Trabalhando com Poesia

“… Saiam luas, desçam rios, virem páginas dos pensamentos, lanço estrelas do meu canto sobre as camas dos apartamentos, virem mares todos os sertões, que choram pedras aqui dentro, pra esse fogo que queima tão lento, vento, vento, vento… Aos cantores nos televisores, flores, flores, flores… Para o povo lá em Bocaiúva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva… Bate tambor de crioula, sangra o dedo no tambor, que as crianças ainda cantam numa orquestra de cavacos, e os velhos ainda choram seus bordões, que palavras sejam gestos, gestos sejam pensamentos da voz que move nossos corações… Que as crianças ainda cantam numa orquestra de cavacos, e os velhos ainda choram seus bordões, que palavras sejam gestos, gestos sejam pensamentos da voz que move nossos corações… irem mares todos os sertões, que choram pedras aqui dentro, pra esse fogo que queima tão lento, vento, vento, vento… Aos cantores nos televisores, flores, flores, flores… Para o povo lá em Bocaiúva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva… Bate tambor de crioula, sangra o dedo no tambor, que as crianças ainda cantam numa orquestra de cavacos, e os velhos ainda choram seus bordões, que palavras sejam gestos, gestos sejam pensamentos da voz que move nossos corações… Que as crianças ainda cantam numa orquestra de cavacos, e os velhos ainda choram seus bordões, que palavras sejam gestos, gestos sejam pensamentos da voz que move nossos corações…” (Vander Lee – A voz – Comp.: Vander Lee)

“…O dedo invisível do tempo, modelando nosso destino, no barro da vida é um velho girando, virando menino… Sonhando sons, criando asas e as asas pisando o céu, entrando e saindo das casas, brincando qual pipa de papel, driblando dragões e cometas e contando histórias pra lua, brincando de roda com os planetas bem ali, na porta da rua… E a tarde fugindo sem pressa, na velha cidade da luz, presente no sol que atravessa futura na estrela que conduz… O dedo invisível do tempo, modelando nosso destino, no barro da vida é um velho girando, virando menino… Sonhando sons, criando asas e as asas pisando o céu, entrando e saindo das casas, brincando qual pipa de papel, driblando dragões e cometas e contando histórias pra lua, brincando de roda com os planetas bem ali, na porta da rua… E a tarde fugindo sem pressa, na velha cidade da luz, presente no sol que atravessa futura na estrela que conduz…” (Vander Lee – O dedo do tempo no barro da Vida – Comp.: Vander Lee)

“…Se o belo é belo, não habitará jamais, os corações, leões, cheios de medo, se na verdade o oculto mostra mais e mais, amor, vivo em silêncio meu segredo… Se minha mão tateia no vazio de um quarto escuro, desenha um barco a navegar nos mares do futuro, enquanto a estrela tece a hora certa de acordar, desejo mais que tudo te encontrar… Subo o mastro, procurando teu rastro, busco teus sinais… Em que ilhas, em que plano brilhas? Como e onde estás? e onde vais?… Correntezas cheias de incertezas, curvas, quedas, loucos ais, onde vais?… Bem aqui vive esperando por ti, a flor, o fruto, o cais, onde vais?… Bem aqui vive esperando por ti, a flor, o fruto, o cais. Onde vais? … Se minha mão tateia no vazio de um quarto escuro, desenha um barco a navegar nos mares do futuro, enquanto a estrela tece a hora certa de acordar, desejo mais que tudo te encontrar… Subo o mastro, procurando teu rastro, busco teus sinais… Em que ilhas, em que plano brilhas? Como e onde estás? e onde vais?… Correntezas cheias de incertezas, curvas, quedas, loucos ais, onde vais?… Bem aqui vive esperando por ti, a flor, o fruto, o cais, onde vais?… Bem aqui vive esperando por ti, a flor, o fruto, o cais. Onde vais?… Onde vais?…“ (Vander Lee – Teu rastro – Comp.: Vander Lee)

