Trabalhando com Poesia

“… Não… pra que lamentar o que aconteceu era de esperar?… Se eu lhe dei a mão… foi por me enganar, foi sem entender, que amor não pode haver, sem compreensão, a desunião tende aparecer… E aí está o que aconteceu, você destruiu o que era seu, veja só… Você entrou na minha vida, usou e abusou, fez o que quis e agora se desespera, dizendo que é infeliz… Não foi surpresa pra mim, você começou pelo fim, não me comove o pranto de quem é ruim, e assim… Quem sabe essa mágoa passando, você venha se redimir dos erros que tanto insistiu por prazer, pra vingar-se de mim, diz que é carente de amor, então você tem que mudar, se precisar, pode me procurar… procurar… Se precisar, pode me procurar… Não… pra que lamentar o que aconteceu era de esperar?… Se eu lhe dei a mão… foi por me enganar, foi sem entender, que amor não pode haver, sem compreensão, a desunião tende aparecer… E aí está o que aconteceu, você destruiu o que era seu, veja só… Você entrou na minha vida, usou e abusou, fez o que quis e agora se desespera, dizendo que é infeliz… Não foi surpresa pra mim, você começou pelo fim, não me comove o pranto de quem é ruim, e assim… Quem sabe essa mágoa passando, você venha se redimir dos erros que tanto insistiu por prazer, pra vingar-se de mim, diz que é carente de amor, então você tem que mudar, se precisar, pode me procurar… Procurar… Se precisar, pode me procurar…” (Jorge Aragão e Ivone Lara – Tendência – Comp.: Jorge Aragão e Ivone Lara)

“… Queria o prazer do amor, assim desejando estou, só vou sossegar quando te conquistar… Botar todas cartas vou na mesa pra decidir, quem sabe lutando vou conseguir… Queria o prazer do amor, assim desejando estou, só vou sossegar quando te conquistar… Botar todas cartas vou na mesa pra decidir, quem sabe lutando vou conseguir… Sem conseguir, joguei búzios para tê-la sem favor, sem conseguir, fiz feitiço para ganhar o teu amor, sem conseguir, tomei banho de arruda pra fluir, do corpo todo mal sem conseguir… Sem conseguir, joguei búzios para tê-la sem favor, sem conseguir, fiz feitiço para ganhar o teu amor, sem conseguir, tomei banho de arruda pra fluir, do corpo todo mal sem conseguir… Sem subornar teu coração, com feitio de paixão, farei tudo pra ganhar tua confiança, com a esperança de aprendiz, juro que vou te fazer feliz… Sem subornar teu coração, com feitio de paixão, farei tudo pra ganhar tua confiança, com a esperança de aprendiz, juro que vou te fazer feliz… Queria eu… Queria o prazer do amor, assim desejando estou, só vou sossegar quando te conquistar… Botar todas cartas vou na mesa pra decidir, quem sabe lutando vou conseguir… Sem conseguir, joguei búzios para tê-la sem favor, sem conseguir, fiz feitiço para ganhar o teu amor, sem conseguir, tomei banho de arruda pra fluir, do corpo todo mal sem conseguir… Sem conseguir, joguei búzios para tê-la sem favor, sem conseguir, fiz feitiço para ganhar o teu amor, sem conseguir, tomei banho de arruda pra fluir, do corpo todo mal sem conseguir… Sem subornar teu coração, com feitio de paixão, farei tudo pra ganhar tua confiança, com a esperança de aprendiz, juro que vou te fazer feliz… Sem subornar teu coração, com feitio de paixão, farei tudo pra ganhar tua confiança, com a esperança de aprendiz, juro que vou te fazer feliz…” (Jorge Aragão – Feitio de paixão – Comp.: Paulinho Carvalho)

“… Sem lhe conhecer, senti uma vontade louca de querer você, nem sempre se entende as loucuras de uma paixão. Tem jeito não, olha pra mim, faz tempo que meu coração não bate assim… Não faz assim, me diz seu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar os meus sonhos com você, despertando pro seu adormecer, seria bom demais! Que bem me faz, você…. … Não faz assim, me diz seu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar os meus sonhos com você, despertando pro seu adormecer, seria bom demais! Que bem me faz, você…. … Não faz assim, me diz seu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar os meus sonhos com você, despertando pro seu adormecer, seria bom demais! Que bem me faz, você…. Sem lhe conhecer, senti uma vontade louca de querer você, nem sempre se entende as loucuras de uma paixão. Tem jeito não, olha pra mim, faz tempo que meu coração não bate assim… Não faz assim, me diz seu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar os meus sonhos com você, despertando pro seu adormecer, seria bom demais! Que bem me faz, você…. … Não faz assim, me diz seu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar os meus sonhos com você, despertando pro seu adormecer, seria bom demais! Que bem me faz, você…. … Não faz assim, me diz seu nome, não me negue a vontade de sonhar, de sonhar os meus sonhos com você, despertando pro seu adormecer, seria bom demais! Que bem me faz, você….” (Jorge Aragão – Loucuras de uma paixão – Comp.: Mauro Diniz)

