Trabalhando com Poesia

“… Calma, tenha calma, minha previsão do tempo diz que hoje não vai chover… Alma, minha alma voa leve pelo vento e me leva até você… Você me faz bem, quando chega perto, com esse seu sorriso aberto… Muda o meu olhar, meu jeito de falar, junto de você fica tudo bem, tudo certo… Sei, eu sei que vejo mais do que eu deveria, mas é que eu sou mesmo assim… Sinto, eu sinto tanto a sua falta todo dia, volta e traz você pra mim… Quem mandou você passar pelo meu caminho? Quantas vezes eu vou ter que repetir? Quantas vezes ?… Você me faz bem, quando chega perto, com esse seu sorriso aberto… Muda o meu olhar, meu jeito de falar, junto de você fica tudo bem, tudo certo… Você me faz bem, quando chega perto, com esse seu sorriso aberto… Muda o meu olhar, meu jeito de falar, junto de você fica tudo bem, tudo certo… Quem mandou você passar pelo meu caminho? Quantas vezes eu vou ter que repetir? Quantas vezes ?… Você me faz bem, quando chega perto, com esse seu sorriso aberto… Muda o meu olhar, meu jeito de falar, junto de você fica tudo bem, tudo certo… Você me faz bem, quando chega perto, com esse seu sorriso aberto… Muda o meu olhar, meu jeito de falar, junto de você fica tudo bem, tudo certo…” (Luiza Possi – Tudo Certo – Comp.: Dudu Falcão)

“… Ainda tenho tantas coisas pra te dizer e saber, você que sempre me ganha antes de me perder… Me faz ver, em cada melodia e letra que eu vou escrever tem você, sua boca me leva aonde vou me perder… Mesmo se não for pra sempre, volto pra te buscar. Mesmo que eu siga em frente, um dia vou te levar, mas não vá… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… As horas vivem com pressa, eu ando devagar. Segredos moram comigo, eu gosto de contar, pro céu… A vida inteira é muito pouco só pra começar, desvendar… E quando os olhos se esquentam, eu perco a direção e a razão… Mesmo se não for pra sempre, volto pra te buscar. Mesmo que eu siga em frente, um dia vou te levar, mas não vá… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Mesmo se não for pra sempre, volto pra te buscar. Mesmo que eu siga em frente, um dia vou te levar, mas não vá… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… Ainda é tudo seu aqui, é tudo seu… E sempre vai ser seu… Ainda é tudo seu, tudo seu… Ainda é tudo seu, tudo seu… Ainda é tudo seu, tudo seu…” (Luiza Possi – Ainda é Tudo Seu – Comp.: Luiza Possi e Jamaica)

“… Casos de amor, cacos de vidro na areia, cacos de vida no chão… Parte de mim acha que o tempo passou, outra diz que não… Será que você ainda lembra de mim como eu quero? Será que o mar que guardou destruiu o castelo de conchas e cacos de amor?… Olha no brilho de uma estrela, que já não existe, é lá que meu amor te vê e ainda insiste, como se calculasse um mapa astral… Juro! Eu não te quero mais, como eu queria, se o coração me ouvisse não andava assim, pisando em cacos de amor… Casos de amor, cacos de vidro na areia, cacos de vida no chão… Parte de mim acha que o tempo passou, outra diz que não… Será que você ainda lembra de mim como eu quero? Será que o mar que guardou destruiu o castelo de conchas e cacos de amor?… Vedi nella luce di una stella, che già non existe… Da dove io ti guardo il mio amore insiste… È una costellazione solo mia… Giuro! Io non ti voglio più come volevo, ma il cuore non mi escolta e chiede almeno…” (Luiza Possi & Zizi Possi – Tudo Certo – Comp.: Luiza Possi & Dudu Falcão)

“Ajude, mesmo conversando! Uma boa palavra, um sorriso de incentivo, um pensamento construtor são, muitas vezes, o ponto de partida para uma grande vitória daqueles que nos cercam. Se observar tristeza ou preocupação, procure ajudar. Se não puder agir, fale. Se não puder falar, ao menos pense firmemente, desejando a felicidade e esta, atingirá seu objetivo. Mas, ajude sempre!” (Minutos de Sabedoria Pg. 042)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Essa semana o “Trabalhando com Poesia” visitará a obra de Cassandra Rios. Nascida em 1932, Cassandra Rios, falecida em 08 de março de 2002 é a nossa homenageada desta semana. Como dita os manuais da literatura comparada, para entender Cassandra Rios é preciso entender sua época e ambiente.

