Trabalhando com Poesia

“… Tive razão, posso falar, não foi legal, não pegou bem… Que vontade de chorar, dói em pensar que ela não vem, só dói… Mas pra mim tá tranquilo, eu vou zoar, o clima é de partida, vou dar sequência na minha vida e, de bobeira é que eu não estou e, você sabe como é que é, eu vou, mas poderei voltar quando você quiser!… Demorô vai ser melhor… Tive razão, posso falar, não foi legal, não pegou bem… Que vontade de chorar, dói em pensar que ela não vem, só dói… Mas pra mim tá tranquilo, eu vou zoar, o clima é de partida, vou dar sequência na minha vida e, de bobeira é que eu não estou e, você sabe como é que é, eu vou, mas poderei voltar quando você quiser!… Demorô vai ser melhor… Demorô vai ser melhor… Tive razão, posso falar, não foi legal, não pegou bem… Que vontade de chorar, dói em pensar que ela não vem, só dói… Mas pra mim tá tranquilo, eu vou zoar, o clima é de partida, vou dar sequência na minha vida e, de bobeira é que eu não estou… Demorô vai ser melhor…” (Seu Jorge– Tive razão – Comp.: Seu Jorge)

“… Minha cabeça bem confusa, só de ver ela passar, só de ver ela sem mim… Ainda usa a mesma blusa, com o broche que eu lhe dei, combinando com o colar… Eu fico imaginando coisas, me pego imaginando coisas… Eu fico imaginando coisas, me pego imaginando coisas… Lembranças de um tempo bom, que a gente se amava em paz, que pena que eu vacilei… Agora que não dá mais, você não me deu perdão, não tem problema… Espero que esteja bem, feliz como eu fui feliz, o tempo é quem vai dizer, a vida quem quis assim… Não sou capaz de entender, como saí de cena, não dá pra mim, eu vou voar, melhor assim… Minha cabeça bem confusa, só de ver ela passar, só de ver ela sem mim… Ainda usa a mesma blusa, com o broche que eu lhe dei, combinando com o colar… Eu fico imaginando coisas, me pego imaginando coisas… Eu fico imaginando coisas, me pego imaginando coisas… Lembranças de um tempo bom, que a gente se amava em paz, que pena que eu vacilei… Agora que não dá mais, você não me deu perdão, não tem problema… Espero que esteja bem, feliz como eu fui feliz, o tempo é quem vai dizer, a vida quem quis assim… Não sou capaz de entender, como saí de cena, não dá pra mim, eu vou voar, melhor assim…” (Seu Jorge – Cuidar de mim – Comp.: Seu Jorge / Gabriel Moura / Rogê)

“… Temos rotas a seguir, podemos ir daqui pro mundo, mas, quero ficar porque, quero mergulhar mais fundo… Só de me encontrar no seu olhar, já muda tudo, posso respirar você e posso te enxergar no escuro… Tem muito tempo na estrada, muito tem e, como quem não quer nada, você vem… Depois da onda pesada, a onda zen, é namorar na almofada e dormir bem… Foi o seu olhar, o que me encantou, quero um pouco mais desse seu amor… Foi o seu olhar, o que me encantou, quero um pouco mais desse seu amor… Temos rotas a seguir, podemos ir daqui pro mundo, mas, quero ficar porque, quero mergulhar mais fundo… Só de me encontrar no seu olhar, já muda tudo, posso respirar você e posso te enxergar no escuro… Tem muito tempo na estrada, muito tem e, como quem não quer nada, você vem… Depois da onda pesada, a onda zen, é namorar na almofada e dormir bem… Foi o seu olhar, o que me encantou, quero um pouco mais desse seu amor… Foi o seu olhar, o que me encantou, quero um pouco mais desse seu amor…” (Seu Jorge– Seu olhar – Comp.: Seu Jorge)

“Você, que é noiva (o), não acredite que casamento seja loteria. Não! No casamento, o prêmio de pende de você saber conquistá-lo. Prepare-se para ser feliz e para fazer feliz o (a) homem/mulher a quem você ama. Estude seu gênio, não interfira em seus pensamentos, trate-o (a) com amor e carinho, e verifique que sorte grande do casamento está em suas mãos. De você depende a sua felicidade.” (Minutos de Sabedoria Pg. 067)

