Trabalhando com Poesia

“…São sete horas da manhã, vejo o Cristo da janela, o sol apagou sua luz e o povo lá embaixo espera, nas filas dos pontos de ônibus, procurando aonde ir… São todos seus cicerones, correm pra não desistir dos seus salários de fome, é a esperança que eles têm, nesse filme como extras, todos querem se dar bem… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros outras correntezas, meu nego… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas, meu nego… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros outras correntezas, meu nego… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas, meu nego… Estranho, teu Cristo, Rio, que olha tão longe, além, tem os braços sempre abertos, mas, sem proteger ninguém… Eu vou forrar as paredes do meu quarto de miséria, com manchetes, manchetes, manchetes de jornal, pra ver que não é nada sério, nada mesmo muito sério… Eu vou dar o meu desprezo, pra você que me ensinou que a tristeza é uma maneira da gente se salvar depois… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros outras correntezas, meu nego… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas, meu nego… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros outras correntezas, meu nego… Num trem pras estrelas, depois dos navios negreiros, outras correntezas, meu nego…” (Gilberto Gil e Cazuza – Um trem pras estrelas – Comp.: Gilberto Gil e Cazuza)

“… O rei da brincadeira, ê, José! O rei da confusão, ê, João! Um trabalhava na feira, ê, José! Outro na construção, ê, João!… A semana passada, no fim da semana, João resolveu não brigar, no domingo de tarde saiu apressado e não foi prá Ribeira jogar, Capoeira! Não foi prá lá pra Ribeira, foi namorar… O José como sempre, no fim da semana, guardou a barraca e sumiu, foi fazer no domingo, um passeio no parque, lá perto da Boca do Rio… Foi no parque que ele avistou, Juliana foi que ele viu, foi que ele viu Juliana na roda com João, uma rosa e um sorvete na mão, Juliana seu sonho, uma ilusão, Juliana e o amigo João… O espinho da rosa feriu Zé, feriu Zé! Feriu Zé! E o sorvete gelou seu coração… O sorvete e a rosa, Ô, José! A rosa e o sorvete, Ô, José! Foi dançando no peito, Ô, José! Do José brincalhão, Ô, José!… O sorvete e a rosa, Ô, José! A rosa e o sorvete, Ô, José!, Oi girando na mente, Ô, José! Do José brincalhão, Ô, José!… Juliana girando, Oi girando! Oi, na roda gigante, Oi, girando! Oi, na roda gigante, Oi, girando!, O amigo João, João… O sorvete é morango, É vermelho! Oi, girando e a rosa, É vermelha! Oi girando, girando, É vermelha! Oi, girando, girando… Olha a faca! Olha a faca!… Olha o sangue na mão, Ê, José! Juliana no chão, Ê, José! Outro corpo caído, Ê, José!, Seu amigo João, Ê, José!… Amanhã não tem feira, Ê, José! Não tem mais construção, Ê, João! Não tem mais brincadeira, Ê, José! Não tem mais confusão, Ê, João!… Êh! Êh! Êh Êh Êh Êh! Êh! Êh! Êh Êh Êh Êh! Êh! Êh! Êh Êh Êh Êh! Êh! Êh! Êh Êh Êh Êh! Êh! Êh! Êh Êh Êh Êh!…” (Gilberto Gil & Os mutantes– Domingo no parque – Comp.: Gilberto Gil)

“… Por ser de lá do sertão, lá do cerrado, lá do interior do mato, da caatinga do roçado… Eu quase não saio, eu quase não tenho amigos, eu quase que não consigo ficar na cidade, sem viver contrariado… Por ser de lá, na certa por isso mesmo, não gosto de cama mole, não sei comer sem torresmo… Eu quase não falo, eu quase não sei de nada, sou como rês desgarrada, nessa multidão boiada, caminhando a esmo… Por ser de lá do sertão, lá do cerrado, lá do interior do mato, da caatinga do roçado… Eu quase não saio, eu quase não tenho amigos, eu quase que não consigo ficar na cidade, sem viver contrariado… ” (Gilberto Gil – Lamento sertanejo – Comp.: Gilberto Gil e Dominguinhos)

“Mantenha elevado seu otimismo na vida! Quem possui o coração cheio de amor, nada teme! Arrasta todos os vendavais da vida, com um sorriso nos lábios. Procure amar a todos e a tudo, mesmo àqueles que o fazem sofrer, e você se estará tornando perfeito, como o Pai Celestial, que dá a todos, sem distinção bons e maus, justo e injustos as mesmas oportunidades de salvação”. (Minutos de Sabedoria Pg. 084)

Bom dia pessoal,

Mais dois jogos fecharam os confrontos das quartas de final da copa do mundo. AO contrário do que se imaginava e, de forma similar a outros jogos, duas partidas emocionantes e com resultado final definido na prorrogação.