“Você, que se acha enfermo, preso a um leito de dor, não desanime! A doença não é um mal, pois é através da enfermidade que nos libertamos das vibrações grosseiras dos maus pensamentos, das más palavras e das más ações. Suporte com paciência sua enfermidade, porque por meio dela se está purificando o organismo psíquico, sua alma, que só pode expulsar as impurezas por meio das doenças físicas.” (Minutos de Sabedoria Pg. 059)

Boa noite pessoal,

As reflexões sobre diversas questões acabaram por não me permitir escrever o Trabalhando com Poesia de hoje, o que normalmente faço na noite do dia anterior. Observar o comportamento humano em determinadas situações não é algo simples, principalmente quando esse comportamento acaba por atingir o bem estar de outrem. Ao longo destes meus 47 anos ainda não consegui aceitar a ideia de que algumas pessoas teimam em passar por cima de valores básicos como amizade, companheirismo, humildade, entre tantos outros.

Nesses momentos me vem a mente os exemplos de meus avós, maternos e paternos e de meu pai e minha mãe. Compreender e ter orgulho da sua origem é a melhor forma de enfrentar esses momentos, que em sua maioria são produzidos por pessoas sem o menor compromisso efetivo com a mudança do status quo dessa nossa absurdamente excludente sociedade.

A vida é sempre cheia de trincheiras, cabe a cada um (a) de nós saber em que parte de cada uma delas estará ao longo da sua caminhada. Coerência, Comprometimento e solidez de princípios são alguns elementos essenciais nesta tarefa.

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos do site Pátria Latina. Vale a pena conferir:

STF: A CORTE DA CASA GRANDE – De como a politização da Justiça comeca nas nossas cabeças, por Mino Carta – Dia maldito, 28 de fevereiro, mas por razões outras, na minha visão, que não aquelas aduzidas por quem assim o considera. Não foi a absolvição de oito petistas ditos “mensaleiros” do crime de formação de quadrilha a prova irremediável de que a Justiça nativa não é JUSTIÇA. Até que foi justo o desfecho de mais um capítulo de uma longa história sempre mal contada, graças aos argumentos que motivaram o voto do ministro Luís Roberto Barroso, brandidos há tempo, aliás, pelo ministro Ricardo Henrique Lewandowski e endossados pelo ministro Teori Zavascki. O que causa espanto, digamos, é o conjunto da obra. Aqui não há bala perdida.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=13371

Depois de morto, Gushiken derrota Veja: o caso das falsas contas no exterior – O Judiciário adotou expressão precisa e elegante para descrever o que faz a revista da família Civita: “falácias de doer na retina”, Por Rodrigo Vianna – “A Veja dá a entender que não eram fantasiosas as contas no exterior. E não oferece um único indício digno de confiança. Infere, da identidade dos acusadores e dos interesses em jogo, a verdade do conteúdo do documento. A falácia é de doer na retina” (trecho da sentença que condenou “Veja” no TJ-SP

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=4251c47fdf0b43ddd1e5bf28bc6f3dba&cod=13372

Quem abafou o trensalão tucano? – Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho: O trensalão envolve dois escândalos que se encaram como um jogo de espelhos. Um é a corrupção propriamente dita de servidores e políticos tucanos. Outro é a operação abafa protagonizada pelos procuradores federais e até mesmo pela Procuradoria-Geral da República.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=366c0196895c9eeaa75992bacac60426&cod=13370

Emiliano José: Democracia e ditadura – Ainda bêbado de um carnaval passado recluso, e bêbado de tanto escrever, que estou a ampliar, junto com Oldack Miranda, nova edição de “Lamarca, o Capitão da Guerrilha”, penso nas odisseias, venturas e desventuras do povo brasileiro – e quando digo povo estou me referindo aos trabalhadores e trabalhadoras, empregados e desempregados, incluídos e excluídos, negros e negras, índios, essa massa diversa e extraordinária que constrói esse País desde os primórdios de nossa existência. E pensei porque volta e meia ouço o desdém diante do papel do nosso povo na construção de nossa história, revestido de teorias aparentemente avançadas.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=bb8c2a522653f0e10c557d9e7cd18784&cod=13361

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/03/12/trabalhando-com-poesia-595

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quarta-feira abençoada por Deus e repleta da força da rainha dos ventos e trovões. Eparrey Oyá.

