Trabalhando com Poesia

“… Vamos homenagear Iemanjá rainha do mar… Iara da água doce, de lá Janaina viu as lindas flores que eu trouxe, pra mãe maior do Brasil… Iara da água doce, de lá Janaina viu as lindas flores que eu trouxe, pra Iemanjá do Brasil… Tomara que o vento leve pra longe a escuridão, que a vida seja mais leve, sem mágoas no coração, sem sustos no dia a dia, com balas de emoção, rajadas de alegria, carinho, amor e proteção… Iara da água doce, de lá Janaina viu as lindas flores que eu trouxe, pra mãe maior do Brasil… Iara da água doce, de lá Janaina viu as lindas flores que eu trouxe, pra Iemanjá do Brasil… Por dedução desfaça o mal sobre essa terra, que já sofreu, já padeceu em cada guerra, mais esse ano eu quero paz bandeiras brancas, palavras francas do meu país, que o meu povo não se canse da verdade, me dá vontade de ser feliz… Iara da água doce, de lá Janaina viu as lindas flores que eu trouxe, pra mãe maior do Brasil… Iara da água doce, de lá Janaina viu as lindas flores que eu trouxe, pra Iemanjá do Brasil… Olha aquela estrela do céu, olha aquela estrela do céu, olha aquela onda no mar, olha aquela onda no mar, foi Deus quem criooou, foi Deus quem criooou, pra gente se amar, pra gente se amar… Olha aquela estrela do céu, olha aquela estrela do céu, olha aquela onda no mar, olha aquela onda no mar, foi Deus quem criooou, foi Deus quem criooou, pra gente se amar, pra gente se amar… Odoiá Iemanjá traga um ano cheio de paz, pros seus filhos…” (Arlindo Cruz – Oferenda – Comp.: Arlindo Cruz)

“… O samba é meu guia é meu ganha pão, minha paz, é o meu documento, o meu talento minha paixão, muito mais… Quando estou no palco a entrega é total, corpo e alma, é tão bom ver você cantar, sambar, chorar, sorrir, bater palmas… Com esse canto marrom, que vem dos meus ancestrais… Hoje sem raça sem cor, para nos nossos quintais, feliz de quem tem esse amor pelo samba, no coração, só emoção… Samba que não sai de mim, samba que me batizou, samba que me deixa assim, devo a você o que sou, louvado, bendito e sagrado é o nosso amor, o nosso amor… Como um caso amor, é você e eu… Na alegria ou na dor, é você e eu… Vais comigo onde eu vou, é você eu eu… É meu povo e eu, sempre com voz de Deus… Como um caso amor, é você e eu… Na alegria ou na dor, é você e eu… Vais comigo onde eu vou, é você eu eu… É meu povo e eu, sempre com voz de Deus… Com esse canto marrom, que vem dos meus ancestrais… Hoje sem raça sem cor, para nos nossos quintais, feliz de quem tem esse amor pelo samba, no coração, só emoção… Samba que não sai de mim, samba que me batizou, samba que me deixa assim, devo a você o que sou, louvado, bendito e sagrado é o nosso amor, o nosso amor… Como um caso amor, é você e eu… Na alegria ou na dor, é você e eu… Vais comigo onde eu vou, é você eu eu… É meu povo e eu, sempre com voz de Deus… Como um caso amor, é você e eu… Na alegria ou na dor, é você e eu… Vais comigo onde eu vou, é você eu eu… É meu povo e eu, sempre com voz de Deus…” (Arlindo Cruz – Como um caso de amor – Comp.: Arlindo Cruz / André Renato / Ronaldo Barcellos / Fred Camacho / Marcelinho Moreira)

“… O bem, ilumina o sorriso, também pode dar proteção, o bem é o verdadeiro amigo, é quem dá o abrigo, é quem estende a mão… Num mundo de armadilhas e pecados, armado, tão carente de amor, as vezes é bem mais valorizado, amado, endeusado quem é traidor… E o bem é pra acabar com o desamor… Se a luz do sol não para de brilhar, se ainda existe noite e luar, o mal não pode superar, quem tem fé pra rezar diz amém e ver que todo mundo é capaz de ter um mundo só de amor e paz, quando faz só o bem, quando faz só o bem… O bem, ilumina o sorriso, também pode dar proteção, o bem é o verdadeiro amigo, é quem dá o abrigo, é quem estende a mão… Num mundo de armadilhas e pecados, armado, tão carente de amor, as vezes é bem mais valorizado, amado, endeusado quem é traidor… E o bem é pra acabar com o desamor… Se a luz do sol não para de brilhar, se ainda existe noite e luar, o mal não pode superar, quem tem fé pra rezar diz amém e ver que todo mundo é capaz de ter um mundo só de amor e paz, quando faz só o bem, quando faz só o bem…” (Arlindo Cruz – O Bem – Comp.: Arlindo Cruz / Délcio Luiz )

