Trabalhando com Poesia

“… Disfarça e faz que não quer, que não quer nem pensar, mas o teu olhar me pega e faz meu dia, me cura essas mágoas, me ensina a te gostar, me lava a alma, esse teu olhar… Mas deixa que a tarde traz você pra mim, mais linda do que o dia foi, com seus desejos de amor… Mas deixa que a tarde traz você pra mim, com seus sonhos e com toda paz, teus olhos e tudo mais… Disfarça e faz que não quer, que não quer nem pensar, mas o teu olhar me pega e faz meu dia, me cura essas mágoas, me ensina a te gostar, me lava a alma, esse teu olhar… Mas deixa que a tarde traz você pra mim, mais linda do que o dia foi, com seus desejos de amor… Mas deixa que a tarde traz você pra mim, com seus sonhos e com toda paz, teus olhos e tudo mais… Mas deixa que a tarde traz você pra mim, mais linda do que o dia foi, com seus desejos de amor… Mas deixa que a tarde traz você pra mim, com seus sonhos e com toda paz, teus olhos e tudo mais…” (Jota Quest – A Tarde – Comp.: Marcio Buzelin)

“…Tudo é tão bom e azul, e calmo como sempre, os olhos piscaram de repente, um sonho… As coisas são assim, quando se está amando, as bocas não se deixam e o segundo não tem fim… Um dia feliz, às vezes é muito raro, falar é complicado, quero uma canção… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu, e todo mundo cantar junto… Tudo se torna claro, pateticamente pálido, o coração dispara, se eu vejo o teu carro… A vida é tão simples, mas dá medo de tocar, as mãos se procuram sós, como a gente mesmo quis… Um dia feliz, às vezes é muito raro, falar é complicado, quero uma canção… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu, e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu, e todo mundo cantar junto… Um dia feliz, às vezes é muito raro, falar é complicado, quero uma canção… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu, e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu e todo mundo cantar junto… Fácil, extremamente fácil, pra você, e eu, e todo mundo cantar junto…” (Jota Quest – Fácil – Comp.: Wilson Sideral / Rogério Flausino)

“…7:15 eu acordo, e começo a me lembrar do que ainda não me esqueci, do que tenho pra falar, todo dia é assim, tempo quente, pé na estrada, tô seguindo o meu caminho, já parti pro tudo ou nada… Será que todo dia vai ser sempre assim?… Será que todo dia vai ser sempre assim?… Quero iniciativa, e um pouco de humor, pra peleja da minha vida, ser feliz, se assim for… Tô correndo contra o tempo, e agora não posso parar, por favor, espere a sua vez, certamente ela virá… Será que todo dia vai ser sempre assim?… Será que todo dia vai ser sempre assim?… Nessa horas, eu me lembro, com saudades de você, dos amigos que eu ainda não fiz, e de tudo que ainda há… Tô fazendo a minha história e sei que posso contar, com essa fé que ainda me faz otimista até demais… Que bom que todo dia vai ser sempre assim!… Que bom que todo dia vai ser sempre assim!… Sempre assim!… Sempre assim!… Sempre assim!… Sempre assim!… Sempre assim!…” (Jota Quest – Sempre assim – Comp.: Rogério Flausino / Márcio Buzelin / Paulinho Fonseca / PJ / Marco Túlio)