“… Você é meu farol, meu talismã, meu sol, meu dia, meu dial… Você é meu astral, meu mapa virtual, meu raio-x emocional… Você é minha foz, metade de nós, meu adubo meu sal… você é minha e só, e nunca vai ser só, nem de fulano de tal… Quando caminho no escuro, é por você que procuro, somando tudo é tão raro, meu paladar e seu faro… Você é meu farol, meu talismã, meu sol, meu dia, meu dial… Você é meu astral, meu mapa virtual, meu raio-x emocional… Você é minha foz, metade de nós, meu adubo meu sal… você é minha e só, e nunca vai ser só, nem de fulano de tal… Quando caminho no escuro, é por você que procuro, somando tudo é tão raro, meu paladar e seu faro…” (Vander Lee – Farol – Comp.: Vander Lee)

“Leia mais! Aproveite seu tempo. Não deixe que a ociosidade alimente pensamentos negativos, porque estará perdendo um tempo precioso que não voltará mais. Leia mais! A boa leitura alimenta o cérebro e controla as emoções. O livro um amigo discreto que não se impõe a ninguém, e só fala conosco quando temos vontade de conversar com ele. Leia mais, e faça do livro seu melhor amigo!” (Minutos de Sabedoria Pg. 250)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Final de semana ruim para os times baianos. O Bi Campeão brasileiro perdeu para o Fluminense pelo placar de 1×0, após perder diversas chances e agora ocupa a décima terceira posição, uma posição abaixo do maior rival, que empatou com o Atlético MG em casa pelo placar de 1×1 e está agora em décimo segundo lugar na competição. Equipes estão cada vez mais distantes dos líderes e muito próximos da zona de rebaixamento (4 pontos).

Em nossa sugestão de leitura de hoje dois textos do Site Pátria Latina:

“Subordinação da mídia nativa aos EUA”, Por Heloisa Villela, no blog Viomundo: O que a grande imprensa brasileira diz agrada Washington há décadas. Diria mais. Não só cai bem nos ouvidos da Casa Branca e do Departamento de Estado como, fiel escudeira, defende os mesmos interesses. É o que transparece da leitura de um despacho diplomático que me chegou às mãos graças ao pesquisador Jeremy Bigwood, que há anos vasculha os arquivos norte-americanos.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=74b9074a0381ad166ea246549ca19e03&cod=12417

“Capitalismo contemporâneo, imperialismo e agressividade”, por Edmilson Costa [*] – Composição de Leon Ferrari. O imperialismo é um fenômeno identificado pelos clássicos desde a segunda metade do século XIX e significou a passagem do capitalismo concorrencial para o capitalismo monopolista e a emergência de uma nova classe social, a oligarquia financeira [1] . Nessa nova fase do capitalismo, onde os trustes e cartéis passaram a dominar as economias de cada País e, posteriormente, a economia mundial, um conjunto de fenômenos novos vêem marcar esta fase do desenvolvimento deste modo de produção, especialmente a partilha econômica e territorial do mundo entre os principais centros imperialistas, quando as potencias capitalistas ocuparam e passaram a colonizar parte considerável da África, Ásia e América Latina.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=bcad7b839e99d2542617d19206b9540a&cod=12411

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/09/09/trabalhando-com-poesia-503

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva.

Apio Vinagre Nascimento
e-mail 2: oipa@uol.com.br
e-mail 3: apioptlf@yahoo.com.br
msn: oipa2@hotmail.com
Blog: https://oipa2.wordpress.com
Twitter: http://www.twitter.com/a_vinagre
Facebook: http://www.facebook.com/apio.vinagre
Flickr: http://www.flickr.com/photos/a_vinagre
Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9196573284471271823
Skype: a_vinagre1
Youtube: http://www.youtube.com/user/sobreviventeapio
Fones: (71) 8814-5332 / 9154-0168 / 9982-7223 / 8251-9282

Basta Pensar em Sentir – Fernando Pessoa

Basta pensar em sentir
Para sentir em pensar.
Meu coração faz sorrir
Meu coração a chorar.
Depois de parar de andar,
Depois de ficar e ir,
Hei de ser quem vai chegar
Para ser quem quer partir.
Viver é não conseguir.

Anúncios
Esse post foi publicado em Livros e marcado . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s