Trabalhando com Poesia

“… Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala, fez da TV um espelho, refletindo o que a gente esquecia… Faltou luz mas era dia… dia… Faltou luz mas era dia, dia, dia… O som das crianças brincando nas ruas, como se fosse um quintal, a cerveja gelada na esquina, como se espantasse o mal… O chá pra curar esta azia, um bom chá pra curar esta azia, todas as ciências de baixa tecnologia… Todas as cores escondidas nas nuvens da rotina… Pra gente ver… por entre prédios e nós… Pra gente ver… o que sobrou do céu… Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala, fez da TV um espelho, refletindo o que a gente esquecia… Faltou luz mas era dia… dia… Faltou luz mas era dia, dia, dia… O som das crianças brincando nas ruas, como se fosse um quintal, a cerveja gelada na esquina, como se espantasse o mal… O chá pra curar esta azia, um bom chá pra curar esta azia, todas as ciências de baixa tecnologia… Todas as cores escondidas nas nuvens da rotina… Pra gente ver… por entre prédios e nós… Pra gente ver… o que sobrou do céu…” (O Rappa – o que sobrou do céu – Comp.: Falcão / Lauro Farias / Marcelo Lobato / Marcelo Yuka / Xandão)

“… A minha alma tá armada e apontada para cara do sossego! pois paz sem voz, paz sem voz, não é paz, é medo!… A minha alma tá armada e apontada para cara do sossego! pois paz sem voz, paz sem voz, não é paz, é medo!… As vezes eu falo com a vida, as vezes é ela quem diz: “Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz ?”… As vezes eu falo com a vida, as vezes é ela quem diz: “Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz ?”… A minha alma tá armada e apontada para cara do sossego! pois paz sem voz, paz sem voz, não é paz, é medo!… A minha alma tá armada e apontada para cara do sossego! pois paz sem voz, paz sem voz, não é paz, é medo!… As vezes eu falo com a vida, as vezes é ela quem diz: “Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz ?”… As vezes eu falo com a vida, as vezes é ela quem diz: “Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz ?”… As grades do condomínio, são pra trazer proteção, mas também trazem a dúvida se é você que tá nessa prisão… Me abrace e me dê um beijo, faça um filho comigo, mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo, domingo!… Procurando novas drogas de aluguel, neste vídeo coagido, é pela paz que eu não quero seguir admitindo… As vezes eu falo com a vida, as vezes é ela quem diz: “Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz ?”… As vezes eu falo com a vida, as vezes é ela quem diz: “Qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz ?”… As grades do condomínio, são pra trazer proteção, mas também trazem a dúvida se é você que tá nessa prisão… Me abrace e me dê um beijo, faça um filho comigo, mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo, domingo!… Procurando novas drogas de aluguel, neste vídeo coagido, é pela paz que eu não quero seguir admitindo… Procurando novas drogas de aluguel, neste vídeo coagido, é pela paz que eu não quero seguir admitindo… Me abrace e me dê um beijo, Faça um filho comigo, mas não me deixa sentar na poltrona, no dia de domingo! domingo!… Procurando novas drogas de aluguel, neste vídeo coagido, é pela paz que eu não quero seguir admitindo… Procurando novas drogas de aluguel, neste vídeo coagido, é pela paz que eu não quero seguir admitindo… É pela paz que eu não quero seguir… É pela paz que eu não quero seguir… É pela paz que eu não quero seguir admitido… É pela paz que eu não quero seguir… É pela paz que eu não quero seguir… É pela paz que eu não quero seguir admitido… “ (O Rappa – Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero) – Comp.: Falcão / Lauro Farias / Marcelo Lobato / Marcelo Yuka / Xandão)

“… A ideia lá comia solta, subia a manga, amarrotada social… No calor alumínio, não tinha caneta nem papel, uma ideia fugiu, era o rodo cotidiano, era o rodo cotidiano… Espaço é curto, quase um curral, na mochila amassada, uma quentinha abafada… Meu troco é pouco, é quase nada… Meu troco é pouco, é quase nada… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Não se anda por onde gosta, mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta, ela some é lá no ralo de gente, ela é linda mas não tem nome, é comum e é normal… Sou mais um no Brasil da Central, da minhoca de metal, que corta as ruas… Da minhoca de metal… É… como um concorde apressado, cheio de força, que voa, voa mais pesado que o ar… E o avião, o avião, o avião do trabalhador… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Espaço é curto, quase um curral, na mochila amassada, uma quentinha abafada… Meu troco é pouco, é quase nada… Meu troco é pouco, é quase nada… Não se anda por onde gosta, mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta, ela some é lá no ralo de gente, ela é linda mas não tem nome, é comum e é normal… Sou mais um no Brasil da Central, da minhoca de metal, que corta as ruas… Da minhoca de metal… É… como um concorde apressado, cheio de força, que voa, voa mais pesado que o ar… E o avião, o avião, o avião do trabalhador… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother… Ô Ô Ô Ô Ô my brother…” (O Rappa – Rodo Cotidiano – Comp.: Lauro Farias / Marcelo Falcão / Marcelo Lobato / Marcos Lobato / Xandão)

