Trabalhando com Poesia

“… Eu sou mais meu chinelo de dedo, do que cromo alemão apertado, sou daqueles melhor só, do que mal acompanhado, vou rolando no mundo igual bola, só porque a gente não nasceu quadrado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Eu sou mais meu chinelo de dedo, do que cromo alemão apertado, sou daqueles melhor só, do que mal acompanhado, vou rolando no mundo igual bola, só porque a gente não nasceu quadrado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Olho grande não entra na China, quem anda com porco só farelo come, mulher com mulher, sempre dá jacaré, homem com homem, vai dar Lobisomem… Em terra de cego, caolho é rei, um dia da caça, outro do caçador, faça o que eu digo, não faça o que eu faço, aluno não sabe mais que o professor… Quem canta seus males espanta, vou seguindo em frente, pois atrás vem gente… Pimenta no olho do outro é refresco, e cavalo dado não se olha os dentes… Eu sou mais meu chinelo de dedo, do que cromo alemão apertado, sou daqueles melhor só, do que mal acompanhado, vou rolando no mundo igual bola, só porque a gente não nasceu quadrado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Relógio que atrasa pra nada adianta, quem semeia vento, colhe tempestade, deitou com cachorro, com pulga levanta, quem hoje é velhinho já foi mocidade… Laranja madura é que toma varada, não quer ser mamãe, vai ficar pra titia… Trombada de porco não mata mosquito, pra mim cada louco com a sua mania… Devagar se vai ao longe, sei com quantos paus se faz uma canoa, eu também admiro Istambul, mas eu fico em Xerém, porque é terra boa… Eu sou mais meu chinelo de dedo, do que cromo alemão apertado, sou daqueles melhor só, do que mal acompanhado, vou rolando no mundo igual bola, só porque a gente não nasceu quadrado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… A justiça tarda mas não falha, não venha chorar o leite derramado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Amigos , amigos negócios a parte, não ponha a colher onde não for chamado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Não perca o compasso acerte seu passo, aprenda um pouco com velho ditado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado… Queda de velho não sobe poeira, jibóia não corre mas pega veado… Eu fico com um olho no peixe fritando e fico com outro no gato do lado…” (Zeca Pagodinho & Dudu Nobre – Velho ditado – Comp.: Dudu Nobre)

“… Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”, mas, avisa… Porque vou as normas da casa mudar, quem não for amigo só entra de crachá, pra moralizar, vou ter que mudar… Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”, mas, avisa… Porque vou as normas da casa mudar, quem não for amigo só entra de crachá, pra moralizar, vou ter que mudar… Dessa vez foi demais, você trouxe a família da sua vizinha, comadre, compadre, cunhado, madrinha… Fizeram uma zorra lá no meu quintal, total, sanfona, viola, cavaco, pandeiro, rolou samba, forró, hip-hop, de tudo por lá… Babou! Chegaram bem na hora que eu ia almoçar, que horror! Quando eu falei “servido”, um já estava em meu lugar… Sujou! Comeram e beberam quase tudo, que povo mal-educado, lá foi meu frango com quiabo… Que horror! Zoaram o dia todo, ninguém tinha disciplina. Sujou! Criança, velho e jovem se jogaram na piscina. Bastou! Quando a farra acabou já era noite, não deu mais pra me segurar, mandei todo mundo vazar… Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”, mas, avisa… Porque vou as normas da casa mudar, quem não for amigo só entra de crachá, pra moralizar, vou ter que mudar… Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”, mas, avisa… Porque vou as normas da casa mudar, quem não for amigo só entra de crachá, pra moralizar, vou ter que mudar… Dessa vez foi demais, você trouxe a família da sua vizinha, comadre, compadre, cunhado, madrinha… Fizeram uma zorra lá no meu quintal, total, sanfona, viola, cavaco, pandeiro, rolou samba, forró, hip-hop, de tudo por lá… Babou! Chegaram bem na hora que eu ia almoçar, que horror! Quando eu falei “servido”, um já estava em meu lugar… Sujou! Comeram e beberam quase tudo, que povo mal-educado, lá foi meu frango com quiabo… Que horror! Zoaram o dia todo, ninguém tinha disciplina. Sujou! Criança, velho e jovem se jogaram na piscina. Bastou! Quando a farra acabou já era noite, não deu mais pra me segurar, mandei todo mundo vazar…No dia seguinte fui fazer faxina, caramba quase que enfartei, de tanta sujeira na minha piscina, que a mãe de quem foi lá xinguei, osso de galinha, pilha, dentadura, peruca, garrafa, carvão, lotado de cerveja, maiô, camisinha, e uma cueca samba canção… Bolinha de gude, chapinha cabelo a água tão amarelada, tava na cara que ali foi banheiro desaperto da rapaziada… Não diz que é mentira, foi tudo filmado, só pra você dou perdão, porém sua turma me deixou bolado nunca mais, nem no portão, ah não!… Dá próxima vez quiser me visitar avisa… Avisa…” (Zeca Pagodinho – Normas da casa – Comp.: Zé Roberto)

