Trabalhando com Poesia

“… Minha garganta estranha quando não te vejo, me vem um desejo doido de gritar… Minha garganta arranha a tinta e os azulejos, do teu quarto, da cozinha, da sala de estar… Minha garganta arranha a tinta e os azulejos do teu quarto, da cozinha, da sala de estar… Venho madrugada perturbar teu sono, como um cão sem dono, me ponho a ladrar… Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso, tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar… Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso, tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar… Sei que não sou santa, às vezes vou na cara dura, às vezes ajo com candura, pra te conquistar… Mas não sou beata, me criei na rua, e não mudo minha postura só pra te agradar… Mas não sou beata, me criei na rua, e não mudo minha postura só pra te agradar… Vim parar nessa cidade, por força da circunstância, sou assim desde criança, me criei meio sem lar… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te… Han!… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar… Minha garganta estranha… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar… Aprendi a me virar sozinha, e se eu tô te dando linha, é pra depois te abandonar…” (Ana Carolina – Garganta – Comp.: Totonho Villeroy)

“… O tempo vai passar você vai ver, então por que já não saber de vez? Você está tão longe de entender, o que eu falo bem diante de você… Você diz tudo bem, depois faz diferente. Diz que vai sumir e sempre volta atrás… Enquanto a sua imagem vai e vem, aonde posso ir se você não está… O sol me reconforta e eu ando só, e sei que você anda por aí… Eu nunca mais te vi ao meu redor, nem sei se me encontrei ou te perdi… Talvez eu siga sem você daqui pra frente. A vida tem caminhos muito desiguais!… Disseram que você só fala em mim, agora veja como a gente foi ficar… Não mandei você ir embora, nem falei que podia me esquecer… Vou sorrir pra tristeza agora, vou viver os meus dias sem você… O sol me reconforta e eu ando só, e sei que você anda por aí… Eu nunca mais te vi ao meu redor, nem sei se me encontrei ou te perdi… Talvez eu siga sem você daqui pra frente. A vida tem caminhos muito desiguais!… Disseram que você só fala em mim, agora veja como a gente foi ficar… Não mandei você ir embora, nem falei que podia me esquecer… Vou sorrir pra tristeza agora, vou viver os meus dias sem você… Não mandei você ir embora, nem falei que podia me esquecer… Vou sorrir pra tristeza agora, vou viver os meus dias sem você…” (Ana Carolina – Só Fala em mim – Comp.: Ana Carolina / Celso Fonseca / Totonho Villeroy)

“… A canção tocou na hora errada, e eu que pensei que eu sabia tudo, mas, se é você eu não sei nada… Quando ouvi a canção, era madrugada, eu vi você, até senti tua mão e achei até que me caia bem como uma luva, mas veio a chuva e ficou tudo tão desigual… A canção tocou no rádio agora, mas, você não pode ouvir, por causa do temporal… Mas guardei tuas cartas com letras de fôrma… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… A canção tocou na hora errada… Mas não tem nada não, eu até lembrei das rosas que dão no inverno… Mas não tem nada não, eu até lembrei das rosas que dão no inverno… Mas guardei tuas cartas com letras de fôrma… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… A canção tocou na hora errada… Mas não tem nada não, eu até lembrei das rosas que dão no inverno… Mas não tem nada não, eu até lembrei das rosas que dão no inverno… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora… Mas já não sei de que forma mesmo você foi embora …” (Ana Carolina – A canção tocou na hora errada – Comp.: Ana Carolina)

Confira outros sucessos de Ana Carolina:

“Não critique! Procure antes colaborar com todos, sem fazer críticas. A crítica fere, e ninguém gosta de ser ferido. E a criatura que gosta de criticar, aos poucos, se vê isolada de todos. Se vir alguma coisa errada, fale com amor e carinho, procurando ajudar. Mas, sobretudo, procure corrigir os outros, através de seu próprio exemplo.” (Minutos de Sabedoria Pg. 001)

Bom dia pessoal,

Mais um final de semana chegando e com ele a nossa expectativa de momentos de tranquilidade e de paz. Mais uma noite de tristeza para a torcida tricolor. Jogando pessimamente, com direito às falhas de sempre o time de Cristovão Borges frequenta pela primeira vez a zona perigosa da tabela. Time tem mais quatro partidas, sendo duas em casa e duas fora e terá que tirar leite de pedra para não cair para a segunda divisão. É hora da Torcida mostrar ainda mais amor pelo time. Só termina no último apito. #BoraBaheaMinhaPorra

Impossível para o “Trabalhando com Poesia” não repercutir o acontecimento histórico de ontem em homenagem ao Ex-Presidente João Goulart.

Eleito duas vezes vice-presidente da República, em 1955 e 1960, João Goulart tornou-se Presidente da República em agosto de 1961 com a renúncia de Jânio Quadros. Em sua posse, em 7 de setembro de 1961, Jango afirmou que todo o país deveria se mobilizar na luta pela emancipação econômica, contra a pobreza e contra o subdesenvolvimento.

“Reclamamos a união do povo brasileiro e por ela lutaremos com toda a energia, para, sob a inspiração da lei e dos direitos democráticos, mobilizar todo o País para a única luta interna em que nos devemos empenhar, que é a luta pela nossa emancipação econômica, que é a luta contra o pauperismo, a luta contra o subdesenvolvimento”, afirmou.
Já em 13 de março de 1964, em meio às tensões sociais e à pressão externa, o presidente discursou na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, para um público estimado de 150 mil pessoas. Na ocasião, Jango anunciou as reformas agrária, tributária e eleitoral. Ele ainda afirmou contar com a “compreensão e o patriotismo” das Forças Armadas.

“Reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira.

Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil”, disse.

Depois da cerimônia de chegada de João Goulart com honras militares, o filho dele, João Vicente Goulart, avaliou que o processo de exumação, exames e perícias para constatar a causa da morte do pai é um primeiro passo para resgatar a história do ex-presidente e do país. Para João Vicente, é importante refletir sobre as reformas de base propostas por Jango.

“Acho que se nós queremos reformar o Estado brasileiro, pensar na reforma de nossa previdência, na reforma agraria, temos que voltar a 1964 para estudar, para ver realmente o que foi 1964 e qual foram, dentro das reformas que foram enviadas a mensagem para o Congresso Nacional em 1964. Acho que a importância de rever Jango é a importância de rever o Brasil. Temos que avançar. Estamos dando o primeiro grande passo, não será o último”, comentou.
Rosa Maria Cardoso, que foi coordenadora da Comissão Nacional da Verdade e trabalha diretamente em processos que envolvem a história de Jango, afirmou que, para o país, é importantíssimo saber o que de fato aconteceu ao ex-presidente.

“Primeiro, é importante para a própria família que tem procurado desde que ele morreu saber as causas dessa morte, saber o significado político, também o envolvimento político dele, desde que a família sabia que o Jango era permanentemente vigiado por representantes de órgãos de informação e repressão. […] Desvendar tudo isso é muito importante”, avaliou Rosa Maria.

O cineasta Sílvio Tendler, que dirigiu o documentário “Jango”, lembrou que o local da solenidade, a Base Aérea, foi o último em que João Goulart esteve em Brasília, antes de viajar para Porto Alegre, e em seguida para o exílio. Ele também reconheceu o significado da homenagem com honras dignas de um chefe de estado ao ex-presidente.

“Quase 50 anos depois desses fatos que estou narrando, quer dizer, vai fazer 50 anos, ele volta com todas as honras dignas de um chefe de estado. Volta para poder receber a justa homenagem dele, numa iniciativa da presidenta Dilma Rousseff, na qual estarão presentes os outros chefes de estado, então acho que se faz justiça, e posso dizer que meu filme está quase pronto e acabado”, disse Sílvio.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, dois textos do site Brasil 247. Vale a pena conferir:
Lula: “Como eu posso comentar decisão do STF?” – Ex-presidente Lula diz que “quem tem de discordar ou não” sobre a determinação de prisão imediata dos réus da Ação Penal 470 “são os advogados, que juridicamente têm de saber se pode fazer ou não”; “Quem sou eu para fazer qualquer insinuação ou julgamento da Suprema Corte?”, questionou Lula, em Brasília, onde participou nesta manhã de cerimônia que recebeu os restos mortais do ex-presidente João Goulart; na sessão de hoje, os ministros do STF não discutiram os mandatos de prisão, que devem ser expedidos na próxima semana; condenados, como o ex-ministro José Dirceu, ganham alguns dias (…)

http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/120860/Lula-Como-eu-posso-comentar-decis%C3%A3o-do-STF.htm

O grito de um blogueiro contra a prisão de Genoino – No artigo “Preto, pobre, prostituta e petista”, Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, expressa sua indignação com a prisão de uma das principais lideranças da esquerda brasileira, José Genoino, que deve acontecer nas próximas horas; “isso está acontecendo em um país em que um político como Paulo Maluf, cujas provas de corrupção se avolumam há décadas, jamais foi condenado à prisão”, diz ele, que ilustra seu texto com uma imagem da “mansão de Genoino” (…)

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/120813/O-grito-de-um-blogueiro-contra-a-pris%C3%A3o-de-Genoino.htm

Petistas cobram que STF julgue mensalão tucano – “O esquema de pagamento de mensalidades foi criado pelo PSDB em Minas Gerais cinco anos antes. Não tem nem data para julgamento e corre o risco de prescrever. Não se pode ter dois pesos e duas medidas”, disse o senador Jorge Viana; já o também Eduardo Suplicy disse que o STF assumiu o “compromisso” de julgar o mensalão tucano, por isso tem que cumprir seu papel; “é um compromisso que eles assumiram de analisar o caso que ocorreu com o PSDB. É natural que isso aconteça. Não dá para ter dois pesos e duas medidas”, afirmou (…)

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/120884/Petistas-cobram-que-STF-julgue-mensal%C3%A3o-tucano.htm

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/11/15/3802/

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma sexta-feira abençoada por Deus e coberta pela paz do Alá de Oxalá! Bom final de semana e até segunda feira.

Apio Vinagre Nascimento
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Portas – Içami Tiba

Se você abre uma porta,
você pode ou não entrar em uma nova sala.
Você pode não entrar e ficar observando a vida.
Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo:
Nesta sala vive-se!
Mas, também, tem um preço…
São inúmeras outras portas que você descobre.
Às vezes curte-se mil e uma.
O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta.
A vida não é rigorosa,
ela propicia erros e acertos.
Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende.
Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas.
E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas.
Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas.
Mas a vida também pode ser dura e severa.
Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente.
É a repetição perante a criação,
é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores,
é a estagnação da vida…
Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!

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