“Seja perseverante nas boas obras. Nada conseguiremos na vida sem perseverança. Para aprender piano, há necessidade de horas seguidas de estudo diário. O que é o estudo para o pianista, é a perseverança para qualquer outra atividade. Não se deixe arrastar pelo esmorecimento. Reaja com todas as forças que encontrar em seu coração, e terá a beleza da vida em redor de si mesmo.” (Minutos de Sabedoria Pg. 238)

Bom dia pessoal,

As dificuldades com a agenda tem me deixado sem condições de enviar o “Trabalhando com Poesia”. Espero que compreendam.

Nossa sugestão de leitura de hoje:

“Imposto sobre as grandes fortunas aguarda aprovação há mais de 20 anos” Adriana Santiago. – Você sabia que são os mais pobres os que pagam mais impostos no Brasil? Isso ocorre porque a tributação se dá, sobretudo, sobre o consumo, não sobre a renda. Os 10% mais pobres do país comprometem 32% de sua renda em tributos, enquanto os 10% mais ricos pagam 21%. Esse dado alarmante já seria justificativa suficiente para a aprovação do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), pautada no Congresso Nacional há mais de 20 anos. Previsto no artigo 153 da Constituição do Brasil de 1988, o imposto é o único dos sete tributos federais que ainda não foi regulamentado. A cobrança desse imposto voltou ao debate nacional após as manifestações de rua, ocorridas em junho deste ano, exigindo melhorias na qualidade de vida da população.
http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=a1b7f6c7d739aa48d5dfaacf54df3994&cod=12300

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/08/22/trabalhando-com-poesia-491/

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quinta-feira abençoada por Deus e repleta da força do guerreiro de uma só flexa. Okearô Oxossi!!

Apio Vinagre Nascimento
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LAMENTO DO OFICIAL POR SEU CAVALO MORTO – Cecilia Meirelles

Nós merecemos a morte,
por que somos humanos
e a guerra é feita pelas nossas mãos,
pela nossa cabeça embrulhada em séculos de sombra,
por nosso sangue estranho e instável, pelas ordens
que trazemos por dentro, e ficam sem explicação.

Criamos o fogo, a velocidade, a nova alquimia,
os cálculos do gesto,
embora sabendo que somos irmãos.
Temos até os átomos por cúmplices, e que pecados
de ciência, pelo mar, pelas nuvens, nos astros!
Que delírio sem Deus, nossa imaginação!

E aqui morreste! Oh, tua morte é a minha, que, enganada,
recebes. Não te queixas. Não pensas. Não sabes. Indigno,
ver parar, pelo meu, teu inofensivo coração.
Animal encantado – melhor que nós todos!
– que tinhas tu com este mundo
dos homens?

Aprendias a vida, plácida e pura, e entrelaçada
em carne e sonho, que os teus olhos decifravam…

Personagem – Cecília Meireles

Teu nome é quase indiferente
e nem teu rosto mais me inquieta.
A arte de amar é exatamente
a de se ser poeta.

Para pensar em ti, me basta
o próprio amor que por ti sinto:
és a ideia, serena e casta,
nutrida do enigma do instinto.

O lugar da tua presença
é um deserto, entre variedades:
mas nesse deserto é que pensa
o olhar de todas as saudades.

Meus sonhos viajam rumos tristes
e, no seu profundo universo,
tu, sem forma e sem nome, existes,
silêncio, obscuro, disperso.

Teu corpo, e teu rosto, e teu nome,
teu coração, tua existência,
tudo – o espaço evita e consome:
e eu só conheço a tua ausência.

Eu só conheço o que não vejo.
E, nesse abismo do meu sonho,
alheia a todo outro desejo,
me decomponho e recomponho.

Ou isto ou aquilo – Cecília Meireles

Ou se tem chuva ou não se tem sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

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