Apio Vinagre Nascimento
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Teus olhos (Barcarola) – Castro Alves

Teus olhos são negros, negros,
Como as noites sem luar…
São ardentes, são profundos,
Como o negrume do mar;
Sobre o barco dos amores,
Da vida boiando à flor,
Douram teus olhos a fronte
Do Gondoleiro do amor.
Tua voz é a cavatina
Dos palácios de Sorrento,
Quando a praia beija a vaga,
Quando a vaga beija o vento;
E como em noites de Itália,
Ama um canto o pecador,
Bebe a harmonia em teus cantos
O Gondoleiro do amor.
Teu sorriso é uma aurora,
Que o horizonte enrubesceu,
— Rosa aberta com biquinho
Das aves rubras do céu.
Nas tempestades da vida
Das rajadas no furor,
Foi-se a noite, tem auroras
O Gondoleiro do amor.
Teu seio é vaga dourada
Ao tíbio clarão da lua,
Que, ao murmúrio das volúpias, Arqueja, palpita nua;
Como é doce, em pensamento,
Do teu colo no langor
Vogar, naufragar, perder-se
O Gondoleiro do amor! …
Teu amor na treva é — um astro,
No silêncio uma canção,
É brisa — nas calmarias,
É abrigo — no tufão;
Por isso eu te amo, querida,
Quer no prazer, quer na dor,
Rosa! Canto! Sombra! Estrela!
Do Gondoleiro do amor.
Recife, janeiro de 1867.

Quando eu Morrer… Castro Alves

Quando eu morrer… não lancem meu cadáver
No fosso de um sombrio cemitério…
Odeio o mausoléu que espera o morto
Como o viajante desse hotel funéreo.

Corre nas veias negras desse mármore
Não sei que sangue vil de messalina,
A cova, num bocejo indiferente,
Abre ao primeiro o boca libertina.

Ei-la a nau do sepulcro — o cemitério…
Que povo estranho no porão profundo!
Emigrantes sombrios que se embarcam
Para as plagas sem fim do outro mundo.

Tem os fogos — errantes — por santelmo.
Tem por velame — os panos do sudário…
Por mastro — o vulto esguio do cipreste,
Por gaivotas — o mocho funerário…

Ali ninguém se firma a um braço amigo
Do inverno pelas lúgubres noitadas…
No tombadilho indiferentes chocam-se
E nas trevas esbarram-se as ossadas…

Como deve custar ao pobre morto
Ver as plagas da vida além perdidas,
Sem ver o branco fumo de seus lares
Levantar-se por entre as avenidas!…

Oh! perguntai aos frios esqueletos
Por que não têm o coração no peito…
E um deles vos dirá “Deixei-o há pouco
De minha amante no lascivo leito.”

Outro: “Dei-o a meu pai”. Outro: “Esqueci-o
Nas inocentes mãos de meu filhinho”…
…Meus amigos! Notai… bem como um pássaro
O coração do morto volta ao ninho!…

Ode ao Dous de Julho – CASTRO ALVES

Era no Dous de Julho. A pugna imensa
Travara-se nos cerros da Bahia…
O anjo da morte pálido cosia
Uma vasta mortalha em Pirajá.
‘Neste lençol tão largo, tão extenso,
‘Como um pedaço roto do infinito…
O mundo perguntava erguendo um grito:
‘Qual dos gigantes morto rolará?!…

Debruçados do céu… a noite em os astros
Seguiam da peleja o incerto fado…
Era a tocha – o fuzil avermelhado!
Era o circo de Roma – o vasto chão!
Por palmas – o troar da artilharia!
Por feras – os canhões negros rugiam!
Por atletas – dous povos se batiam!
Enorme anfiteatro – era a amplidão!

Não! Não eram dous povos, que abalavam
Naquele instante o solo ensangüentado…
Era o porvir – em frente do passado,
A liberdade – em frente à escravidão,
Era a luta das águias – e do abutre,
A revolta do pulso – contra os ferros,
O pugilato da razão – contra os erros,
O duelo da treva – e do clarão!…

No entanto a luta recrescia indômita…
As bandeiras – como águias eriçadas –
Se abismavam com as as asas desdobradas
Na selva escura da fumaça atroz…
Tonto de espanto, cego de metralha,
O arcanjo do triunfo vacilava…
E a glória desgrenhada acalentava
O cadáver sangrento dos heróis!…
…………………………………………..
…………………………………………..
Mas quando a branca estrela matutina
Surgiu do espaço… e as brisas forasteiras
No verde leque das gentis palmeiras
Foram cantar os hinos do arrebol,
Lá do campo deserto da batalha
Uma voz se elevou clara e divina:
Eras tu – Liberdade peregrina!
Esposa do porvir – noiva do sol!…

Eras tu que, com os dedos ensopados
No sangue dos avós mortos na guerra,
Livre sangravas a colúmbia terra,
Sangravas livre a nova geração!
Tu que erguias, subida na pirâmide,
Formada pelos mortos de cabrito,
Um pedaço de gládio – no infinito…
Um trapo de bandeira – n’amplidão!…

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