“…Uh uh uh, yeah Uh uh uh… Você mandou bem, cuidou de mim, foi forte, sim, me fez entender, o lado bom, o bom do amor… O que aconteceu ficou no ar, eu vou juntar meu nome com o teu, hã, hã… Você chegou que nem água pra sede, me desejou que foi tudo de vez, é novidade, que tal passar bem? E no final é só eu e você… Eu tô pensando agora, a gente no futuro, se amando toda hora e caminhando juntos… Eu tô pensando agora, a gente no futuro, se amando toda hora e caminhando juntos… Você mandou bem, cuidou de mim, foi forte, sim, me fez entender, o lado bom, o bom do amor… O que aconteceu ficou no ar, eu vou juntar meu nome com o teu, hã, hã… Você chegou que nem água pra sede, me desejou que foi tudo de vez, é novidade, que tal passar bem? E no final é só eu e você… Eu tô pensando agora, a gente no futuro, se amando toda hora e caminhando juntos… Eu tô pensando agora, a gente no futuro, se amando toda hora e caminhando juntos… Caminhando juntos… Hã, play the base… Você mandou bem… Você mandou bem (futuro)… Você mandou mandou bem, você mandou… Você mandou bem (futuro)… Você mandou bem… Você mandou bem… A gente no futuro… Eu tô pensando agora, a gente no futuro, se amando toda hora e caminhando juntos… Eu tô pensando agora, a gente no futuro, se amando toda hora e caminhando… E caminhando… A gente no futuro… E caminhando… A gente no futuro… Rompendo a madrugada, pirados de mãos dadas… Rompendo a madrugada, pirados de mãos dadas… E caminhando junto… Ah, imagina no futuro… A gente no futuro… Você mandou bem… A gente no futuro…” (Jota Quest – Mandou bem – Comp.: Jota Quest)

Confira outros sucessos de Jota Quest:

“Você jamais está abandonado! Absolutamente! O Pai não abandona ninguém. Ele veste de plumas multicoloridas as pequeninas aves, enfeita de beleza e perfume as flores e não deixa morrer de fome nem os insetos nem os pequeninos vermes. Esteja certo: não cai um fio cabelo de sua cabeça, sem que Ele o permita. Confie no Pai! Você jamais está abandonado!” (Minutos de Sabedoria Pg. 016)

Bom dia pessoal,

E chegamos no último final de semana do ano. Hoje é dia de ir à Colina Sagrada, agradecer ao Senhor do Bomfim por tudo o quanto me proporcionou durante este 2013. Apesar das dificuldades que sempre acontecem em nossas vidas, no que diz respeito à vida acadêmica e profissional, além da vida pessoal, foi um ano produtivo.

Apesar disso, definitivamente, não posso dizer que foi um ano fácil! Ao contrário, foi dolorido. Ano em que perdemos a presença física de meu pai, certamente uma ausência que será sentida por mim e por meus irmãos ao longo de nossas vidas.

Desejo que cada um de vocês, ao refletirem sobre esse 2013 tenham um balanço positivo.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, alguns textos do site Correio do Brasil. Vale a pena conferir:

Suécia volta atrás e revê sistema de privatização do ensino – Quando uma das maiores empresas privadas de educação da Suécia faliu, alguns meses atrás, deixou 11 mil alunos desamparados e fez com que o governo repensasse a reforma neoliberal da educação, feita nos moldes da privataria com o Estado financiando a entrega dos serviços públicos aos oligopólios capitalistas e assim causando graves prejuízos para os trabalhadores e a população.

http://correiodobrasil.com.br/ultimas/suecia-volta-atras-e-reve-sistema-de-privatizacao-do-ensino/672888/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20131226

Coca-Cola é envenenada por grupo anarquista contra o consumismo – Garrafas de Coca-Cola e do chá Nestea foram envenenadas com ácido clorídrico – Em uma declaração de seis páginas enviada ao jornal digital Zougla.gr e a outros meios de comunicação, o coletivo identificado como Federação Anarquista Informal – Complô Internacional pela Vingança, afirmou que a escolha do período de férias na Grécia não foi uma escolha aleatória. Devido ao aumento no consumo, alegam, as multinacionais tentem a multiplicar seus lucros nestes dias.

http://correiodobrasil.com.br/ultimas/coca-cola-e-envenenada-por-grupo-anarquista-contra-o-consumismo/672926/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20131226

