Trabalhando com Poesia

“… Ô Lord, ô Lord, ô Lord, ôô Lord, Lord, Lord, Lord, Lord, Lord, Ô Lord, ô Lord, ô Lord, ô Lord, ô Lord Lord, Lord, Lord, Lord, Lord… Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Não tem fim… É… Se você não aceita o conselho, te respeito, resolveu seguir, ir atrás, cara e coragem… Só que você sai em desvantagem, se você não tem fé, se você não tem fé… Te mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo, pra te provar e mostrar que a vida é linda, dura, sofrida, carente em qualquer continente, mas boa de se viver em qualquer lugar, é… Volte a brilhar, volte a brilhar… Um vinho, um pão e uma reza, uma lua e um sol, sua vida, portas abertas… Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Não tem fim… Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Não tem fim… Ô Lord, ô Lord, ô Lord, ôô Lord, Lord, Lord, Lord… Lord, Lord Ô Lord, ô Lord, ô Lord, ô Lord, ô Lord Lord, Lord, Lord, Lord Lord… Mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo, pra te provar e mostrar que a vida é linda, dura, sofrida, carente em qualquer continente, mas boa de se viver em qualquer lugar… Podem até gritar, gritar, podem até barulho, então, fazer… Ninguém vai te escutar, se não tem fé, ninguém mais vai te ver… Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar… Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar… Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar… Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar… Pra você pode ser… Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Pra você pode ser, pode ser, pra você pode ser… Nunca tem fim… Nunca tem fim… Nunca tem fim… Ô Lord, ô Lord, ô Lord, ô Lord, ô Lord… Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Não tem fim… Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Não tem fim… A fé na vitória tem que ser inabalável… Pra você pode ser… Pra você pode ser… Pra você pode ser Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim, pra quem tem fé, a vida nunca tem fim… Não tem fim…” (O Rappa– Anjos – Pra quem tem fé– Comp.: Marcelo Falcão)

“… Monstro invisível que comanda a horda, arrasando tudo o que é de praxe, eu tô laje acima, no cerol que traz a vida pra baixo… Brilhante ideia de uma cabeça nervosa, grafitando um outro muro de raiva, eles já sabiam, mas deixaram a sina guiar a sorte… Vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar… Poço lado e sujo, cria do descaso, alimentando folhas em branco e preto, outra epidemia desanima quem convive com medo, botões e atalhos amplificam a distância, e a preguiça de estar lado a lado veste a armadura, esse é o poder solitário… Vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar… Monstro invisível que comanda a horda, arrasando tudo o que é de praxe, eu tô laje acima, no cerol que traz a vida pra baixo… Brilhante ideia de uma cabeça nervosa, grafitando um outro muro de raiva, eles já sabiam, mas deixaram a sina guiar a sorte… Vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar… Vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar, vejo a história, ela comungar, vejo a minha história com a sua comungar… Comungar, comungar, comungar, comungar, ei … Comungar, comungar, comungar, comungar, ei… Monstro invisível arrasando tudo como é de praxe, tudo como é de praxe, é de praxe… Eu tô laje acima e o cerol que traz a vida pra baixo, pra baixo, pra baixo, pra baixo…” (O Rappa– Monstro Invisível – Comp.: Falcão / Lauro Farias / Marcelo Lobato / Xandão)

“… O Homem Amarelo do Samba do Morro, do Hip Hop do Santa Marta, agarraram um louro na descida da ladeira, malandro da baixada em terra estrangeira… O Homem Amarelo do Samba do Morro, do Hip Hop do Santa Marta, agarraram um louro na descida da ladeira, malandro da baixada em terra estrangeira… A salsa cubana do negro oriental, já é ouvida na central, que pega o buzu, que fala outra língua, reencontra subúrbios e esquinas… A salsa cubana do negro oriental, já é ouvida na central, que pega o buzu, que fala outra língua, reencontra subúrbios e esquinas… É o comando em mesa de vidro, que não enumera o bandido… Eu e minha tribo, minha tribo…Brincando nos terreiros… Eu e minha tribo, nos terreiros do mundo… Só misturando pra ver no que vai dar… Só misturando pra ver no que vai dar… Só misturando pra ver no que vai dar… Oooh Oh Oh Oh… O Homem Amarelo do Samba do Morro, do Hip Hop do Santa Marta, agarraram um louro na descida da ladeira, malandro da baixada em terra estrangeira… O Homem Amarelo do Samba do Morro, do Hip Hop do Santa Marta, agarraram um louro na descida da ladeira, malandro da baixada em terra estrangeira… A salsa cubana do negro oriental, já é ouvida na central, que pega o buzu, que fala outra língua, reencontra subúrbios e esquinas… A salsa cubana do negro oriental, já é ouvida na central, que pega o buzu, que fala outra língua, reencontra subúrbios e esquinas… É o comando em mesa de vidro, que não enumera o bandido… Eu e minha tribo, minha tribo…Brincando nos terreiros… Eu e minha tribo, nos terreiros do mundo… Só misturando pra ver no que vai dar… Só misturando pra ver no que vai dar… Só misturando pra ver no que vai dar… Oooh Oh Oh Oh… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Yellow man… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Sempre? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Sempre? FODA-SE… Cor da pele? FODA-SE… Sempre? FODA-SE… Todo mundo é igual Brother…” (O Rappa– Anjos – Pra quem tem fé– Comp.: Marcelo Falcão)

