador, levando a dor pra ter um fim, pra nunca mais e nunca mais, amor, eu tive jeito de sorrir, eu tive peito de me abrir… Ando louco de saudade, saudade ô que é louca por você, o tempo voa e não perdoa, só magoa, solidão… Quem ama, chora, chora quem ama, quem diz que não ama, não sonha em vão… Se a gente chora, é, tem saudade, e até se atreve voltar atrás. Que a velha frase o vento leve, era até breve, não, nunca mais… Nunca mais ouvi falar de amor, nunca mais eu vi a flor, nunca mais um beija-flor, nunca mais um grande amor assim, que me fizesse um sonhador, levando a dor pra ter um fim, pra nunca mais e nunca mais, amor, eu tive jeito de sorrir, eu tive peito de me abrir… Ando louco de saudade, saudade ô que é louca por você, o tempo voa e não perdoa, só magoa, solidão… Quem ama, chora, chora quem ama, quem diz que não ama, não sonha em vão… Se a gente chora, é, tem saudade, e até se atreve voltar atrás. Que a velha frase o vento leve, era até breve, não, nunca mais…” (Arlindo Cruz e Beth Carvalho – Saudade louca – Comp.: Arlindo Cruz – Franco – Acyr Marques)

“Se você quiser encontrar paz e alegria neste mundo, espalhe em torno de si otimismo e bondade. Não se deixe ficar inativo na comodidade que nada produz. É pelo trabalho em benefício do próximo que armazenamos energias, a fim de vencer os embates da vida. Não pare jamais, não perca as oportunidades que se apresentam diariamente de fazer o bem, para que o bem venha abundante sobre você.” (Minutos de Sabedoria Pg. 237)

Bom dia pessoal,

O corre-corre de ontem não me permitiu publicar o “Trabalhando com Poesia”. Acabei quase não acessando a internet no dia de ontem, por conta das tarefas do dia.
Nas nossas sugestões de leitura de hoje:

“MALDITOS LIBERAIS, PROGRESSISTAS PATETICOS” Tariq Ramadan, “Horror in Egypt: Saying It Once, Saying It Again” – Minhas recentes análises dos levantes árabes e da crise em curso na Tunísia e no Egito receberam abundante comentário crítico. Minha posição sobre os levantes árabes, a história deles e as questões que propõem, está claramente exposta em meu livro Islam and the Arab Uprising. Eventos recentes confirmaram que não errei. Quem queira esclarecimentos, que leia ou releia meu livro. (…)

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=12263

“América Latina: A contraditória etapa de um continente”, por Márcio Zonta, de Guararema (SP) – Com o olhar sobre uma América Latina em permanente disputa econômica, política e cultural entre grandes grupos internacionais capitalistas, burguesias regionais e governos de esquerda, o economista argentino Claudio Katz afirma que o neo-desenvolvimentismo adotado por alguns países não rompeu com o neoliberalismo.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=14ea12a8d4c1ce8ae45564cddc241e95&cod=12288

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/08/21/trabalhando-com-poesia-490

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Terça-feira abençoada por Deus.

Apio Vinagre Nascimento
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MARINHA – Cecília Meirelles
O barco é negro sobre o azul.
Sobre o azul os peixes são negros.
Desenham malhas negras as redes, sobre o azul.

Sobre o azul, os peixes são negros.
Negras são as vozes dos pescadores,
atirando-se palavras no azul.

É o último azul do mar e do céu.
A noite já vem, dos lados de Burma,
toda negra, molhada de azul:

– a noite que chega também do mar.

INTERLÚDIO – Cecília Meirelles
As palavras estão muito ditas
e o mundo muito pensado.
Fico ao teu lado.

Não me digas que há futuro
nem passado.
Deixa o presente — claro muro
sem coisas escritas.

Deixa o presente. Não fales,
Não me expliques o presente,
pois é tudo demasiado.

Em águas de eternamente,
o cometa dos meus males
afunda, desarvorado.

Fico ao teu lado.

É PRECISO NÃO ESQUECER NADA – Cecília Meirelles
É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.

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