“Tenha a certeza de que nenhum mal lhe pode acontecer, porque a Força divina é sua proteção permanente. O mal que lhe acontece talvez seja apenas uma experiência, pela qual você passa. “Mas tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus”, mesmo as dores e sofrimentos, as doenças e perseguições. Nenhum mal pode atingi-lo, a não ser aquele que você mesmo pratica.” (Minutos de Sabedoria Pg. 261)

Boa noite pessoal,

Nesta terça feira a soberania brasileira foi representada de forma maiúscula na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. A Presidenta Dilma Roussef, de forma impecável abordou, entre diversos aspectos da política internacional, a questão relativa à prática de espionagem pelos Estados Unidos. “Imiscuir-se dessa forma na vida de outros países fere o Direito Internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre eles, sobretudo, entre nações amigas. Jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra soberania. Jamais pode o direito à segurança dos cidadãos de um país ser garantido mediante a violação de direitos humanos e civis fundamentais dos cidadãos de outro país.”, afirmou categórica para os representantes das nações representadas na ONU.

Confira a íntegra do Discurso da Presidenta Dilma:

http://www2.planalto.gov.br/imprensa/discursos/discurso-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-na-abertura-do-debate-geral-da-68a-assembleia-geral-das-nacoes-unidas-nova-iorque-eua

Veja o Vídeo:

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, dois textos do blog Pátria Latina:

“Espionagem é afronta”, diz Dilma na ONU, por Redação Carta Capital – ‘Uma soberania jamais se firmar em detrimento de outra’, diz Dilma sobre espionagem – Na abertura da 68ª Assembleia Geral presidenta ressaltou que interceptações ferem o direito internacional e são “afronta” aos princípios que regem relações bilaterais

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=fadb05d5189a7da64138023a4e807b45&cod=12462

“Apoio a Genoíno; O dia em que Chico Buarque virou Geni” Raras vezes se vê uma notícia perdida neste mundo de sobreinformação causar tamanha perplexidade. A informação da Rede Brasil Atual (RBA) de que o compositor e escritor Chico Buarque aderiu ao abaixo-assinado em defesa do deputado José Genoíno, réu da Ação Penal 470, o “mensalão”, expôs na internet uma enxurrada de sentimentos que falam muito sobre como nós brasileiros enxergamos os políticos e desconfiamos do funcionamento das instituições democráticas – por consequência, da democracia em si.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=f6002b64f932b16eb8fc5cec2690beb9&cod=12461

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/09/24/trabalhando-com-poesia-513

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Terça-feira abençoada por Deus.

Apio Vinagre Nascimento
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Simultâneos – Tude Celestino

O vozerio em torno era aguerrido
Mas nós dizíamos versos simultaneamente
Ao ouvido um do outro e sua voz dolente
Embalava de sonhos meu atento ouvido.
Quando de minha vez, em mil rimas perdido,
Tentando compensá-la pelo áureo presente,
Tropeçava no verso e a lira cadente
Descantava cativa um sonho dolorido
Cumpliciada com a brisa que passava
Envolta em ondas de Perfume, a minha face
A sua cabeleira afagava.
E a noite complacente meu desejo embala
Desejo que crucia e me leva ao traspasse,
Por conter, insensato, a ânsia de beijá-la.

Ouve-me – Tude Celestino

Entra em minh’alma, vem! Mas não perguntes nada
Que eu também a ti, nada perguntarei.
Eu me esqueci de tudo e agora já nem sei
Se houve pedras ou flores pela minha estrada.
Se castelos ergui na doida caminhada
Que inconseqüente fiz, jamais os encontrei.
Mas que importa se fui pária ou se fui rei,
Qual na existência vã é o meu degrau na escada?
Não sei se vim ou se fui, que sei da vida?
Chegar não é talvez o mesmo que ir embora?
Não sei, só sei que amo. Ouve-me, querida,
O ontem se foi, o amanhã nem sei se posso
Dizer se vem ou não; amemo-nos agora,
Neste hoje que é eterno e tão somente nosso.

Imponderável – Tude Celestino

Começou… não, nem sei se começou
Foi um vislumbre, apenas um olhar,
Um prenúncio de sol, tênue luar,
U’a pluma que a brisa esvoaçou.
Um sonho belo que não se sonhou
Um lírio inexistente num altar
Uma canção que não se ouviu cantar,
Um instante sublime que passou.
Foi música que ouvi quase em surdina
Miragem? Sim! Mas guardo na retina
Como um esbater de asas de cetim.
Volátil aroma de etérea flor
Foi amor… mas que estranho amor,
“Sem nunca ter princípio, teve fim”.

Lago de Narciso – Tude Celestino

Não basta ser feliz, ainda preciso,
Além dessa ventura, ter camisa;
E que não haja amor, marco ou divisa
A cercear meu lago de narciso.
Que sensualmente fêmea e sem juízo,
Leve-me pouco a pouco, hábil, precisa
Ao teu inferno e depois, com a brisa,
Transfere-me ao céu com teu sorriso.
Que tuas mãos me façam mil carícias
E ofuscado ante teus contornos
Eu goze desse amor todas delícias.
E farto enfim, mas face a um novo ardor
Que tu ainda com teus beijos mornos,
Leve-me, louco, a morrer de amor.

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