“Por que está guardando tantas coisas inúteis? Para que tanta coisa em seus armários, quando seus irmãos estão com os deles vazios? Distribua tudo aquilo que lhe não está servindo, para que sua alma não fique pesada demais, quando se afastar da terra. “O coração do homem está onde está seu tesouro. Se você juntar muitas coisas inúteis, a elas poderá permanecer preso, sem conseguir alçar voo para as regiões bem aventuradas.” (Minutos de Sabedoria Pg. 037)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Essa semana o “Trabalhando com Poesia” visitar a obra de Álvares de Azevedo.

Álvares de Azevedo (1831-1852) foi um poeta, escritor e contista, da segunda geração romântica brasileira. Suas poesias retratam o seu mundo interior. É conhecido como “o poeta da dúvida”. Faz parte dos poetas que deixaram em segundo plano, os temas nacionalistas e indianistas, usados na primeira geração romântica, e mergulharam fundo em seu mundo interior. Seus poemas falam constantemente do tédio da vida, das frustrações amorosas e do sentimento de morte. A figura da mulher aparece em seus versos, ora como um anjo, ora como um ser fatal, mas sempre inacessível. Álvares de Azevedo é Patrono da cadeira nº 2, da Academia Brasileira de Letras.

Álvares de Azevedo deixa transparecer em seus textos, a marca de uma adolescência conflitante e dilacerada, representando a experiência mais dramática do Romantismo brasileiro. De todos os poetas de sua geração, é o que mais reflete a influência do poeta inglês Byron, criador de personagens sonhadores e aventureiros.

Em alguns poemas, Álvares de Azevedo surpreende o leitor, pois além de poeta triste e sofredor, mostra-se irônico e com um grande senso de humor, como no trecho do poema “Lagartixa”: “A lagartixa ao sol ardente vive,/ E fazendo verão o corpo espicha:/ O clarão de teus olhos me dá vida,/ Tu és o sol e eu sou a lagartixa”.

Álvares de Azevedo encara a morte como solução de sua crise e de suas dores, como expressou no seu famoso poema “Se eu morresse amanhã”: “Se eu morresse amanhã, viria ao menos/ Fechar meus olhos minha triste irmã;/ Minha mãe de saudades morreria/ Se eu morresse amanhã!”.

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (1831-1852) nasceu em São Paulo no dia 12 de setembro. Filho do Doutor Inácio Manuel Alvares de Azevedo e Dona Luísa Azevedo, foi um filho dedicado a sua mãe e a sua irmã. Aos dois anos de idade, junto com sua família, muda-se para o Rio de Janeiro. Em 1836 morre seu irmão mais novo, fato que o deixou bastante abalado. Foi aluno brilhante, estudou no colégio do professor Stoll, onde era constantemente elogiado. Em 1945 ingressou no Colégio Pedro II.

Em 1848, Álvares de Azevedo volta para São Paulo, ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde passa a conviver com vários escritores românticos. Nessa época fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano; traduziu a obra Parisina, de Byron e o quinto ato de Otelo, de Shakespeare, entre outros trabalhos.
Álvares de Azevedo vivia em meio a livros da faculdade e dedicado a escrever suas poesias. Toda sua obra poética foi escrita durante os quatro anos que cursou a faculdade. O sentimento de solidão e tristeza, refletidos em seus poemas, era de fato a saudade da família, que ficara no Rio de Janeiro.

