Trabalhando com Poesia

“… Corro contra o tempo pra te ver, eu vivo louco, por querer você, Oh! Oh! Oh! Oh! Morro de saudade, a culpa é sua… Bares, ruas, estradas, desertos, luas, que atravesso em noites nuas, Oh! Oh! Oh! Oh! Só me levam pra onde está você… O vento que sopra meu rosto cega, só o seu calor me leva, Oh! Oh! Oh! Oh! Numa estrela pra lembrança sua… O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão… O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão… O mundo gira sempre em seu sentido, tem a cor do seu vestido azul, Oh! Oh! Oh! Oh! Todo atalho finda, em seu sorriso nú… Na madrugada, uma balada soul, um som assim, meio que rock in roll, Oh! Oh! Oh! Oh! Só me serve pra lembrar você… Qualquer canção que eu faça, tem sua cara, rima rica, jóia rara, Oh! Oh! Oh! Oh! Tempestade louca no Saara…. O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão… O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão…” (Vander Lee – Contra o tempo – Comp.: Vander Lee)

“… Estou aqui, mas, esqueci minha alma num hotel, meu coração na caneta, meus desejos num papel… Eu vinha sem retrovisor, um rosto estranho me chamou e, a minha pele não me coube mais, a sorte veio e me encontrou, na corda bamba do amor, meus dias nunca mais serão iguais… Estava ali, me confundi, pensei que fosse o céu, o azul do mar me chamou e, eu pulei de roupa e de chapéu… A onda veio e me levou, desse lugar e agora eu sou uma ilusão, a solidão é meu troféu… Aquela foto amarelou, o riso no meu camarim, felicidade bate à porta e ainda ri de mim… Estava ali, me confundi, pensei que fosse o céu, o azul do mar me chamou e, eu pulei de roupa e de chapéu… A onda veio e me levou, desse lugar e agora eu sou uma ilusão, a solidão é meu troféu… Aquela foto amarelou, o riso no meu camarim, felicidade bate à porta e ainda ri de mim…” (Vander Lee – Pensei que fosse o céu – Comp.: Vander Lee)

“… Primavera chegou cedo, não há nada em meu jardim, madrugada anda calada, nem andor passa por mim, o terno cinza do outono, disse o tom ao coração, tudo que me aquece agora é só vazio e solidão… O tempo só passa lá fora, eu fico no mesmo lugar, desde que você foi embora, toda noite é sem luar… Já bebi toda a Guanabara e, nada de você voltar, com seu sorriso de Iara, de brisa de velejar… Quero dançar ao vento, deixa eu dançar… Primavera chegou cedo, não há nada em meu jardim, madrugada anda calada, nem andor passa por mim, o terno cinza do outono, disse o tom ao coração, tudo que me aquece agora é só vazio e solidão… O tempo só passa lá fora, eu fico no mesmo lugar, desde que você foi embora, toda noite é sem luar… Já bebi toda a Guanabara e, nada de você voltar, com seu sorriso de Iara, de brisa de velejar… Quero dançar ao vento, deixa eu dançar… Quero dançar ao vento, deixa eu dançar…” (Vander Lee – Terno cinza – Comp.: Vander Lee)

“… Olhe! Não venha me mostrar o que você não vê, não venha me provar o que você não crê, não tente se enganar… Pense! Ninguém pode se dar o que só você tem, Ninguém vai te dizer pra onde vai ou de onde vem, a estrada é pra caminhar… Não perca o resto do tempo que ainda te resta… Não perca tempo pensando que a vida não presta… Certas canções duram pouco, outras são eternas… Por que carros e aviões, se tens sonhos e pernas? Lembre! Que sua consciência é o seu grande farol, há meses que fazem chuva, semanas que fazem sol e, dias em que tanto faz… Faça! Você faz seu enredo, você é seu Jesus, feche os olhos do medo e abra o templo da luz e, tente um minuto de paz… Não perca o resto do tempo que ainda te resta… Não perca tempo pensando que a vida não presta… Certas canções duram pouco, outras são eternas… Por que carros e aviões, se tens sonhos e pernas? Lembre! Que sua consciência é o seu grande farol, há meses que fazem chuva, semanas que fazem sol e, dias em que tanto faz… Faça! Você faz seu enredo, você é seu Jesus, feche os olhos do medo e abra o templo da luz e, tente um minuto de paz…” (Vander Lee – Sonhos e pernas – Comp.: Vander Lee)