Não havia imagens de sexo, a não ser em livros de medicina legal. No Brasil pré-contracultura, taras individuais não eram debatidas. O estranho era considerado desvio a ser combatido pelo Estado, com a censura. A exibição de seios só era permitida em documentários sobre índios. “Amaral Neto, o Repórter” serviu para muitos adolescentes descobrirem o que havia escondido numa mulher.

Cassandra falava às claras sobre o prazer feminino. Talvez por isso tenha sido uma das personalidades mais censuradas. Tratava-se de uma mulher escrevendo sobre tesão de mulher, numa sociedade cuja predominância religiosa afirmava que a mulher apenas se deitava com um homem para gerar filhos de Deus.

Seus livros surpreendiam. Cassandra rivalizava com uma outra autora erótica e sua contemporânea, Adelaide Carraro, assim como Hemingway rivalizou com Scott Fitzgerald. Enquanto Cassandra tinha um estilo mais ousado, extrovertido, Adelaide era linear, contida. Em Cassandra, há empresários corruptos, que fazem despachos em terreiros de umbanda.

Cassandra já no título era direta, como, por exemplo, “A Volúpia do Pecado”, de 1948, seu livro de estréia, que a transformou numa das autoras mais vendidas da história da literatura brasileira. Ela o escreveu com 16 anos. Fazia uma literatura assumidamente popular. Eram livros baratos. Havia desenhos provocantes nas capas: moças oferecidas em poses sutilmente sensuais.

Nas poucas entrevistas que deu, ela dizia que, no fundo, era uma simples dona-de-casa conservadora, que suas narrativas fluíam sem controle e que ela mesma ficava enrubescida com aquelas cenas mais quentes.

Chegou a escrever um livro “sério”, “MezzAmaro”, uma autobiografia que não fala de sexo, com 400 páginas. Chegou a ter o livro “A Paranóica” adaptado para o cinema, sobre uma filha que descobre que seu pai é falso e quer apenas roubar a grana da família. Na tela, o livro virou “Ariella”, revelando a atriz Nicole Puzzi.

Em muitas faculdades brasileiras, pesquisadores deveriam estar estudando Cassandra Rios. Foi uma precursora. Sua importância não será esquecida. Nem a libido de suas personagens.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cassandra_Rios

No prefácio Musical, teremos a presença da magnifica voz de Luiza Possi. Espero que gostem.

E o nosso PT chega aos seus 34 anos de existência. Não foi fácil chegar onde chegamos e certamente, não serão fáceis as lutas e desafios que ainda enfrentaremos, mas, sabemos exatamente em que lado da trincheira estaremos. Saúde e Vida longa ao Partido dos Trabalhadores e aos seus milhões de filiados (as) e militantes no Brasil e no Mundo.

Não podendo estar presente à festa em comemoração aos 34 anos do PT, o companheiro Lula gravou depoimento, do qual extraio o seguinte trecho:

“… Nenhum petista, por mais divergência que a gente tenha interna deve deixar de ter motivo de se orgulhar do que nós construimos nesse país. Deve se orgulhar, por que nunca o pobre tinha condição de entrar em shopping nesse país. A gente cansava era de ver gente pobre entrar num açougue para comprar dois pés de frango ou pra comprar dois pedaços de pescoço… Nós não fizemos tudo que tem que fazer, apenas subimos alguns degraus e nós sabemos que podemos fazer mais. E nós então precisamos orgulhosamente dizer em alto e bom som: Ninguém fez mais por esse país que o nosso querido Partido dos Trabalhadores, nesses 34 anos.”

O mundo do Candomblé celebra os 120 anos de nascimento de Maria Escolástica da Conceição Nazaré, a Mãe Menininha do Gantois. Nasceu em 1894, no dia de Santa Escolástica, na Rua da Assembléia, entre a Rua do Tira Chapéu e a Rua da Ajuda, no Centro Histórico de Salvador, tendo como pais Joaquim e Maria da Glória. Descendente de escravos africanos, ainda criança foi escolhida para ser Iyálorixá do terreiro Ilê Iyá Omi Axé Iyamassê, fundado em 1849 por sua bisavó, Maria Júlia da Conceição Nazaré, cujos pais eram originários de Agbeokuta, sudoeste da Nigéria.
Foi apelidada Menininha, talvez por seu aspecto franzino. “Não sei quem pôs em mim o nome de Menininha… Minha infância não tem muito o que contar… Agora, dançava o candomblé com todos desde os seis anos”.