Papa adverte que o egoísmo conduz o ser humano à escuridão – Líder de mais de 1 bilhão de almas católicas no mundo, o Papa Francisco pediu, durante a missa do Galo, na madrugada desta quarta-feira, que as pessoas evitem o orgulho e o egoísmo e que os fiéis abram o coração a Deus. Francisco, em sua primeira celebração do Natal como chefe da Santa Sé desde março passado, tornou-se o primeiro papa não-europeu em 1,3 mil anos. Ele celebrou uma missa solene para cerca de 10 mil pessoas na Basílica de São Pedro.

http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/papa-adverte-que-o-egoismo-conduz-o-ser-humano-a-escuridao/672890/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20131226

Cientistas projetam clima mais quente para este século no Brasil – A tendência do clima, para os próximos anos, é de mais calor – No início de setembro, o organismo científico, criado pelo governo federal em 2009 por meio dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Meio Ambiente, revelou que as projeções mostram que haverá alta nas temperaturas do país no decorrer do século, mais períodos de seca no Norte e Nordeste e aumento das chuvas no Sul e Sudeste.

http://correiodobrasil.com.br/meio-ambiente/energia/cientistas-projetam-clima-mais-quente-para-este-seculo-no-brasi/672871/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20131226

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2013/12/26/trabalhando-com-poesia-554

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma sexta-feira abençoada por Deus e coberta pela paz do Alá de Oxalá! Bom final de semana e até segunda feira.

Apio Vinagre Nascimento
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Confira outra versão de “Morte e vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, além das suas últimas quadras:

COMEÇAM A CHEGAR PESSOAS TRAZENDO PRESENTES PARA O RECÉM-NASCIDO

— Minha pobreza tal é
que não trago presente grande:
trago para a mãe caranguejos
pescados por esses mangues;
mamando leite de lama
conservará nosso sangue.
— Minha pobreza tal é
que coisa não posso ofertar:
somente o leite que tenho
para meu filho amamentar;
aqui são todos irmãos,
de leite, de lama, de ar.
— Minha pobreza tal é
que não tenho presente melhor:
trago papel de jornal
para lhe servir de cobertor;
cobrindo-se assim de letras
vai um dia ser doutor.
— Minha pobreza tal é
que não tenho presente caro:
como não posso trazer
um olho d’água de Lagoa do Carro,
trago aqui água de Olinda,
água da bica do Rosário.

— Minha pobreza tal é
que grande coisa não trago:
trago este canário da terra
que canta corrido e de estalo.
— Minha pobreza tal é
que minha oferta não é rica:
trago daquela bolacha d’água
que só em Paudalho se fabrica.
— Minha pobreza tal é
que melhor presente não tem:
dou este boneco de barro
de Severino de Tracunhaém.
— Minha pobreza tal é
que pouco tenho o que dar:
dou da pitu que o pintor Monteiro
fabricava em Gravatá.

— Trago abacaxi de Goiana
e de todo o Estado rolete de cana.
— Eis ostras chegadas agora,
apanhadas no cais da Aurora.
— Eis tamarindos da Jaqueira
e jaca da Tamarineira.
— Mangabas do Cajueiro
e cajus da Mangabeira.
— Peixe pescado no Passarinho,
carne de boi dos Peixinhos.
— Siris apanhados no lamaçal
que há no avesso da rua Imperial.
— Mangas compradas nos quintais ricos
do Espinheiro e dos Aflitos.
— Goiamuns dados pela gente pobre
da Avenida Sul e da Avenida Norte.