Álvares de Azevedo doente, abandona a faculdade. Vitimado por uma tuberculose e sofrendo com um tumor, é operado mas não resiste. Morre no dia 25 de abril de 1852, com apenas 21 anos. Sua poesia “Se Eu Morresse Amanhã!”, escrita alguns dias antes de sua morte, foi lida, no dia de seu enterro, pelo escritor Joaquim Manuel de Macedo.
Álvares de Azevedo não teve nenhuma obra publicada em vida. O livro “Lira dos Vinte Anos”, foi a única obra preparada pelo poeta.

Fonte: http://www.e-biografias.net/alvares_azevedo/

No prefácio Musical, teremos a presença da banda o Rappa. Espero que gostem.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, alguns textos do site Pátria Latina. Vale a pena conferir:

DO RIDÍCULO AO GRAVE E SÉRIO. Ou seja: a mídia nativa, das preferências gastronômicas da presidenta às manifestações anti-Copa – por Mino Carta/Carta Capital – Caso pudesse aconselhar a presidenta Dilma, diria a ela que não confie às cegas no Guia Michelin: quando fala de restaurantes estabelecidos fora das fronteiras francesas, comete amiúde erros grosseiros. Entra nisso um tanto de chauvinismo, uma dose de ideologia culinária, uma pitada robusta de business. Já a mídia nativa, que pouco entende de boa comida a ponto de enxergar em São Paulo uma capital gastronômica universal, preocupa-se não com a escolha feita pela presidenta de um restaurante lisboeta, mas com a conta do próprio. A qualidade dos nossos perdigueiros da informação avulta também nesta ocasião. Pretendem que o restaurante em questão teria sido premiado com uma estrela do Guia Michelin, mas nem isso corresponde à verdade factual. A turma é muito criativa.

http://patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=13178

30 anos do MST e o ódio da mídia -Na semana passada, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, o MST, completou 30 anos de lutas. A mídia “privada” – nos dois sentidos da palavra – simplesmente omitiu este importante acontecimento histórico. Alguns jornais, como o oligárquico Estadão, que nasceu vendendo anúncios de trabalho escravo no século retrasado e sempre foi um raivoso inimigo das mobilizações sociais, até publicou um editorial com seus velhos ataques ao MST. Já a impressa alternativa, com seus escassos recursos – o governo prefere bancar anúncios na mídia ruralista –, procurou destacar a prolongada e vitoriosa trajetória deste movimento civilizador e discutir com seriedade os seus futuros desafios.

http://patrialatina.com.br/colunaconteudo.php?idprog=2ef248c04979d6b3a7b283ec3dc32cca&codcolunista=31&cod=3208

Sexo e Celibato na Igreja Católica – Tive um professor de teologia moral que afirmava ser a associação entre sexualidade e reprodução um princípio zoológico, e não teológico. Hoje, sei que ele se equivocou. Mesmo animais ignoram o vínculo entre sexo e reprodução. Pesquisas demonstram que muitos deles fazem sexo por ser prazeroso, e não por quererem se reproduzir.

http://patrialatina.com.br/colunaconteudo.php?idprog=731ae30af8750c2d28720ea3c1f8c2b1&codcolunista=43&cod=3200

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/02/03/trabalhando-com-poesia-574

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva.

Apio Vinagre Nascimento
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Se eu morresse amanhã! – Álvares de Azevedo
Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!

Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!

Que sol! que céu azul! que dove n’alva
Acorda a natureza mais loucã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!

Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã…
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!

Cismar – Álvares de Azevedo

Fala-me, anjo de luz! és glorioso
À minha vista na janela à noite,
Como divino alado mensageiro
Ao ebrioso olhar dos froixos olhos
Do homem que se ajoelha para vê-lo,
Quando resvala em preguiçosas nuvens
Ou navega no seio do ar da noite. Romeu Ai!
Quando de noite, sozinha à janela,
Co´a face na mão te vejo ao luar,
Por que, suspirando, tu sonhas donzela?
A noite vai bela,
E a vista desmaia
Ao longe na praia
Do mar! Por quem essa lágrima orvalha-te os dedos,
Como água da chuva cheiroso jasmim?
Na cisma que anjinho te conta segredos?
Que pálidos medos? Suave morena,
Acaso tens pena de mim?
Donzela sombria, na brisa não sentes
A dor que um suspiro em meus lábios tremeu?
E a noite, que inspira no seio dos entes
Os sonhos ardentes,
Não diz-te que a voz
Que fala-te a sós Sou eu?
Acorda! Não durmas da cisma no véu!
Amemos, vivamos, que amor é sonhar!
Um beijo, donzela! Não ouves?
No céu A brisa gemeu…
As vagas murmuram…
As folhas sussurram: Amar!

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