“… Manda que eu faço chover, pede que eu mando parar, manda que eu faço de tudo meu amor pra te agradar… Uma prova de amor… Uma prova de amor eu dou, se você quiser, uma prova de amor eu dou, se preciso for, uma prova de amor eu dou, quem sabe assim, você vê todo o bem que tem dentro de mim… Uma prova de amor pra ver sua razão, e aprender se curvar pro coração… Faço tudo pra ter você por perto, faço tudo pra ser merecedor, eu tiro até água do deserto, o meu coração está tão certo, que vai ser o dono desse amor… Existia um vazio em minha vida, existia a tristeza em meu olhar, eu era uma folha solta ao vento, sem vida, sem cor, sem sentimento, até seu perfume me alcançar… Manda que eu faço chover, pede que eu mando parar, manda que eu faço de tudo meu amor pra te agradar… Manda que eu faço chover, pede que eu mando parar, manda que eu faço de tudo só pra não te ver chorar…Uma prova de amor… Uma prova de amor eu dou, se você quiser, uma prova de amor eu dou, se preciso for, uma prova de amor eu dou, quem sabe assim, você vê todo o bem que tem dentro de mim… Uma prova de amor pra ver sua razão, e aprender se curvar pro coração… Faço tudo pra ter você por perto, faço tudo pra ser merecedor, eu tiro até água do deserto, o meu coração está tão certo, que vai ser o dono desse amor… Existia um vazio em minha vida, existia a tristeza em meu olhar, eu era uma folha solta ao vento, sem vida, sem cor, sem sentimento, até seu perfume me alcançar… Manda que eu faço chover, pede que eu mando parar, manda que eu faço de tudo meu amor pra te agradar… Manda que eu faço chover, pede que eu mando parar, manda que eu faço de tudo só pra não te ver chorar…” (Zeca Pagodinho – Uma prova de amor – Comp.: Nelson Rufino / Toninho Geraes)

“… Só quem acredita vê, que essa vida é um doce, mesmo se não fosse, eu seria assim… Sou menino brincalhão, encontrei a chance, bem ao meu alcance e agarrei pra mim… Eu dou… Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Viva Cosme e Damião, Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião…O que importa é que a gente miúda, me trouxe ajuda quando precisei, e o que prego nas minhas andanças, que só as crianças me ditam a lei, e assim me sinto protegido, ungido com a viscosidade da fé, sua bênção é a presença imensa, que vença com a crença quem tem seu axé… Eu dou… Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Viva Cosme e Damião, Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Da vida tão amargurada, essa gurizada me fez renascer, e hoje sou cobra criada, salve a ibejada, falange de Erê… Vinte e sete de setembro, eu sempre me lembro, não esqueço de dar cocada, paçoca, suspiro, pipoca, bolo, bala, bola, cuscuz e manjar… Eu dou… Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Viva Cosme e Damião, Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Só quem acredita vê, que essa vida é um doce, mesmo se não fosse, eu seria assim… Sou menino brincalhão, encontrei a chance, bem ao meu alcance e agarrei pra mim… Eu dou… Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Viva Cosme e Damião, Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião…O que importa é que a gente miúda, me trouxe ajuda quando precisei, e o que prego nas minhas andanças, que só as crianças me ditam a lei, e assim me sinto protegido, ungido com a viscosidade da fé, sua bênção é a presença imensa, que vença com a crença quem tem seu axé… Eu dou… Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Viva Cosme e Damião, Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Da vida tão amargurada, essa gurizada me fez renascer, e hoje sou cobra criada, salve a ibejada, falange de Erê… Vinte e sete de setembro, eu sempre me lembro, não esqueço de dar cocada, paçoca, suspiro, pipoca, bolo, bala, bola, cuscuz e manjar… Eu dou… Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião… Viva Cosme e Damião, Doum… Viva Cosme e Damião, Doum… Doum… Viva Cosme e Damião…” (Zeca Pagodinho – Falange do Erê – Comp.: Arlindo Cruz e Sombrinha)