No jogo das 13 horas, em São Paulo, a Argentina precisou do tempo normal e dos dois tempos da prorrogação para vencer o bom time da Suiça, com um belo gol de Di Maria, após lançamento perfeito de Messi. Já na partida das 17 horas, na Fonte Nova, Bélgica e Estados Unidos só definiram o placar na prorrogação, também após empate em 0x0 no tempo normal. Após vencer o primeiro tempo por 2×0, a Bélgica esteve perto de ceder o empate à equipe norte americana. Dessa forma os confrontos das quartas de final da Copa das Copas, ficou dessa forma: Dia 04 de julho as 13 horas Alemanha x França, no Maracanã, as 17 a seleção Brasileira entra em campo mais uma vez. Brasil x Colombia se enfrentam no Castelão, em Fortaleza; Dia 05 de julho as 13 horas é a vez de Argentina x Bélgica jogarem no Mané Garrincha, decidindo uma vaga nas semifinais e às 17 horas, a grande surpresa da copa, Costa Rica enfrenta a poderosa seleção da Holanda. Holanda x Costa Rica é a última partida das quartas de final.

Veja os melhores momentos das partidas:

Argentina x Suíça

Bélgica x Estados Unidos

Compartilhar frases que achamos instigantes e que nos leve a refletir é sempre uma boa prática. Aqui uma retirada do site Valente, textos terapêuticos.

“…DA IMPORTÂNCIA DE DIZER EU TE AMO – Como é importante dizermos essas três palavrinhas. O significado tem o poder de transformar coisas ruins em coisas maravilhosas. Quando um filho enlaça com seus braços e diz ao pai ou à mãe: eu te amo, transcorre um feixe de luzes em volta dos dois, construindo e fortalecendo os liames que os une, de forma a consolidar aqueles laços de afetividade, de amor, de querer bem. Como é bonito viver esses momentos!! Estou acostumado a ouvir pacientes que sofrem demasiadamente e relatam a sua dor por um ente querido não manifestar seu apreço, seu carinho, sua estima, seja sua esposa, marido, filho, filha, nora, neta e por aí vai.
Engraçado o ser humano. As coisas evoluem, as descobertas do homem moderno com sua tecnologia de ponta, os laboratórios com suas pesquisas nos apresentando remédios fantásticos, a tecnologia com a velocidade da informação onde em tempos recentes nem havíamos condições de imaginar. E o ser humano, ainda hoje, fazendo uso de suas queixas habituais. Um pai, uma mãe, defronte um terapeuta, falando de forma triste, sentida, que trocaria muitas e muitas coisas que lhe são caras, gratas e importantes, por um gesto de carinho de um ente querido. Meu Deus! Com toda a evolução acima citada, e o que ainda está por vir nos próximos anos, o ser humano pouco sabe de si próprio. E, quando sabe, pouco sabe lidar consigo mesmo. Não é verdade?

Quantos e quantos se vêm nesta situação, de ter o que querem, porém, o que gostariam mesmo de ter, pouco ou nada têm. O carinho, o afeto, o reconhecimento e a gratidão poucos realmente vivenciam. Uns privilegiados, com certeza. Mas, gente! Vamos ser honestos e sinceros. Pouco se faz para que isso aconteça. Aí vem a pergunta, por que? Porque somos duros, turrões, envergonhados, sem jeito, preconceituosos … de darmos um abraço cheio, gostoso, aquele abraço integral, maravilhoso, que nos transporta a sensações de esplendor de amor. Amor por todos os lados e poros. Beijar a quem amamos, às vezes, é algo intransponível aos nossos preceitos, preconceitos, formação, vergonha … por isso sofremos. E, diante do terapeuta, envergonhados de não sabermos e/ou não conseguirmos fazer, contamos nosso sofrimento interior por não ouvirmos essas três palavrinhas eu te amo!!

Não é fácil!! Porém, nada intransponível. Uma paciente, com extremo retardo físico, olha sempre para seus pais – adotivos – e os abraça, feliz, muito feliz, irradiando amor para todos os lados, e emite seus sons de alegria, carinho, candura e querer bem. Ela assim se manifesta quando quer expressar seu sentimento de amor e reconhecimento. Que felicidade nessa família, apesar da provação muito forte!

