Trabalhando com Poesia

“… Amor igual ao teu eu nunca mais terei. Amor que eu nunca vi igual, que eu nunca mais verei… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete, amor… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete… Amor igual ao teu eu nunca mais terei. Amor que eu nunca vi igual, que eu nunca mais verei… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete, amor… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete… Amor… Cê vai chegar em casa, eu quero abrir a porta, aonde você mora? aonde você foi morar? aonde foi?… Não quero estar de fora, aonde está você? eu tive que ir embora, mesmo querendo ficar, agora eu sei… Eu sei que eu fui embora, agora eu quero você, de volta pra mim… Amor igual ao teu eu nunca mais terei. Amor que eu nunca vi igual, que eu nunca mais verei… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete, amor… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete… Amor igual ao teu eu nunca mais terei. Amor que eu nunca vi igual, que eu nunca mais verei… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete, amor… Amor que não se pede, amor que não se mede, que não se repete… Amor… Cê vai chegar em casa, eu quero abrir a porta, aonde você mora? aonde você foi morar? aonde foi?… Não quero estar de fora, aonde está você? eu tive que ir embora, mesmo querendo ficar, agora eu sei… Eu sei que eu fui embora, agora eu quero você, de volta pra mim… Amor igual ao teu eu nunca mais terei. Amor que eu nunca vi igual, que eu nunca mais, nunca mais terei…” (Cidade Negra – Onde você mora? – Comp.: Marisa Monte / Nando Reis)

“… O que é que eu vou fazer agora, se o teu sol não brilhar por mim? num céu de estrelas multicoloridas, existe uma que eu não colori… O que é que eu vou fazer agora, se o teu sol não brilhar por mim? num céu de estrelas multicoloridas, existe uma que eu não colori… Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor. Todo verbo que é forte, se conjuga no tempo, perto, longe o que for… Você não sai da minha cabeça e minha mente voa, você não sai, não sai, não sai, não sai… Você não sai da minha cabeça e minha mente voa, você não sai, não sai, não sai, não sai… Entre o céu e o firmamento, não há ressentimento, cada um ocupando o seu lugar, não sai não, não sai, não sai, não sai, não sai… O que é que eu vou fazer agora, se o teu sol não brilhar por mim? num céu de estrelas multicoloridas, existe uma que eu não colori… O que é que eu vou fazer agora, se o teu sol não brilhar por mim? num céu de estrelas multicoloridas, existe uma que eu não colori… Forte, sorte na vida, filhos feitos de amor. Todo verbo que é forte, se conjuga no tempo, perto, longe o que for… Você não sai da minha cabeça e minha mente voa, você não sai, não sai, não sai, não sai… Você não sai da minha cabeça e minha mente voa, você não sai, não sai, não sai, não sai… Entre o céu e o firmamento existe mais coisas do que julga o nosso próprio pensar, que vagam pelo tempo e aquele sentimento de amor eterno… Entre o céu e o firmamento existem mais coisas do que julga o nosso próprio entendimento, que vagam como o vento, com aquele juramento de amor eterno…” (Cidade Negra – Firmamento – Comp.: Da Gama / Henry Lawes / Toni Garrido)

“…Te dei a minha vida e uma parte do meu coração. Esquece as nossas dívidas, bom caminho é liberdade, bom caminho não é prisão… Te dei a minha vida e uma parte do meu coração. Esquece as nossas dúvidas, bom caminho é liberdade, bom caminho não é prisão… Quando o sentimento voa, bate as asas algo de bom… algo de bom, sentimento alado, choro chorado… Pare de reclamar da vida, não adianta, se você fez o que fez, não adianta achar a chave pra partida, se você não está disposto a correr… Riscou… Apagou da minha vida… Em minha poesia já não tem mais, já não tem seu nome… seu nome… É… acabou, já foi…já foi… Eu não quero estar só, mas já estou… É, é, é… acabou… Chegou ao fim… Se eu não quero acreditar, a dor me faz despertar… despertar… despertar… despertar… despertar…É, é, é… Acabou… Chegou ao fim… Se eu não quero acreditar, a dor me faz… Despertar… despertar… despertar… despertar… Despertar … “ (Cidade Negra – Já foi – Comp.: Da Gama / Toni Garrido)