“A morte não existe! O que se dá é apenas uma transformação em nossa maneira de ser. Não espere que, depois desta, exista outra vida. Não! A vida é a mesma. A vida eterna já está sendo vivida por todos nós. Depois da morte, continuamos a ser o que já somos. Portanto, procure ser AGORA, antes da morte, aquilo que você deseja continuar a ser depois da morte. Porque a morte não existe!” (Minutos de Sabedoria Pg. 109)

Bom dia pessoal,

Completam-se hoje 69 anos que, após seis meses de violentos bombardeios, em outras cidades japonesas, os Estados Unidos da América inauguravam a utilização de bombas nucleares em conflitos armados. Na manhã daquela segunda feira era jogada sobre a cidade de Hiroshima a primeira bomba atômica, ironicamente apelidada de “Little boy”. Não satisfeitos com a ação, os americanos jogariam, agora sobre a cidade de Nagasaky, esta apelidada de “Fat man”.
As estimativas do primeiro massacre por armas de destruição maciça sobre uma população civil apontam para um número total de mortos a variar entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki, sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação. A maioria dos mortos eram civis.

As explosões nucleares, a destruição das duas cidades e as centenas de milhares de mortos em poucos segundos levaram o Império do Japão à rendição incondicional em 15 de agosto de 1945, com a subsequente assinatura oficial do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim da II Guerra Mundial.

O papel dos bombardeios atômicos na rendição do Japão, assim como seus efeitos e justificações, foram submetidos a muito debate. Nos EUA, o ponto de vista que prevalece é que os bombardeios terminaram a guerra meses mais cedo do que haveria acontecido, salvando muitas vidas que seriam perdidas em ambos os lados se a invasão planejada do Japão tivesse ocorrido.

Saiba mais sobre o tema em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bombardeamentos_de_Hiroshima_e_Nagasaki

Esse documentário mostra as primeiras 24 horas após a explosão da primeira bomba atômica do mundo.

Completam-se hoje 13 anos da partida física do grande Jorge Leal Amado de Faria. Jorge Amado foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos. Integrou os quadros da intelectualidade comunista brasileira desde o final da primeira metade do século XX – ideologia presente em várias obras, como a retratação dos moradores do trapiche baiano em Capitães da Areia, de 1937. Jorge é o autor mais adaptado do cinema, do teatro e da televisão. Verdadeiros sucessos como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra foram criações suas2 . A obra literária de Jorge Amado – 49 livros, ao todo – também já foi tema de escolas de samba por todo o País. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas3 bem como em braille e em fitas gravadas para cegos. Jorge foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho. Mas em seu estilo – o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994, a sua obra foi reconhecida com o Prêmio Camões.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Amado

O “Trabalhando com Poesia” traz hoje, em homenagem a Jorge, quatro de suas grandes obras, transformadas em filme:

“‘Jubiabá’ foi uma co-produção com a França, originariamente francesa, que veio para o Brasil, com direção de Nelson Pereira dos Santos. “O amor do negro Antônio Balduíno pela loura Lindinalva. Tudo começou quando ele, ainda criança, foi morar na casa do Comendador Ferreira, pai de Lindinalva. O pequeno órfão ganhou a proteção do chefe da casa e o ódio da empregada portuguesa, Amélia. Expulso da casa dos ricos protetores, Balduíno torna-se um homem famoso entre os malandros e marinheiros da beira do cais, lutador imbatível e amante famoso. Torna-se o imperador das ruas da Bahia. Mas o gigante negro tinha o coração escravo de Lindinalva e a cabeça de Jubiabá, o pai-de-santo.”

