Trabalhando com Poesia

“… Quem foi que disse que amar é sofrer? Quem foi que disse que Deus é brasileiro? Que existe ordem e progresso, enquanto a zona corre solta no congresso… Quem foi que disse que a justiça tarda mas não falha? Que se eu não for um bom menino, Deus vai castigar… Os dias passam lentos, aos meses seguem os aumentos… Cada dia eu levo um tiro, que sai pela culatra, eu não sou ministro, eu não sou magnata… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém… Aqui embaixo as leis são diferentes… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém, aqui embaixo as leis são diferentes… Quem foi que disse que os homens nascem iguais? Quem foi que disse que dinheiro não traz felicidade? Se tudo aqui acaba em samba, no país da corda bamba, querem me derrubar!… Quem foi que disse que os homens não podem chorar? Quem foi que disse que a vida começa aos quarenta? A minha acabou faz tempo, agora entendo por que… Cada dia eu levo um tiro, que sai pela culatra, eu não sou ministro, eu não sou magnata… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém… Aqui embaixo as leis são diferentes… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém, aqui embaixo as leis são diferentes… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém… Aqui embaixo as leis são diferentes… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém, aqui embaixo as leis são diferentes… Os dias passam lentos… Os dias passam lentos… Cada dia eu levo um tiro… Cada dia eu levo um tiro… Eu não sou ministro, eu não sou magnata Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém… Aqui embaixo as leis são diferentes… Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém, aqui embaixo as leis são diferentes…” (Biquini Cavadão – Zé Ninguém – Comp.: alvaro, Bruno, Miguel, Sheik, Coelho)

“… Missionários de um mundo pagão, proliferando ódio e destruição, vêm dos quatro cantos da terra, a morte, a discórdia, a ganância e a guerra… E a guerra… Missionários e missões suicidas, crianças matando, crianças inimigas… Generais de todas as nações, fardas bonitas, condecorações… Documentam na nossa história, o seu rastro sujo de sangue e glória… Missionários de um mundo pagão, proliferando ódio e destruição, vêm dos quatro cantos da terra, a morte, a discórdia, a ganância e a guerra… E a guerra… Missionários e missões suicidas, crianças matando, crianças inimigas… Generais de todas as nações, fardas bonitas, condecorações… Documentam na nossa história, o seu rastro sujo de sangue e glória… Vindo de todas as partes, mas indo prá lugar algum… Assim caminha a raça humana, se devorando um a um… Gritei para o horizonte, ele não me respondeu e, então fechei os olhos, sua voz assim me bateu…” (Biquini Cavadão – Carta aos missionários – Comp.: Marcelo Hayenna – Cal – Nilo Nunes)

“… Bem aventurados sejam aqueles que amam essa desordem, nós viemos a reboque, este mundo é um grande choque, mas não somos desse mundo, de cidades em torrente, de pessoas em corrente… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Viemos preparados prá almoçar soldados, chegamos atrasados, sumiram com a cidade antes de nós… Mesmo assim, basta esquecê-la no outro dia, transformando em lataria, tudo que estiver ao nosso alcance… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Chega de marra, chega de farra, chega de guerra, quem nunca falha, fala, erra, sorte, joga a primeira pedra… Aqui na terra, bicho que pega, fica violento… Meu raciocínio transformado em racionamento, só que talento é minha forma de reprodução… Corta câmera, corta luz, que eu continuo em ação, aproveitando nossa liberdade de expressão… Renato Russo, eu, Suave e o Biquini Cavadão… Bem aventurados sejam os senhores do progresso. Esses senhores do regresso… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Errar não é humano, depende de quem erra, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Vivendo só de guerra… Vivendo só de guerra… Viemos espalhar discórdia… Esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Conquistar muitas vitórias, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Conquistar muitas derrotas, esperamos pela vida, vivendo só de guerra… Esperamos pela vida, vivendo só de guerra…” (Biquini Cavadão – Mumias – Comp.: Alvaro – Bruno – Miguel -sheik – Coelho)

“Coopere com sua pátria, para engrandecer-se a si mesmo. A pátria é a reunião de todos nós. No entanto, evite buscar apenas vantagens pessoais, pois aquilo que você retirar a mais para você estará prejudicando a outrem, que receberá a menos. Qualquer função é útil à comunidade, e o bem da coletividade se distribui a todos os cidadãos. Não abuse de seus privilégios.” (Minutos de Sabedoria Pg. 034)

Bom dia pessoal,

Existem coisas que acontecem em nossa vida que como diz uma certa propaganda, “Não tem preço”. Ontem, em dois momentos distintos, duas pessoas que amo demais me fizeram sentir essa sensação. A primeira ao dialogar comigo disse: A primeira relatando suas experiências atuais de trabalho, reputou ao nosso convívio profissional a influência em recente elogio público da sua atual chefia, fato que me deixou imensamente orgulhoso, não do elogio a mim feito, mas, de perceber que aquilo que foi feito em relação a quem trabalhou conosco rende frutos de qualidade.

A segunda pessoa, num outro momento me escreveu: “com todas as suas birras você é um irmão que eu sempre quis ter”. O melhor disso tudo é que é um sentimento recíproco.

Devo admitir que ambas as manifestações, além de me levar às lágrimas, fizeram muito melhor o meu dia e a forma como me enxergo no mundo. A vocês duas, que sei assíduas leitoras das minhas postagens e do “Trabalhando com Poesia”, o meu agradecimento e sentimento recíproco. Grande beijo.

