Trabalhando com Poesia

“… Eu sei que ela nunca mais apareceu, na minha vida, minha mente, novamente, eu sei que o que ficou não desapareceu, a minha vida muda sempre lentamente… E como a lua que dá voltas pelo céu, que mexe tanto com o presente quanto o ausente… Eu sei, eu sei, eu sei, eu sei, eu sei, eu sei… Não sou vidente mas sei o rumo do seu coração… Permita, que o amor invada sua casa, coração… Que o amor invada sua casa, coração… Que o amor invada sua casa… Saia, não vaia, não caia na navalha, que corta a tua carne e sangra todo… O que você precisa descobrir… Eu sei que ela nunca mais apareceu, na minha vida, minha mente, novamente, eu sei que o que ficou não desapareceu, a minha vida muda sempre lentamente… E como a lua que dá voltas pelo céu, que mexe tanto com o presente quanto o ausente… Eu sei, eu sei, eu sei, eu sei, eu sei, eu sei… Não sou vidente mas sei o rumo do seu coração… Permita, que o amor invada sua casa, coração… Que o amor invada sua casa, coração… Que o amor invada sua casa… Saia, não vaia, não caia na navalha, que corta a tua carne e sangra todo… O que você precisa descobrir… Permita, que o amor invada sua casa, coração… Que o amor invada sua casa, coração… Que o amor invada sua casa… Please, don’t stop it now… Please, don’t stop it now… Please, don’t stop it now…” (Cidade Negra – A sombra da maldade – Comp.: Cidade Negra)

“… Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. Bem no fundo todo mundo quer zoar… Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite tudo pode mudar… Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. Bem no fundo todo mundo quer zoar… Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite tudo pode mudar… A semana passou num piscar de olhos, eu não vi! E o tempo que voa como um vento, não senti!… Minha vida está congelada desde a última vez que lhe vi… Só me interessa voltar ao ponto de onde parti… Passa segunda, terça e quarta-feira, nem aí! E na quinta e na sexta o tempo parece repetir!… Quando o sol do último dia ameaça se despedir, é que o povo põe uma roupa e sai prá se distrair… Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. Bem no fundo todo mundo quer zoar… Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite tudo pode mudar… Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. Bem no fundo todo mundo quer zoar… Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite tudo pode mudar… A semana passou num piscar de olhos, eu não vi! E o tempo que voa como um vento, não senti!… Minha vida está congelada desde a última vez que lhe vi… Só me interessa voltar ao ponto de onde parti… Passa segunda, terça e quarta-feira, nem aí! E na quinta e na sexta o tempo parece repetir!… Quando o sol do último dia ameaça se despedir, é que o povo põe uma roupa e sai prá se distrair… Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. Bem no fundo todo mundo quer zoar… Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite tudo pode mudar… Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite. Bem no fundo todo mundo quer zoar… Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite tudo pode mudar… Sábado à noite tudo pode mudar… Sábado à noite tudo pode mudar… Sábado à noite tudo pode! Tudo pode! Tudo, tudo pode! Pode tudo!… Sábado à noite tudo pode mudar, eh! Sábado à noite, sábado à noite, eh! Tudo pode mudar. Sábado à noite, sábado à noite!!!…“ (Cidade Negra – Sábado a noite – Comp.: Lulu Santos)

“…A favor da comunidade, que espera o bloco passar, ninguém fica na solidão, embarca com suas dores pra longe do seu lugar… A favor da comunidade, que espera o bloco passar, ninguém fica na solidão, o bloco vai te levar, ninguém fica na solidão… A verdade prova que o tempo é o senhor dos dois destinos, dos dois destinos… Já que pra ser homem tem que ter a grandeza de um menino, de um menino… No coração de quem faz a guerra nascerá uma flor amarela, como um girassol, como um girassol, como um girassol amarelo, amarelo… Todo dia, toda hora, na batida da evolução, a harmonia do passista vai encantar a avenida, e todo o povo vai sorrir, sorrir, sorrir… E todo o povo vai sorrir, sorrir, sorrir… A verdade prova que o tempo é o senhor dos dois destinos, dos dois destinos… Já que pra ser homem tem que ter a grandeza de um menino, de um menino… No coração de quem faz a guerra nascerá uma flor amarela, como um girassol, como um girassol, como um girassol amarelo, amarelo…” (Cidade Negra – Girassol – Comp.: Bino Farias / Lazão / Da Gama / Toni Garrido / Pedro Luis)

“Faça tudo com amor! Tudo o que é feito sem amor sai mal feito, e tende à destruição. Só o amor constrói obras eternas e penetra profundamente o coração da humanidade, porque só o amor é positivo. Tudo o que não é amor é negativo. Faça tudo com amor, porque o próprio Deus é amor. Quando as criaturas fizeram tudo com amor, saberão o que é a saúde e a felicidade.” (Minutos de Sabedoria Pg. 256)

Bom dia pessoal,

Definitivamente há pessoas que não conseguem lidar com liberdade e respeito. Não é possível que ao ser tratado de forma digna e respeitosa, algumas figuras ainda achem que vale mais a pena a prática do “Levar vantagem em tudo, certo?”. Mais perniciosa ainda é essa atitude quando sabidamente levará outras pessoas, não praticantes das mesmas imbecilidades a ser penalizadas. Mas, é isso. Vida que segue.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, dois textos do blog Brasil 247:

Globo perde recurso no caso de sonegação – Globo é acusada de sonegar R$ 713 milhões ao Fisco federal, por mudanças suspeitas na formação societária das empresas do grupo; Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda rejeitou argumentos contra autuação da Receita Federal; segundo o blog O Cafezinho, a Rede Globo disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002 como investimentos em participação societária no exterior; desde que a sonegação se tornou pública, em meio a onda de protestos que ocorreram no Brasil, a emissora se tornou um dos alvos dos manifestantes, que chegaram a jogar até fezes em uma das sedes da TV

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/115136/Globo-perde-recurso-no-caso-de-sonega%C3%A7%C3%A3o.htm

CFM insiste em sabotar programa Mais Médicos – Conselhos de Medicina continuam périplo para dificultar a completa execução do programa; em nota divulgada nesta segunda-feira, eles pedem informação sobre o local de trabalho dos intercambistas e seus respectivos tutores e supervisores; conselhos desta forma descumprem parecer da Advocacia-Geral da União, que impede os Conselhos Regionais de Medicina de todo o país de exigir qualquer documentação extra para os médicos estrangeiros que atuarão no programa Mais Médicos; conselhos argumentam que querem realizar atividades de fiscalização para evitar irregularidades, abusos e dar mais segurança à população no processo de atendimento

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/115129/CFM-insiste-em-sabotar-programa-Mais-M%C3%A9dicos.htm

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/09/17/3694/

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Terça-feira abençoada por Deus.
Apio Vinagre Nascimento
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Metastasio – Cassemiro de Abreu

I

A primavera é a estação dos risos,
Deus fita o mundo com celeste afago,
Tremem as folhas e palpita o lago
Da brisa louca aos amorosos frisos.
Na primavera tudo é viço e gala,
Trinam as aves a canção de amores,
E doce e bela no tapiz das flores
Melhor perfume a violeta exala.
Na primavera tudo é riso e festa,
Brotam aromas do vergel florido,
E o ramo verde de manhã colhido
Enfeita a fronte da aldeã modesta.
A natureza se desperta rindo,
Um hino imenso a criação modula,
Canta a calhandra, a juriti arrula,
O mar é calmo porque o céu é lindo.
Alegre e verde se balança o galho,
Suspira a fonte na linguagem meiga,
Murmura a brisa: – Como é linda a veiga!
Responde a rosa: – Como é doce o orvalho!

II

Mas como às vezes sobre o céu sereno
Corre uma nuvem que a tormenta guia,
Também a lira alguma vez sombria
Solta gemendo de amargura um treno.
São flores murchas; – o jasmim fenece,
Mas bafejado s’erguerá de novo
Bem como o galho do gentil renovo
Durante a noite, quando o orvalho desce.
Se um amargo de ironia cheio
Treme nos lábios do cantor mancebo,
Em breve a virgem do seu casto enlevo
Dá-lhe um sorriso e lhe intumesce o seio.
Na primavera – na manhã da vida –
Deus às tristezas o sorriso enlaça,
E a tempestade se dissipa e passa
À voz mimosa da mulher querida.
Na mocidade, na estação fogosa,
Ama-se a vida a mocidade é crença,
E a alma virgem nesta festa imensa
Canta, palpita, s’extasia e goza.

1º de julho de 1858.

Meus oito anos – Cassemiro de Abreu

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

…………………………..

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

Canção do Exílio – Cassemiro de Abreu

Se eu tenho de morrer na flor dos anos
Meu Deus! não seja já;
Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
Cantar o sabiá!

Meu Deus, eu sinto e tu bem vês que eu morro
Respirando este ar;
Faz que eu viva, Senhor! dá-me de novo
Os gozos do meu lar!

O país estrangeiro mais belezas
Do que a pátria não tem;
E este mundo não vale um só dos beijos
Tão doces duma mãe!

Dá-me os sítios gentis onde eu brincava
Lá na quadra infantil;
Dá que eu veja uma vez o céu da pátria,
O céu do meu Brasil!

Se eu tenho de morrer na flor dos anos
Meu Deus! não seja já!
Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
Cantar o sabiá!

Quero ver esse céu da minha terra
Tão lindo e tão azul!
E a nuvem cor-de-rosa que passava
Correndo lá do sul!

Quero dormir à sombra dos coqueiros,
As folhas por dossel;
E ver se apanho a borboleta branca,
Que voa no vergel!

Quero sentar-me à beira do riacho
Das tardes ao cair,
E sozinho cismando no crepúsculo
Os sonhos do porvir!

Se eu tenho de morrer na flor dos anos,
Meu Deus! não seja já;
Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
A voz do sabiá!

Quero morrer cercado dos perfumes
Dum clima tropical,
E sentir, expirando, as harmonias
Do meu berço natal!

Minha campa será entre as mangueiras,
Banhada do luar,
E eu contente dormirei tranqüilo
À sombra do meu lar!

As cachoeiras chorarão sentidas
Porque cedo morri,
E eu sonho no sepulcro os meus amores
Na terra onde nasci!

Se eu tenho de morrer na flor dos anos,
Meu Deus! não seja já;
Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
Cantar o sabiá!

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