Tieta do Agreste é um romance do escritor brasileiro e baiano Jorge Amado, publicado em 17 de agosto de 1977.
O livro apresenta uma situação dramática clássica: a da mulher que volta rica e poderosa à cidade de onde fora expulsa 26 anos antes, quando ainda era adolescente. À sua volta estão típicos representantes do interior baiano, lutando pela sobrevivência, defendendo ou resistindo a preconceitos, almejando pequenas ambições e que compõem um painel vivo dos conflitos provincianos que antecedem a chegada de sinais de progresso – e suas consequências. Em 1996 foi realizado o filme Tieta do Agreste, baseado no romance, dirigido por Cacá Diegues e com Sônia Braga no papel de Tieta.

Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-Pernas, Boa Vida e Dora, personagens imortalizados na obra de Jorge Amado, ganham as telonas do cinema em Capitães da Areia, longa assinado por Cecília Amado, neta do escritos baiano.
Assim como no romance publicado na década de 1930, a narrativa traz a história de um grupo de crianças e adolescentes abandonados por suas famílias que crescem nas ruas de Salvador, praticando assaltos, e fugindo da polícia enquanto lutam para sobreviver. Liderada por Pedro Bala, a trupe é conhecida por Capitães da Areia pela facilidade que tem de se camuflar sem deixar pistas e sem ser notada. Assim, ao longo de um ano, os garotos encaram diversas aventuras, realizando sonhos e vivendo reais pesadelos.

Bahia, 1925. Uma das maiores secas da história do Nordeste leva para Ilhéus Gabriela (Sônia Braga), uma bela retirante que com sua beleza e sensualidade conquista a todos, principalmente Nacib (Marcello Mastroianni), dono do bar mais popular da cidade, que emprega Gabriela para trabalhar em sua casa e com quem tem um caso. O relacionamento dos dois fica tão intenso que eles se casam, mas tudo parece desmoronar quando Gabriela lhe é infiel com o maior conquistador da cidade. Paralelamente, um “coronel” vai ser julgado por ter matado sua mulher com o amante. Os outros “coronéis” acham que ele tem de ser inocentado, pois houve um forte motivo para o crime, mas os tempos mudaram e determinados conceitos do passado estão sendo enterrados.

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos do site Correio do Brasil. Vale a pena conferir:

Hiroshima marca 69 anos desde a devastação do ataque nuclear dos EUA – A cidade de Hiroshima, no Japão, marca os 69 anos desde o devastador ataque dos Estados Unidos com a bomba nuclear, nesta quarta-feira. O evento é lembrado como denúncia do belicismo imperialista e do crime contra a humanidade. A presidenta do Conselho Mundial da Paz e do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) Socorro Gomes, que deu declarações ao portal Vermelho, tem sido uma das vozes firmes no apelo à memória como forma de evitar a repetição devastadora.

http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/hiroshima-marca-69-anos-desde-a-devastacao-do-ataque-nuclear-dos-eua/720855/

Forças curdas e Estado Islâmico se enfrentam no Iraque – Forças curdas atacaram combatentes do Estado Islâmico nesta quarta-feira a apenas 40 quilômetros ao sudoeste da capital regional curda de Arbil, no Norte do Iraque, disse uma autoridade à agência inglesa de notícias Reuters.

http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/forcas-curdas-e-estado-islamico-se-enfrentam-no-iraque/720839/

Entre ruralistas, Dilma fala que economiza para pagar dívida pública – A presidenta Dilma Rousseff mostrou-se otimista, nesta quarta-feira, sobre o cumprimento da meta de superávit primário para o pagamento da dívida pública neste ano e minimizou os resultados ruins recentes. – É natural que haja momentos de flutuação do superávit primário, mas acredito que teremos condições de cumprir o previsto no começo do ano – disse Dilma a jornalistas, após apresentar propostas ao setor agropecuário em evento organizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que contou com a participação do principais candidatos à Presidência.

http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/entre-ruralistas-dilma-fala-que-economiza-para-pagar-divida-publica/720878/

Dilma concentra apoio das seis maiores centrais sindicais do país – Sindicalistas das seis maiores centrais sindicais do Brasil – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB que, juntas representam mais de 6,5 milhões de trabalhadores sindicalizados reúnem-se com a presidenta Dilma Rousseff, na próxima quinta-feira, no Ginásio da Portuguesa, em São Paulo, para declarar apoio à sua reeleição.

http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/dilma-concentra-apoio-das-seis-maiores-centrais-sindicais-do-pais/720597/