O Bahia enfrenta novamente o Vitória da Conquista, no interior do estado. A partida inaugura os jogos de volta da fase de grupos da competição. A outra equipe baiana, volta a campo amanhã em Salvador, contra o Sergipe.

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos do site Correio do Brasil. Vale a pena conferir:

Dilma rebate PSDB: “eu pago a minha conta” – A presidente Dilma Rousseff (PT) negou, nesta terça-feira (28), ter pago a conta de um restaurante em Lisboa com recursos públicos; “Eu posso escolher o restaurante que for, desde que eu pague a minha conta. Eu pago a minha conta. É exigência para todos os ministros, e eu só faço exigência que eu também exijo de mim, que quem jantar ou almoçar comigo pague a sua conta”, afirmou; PSDB entrou com representação na Comissão de Ética da Presidência contra Dilma (…)

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/128454/Dilma-rebate-PSDB-eu-pago-a-minha-conta.htm

Os rolezinhos nos acusam: somos uma sociedade injusta e segregacionista – Esse tipo de sociedade pode ser chamada ainda de humana e civilizada? Ou é uma forma travestida de barbárie? Esta última lhe convém mais – O fenômeno dos centenas de rolezinhos que ocuparam shoppings centers no Rio e em São Paulo suscitaram as mais disparatadas interpretações. Algumas, dos acólitos da sociedade neoliberal do consumo que identificam cidadania com capacidade de consumir, geralmente nos jornalões da mídia comercial, nem merecem consideração. São de uma indigência analítica de fazer vergonha.

http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/128399/Os-rolezinhos-nos-acusam-somos-uma-sociedade-injusta-e-segregacionista.htm

Imunidade religiosa – Estamos assistindo ao crescimento desmesurado de pseudosseitas religiosas, as quais mais enriquecem seus pastores do que o próprio rebanho – O conceito hermético constitucional sobre a ampla e irrestrita imunidade tributária dos templos religiosos e atividades congêneres precisa urgente e rapidamente ser revisto. Com razão, não se justifica mais essa parafernália no modelo de expansão do neoprotestantismo e do ecumenismo cotidianos.

http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/128282/Imunidade-religiosa.htm

Ao lado de Fidel, Dilma promete mais apoio a Cuba – A presidente Dilma esteve ontem com o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, a quem agradeceu pelos profissionais que atuam no Mais Médicos e também prometeu mais apoio econômico; Brasil irá liberar mais R$ 701 milhões para a criação de uma zona econômica especial no Porto de Mariel, construído pela Odebrecht e financiado pelo BNDES; em nota, senador Aécio Neves (PSDB-MG) contestou apoio do governo brasileiro ao regime cubano.

http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/128370/Ao-lado-de-Fidel-Dilma-promete-mais-apoio-a-Cuba.htm

Folha: da “ditabranda” às Diretas-Já – Até hoje, o jornal da famiglia Frias não se penitenciou deste grave crime histórico. Mesmo a Globo já fez autocrítica do seu apoio ao golpe e ao regime militar num editorial matreiro – A Folha até hoje não fez qualquer autocrítica do seu apoio ao golpe militar de 1964, da sua aliança com o setor linha dura dos generais ou da cedência de suas peruas para os órgãos de tortura. Na fase mais recente, ela também nunca se penitenciou da ficha policial falsa de Dilma Rousseff ou de outros factoides plantados para servir aos interesses da direita. Mas ela adora se jactar dos seus feitos jornalísticos. Na edição desta sábado (25), o diário golpista da famiglia Frias se apresentou como o “Jornal das Diretas”, relembrando o seu papel na cobertura dos comícios em defesa da emenda do deputado Dante de Oliveira que restabelecia as eleições diretas para presidente da República.

http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/128257/Folha-da-ditabranda-%C3%A0s-Diretas-J%C3%A1.htm

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/01/29/trabalhando-com-poesia-571

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quarta-feira abençoada por Deus e repleta da força da rainha dos ventos e trovões. Eparrey Oyá.

Apio Vinagre Nascimento
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Eu amo tudo o que foi – Fernando Pessoa

Eu amo tudo o que foi,
Tudo o que já não é,
A dor que já me não dói,
A antiga e errônea fé,
O ontem que dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.

Teus olhos entristecem – Fernando Pessoa

Teus olhos entristecem.
Nem ouves o que digo.
Dormem, sonham, esquecem…
Não me ouves, e prossigo. Digo o que já, de triste,
Te disse tanta vez…
Creio que nunca o ouviste
De tão tua que és.

Olhas-me de repente
De um distante impreciso
Com um olhar ausente.
Começas um sorriso.
Continuo a falar.
Continuas ouvindo
O que estás a pensar,
Já quase não sorrindo.

Até que neste ocioso
Sumir da tarde fútil,
Se esfolha silencioso
O teu sorriso inútil.

A minha vida é um barco abandonado – Fernando Pessoa

A minha vida é um barco abandonado
Infiel, no ermo porto, ao seu destino.
Por que não ergue ferro e segue o atino
De navegar, casado com o seu fado ?
Ah! falta quem o lance ao mar, e alado
Torne seu vulto em velas; peregrino
Frescor de afastamento, no divino
Amplexo da manhã, puro e salgado.
Morto corpo da ação sem vontade
Que o viva, vulto estéril de viver,
Boiando à tona inútil da saudade.
Os limos esverdeiam tua quilha,
O vento embala-te sem te mover,
E é para além do mar a ansiada Ilha.

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