Foi iniciada no culto dos orixás de Keto aos 8 anos de idade por sua tia-avó e madrinha de batismo, Pulchéria Maria da Conceição (Mãe Pulchéria), chamada Kekerê – em referência à sua posição hierárquica, Iyá kekerê (Mãe pequena). Menininha seria sua sucessora na função de Iyalorixá do Gantois. Com a morte repentina de Mãe Pulchéria, em 1918, o processo de sucessão foi acelerado. Por um curto período, enquanto a jovem se preparava para assumir o cargo, sua mãe biológica, Maria da Glória Nazareth, permaneceu à frente do Gantois.

Foi a quarta Iyálorixá do Terreiro do Gantois e a mais famosa de todas as Iyálorixá brasileiras. Sucessora de sua mãe, Maria da Glória Nazareth, foi sucedida por sua filha, Mãe Cleusa Millet. “Minha avó, minha tia e os chefes da casa diziam que eu tinha que servir. Eu não podia dizer que não, mas tinha um medo horroroso da missão (…): passar a vida inteira ouvindo relatos de aflições e ter que ficar calada, guardar tudo para mim, procurar a meditação dos encantados para acabar com o sofrimento.”

O terreiro, que inicialmente funcionava na Barroquinha, na zona central de Salvador, foi posteriormente, transferido para o bairro da Federação onde hoje é o Ilê Axé Iyá Nassô Oká, na Avenida Vasco da Gama, do qual Maria Júlia da Conceição Nazaré sua avó também fazia parte. Com o falecimento da iyalorixá da Casa Branca Iyá Nassô, sucedeu Iyá Marcelina da Silva Oba Tossi. Após a morte desta, Maria Júlia da Conceição e Maria Júlia Figueiredo, disputaram a chefia do candomblé, cabendo à Maria Júlia Figueiredo que era a substituta legal (Iyakekerê) tomar a posse como Mãe do Terreiro. Maria Júlia da Conceição afastou-se com as demais discidentes e fundaram outra Ilé Axé, o (Terreiro do Gantois), instalando-se em terreno arrendado aos Gantois – família de traficantes de escravos e proprietários de terras de origem belga – pelo cônjuge de Maria Júlia, o negro alforriado Francisco Nazareth de Eta. Situado num lugar alto e cercado por um bosque, o local de difícil acesso era bem conveniente numa época em que o candomblé era perseguido pelas forças da ordem. Geralmente, os rituais terminavam subitamente com a chegada da polícia.

Em 1922, através do jogo de búzios, os orixás Oxóssi, Xangô, Oxum e Obaluaiyê confirmaram a escolha de Menininha, então com 28 anos. Em 18 de fevereiro daquele ano, ela assume definitivamente o terreiro. “Quando os orixás me escolheram eu não recusei, mas balancei muito para aceitar”, contava.

A partir da década de 1930, a perseguição ao candomblé vai arrefecendo, mas uma Lei de Jogos e Costumes, condicionava a realização de rituais à autorização policial, além de limitar o horário de término dos cultos às 22 horas. Mãe Menininha foi uma das principais articuladoras do término das restrições e proibições. “Isso é uma tradição ancestral, doutor”, ponderava a iyalorixá diante do chefe da Delegacia de Jogos e Costumes. “Venha dar uma olhadinha o senhor também.”

Mãe Menininha abriu as portas do Gantois aos brancos e católicos – uma abertura que, em muitos terreiros, ainda é vista com certo estranhamento. Mas afinal, a Lei de Jogos e Costumes foi extinta em meados dos anos 1970. “Como um bispo progressista na Igreja Católica, Menininha modernizou o candomblé sem permitir que ele se transformasse num espetáculo para turistas”, analisa o professor Cid Teixeira, da Universidade Federal da Bahia. Nunca deixou de assistir à missa e até convenceu os bispos da Bahia a permitir a entrada nas igrejas de mulheres, inclusive ela, vestidas com as roupas tradicionais do candomblé.