“Plante sementes de bondade e de amor, mas não se preocupe com os resultados futuros. Se não obteve o bem que você esperava, ou se o benefício não provocou a gratidão desejada, não se aborreça. Ajude e passe adiante! Lance as sementes ao solo, e deixe que cresçam e frutifiquem, segundo as possibilidades do terreno. Aguarde o tempo, mas, por enquanto, plante as sementes da bondade e do amor, por onde quer que você passe”. (Minutos de Sabedoria Pg. 115)

Bom dia pessoal,
A notícia da morte trágica de Eduardo Campos, na manhã de ontem, chocou a nação brasileira. O candidato do PSB e coligados à Presidência da República viajava do Rio de Janeiro para Guaruja, quando o avião em que viajava se acidentou.
Eduardo Campos começou na política ainda na universidade quando foi eleito presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia. Em 1986, Campos trocou a oportunidade de fazer um mestrado nos Estados Unidos pela participação na campanha que elegeu o avô Miguel Arraes como governador de Pernambuco. Com a eleição de Arraes, em 1987, passou a atuar como chefe de gabinete do governador. Neste período foi o responsável pela criação da primeira Secretaria de Ciência e Tecnologia do Nordeste e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE).
Saiba mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Campos

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/08/14/trabalhando-com-poesia-651

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma quinta feira abençoada por Deus, coberta de paz e protegida pelo Caçador de uma flecha só. Okearô Odé!!

Apio Vinagre Nascimento
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Erro – Machado de Assis
Erro é teu. amei-te um dia
com esse amor passageiro
que nasce na fantasia
e não chega ao coração;
não foi amor, foi apenas
uma ligeira impressão;
um querer indiferente,
em tua presença, vivo,
morto, se estavas ausente;
e, se ora me vês esquivo,
se, como outrora, não vês
meus incensos de poeta
ir eu queimar a teus pés
é que — como obra de um dia,
passou-me esta fantasia.
para eu amar-te, devias
outra ser e não como eras.
tuas frívolas quimeras,
teu vão amor de ti mesma.
essa pêndula gelada
que chamavas coração,
eram bem fracos liames
para que a alma enamorada
me conseguissem prender;
foram baldados tentames,
saiu contra ti o azar,
e, embora pouca, perdeste
a glória de me arrastar
ao teu carro… vãs quimeras!
para eu amar-te devias
outra ser e não como eras…

VISIO – Machado de Assis

Eras pálida. E os cabelos,
Aéreos, soltos novelos
Sobre as espáduas caíam…
Os olhos meio cerrados
De volúpia e de ternura
Entre lágrimas luziam…
E os braços entrelaçados,
Como cingindo a ventura,
Ao teu seio me cingiam…
Depois, naquele delírio,
Suave, doce martírio
De pouquíssimos instantes
Os teus lábios sequiosos,
Frios, trêmulos, trocavam
Os beijos mais delirantes,
E no supremo dos gozos
Ante os anjos se casavam
Nossas almas palpitantes…
Depois… depois a verdade,
A fria realidade,
A solidão, a tristeza;
Daquele sonho desperto,
Olhei… silêncio de morte
Respirava a natureza, —
Era a terra, era o deserto,
Fora-se o doce transporte,
Restava a fria certeza.
Desfizera-se a mentira:
Tudo aos meus olhos fugira,
Tu e o teu olhar ardente,
Lábios trêmulos e frios,
O abraço longo e apertado,
O beijo doce e veemente;
Restavam meus desvarios,
E o incessante cuidado,
E a fantasia doente.
E agora te vejo. E fria
Tão outra estás da que eu via
Naquele sonho encantado!
És outra, calma, discreta,
Com o olhar indiferente,
Tão outro do olhar sonhado,
Que a minha alma de poeta
Não se vê a imagem presente
Foi a visão do passado.
Foi, sim, mas visão apenas;
Daquelas visões amenas
Que à mente dos infelizes
Descem vivas e animadas,
Cheias de luz e esperança
E de celestes matizes:
Mas, apenas dissipadas,
Fica uma leve lembrança,
Não ficam outras raízes.
Inda assim, embora sonho,
Mas, sonho doce e risonho,
Desse-me Deus que fingida
Tivesse aquela ventura
Noite por noite, hora a hora,
No que me resta de vida,
Que, já livre da amargura,
Alma, que em dores me chora,
Chorara de agradecida!

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