Trabalhando com Poesia

“… Xiii… Fala baixinho que ninguém pode saber que a gente tá aqui. Xiii… Vamos com calma, devagar, que desse jeito ninguém vai dormir… Sabe que a gente não escolhe hora e nem lugar, junta a fome com a vontade de comer, você me olha, morde os lábios pra me seduzir e acende a luz pra ver desejo em minha cara… Segura a fera, tem que ser devagarinho pra ninguém ouvir… Vou pôr a mão na tua boca pro rugido não escapulir… Se alguém nos pega é sacanagem, quebrar o clima dessa viagem, o nosso filme não pode queimar você… Mas quando bate a tentação, a gente fica sem noção e perde a linha sem querer saber, aí é outra dimensão, quatro paredes e nós dois e nada fica pra depois… Cara na cara, pele na pele, suor pingando e o corpo em febre, você em transe, sussurrando e segurando a voz… Eu viajando no céu da boca, você rasgando a minha roupa, embaixo dos lençóis… Cara na cara… Cara na cara, pele na pele, suor pingando e o corpo em febre, você em transe, sussurrando e segurando a voz… Eu viajando no céu da boca, você rasgando a minha roupa, embaixo dos lençóis… Xiii… Fala baixinho que ninguém pode saber que a gente tá aqui. Xiii… Vamos com calma, devagar, que desse jeito ninguém vai dormir… Sabe que a gente não escolhe hora e nem lugar, junta a fome com a vontade de comer, você me olha, morde os lábios pra me seduzir e acende a luz pra ver desejo em minha cara… Segura a fera, tem que ser devagarinho pra ninguém ouvir… Vou pôr a mão na tua boca pro rugido não escapulir… Se alguém nos pega é sacanagem, quebrar o clima dessa viagem, o nosso filme não pode queimar você… Mas quando bate a tentação, a gente fica sem noção e perde a linha sem querer saber, aí é outra dimensão, quatro paredes e nós dois e nada fica pra depois… Cara na cara, pele na pele, suor pingando e o corpo em febre, você em transe, sussurrando e segurando a voz… Eu viajando no céu da boca, você rasgando a minha roupa, embaixo dos lençóis… Cara na cara… Cara na cara, pele na pele, suor pingando e o corpo em febre, você em transe, sussurrando e segurando a voz… Eu viajando no céu da boca, você rasgando a minha roupa, embaixo dos lençóis… Fala baixinho que ninguém pode saber que a gente… Fala baixinho que ninguém pode saber que a gente … Fala baixinho que ninguém pode saber que a gente…” (Revelação – Fala baixinho “xiii” – Comp.: Dinei, Marquinho Índio e Claudemir)

“… Quem cultiva a semente do amor, segue em frente e não se apavora, se na vida encontrar o dissabor, vai saber esperar a sua hora… Quem cultiva a semente do amor, segue em frente e não se apavora, se na vida encontrar o dissabor, vai saber esperar a sua hora… Às vezes a felicidade demora a chegar, aí é que a gente não pode deixar de sonhar… Guerreiro não foge da luta, não pode correr, ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer… É dia de sol, mas o tempo pode fechar, a chuva só vem quando tem que molhar, na vida é preciso aprender: Se colhe o bem que plantar. É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar… Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora… Basta acreditar que um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!… Erga essa cabeça… Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora… Basta acreditar que um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!… Quem cultiva a semente do amor, segue em frente e não se apavora, se na vida encontrar o dissabor, vai saber esperar a sua hora… Quem cultiva a semente do amor, segue em frente e não se apavora, se na vida encontrar o dissabor, vai saber esperar a sua hora… Às vezes a felicidade demora a chegar, aí é que a gente não pode deixar de sonhar… Guerreiro não foge da luta, não pode correr, ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer… É dia de sol, mas o tempo pode fechar, a chuva só vem quando tem que molhar, na vida é preciso aprender: Se colhe o bem que plantar. É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar… Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora… Basta acreditar que um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!… Erga essa cabeça… Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora… Basta acreditar que um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!… Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora… Basta acreditar que um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!… Erga essa cabeça… Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé, manda essa tristeza embora… Basta acreditar que um novo dia vai raiar, sua hora vai chegar!…” (Revelação – Tá escrito – Comp.: Xande de Pilares e Gilson Benini)