Candidatos selecionados no Sisutec têm até sexta-feira para se matricular – Para concorrer, o candidato precisa ter concluído o ensino médio e feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado. Os selecionados na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) podem fazer a matrícula nas instituições a partir desta quarta-feira. O prazo vai até sexta-feira. O candidato deverá verificar, na instituição de ensino em que foi aprovado, informações sobre local, horário e procedimentos para a matrícula.

http://correiodobrasil.com.br/educacao/candidatos-selecionados-no-sisutec-tem-ate-sexta-feira-para-se-matricular/720881/

Estoques de petróleo caem com recuo das importações nos EUA, diz AIE – Os estoques de petróleo nos EUA caíram 1,756 milhão de barris, contra uma expectativa de queda de 1,711 milhão. Os estoques de petróleo dos Estados Unidos caíram na semana passada com um recuo acentuado das importações, enquanto uma menor produção de produtos refinados contribuiu para uma forte e surpreendente queda no total armazenado de gasolina e de derivados, mostraram dados da Administração de Informação de Energia (AIE) nesta quarta-feira.

http://correiodobrasil.com.br/meio-ambiente/energia/estoques-de-petroleo-caem-com-recuo-das-importacoes-nos-eua-diz-aie/720886/

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/08/06/trabalhando-com-poesia-645

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quarta-feira abençoada por Deus e repleta da força da rainha dos ventos e trovões. Eparrey Oyá.

Apio Vinagre Nascimento
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Eu, Palhaço – Tude Celestino

“Enquanto o lábio trêmulo gargalha,
dentro do peito o coração soluça.”
(de ‘O Palhaço’, Pe. Antônio Tomaz)
Com o coração dopado, eis-me aqui em cena
No palco da ilusão pintado de alvaiade;
Trazendo uma esperança unida a uma saudade,
Enfrento a plebe-rude, essa feroz hiena.
Nas contrações da face escondendo a vil gangrena
Do meu terrível tédio e, em mágica habilidade,
Promovo galhofeiro e levo a chã vaidade
À infrene turba-multa que ruge na arena.
E em meio a essa gente e luzes divinais,
Escamoteio a dor de minhas emoções
Quando o aplauso ou a vaia estruge nas gerais.
Burlesco alvo à mercê desses contrastes todos,
Eu choro temeroso em meio às ovações
E rio como forte, enfrentando os apodos.

Ilhas – Tude Celestino

Que tormento, meu Deus, se eu não a via,
Que angústia se a tinha a meu lado
Pois muito antes de ela ter chegado
Já a dor de sua partida eu pressentia.
Como era longa a ausência de um só dia
Quando eu contava as horas desolado
Como eu sofria, meu Deus, com ela abraçado,
Longe dela, meu Deus, como eu sofria!
Mas deste amor as chamas se apagaram
E dessa lava ardente, hoje absorto,
Contemplo só as cinzas que ficaram.
Foram-se as juras, foram-se os carinhos
Somos agora as ilhas de um mar morto
Vivemos lado a lado e tão sozinhos.

Boêmio – Tude Celestino

Boêmio, eu sei, teu mal não tem remédio,
Teu riso louco, tua louca alegria,
São guizos que prendeste com ironia
No nebuloso manto do teu tédio.
No peito magro que já foi tão nédio
Cravaste o punhal da hipocondria
E para disfarçar tua agonia
Manténs o bar num incessante assédio
E assim, ébrio, disperso, desregrado,
No riso a esconder pesar profundo,
Destróis em ti o que há de mais sagrado
Tuas ânsias de revolta mal contendo,
Vês entre as taças de licor imundo
Teus sonhos todos, um por um, morrendo.

Antecipação – Tude Celestino

Chegaste!oh! entra, eu te procurei tanto…
Sem bússola, sem norte, ao léu, sem endereço
Oh! Que incessante busca, quanto tropeço!
Quantas vezes sorri para esconder o pranto.
Para despir do tédio o nebuloso manto
Sonhei marmóreas ilusões que eram de gesso.
Paguei por minha tristeza um elevado preço
Nas noites que embalei em mavioso canto
Jogral apaixonado, tendo a lira ao peito,
Eu te busquei, amor. Cantando, eu ia e vinha
Jogando o coração a esmo, insatisfeito.
Sei agora o porque daquela mágoa infinda
Que me apertava o peito, é que n’alma eu já tinha
Saudades de você, sem conhecer-te ainda.

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