“Aprenda a dirigir palavras de louvor a tudo o que é belo e bom. Não retenha seus sentimentos de gratidão e louve tudo o que contribui para a beleza e o bem estar da humanidade. Não se cale diante do que é belo! Dê expansão ao louvor que provém de seu íntimo, em favor de pessoas e coisas. A gratidão traz alegria à vida! Cultive a virtude do louvor espontâneo e sincero e você aumentará o número de seus amigos.” (Minutos de Sabedoria Pg. 255)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. A semana começa sob a expectativa do voto do Ministro Celso de Mello, no julgamento dos chamados Embargos Infringentes. Muitas considerações a respeito, posições diversas sobre o tema e a certeza de uma distância enorme de uma posição de consenso. Celso de Melo foi um dos mais ferrenhos defensores de uma posição mais dura contra os réus da AP 470 e, ao se analisar as suas falas desde a última quinta-feira, caminha por seguir a sua linha de entendimento em favor do cabimento dos embargos infringentes nas condições colocadas no Julgamento desta Ação Penal.

Não compartilho, apesar de respeitar, a mesma opinião dos que entendem que a aceitação dos Embargos seja sinônimo de quebra da confiança na existência da Justiça. Ao contrário, entendo que mais justo é um país na medida em que é mais rígido o seu respeito ao devido processo legal e não mudar as regras do jogo com ele em andamento é parte deste conceito.

Dificilmente esta questão deixará espaço nas manchetes e nos sites e blogs para quaisquer outras matérias. Até a quarta feira, STF, AP-470 e principalmente o Ministro Celso de Mello dominarão a cena.

Em nossa sugestão de leitura de hoje dois textos do Site Brasil 247:

“Livro disseca pressão da mídia na Ação Penal 470” – Organizado por Gustavo Mascarenhas Lacerda Pedrina (foto maior), o livro “AP 470: análise da intervenção da mídia no julgamento do mensalão a partir de entrevistas com a defesa” demonstra como alguns meios de comunicação tentaram emparedar, intimidar e até chantegear juízes do Supremo Tribunal Federal; se faltava a prova cabal da tese, ela veio no fim de semana, com a ameaça de Veja ao decano Celso de Mello, na linha “ou vota conosco, ou será crucificado”; confira alguns trechos e o prefácio de Dalmo Dallari (…)

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/114916/Livro-disseca-press%C3%A3o-da-m%C3%ADdia-na-A%C3%A7%C3%A3o-Penal-470.htm

“Até o Estadão condena chicana de Barbosa” – Manobras como a praticada na última quinta-feira, mesmo que para neutralizar expedientes protelatórios, são reprováveis porque nivelam por baixo uma disputa que deveria ser elevada”, diz o editorial do jornal da família Mesquita; na quinta, Barbosa impediu o voto de Celso de Mello e contou com o auxílio de Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello, que estenderam ao máximo seus votos (…)

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/114934/At%C3%A9-o-Estad%C3%A3o-condena-chicana-de-Barbosa.htm

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/09/16/trabalhando-com-poesia-508

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva.

Apio Vinagre Nascimento
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Deus – Cassemiro de Abreu

Eu me lembro! eu me lembro! — Era pequeno
E brincava na praia; o mar bramia
E, erguendo o dorso altivo, sacudia
A branca escuma para o céu sereno.

E eu disse a minha mãe nesse momento:
“Que dura orquestra! Que furor insano!
Que pode haver maior do que o oceano,
Ou que seja mais forte do que o vento?!”