Aos 29 anos, Menininha casou-se com o advogado Álvaro MacDowell de Oliveira, descendente de escoceses. Com ele teve duas filhas, Cleusa e Carmem. “Meu marido, quando me conheceu, sabia que eu era do candomblé… A gente viveu em paz porque ele passou a gostar de Candomblé. Mas, quando fui feita Iyalorixá, passamos a morar separados. No meu terreiro, eu e minhas filhas. Marido não. Elas nasceram aqui mesmo”.

Em uma entrevista à revista IstoÉ, mãe Carmem conta que ela adorava assistir telenovelas, sendo que uma de suas preferidas teria sido Selva de Pedra.7 Era colecionadora de peças de porcelana, louça e de cristais, que guardava muito zelo. Não bebia Coca-Cola, pois certa vez lhe disseram que a bebida servia para desentupir os ralos de pias, e ela temia que a ingestão da bebida fizesse efeito análogo em si. Mãe Menininha do Gantois faleceu em Salvador em 1986 de causas naturais, aos 92 anos de idade.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A3e_Menininha_do_Gantois

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, alguns textos do site Pátria Latina. Vale a pena conferir:

LUCRO DOS BANCOS: QUEM GANHA, QUEM PERDE? – Lembro-me de uma frase de Olafur Grimsson, presidente da Islândia: “Uma economia com bancos muito fortes é sinal de um país que vai mal”, por Vladimir Safatle/Carta Capital – Duas notícias quase simultâneas forneceram uma boa fotografia do que o Brasil se tornou. Na primeira, descobrimos, o lucro líquido do Itaú em 2013 alcançou os 15,7 bilhões de reais, o maior da história dos bancos brasileiros, segundo estudo da consultoria Economática.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=13207

UE abandona posição comum e aprova retomada de diálogo com Cuba – Apesar de acordos bilaterais com países europeus, bloco tinha as relações oficiais com a ilha congeladas desde 1996 – Os ministros de assuntos exteriores dos 28 Estados-membros da União Europeia anunciaram nesta segunda-feira (10/02) que pretendem dar início a negociações para um tratado político, social e econômico com Cuba.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=0c74cc4886ecdb7908471597547fe946&cod=13227

O que o brasileiro médio sabe da América Latina? – A elite brasileira há muito tempo tem parte nessa nossa ignorância sobre a vizinhança. A escola e a imprensa também tem sua responsabilidade por isso. Wagner Iglecias/Carta Maior – No ofício de professor universitário e ligado a um programa de pós-graduação sobre Integração da América Latina sempre que posso recomendo à garotada de graduação que assim que tiverem tempo e algum dinheiro metam uma mochila nas costas e saiam pelo nosso continente.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=b27c40f1f7fb35fcf65d89dc29748e29&cod=13226

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/02/10/trabalhando-com-poesia-579

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva.

Apio Vinagre Nascimento
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Cante Amor – Cassandra Rios

Cante, amor
cante sempre, por onde quer que te váz
onde quer que chegues
pelos caminhos da vida.
Tão poucas vezes te ouvir esboçar
uma melodia qualquer, mas
eu te ouvirei mesmo em sonhos.
Tua voz é um som alado
que faz a poesia brotar em minha alma
e escorraça do meu peito a tristeza.
Cante, querida, eu terei certeza
de que mesmo longe de ti, serei feliz!
És todas as canções!
Estás em todas as músicas que ouço!
Chego até a sentir
que a tua voz é táctil,
que a pego em minhas mãos,
quando seguro a massa negra e compacta
de um disco…

És minha cigarra que deixa o ar impregnado de sinfonias mágicas, enquanto o calor deste amor me queima! Não temas o inverno, jamais serei como a mesquinha formiga, que negou aliviar a fome da cigarra. Terei para ti as portas do meu celeiro eternamente abertas, embora me deixes morrer de fome, do teu amor…

Ouça, preste atenção – Cassandra Rios

Ouça, preste atenção
há um som misterioso,
vibrando nestas palavras
que escrevo emocionada;
é a minha voz que num gemido
chega aos teus ouvidos:
– Eu te amo!

Nunca! Eu sei! Com a certeza de quem ama, como ninguém te amou, que jamais ouviste uma canção tão triste:
– Eu te amo, desesperadamente, amor!

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