A experiência do amor fraternal nos faz mais dóceis, mais pacientes, calmos, tranqüilos. Faz-nos estar de bem conosco mesmo e dilata e expande nossos valores morais, como a capacidade de amar, a capacidade de perdoar, inclusive a nós mesmos, a capacidade de tolerar, de sublimar e por aí vai. Vamos exercitar essas três palavrinhas iniciando para conosco mesmo. Quem não consegue se amar integralmente, precisa rever o que não se perdoou ainda. Busque, analise e reflita, para então, se perdoar de suas faltas, das coisas que deixou de fazer, do que fez de forma errada … … … … … … … … … … … e bola pra frente, pois nunca é tarde para dizer verdadeiramente aos seus pares, entes queridos, as três palavrinhas: eu te amo!!!…”

E chega o dia de comemorarmos mais um ano da independência da Bahia.

A Independência da Bahia foi um movimento que, iniciado em 1821 (mas com raízes anteriores) e com desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, terminou pela inserção daquela então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da independência do Brasil.

Aderira Salvador à Revolução liberal do Porto, de 1820 e, com a convocação das Cortes Gerais em Lisboa, em janeiro do ano seguinte, envia deputados como Miguel Calmon du Pin e Almeida na defesa dos interesses locais. Divide-se a cidade em vários partidos, o liberal unindo mesmo portugueses e brasileiros, interessados em manter a condição conquistada com a vinda da Corte para o país de Reino Unido, e os lusitanos interessados na volta ao status quo ante.

Dividem-se os interesses, acirram-se os ânimos: de um lado, portugueses interessados em manter a província como colônia, do outro brasileiros, liberais, conservadores, monarquistas e até republicanos se unem, finalmente, no interesse comum de uma luta que já se fazia ao longo de quase um ano, e que somente se faz unificada com a própria Independência do Brasil a partir de 14 de junho de 1822, quando é feita na Câmara da vila de Santo Amaro da Purificação a proclamação que pregava a unidade nacional, e reconhecia a autoridade de D. Pedro I.

Na Bahia a luta pela Independência veio antes da brasileira, e só concretizou-se quase um ano depois do 7 de setembro de 1822: ao contrário da pacífica proclamação às margens do Ipiranga, só ao custo de milhares de vidas e acirradas batalhas por terra e mar emancipou-se de Portugal, de tal modo que seu Hino afirma ter o Sol que nasceu ao 2 de julho brilhado “mais que o primeiro”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_da_Bahia

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos de alguns sites e blogs. Vale a pena conferir:

Dos brasileiros a Dilma: um singelo pedido de desculpa – Mensagem assume erro de parte dos brasileiros por não ter acreditado no sucesso da Copa, como pregava a presidente, e por ter reproduzido o negativismo da mídia brasileira; “Enquanto ela dizia que faríamos a Copa das Copas, falávamos que tudo seria uma vergonha. Repetimos, como papagaios, as manchetes de uma imprensa derrotista”, diz o texto; “Não foi justo com você, não foi justo com o Brasil. Desculpe-nos, Dilma. Uma parte desse País errou”; em três dias, vídeo publicado no Youtube por Conceição Oliveira, do blog Maria Fro, tem mais de 24 mil visualizações e acaba de ganhar a narração do ator José de Abreu…

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/145341/Dos-brasileiros-a-Dilma-um-singelo-pedido-de-desculpa.htm
https://www.youtube.com/watch?v=EY_wAf0UewE

Em 19 anos, PMs de São Paulo mataram 10 mil pessoas, Por André Caramante, Policiais militares mataram 10.152 pessoas no estado de São Paulo nos últimos 19 anos (julho de 1995 a abril 2014) – o equivalente à população de uma cidade como a paulista São Luiz do Paraitinga, interior do estado. Levantamento feito pela reportagem da Ponte indica que, em média, 45 pessoas foram mortas por PMs a cada mês no Estado, num cenário em que os policiais também são vítimas – cinco foram assassinados por mês no período.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=5da9942da9fb4fe0d77eb32bd6165e43&cod=13908

Globo é a grande derrotada da Copa, Por Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual: A Copa do Mundo de Futebol no Brasil deveria ter sido vista como uma oportunidade rara para as empresas de mídia fazerem bons negócios. Poderiam aproveitar a visibilidade e o interesse no Brasil pelo evento esportivo de maior popularidade do planeta para vender ao mundo reportagens, documentários sobre cada região no entorno das cidades-sede e ampliar os canais de exportação para produtos jornalísticos e obras audiovisuais.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=19df34e5a4cbdb9c7a41acd3fbd71222&cod=13906