“… Bem que eu tentei fazer minha lei, não encontrei, na incerteza me precipitei… Sofro de ausência, total carência, tanta imprudência, quanta força, não há resistência… Se eu tivesse o poder, faria de tudo pra você voltar, faria absurdo pra me perdoar, voltava no tempo pra tudo mudar… Se eu tivesse o poder, faria de novo meu peito sorrir, mandava de pressa a tristeza fugir, num toque de mágica continuar… Se eu tivesse o poder de driblar o coração, pra poder te esquecer… Se eu tivesse o poder, faria de tudo pra você voltar, faria absurdo pra me perdoar, voltava no tempo pra tudo mudar… Se eu tivesse o poder, faria de novo meu peito sorrir, mandava de pressa a tristeza fugir, num toque de mágica continuar… Se eu tivesse o poder de driblar o coração, pra poder te esquecer… Bem que eu tentei fazer minha lei, não encontrei, na incerteza me precipitei… Sofro de ausência, total carência, tanta imprudência, quanta força, não há resistência… Se eu tivesse o poder, faria de tudo pra você voltar, faria absurdo pra me perdoar, voltava no tempo pra tudo mudar… Se eu tivesse o poder, faria de novo meu peito sorrir, mandava de pressa a tristeza fugir, num toque de mágica continuar… Se eu tivesse o poder de driblar o coração, pra poder te esquecer… Se eu tivesse o poder, faria de tudo pra você voltar, faria absurdo pra me perdoar, voltava no tempo pra tudo mudar… Se eu tivesse o poder, faria de novo meu peito sorrir, mandava de pressa a tristeza fugir, num toque de mágica continuar… Se eu tivesse o poder de driblar o coração, pra poder te esquecer…” (Revelação – Se eu tivesse o poder – Comp.: André Renato E Leandro Fab – Versão Revelação)

“O amor e a alegria são os ele mentos básicos para conquistarmos amizades e as conservarmos. E são básicos, também, para nossa paz mental. Demonstre amor e alegria em todas as oportunidades, e veja que a paz nasce dentro de você. A felicidade não pode estar em nada que esteja fora de você. Busque-a dentro de você mesmo, pois a Felicidade é Deus. E Deus mora dentro de você.” (Minutos de Sabedoria Pg. 047)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Ontem, pela Copa do Nordeste o time de Canabrava empatou em 1×1 com o time do Ceará. Próximo jogo será em Fortaleza. O Ceará foi responsável pela desclassificação do time baiano na competição do ano passado. Pelo baiano, Conquista e Juazeirense empataram em 4×4, num jogo super movimentado. O campeonato volta a ter rodada no próximo dia 19/02, com os jogos Bahia x Vitória da Conquista na Fonte Nova, Catuense x Galícia em Pituaço, Serrano x Jacuipense, em Teixeira de Freitas e Juazeirense x Vitoria, em Juazeiro.

Essa semana o “Trabalhando com Poesia” visitará a obra de Gonçalves Dias: O poeta Antônio Gonçalves Dias, que se orgulhava de ter no sangue as três raças formadoras do povo brasileiro (branca, indígena e negra), nasceu no Maranhão em 10 de agosto de 1823. Em 1840 foi para Portugal cursar Direito na Faculdade de Coimbra. Ali, entrou em contato com os principais escritores da primeira fase do Romantismo português.

Em 1843, inspirado na saudade da pátria, escreveu “Canção do Exílio” — sem dúvida, um dos poemas mais conhecidos da literatura brasileira —, o curto poema épico I-Juca-Pirama e de muitos outros poemas nacionalistas e patrióticos que viria a dar-lhe o título de poeta nacional do Brasil. Ele também foi um ávido pesquisador das línguas indígenas brasileiras e do folclore. Ele é o patrono da cadeira 15 da Academia Brasileira de Letras.

No ano seguinte graduou-se bacharel em Direito. De volta ao Brasil, iniciou uma fase de intensa produção literária. Em 1849, junto com Araújo Porto Alegre e Joaquim Manuel de Macedo, fundou a revista “Guanabara”.

Em 1862 retornou à Europa para cuidar da saúde. Em 1864, durante a viagem de volta ao Brasil, o navio Ville de Boulogne naufragou na costa brasileira. Salvaram-se todos, exceto o poeta que, por estar na cama em estado agonizante, foi esquecido em seu leito.

Se por um lado deve-se a Gonçalves de Magalhães a introdução do Romantismo no Brasil, por outro, deve-se a Gonçalves Dias a sua consolidação. Isso porque o poeta trabalhou com maestria todas as características iniciais da primeira fase do Romantismo brasileiro. De sua obra, geralmente dividida em lírica, medieval e nacionalista, destacam-se “I-juca Pirama”, “Os Tibiramas” e “Canção do Tamoio”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gonçalves_Dias

No prefácio Musical, Já dando os primeiros acordes de ensaio para o carnaval de quem curte um bom samba, teremos a presença do Grupo Revelação. Espero que gostem.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, alguns textos do site Pátria Latina. Vale a pena conferir:

Prepotência de Barbosa é sinônimo de seu despreparo para o STF – A polêmica ocorrida na solenidade de retomada das atividades do Congresso Nacional quando ergui o braço, com punho cerrado, num cumprimento a deputados do partido postados na Câmara Federal, demonstra como a mídia brasileira tem lado. Na ânsia de atacar o PT, construiu um falso herói que mesmo blindado não consegue esconder seu despreparo para o exercício da função de presidente da Suprema Corte do Brasil.

http://patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=f2843fe2048acb2e687eeebe826db352&cod=13257