— Minha mãe a sorrir olhou pr’os céus
E respondeu: — “ Um Ser que nós não vemos
É maior do que o mar que nós tememos,
Mais forte que o tufão! meu filho, é — Deus!”—

Minh’alma é triste – Cassemiro de Abreu

“Mon coeur est plein – je veux pleurer!”
Lamartine.

I

Minh’alma é triste como a rôla aflita
Que o bosque acorda desde o albor da aurora.
E em doce arrulho que o soluço imita
O morto espôso gemedora chora.

E como a rôla que perdeu o espôso
Minh’alma chora as ilusões perdidas,
E no seu livro de fanado gôzo
Relê as fôlhas que já foram lidas.

E como as notas de chorosa endeixa
Seu pobre canto com a dor desmaia,
E seus gemidos são iguais à queixa
Que a vaga solta quando beija a praia.

Como a criança que banhada em prantos
Procura o brinco que levou-lhe o rio,
Minh’alma quer ressuscitar nos cantos
Um só dos lírios que murchou o estio.

Dizem que há gozos nas mundanas galas,
Mas eu não sei em que o prazer consiste.
– Ou só no campo, ou no rumor das salas,
Não sei por que – mas a minh’alma é triste!

II

Minh’alma é triste como a voz do sino
Carpindo o morto sôbre a laje fria;
E doce e grave qual no templo um hino,
Ou como a prece ao desmaiar do dia.

Se passa um bote com as velas sôltas,
Minh’alma o segue n’amplidão dos mares;
E longas horas acompanha as voltas
Das andorinhas recortando os ares.

Às vêzes louca, num cismar perdida,
Minh’alma triste vai vagando à toa.
Bem como a fôlha que do sul batida
Bóia nas águas de gentil lagoa!

E como a rôla que em sentida queixa
O bosque acorda desde o albor da aurora,
Minh’alma em notas de chorosa endeixa
Lamenta os sonhos que já tive outrora.

Dizem que há gozos no correr dos anos!…
Só eu não sei em que o prazer consiste.
– Pobre ludíbrio de cruéis enganos,
Perdi os risos – a minh’alma é triste!

III

Minh’alma é triste como a flor que morre
Perdida à beira do riacho ingrato;
Nem beijos dá-lhe a viração que corre,
Nem doce canto o sabiá do mato!

E como a flor que solitária pende
Sem ter carícias no voar da brisa,
Minh’alma murcha, mas ninguém entende
Que a pobrezinha só de amor precisa!

Amei outrora com amor bem santo
Os negros olhos de gentil donzela,
Mas dessa fronte de sublime encanto
Outro tirou a virginal capela.

Oh! quantas vêzes a prendi nos braços!
Que o diga e fale o laranjal florido!
Se mão de ferro espedaçou dois laços,
Ambos choramos, mas num só gemido!

Dizem que há gozos no viver d’amôres,
Só eu não sei em que o prazer consiste!
– Eu vejo o mundo na estação das flôres…
Tudo sorri – mas a minh’alma é triste!

IV

Minh’alma é triste como o grito agudo
Das arapongas no sertão deserto;
E como o nauta sôbre o mar sanhudo,
Longe da praia que julgou tão perto!

A mocidade no sonhar florida
Em mim foi beijo de lasciva virgem:
– Pulava o sangue e me fervia a vida,
Ardendo a fronte em bacanal vertigem.

De tanto fogo tinha a mente cheia!…
No afã da glória me atirei com ânsia…
E, perto ou longe, quis beijar a s’reia
Que em doce canto me atraiu na infância.

Ai! loucos sonhos de mancebo ardente!
Esp’ranças altas… Ei-las já tão rasas!…
– Pombo selvagem, quis voar contente…
Feriu-me a bala no bater das asas!

Dizem que há gozos no correr da vida…
Só eu não sei que o prazer consiste!
– No amor, nas glórias, na mundana lida,
Foram-se as flôres – a minh’alma é triste

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