FALAM AS DUAS CIGANAS QUE HAVIAM APARECIDO COM OS VIZINHOS

— Atenção peço, senhores,
para esta breve leitura:
somos ciganas do Egito,
lemos a sorte futura.
Vou dizer todas as coisas
que desde já posso ver
na vida desse menino
acabado de nascer:
aprenderá a engatinhar
por aí, com aratus,
aprenderá a caminhar
na lama, como goiamuns,
e a correr o ensinarão
o anfíbios caranguejos,
pelo que será anfíbio
como a gente daqui mesmo.
Cedo aprenderá a caçar:
primeiro, com as galinhas,
que é catando pelo chão
tudo o que cheira a comida;
depois, aprenderá com
outras espécies de bichos:
com os porcos nos monturos,
com os cachorros no lixo.
Vejo-o, uns anos mais tarde,
na ilha do Maruim,
vestido negro de lama,
voltar de pescar siris;
e vejo-o, ainda maior,
pelo imenso lamarão
fazendo dos dedos iscas
para pescar camarão.
— Atenção peço, senhores,
também para minha leitura:
também venho dos Egitos,
vou completar a figura.
Outras coisas que estou vendo
é necessário que eu diga:
não ficará a pescar
de jereré toda a vida.
Minha amiga se esqueceu
de dizer todas as linhas;
não pensem que a vida dele
há de ser sempre daninha.
Enxergo daqui a planura
que é a vida do homem de ofício,
bem mais sadia que os mangues,
tenha embora precipícios.
Não o vejo dentro dos mangues,
vejo-o dentro de uma fábrica:
se está negro não é lama,
é graxa de sua máquina,
coisa mais limpa que a lama
do pescador de maré
que vemos aqui, vestido
de lama da cara ao pé.
E mais: para que não pensem
que em sua vida tudo é triste,
vejo coisa que o trabalho
talvez até lhe conquiste:
que é mudar-se destes mangues
daqui do Capibaribe
para um mocambo melhor
nos mangues do Beberibe.

FALAM OS VIZINHOS, AMIGOS, PESSOAS QUE VIERAM COM PRESENTES ETC.

— De sua formosura
já venho dizer:
é um menino magro,
de muito peso não é,
mas tem o peso de homem,
de obra de ventre de mulher.
— De sua formosura
deixai-me que diga:
é uma criança pálida,
é uma criança franzina,
mas tem a marca de homem,
marca de humana oficina.
— Sua formosura
deixai-me que cante:
é um menino guenzo
como todos os desses mangues,
mas a máquina de homem
já bate nele, incessante.
— Sua formosura
eis aqui descrita:
é uma criança pequena,
enclenque e setemesinha,
mas as mãos que criam coisas
nas suas já se adivinha.

— De sua formosura
deixai-me que diga:
é belo como o coqueiro
que vence a areia marinha.
— De sua formosura
deixai-me que diga:
belo como o avelós
contra o Agreste de cinza.
— De sua formosura
deixai-me que diga:
belo como a palmatória
na caatinga sem saliva.
— De sua formosura
deixai-me que diga:
é tão belo como um sim
numa sala negativa.

— É tão belo como a soca
que o canavial multiplica.
— Belo porque é uma porta
abrindo-se em mais saídas.
— Belo como a última onda
que o fim do mar sempre adia.
— É tão belo como as ondas
em sua adição infinita.

— Belo porque tem do novo
a surpresa e a alegria.
— Belo como a coisa nova
na prateleira até então vazia.
— Como qualquer coisa nova
inaugurando o seu dia.
— Ou como o caderno novo
quando a gente o principia.

— E belo porque com o novo
todo o velho contagia.
— Belo porque corrompe
com sangue novo a anemia.
— Infecciona a miséria
com vida nova e sadia.
— Com oásis, o deserto,
com ventos, a calmaria.

O CARPINA FALA COM O RETIRANTE QUE ESTEVE DE FORA, SEM TOMAR PARTE EM NADA

— Severino retirante,
deixe agora que lhe diga:
eu não sei bem a resposta
da pergunta que fazia,
se não vale mais saltar
fora da ponte e da vida;
nem conheço essa resposta,
se quer mesmo que lhe diga;
é difícil defender,
só com palavras, a vida,
ainda mais quando ela é
esta que vê, severina;
mas se responder não pude
à pergunta que fazia,
ela, a vida, a respondeu
com sua presença viva.
E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina.

FIM DE “MORTE E VIDA SEVERINA”

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