Frei Betto: Desafios aos países da Celac – Cuba propôs fortalecer a luta contra a pobreza, a fome e a desigualdade, e declarar o Continente “zona de paz”, livre sobretudo de armas nucleares. Em nenhum outro Continente há, nas últimas três décadas, mudanças tão significativas quanto na América Latina e no Caribe. A 2ª Cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e do Caribe), reunida em Havana a 28 e 29 de janeiro, refletiu esse processo renovador e os desafios que se apresentam aos 33 países – com 600 milhões de habitantes – que integram o organismo criado, oficialmente, em Caracas, a 3 de dezembro de 2011.

http://patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=c999d5b6b8bab8662faae7fafe463f04&cod=13255

Mesmo algemado e com as mãos para trás, jovem atirou na própria cabeça, diz PM – José Guilherme Silva, de 20 anos, teve sua morte justificada como suicídio por policiais que o conduziam à delegacia. Após ter sido abordado e não encontrarem armas com ele, o rapaz foi colocado no camburão. De acordo com a versão dos PMs da Força Tática, Silva, já algemado e com as mãos para trás, teria sacado um revólver calibre 38 de cano longo e atirado contra a própria cabeça. A denúncia é do jornalista Bruno Paes Manso, do Estadão.

http://patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=b180bd9c2d0748cbd912ade1824b9228&cod=13253

A mídia e a apologia ao crime – Diante da apologia feita pela âncora do telejornal SBT Brasil de “justiceiros” vingadores que espancaram, despiram e acorrentaram pelo pescoço um suspeito adolescente, de 15 anos, a um poste no Flamengo, no Rio de Janeiro (ver aqui), permito-me relembrar artigo que publiquei no Observatório da Imprensa em dezembro de 2008, “A liberdade de comunicação não é absoluta”.

http://patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=31914689514c64a97d950a8d9eea3eeb&cod=13252

Os desafios e semelhanças das três presidentas da América do Sul – Eleita para governar o Chile pela segunda vez, Michelle Bachelet assumirá a presidência do país no dia 11 de março com o desafio de não decepcionar os eleitores que querem um governo diferente do neoliberal Sebastian Piñera. Com isso, ela deve se aproximar politicamente de países sul-americanos, especialmente Brasil e Argentina, que carregam entre si as semelhanças e os problemas criados por terem saído de ditaduras há pouco tempo, embora de formas distintas.

http://patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=b683cc41556d5055c15033c86a75861c&cod=13249

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/02/17/trabalhando-com-poesia-583

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva.

Apio Vinagre Nascimento
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Se se morre de amor – Gonçalves Dias

Se se morre de amor! Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n’alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d’amor arrebatar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio,
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes no morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D’amor igual ninguém sucumbe à perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração — abertos
Ao grande, ao belo; é ser capaz d’extremos,
D’altas virtudes, té capaz de crimes!
Compr’ender o infinito, a imensidade,
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D’aves, flores, murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
Fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos;
Temer qu’olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d’ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compr’ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!

Se tal paixão porém enfim transborda,
Se tem na terra o galardão devido
Em recíproco afeto; e unidas, uma,
Dois seres, duas vidas se procuram,
Entendem-se, confundem-se e penetram
Juntas — em puro céu d’êxtases puros:
Se logo a mão do fado as torna estranhas,
Se os duplica e separa, quando unidos
A mesma vida circulava em ambos;

Que será do que fica, e do que longe
Serve às borrascas de ludíbrio e escárnio?
Pode o raio num píncaro caindo,
Torná-lo dois, e o mar correr entre ambos;
Pode rachar o tronco levantado
E dois cimos depois verem-se erguidos,
Sinais mostrando da aliança antiga;
Dois corações porém, que juntos batem,
Que juntos vivem, — se os separam, morrem;
Ou se entre o próprio estrago inda vegetam,
Se aparência de vida, em mal, conservam,
Ãnsias cruas resumem do proscrito,
Que busca achar no berço a sepultura!

Esse, que sobrevive à própria ruína,
Ao seu viver do coração, — às gratas
Ilusões, quando em leito solitário,
Entre as sombras da noite, em larga insônia,
Devaneando, a futurar venturas,
Mostra-se e brinca a apetecida imagem;
Esse, que à dor tamanha não sucumbe,
Inveja a quem na sepultura encontra
Dos males seus o desejado termo!

Se eu fosse querido! – Gonçalves Dias

Se eu fosse querido dum rosto formoso,
Se um peito extremoso – pudesse encontrar,
E uns lábios macios, que expiram amores
E abrandam as dores – pudesse beijar;
A tantos encantos minh’alma rendida,
Votara-lhe a vida – que Deus me quis dar;
Constante a seu lado, seus sonhos divinos
Aos sons dos meus hinos – quisera embalar.
Depois, quando a morte viesse impiedosa
Da amante extremosa – meus dias privar,
De funda saudade minha alma rendida
De tão dolorida iria quedar.

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