Trabalhando com Poesia

“… Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito, nem que seja só pra te levar pra casa, depois de um dia normal… Olhar teus olhos, de promessas fáceis, e te beijar a boca de um jeito que te faça rir, que te faça rir… Hoje eu preciso te abraçar, sentir teu cheiro de roupa limpa, pra esquecer os meus anseios e dormir em paz… Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua, qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria, em estar vivo… Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar, me dizendo que eu sou o causador da tua insônia, que eu faço tudo errado sempre, sempre… Hoje preciso de você, com qualquer humor, com qualquer sorriso… Hoje só tua presença, vai me deixar feliz, só hoje… Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua, qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria, em estar vivo… Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar, me dizendo que eu sou o causador da tua insônia, que eu faço tudo errado sempre, sempre… Hoje preciso de você, com qualquer humor, com qualquer sorriso… Hoje só tua presença, vai me deixar feliz, só hoje… Hoje preciso de você, com qualquer humor, com qualquer sorriso… Hoje só tua presença, vai me deixar feliz, só hoje… Só hoje…” (Jota Quest – Só hoje – Comp.: Rogério Flausino)

“… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Da esquina eu vi o brilho dos teu olhos, tua vontade de morrer de rir, teus cabelos tentaram esconder, mas vi tua boca feliz, tua alma leve como as fadas, que bailavam no teu peito, tua pele clara como a paz, que existe em todo sonho bom, quis matar os seus desejos, ver a cor dos teus segredos, e contar pra todo mundo, do beijo que eu nunca esqueci… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Da esquina eu vi o brilho dos teu olhos, tua vontade de morrer de rir, teus cabelos tentaram esconder, mas vi tua boca feliz, tua alma leve como as fadas, que bailavam no teu peito, tua pele clara como a paz, que existe em todo sonho bom, quis matar os seus desejos, ver a cor dos teus segredos, e contar pra todo mundo, do beijo que eu nunca esqueci… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor… Encontrar alguém, encontrar alguém, encontrar alguém, que me dê amor…” (Jota Quest – Encontrar alguém – Comp.: Rogério Flausino / Marcos Túlio Lara / Paulo Diniz / Marco Túlio Lara / Márcio Buzelin / Paulinho Fonseca)

“… O teu olhar caiu no meu, a tua boca, na minha se perdeu! Foi tudo lindo, tão lindo foi, e nem me lembro, que veio depois… A tua voz dizendo amor, foi tão bonito, que o tempo até parou… De duas vidas, uma se fez, eu me senti nascendo outra vez… E eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, não quero saber quem fui, mas sim quem sou, e eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, só quero saber do seu, do nosso amor… O teu olhar caiu no meu, a tua boca, na minha se perdeu! Foi tudo lindo, tão lindo foi, eu nem me lembro que veio depois… A tua voz dizendo amor, foi tão bonito, que o tempo até parou… De duas vidas, uma se fez, eu me senti nascendo outra vez… E eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, não quero saber quem fui, mas sim quem sou, e eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, só quero saber do seu, do nosso amor… E eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, não quero saber quem fui, mas sim quem sou, e eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, só quero saber do seu, do nosso amor… E eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, não quero saber quem fui, mas sim quem sou, e eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, só quero saber do seu, do nosso amor… E eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, não quero saber quem fui, mas sim quem sou, e eu vou! Esquecer de tudo, as dores do mundo, só quero saber do seu, do nosso amor… E eu vou esquecer de tudo, as dores do mundo… E eu vou esquecer de tudo, as dores do mundo… E eu vou esquecer de tudo, as dores do mundo… E eu vou!… ” (Jota Quest – As dores do mundo – Comp.: Hyldon)

“Não esteja ansioso e preocupado, para não atrair moléstias para seu corpo. A ansiedade é um fator bioquímico, que influencia as secreções glandulares, produzindo demasiada adrenalina, que estimula em exagero o sistema nervoso. Daí à enfermidade é um passo. O nervosismo prejudica funda mentalmente a saúde. Portanto, não seja ansioso: faça constantemente afirmações positivas de saúde, e mantenha se calmo e sereno.” (Minutos de Sabedoria Pg. 015)

Bom dia pessoal,

Como foram de Natal? Espero que muito bem, que a harmonia e a fraternidade tenham permeado o contato com seus entes queridos em seus lares. Mais que isso, desejo que por todos os demais dias deste ano, este sentimento esteja presente.

Na nossa sugestão de leitura de hoje alguns textos do site Correio Nagô. Vale a pena conferir:

Você comemora o Natal? Mas, já ouviu falar sobre a Kwanzaa? – Kwanzaa é uma festa, de caráter interreligioso, que dura sete dias, e que é muito comum na comunidade afroamericana e entre negros da diáspora. No Brasil, a celebração ainda é desconhecida e ainda resume-se a um pequeno ciclo de militantes panafricanistas conscientes do papel histórico do povo africano e da necessidade de reconstruir essa memória.

http://correionago.com.br/portal/mas-ja-ouviu-falar-sobre-a-kwanzaa/

Acidente grave deixa pescadores e marisqueiras sem trabalho em Ilha baiana – No último dia 17 de dezembro de 2013 um navio da empresa Petredec, com produtos da BRASKEM, pegou fogo nas proximidades do Porto de Aratu e o impacto ambiental vem prejudicando milhares de moradores, pescadores e marisqueiras da Ilha de Maré e cidades da região. A área mais afetada na comunidade foi a “Ponta do Sílvio”, região repleta de manguezais.

http://correionago.com.br/portal/acidente-grave-deixa-pescadores-e-marisqueiras-sem-trabalho-na-bahia/