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas para o exterior e programa de incentivo à inovação – A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quarta (25) duas ações de incentivo ao desenvolvimento da ciência e tecnologia no país: mais 100 mil bolsas para estudantes brasileiros que queiram se qualificar no exterior e o inédito Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento que, pelos próximos dez anos, vai estimular a pesquisa em 20 áreas do conhecimento, como agricultura, saúde, energia e defesa.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=b49c21e3241ca30fdcd45758f44abe07&cod=13890

Uma democracia que se volta contra o povo, por Leonardo Boff – Uma grita geral da mídia corporativa, de parlamentares da oposição e de analistas sociais conservadores se levantou contra a Política Nacional de Participação – Uma grita geral da mídia corporativa, de parlamentares da oposição e de analistas sociais ligados ao status quo de viés conservador se levantou furiosamente contra o decreto presidencial que institui a Política Nacional de Participação Social. O decreto não inova em nada nem introduz novos itens de participação social.

http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/145286/Uma-democracia-que-se-volta-contra-o-povo.htm

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/07/02/trabalhando-com-poesia-620

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quarta-feira abençoada por Deus e repleta da força da rainha dos ventos e trovões. Eparrey Oyá.

Apio Vinagre Nascimento
e-mail 1: apio.nascimento@sedesba.ba.gov.br
e-mail 2: oipa@uol.com.br
e-mail 3: apioptlf@yahoo.com.br
msn: oipa2@hotmail.com
Blog: https://oipa2.wordpress.com
Twitter: http://www.twitter.com/a_vinagre
Facebook: http://www.facebook.com/apio.vinagre
Flickr: http://www.flickr.com/photos/a_vinagre
Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9196573284471271823
Skype: a_vinagre1
Youtube: http://www.youtube.com/user/sobreviventeapio
Fones: (71) 8814-5332 / 9154-0168 / 9982-7223 / 8251-9282

Antífona – Cruz e Souza

Ó Formas alvas, brancas, Formas claras
De luares, de neves, de neblinas!
Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas…
Incensos dos turíbulos das aras
Formas do Amor, constelarmante puras,
De Virgens e de Santas vaporosas…
Brilhos errantes, mádidas frescuras
E dolências de lírios e de rosas …
Indefiníveis músicas supremas,
Harmonias da Cor e do Perfume…
Horas do Ocaso, trêmulas, extremas,
Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume…
Visões, salmos e cânticos serenos,
Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes…
Dormências de volúpicos venenos
Sutis e suaves, mórbidos, radiantes …
Infinitos espíritos dispersos,
Inefáveis, edênicos, aéreos,
Fecundai o Mistério destes versos
Com a chama ideal de todos os mistérios.
Do Sonho as mais azuis diafaneidades
Que fuljam, que na Estrofe se levantem
E as emoções, todas as castidades
Da alma do Verso, pelos versos cantem.
Que o pólen de ouro dos mais finos astros
Fecunde e inflame a rima clara e ardente…
Que brilhe a correção dos alabastros
Sonoramente, luminosamente.
Forças originais, essência, graça
De carnes de mulher, delicadezas…
Todo esse eflúvio que por ondas passa
Do Éter nas róseas e áureas correntezas…
Cristais diluídos de clarões alacres,
Desejos, vibrações, ânsias, alentos
Fulvas vitórias, triunfamentos acres,
Os mais estranhos estremecimentos…
Flores negras do tédio e flores vagas
De amores vãos, tantálicos, doentios…
Fundas vermelhidões de velhas chagas
Em sangue, abertas, escorrendo em rios…
Tudo! vivo e nervoso e quente e forte,
Nos turbilhões quiméricos do Sonho,
Passe, cantando, ante o perfil medonho
E o tropel cabalístico da Morte…

SORRISO INTERIOR – Cruz e Souza

O ser que é ser e que jamais vacila
Nas guerras imortais entra sem susto,
Leva consigo este brasão augusto
Do grande amor, da grande fé tranqüila.
Os abismos carnais da triste argila
Ele os vence sem ânsias e sem custo…
Fica sereno, num sorriso justo,
Enquanto tudo em derredor oscila.
Ondas interiores de grandeza
Dão-lhe esta glória em frente à Natureza,
Esse esplendor, todo esse largo eflúvio.
O ser que é ser transforma tudo em flores…
E para ironizar as próprias dores
Canta por entre as águas do Dilúvio!

Anúncios
Esse post foi publicado em Livros e marcado . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s