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Transcorreu, nesse domingo, a última rodada da segunda fase do Campeonato baiano. O serrano venceu o Vitória da Conquista por 1×0, Galícia e Juazeirense empataram em 2×2, em Juazeiro, ocorrendo empate também entre Jacuipense e Catuense, em 3×3, em Alagoinhas. Resultados classificaram Serrano e Vitória da Conquista. Na Fonte Nova, a torcida compareceu em número menor que o esperado, mas, levou muita alegria e cores ao nosso principal estádio. Em campo, o time tricolor levou a melhor, demonstrando um futebol entre razoável e bom, sendo superior ao adversário a maior parte do tempo, venceu o clássico por 2×0, com gols de Rhayner e Lincoln. Time alcançou os dezessete pontos, dois a menos que o rival, primeiro colocado do outro grupo. Bahia x Serrano e Vitória x Vitória da Conquista são os confrontos semi-finais, com os times de Salvador com as vantagens. Bahia só reverte a situação na finais passando pelo Serrano, com dois triunfos e o time de Canabrava classificando com um triunfo e uma derrota, ou com qualquer classificação, caso o Conquista seja o outro finalista.

Confira os melhores momentos de Bahia 2×0 Cadela de Peruca, na Fonte Nova:

Essa semana, o “Trabalhando com Poesia” visitará a obra da Poetisa Cecília Meireles.
Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

“Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(…) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(…) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano.”

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cec%C3%ADlia_Meireles

No prefácio Musical teremos a presença luxuosa de Seu Jorge. Espero que gostem.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, alguns textos do site Correio Nagô. Vale a pena conferir:

À ESPERA DA VERDADE: Golpe de 64: ‘Marcha da Família com Deus pela Liberdade’ completa 50 anos; saiba quem a financiou e dirigiu – Tidas como protagonistas do movimento que depôs João Goulart, organizações femininas lideradas por mulheres de classe média eram, na verdade, financiadas e instruídas pelos homens da elite empresarial-militar que queriam derrubar Jango… Há 50 anos, em 19 de março de 1964, era realizada na cidade de São Paulo a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”. Estima-se que entre 500 mil e 800 mil pessoas partiram às 16h da Praça da República em direção à Praça da Sé, no centro, manifestando-se em resposta ao emblemático comício de João Goulart, seis dias antes, defendendo suas Reformas de Base na Central do Brasil.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=13402

90 anos depois – A atualidade da Coluna Prestes – A Coluna Prestes revelou a capacidade de luta do povo brasileiro e nisso reside sua atualidade. Nos dias de hoje, transformações terão que apontar para o socialismo – única solução definitiva para os males que afetam os povos do continente latino-americano. Anita Leocadia Prestes – A 28 de outubro de 2014 completam-se 90 anos dos levantes no Rio Grande do Sul que deram início à Marcha da Coluna Prestes, também conhecida como Coluna Invicta.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=c5901b9d4264066fb9b92b3cb10d4434&cod=13414

Novo surto de vale-tudo – O objetivo não era linchar Dirceu, mas sim, acirrar os ânimos. Os agitadores e agentes provocadores estão excitadíssimos às vésperas dos 50 anos do golpe. Na tarde de 12 de abril de 2011, em aula da primeira edição do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo, da ESPM-SP, Eurípedes Alcântara, diretor de Redação da Veja, na condição de professor-convidado, declarou, para espanto dos 35 alunos presentes: “Tratamos o governo Lula como um governo de exceção”. Na capa da última edição do semanário (nº 2365, de 19/3/2014), o jornalista ofereceu trepidante exemplo da sua doutrina

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=67bd8009be4a06e2a142be95cd0259ae&cod=13410

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/03/24/trabalhando-com-poesia-603

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus e repleta da energia positiva.

Apio Vinagre Nascimento
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Meu Sonho – Cecília Meireles

Parei as águas do meu sonho
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos
ficou por cima, a procurar…
Os pássaros da madrugada
não têm coragem de cantar,
vendo o meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
por que insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.

Motivo – Cecília Meireles

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou edifico,
se permaneço ou me desfaço,
– não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno e asa ritmada.
E sei que um dia estarei mudo:
– mais nada

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