Executiva americana na África diz que espera não pegar Aids: “Brincadeira. Sou branca!” – Mensagem gerou revolta e repercutiu internacionalmente. Diretora de comunicação da IAC – empresa que controla serviços e sites como Vimeo e Tinder, americana foi acusada de racismo

http://correionago.com.br/portal/executiva-americana-na-africa-diz-que-espera-nao-pegar-aids-brincadeira-sou-branca/

Então é Natal! E o que fizeram as mulheres negras? – Sabemos que a imagem de mulher negra forte é uma máscara que contribui para nos levar á loucura, Opal Palmer Adisa – Que o movimento de mulheres negras se constitui no mais exitoso e atuante do planeta Sueli Carneiro nos ensina, e este ano de 2013 foi marcado pela conquista de reivindicações históricas, a citar a Emenda Constitucional nº 72, a qual consagrou dignidade e direitos no espaço doméstico às milhares de Laudelinas de Campos e Creuzas Oliveiras.

http://correionago.com.br/portal/entao-e-natal-e-o-que-fizeram-as-mulheres-negras/

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/12/26/trabalhando-com-poesia-553

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quinta-feira abençoada por Deus e coberta de paz e protegida pelo Caçador de uma flecha só. Okearô Odé!!

Apio Vinagre Nascimento
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APROXIMA-SE DO RETIRANTE O MORADOR DE UM DOS MOCAMBOS QUE EXISTEM ENTRE O CAIS E A ÁGUA DO RIO

— Seu José, mestre carpina,
que habita este lamaçal,
sabes me dizer se o rio
a esta altura dá vau?
sabe me dizer se é funda
esta água grossa e carnal?
— Severino, retirante,
jamais o cruzei a nado;
quando a maré está cheia
vejo passar muitos barcos,
barcaças, alvarengas,
muitas de grande calado.
— Seu José, mestre carpina,
para cobrir corpo de homem
não é preciso muito água:
basta que chega ao abdome,
basta que tenha fundura
igual à de sua fome.
— Severino, retirante,
pois não sei o que lhe conte;
sempre que cruzo este rio
costumo tomar a ponte;
quanto ao vazio do estômago,
se cruza quando se come.
— Seu José, mestre carpina,
e quando ponte não há?
quando os vazios da fome
não se tem com que cruzar?
quando esses rios sem água
são grandes braços de mar?
— Severino, retirante,
o meu amigo é bem moço;
sei que a miséria é mar largo,
não é como qualquer poço:
mas sei que para cruzá-la
vale bem qualquer esforço.
— Seu José, mestre carpina,
e quando é fundo o perau?
quando a força que morreu
nem tem onde se enterrar,
por que ao puxão das águas
não é melhor se entregar?
— Severino, retirante,
o mar de nossa conversa
precisa ser combatido,
sempre, de qualquer maneira,
porque senão ele alaga
e devasta a terra inteira.
— Seu José, mestre carpina,
e em que nos faz diferença
que como frieira se alastre,
ou como rio na cheia,
se acabamos naufragados
num braço do mar miséria?
— Severino, retirante,
muita diferença faz
entre lutar com as mãos
e abandoná-las para trás,
porque ao menos esse mar
não pode adiantar-se mais.
— Seu José, mestre carpina,
e que diferença faz
que esse oceano vazio
cresça ou não seus cabedais,
se nenhuma ponte mesmo
é de vencê-lo capaz?
— Seu José, mestre carpina,
que lhe pergunte permita:
há muito no lamaçal
apodrece a sua vida?
e a vida que tem vivido
foi sempre comprada à vista?
— Severino, retirante,
sou de Nazaré da Mata,
mas tanto lá como aqui
jamais me fiaram nada:
a vida de cada dia
cada dia hei de comprá-la.
— Seu José, mestre carpina,
e que interesse, me diga,
há nessa vida a retalho
que é cada dia adquirida?
espera poder um dia
comprá-la em grandes partidas?
— Severino, retirante,
não sei bem o que lhe diga:
não é que espere comprar
em grosso tais partidas,
mas o que compro a retalho
é, de qualquer forma, vida.
— Seu José, mestre carpina,
que diferença faria
se em vez de continuar
tomasse a melhor saída:
a de saltar, numa noite,
fora da ponte e da vida?

UMA MULHER, DA PORTA DE ONDE SAIU O HOMEM, ANUNCIA-LHE O QUE SE VERÁ

— Compadre José, compadre,
que na relva estais deitado:
conversais e não sabeis
que vosso filho é chegado?
Estais aí conversando
em vossa prosa entretida:
não sabeis que vosso filho
saltou para dentro da vida?
Saltou para dento da vida
ao dar o primeiro grito;
e estais aí conversando;
pois sabei que ele é nascido.

APARECEM E SE APROXIMAM DA CASA DO HOMEM VIZINHOS, AMIGOS, DUAS CIGANAS ETC.

— Todo o céu e a terra
lhe cantam louvor.
Foi por ele que a maré
esta noite não baixou.
— Foi por ele que a maré
fez parar o seu motor:
a lama ficou coberta
e o mau-cheiro não voou.
— E a alfazema do sargaço,
ácida, desinfetante,
veio varrer nossas ruas
enviada do mar distante.
— E a língua seca de esponja
que tem o vento terral
veio enxugar a umidade
do encharcado lamaçal.

— Todo o céu e a terra
lhe cantam louvor
e cada casa se torna
num mocambo sedutor.
— Cada casebre se torna
no mocambo modelar
que tanto celebram os
sociólogos do lugar.
— E a banda de maruins
que toda noite se ouvia
por causa dele, esta noite,
creio que não irradia.
— E este rio de água cega,
ou baça, de comer terra,
que jamais espelha o céu,
hoje enfeitou-se de estrelas.

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