Trabalhando com Poesia

“… Eu quero um pouco mais dessa nobreza, que sinto quando estou junto de ti, só quero um pouco dessa luz, que você tem de sobra, sopra, que eu pego daqui, que eu vou varrer o céu que você “pássara”… Vou espalhar seu cheiro ao meu redor, serei o vento bobo a sussurrar, em seu ouvido, uma canção que ocê sabe de cor… E quando eu não correr pela montanha, atrás da bola que você jogar, serei o cão que lambe suas pernas, quando você chega e deita no sofá… Não vou abrir a porta do seu carro, nem te esperar de pé nesse portão, meu coração já é sua morada, namorada, e a chave você tem na mão… Vou espalhar seu cheiro ao meu redor, serei o vento bobo a sussurrar, em seu ouvido, uma canção que ocê sabe de cor… E quando eu não correr pela montanha, atrás da bola que você jogar, serei o cão que lambe suas pernas, quando você chega e deita no sofá… Não vou abrir a porta do seu carro, nem te esperar de pé nesse portão, meu coração já é sua morada, namorada, e a chave você tem na mão… Meu coração já é sua morada, namorada, e a chave você tem na mão… É tempo de amora, amor agora, boramar…” (Vander Lee – Boramar – Comp.: Vander Lee)

“… Meu bem, você é tão bela, mas só a beleza fria, tão fria, é fria… É um sol que não me aquece, nem me irradia o dia, vazia, vazia… É uma linda paisagem num papel parede, é água que não molha nem me mata a sede, é feito um gol sem rede, é feito anestesia… É rio que não corre, não desce, é rosa que não morre nem cresce, você é como praia artificial, sem sal, sem sal… Eu me apaixonaria, se você tivesse ao menos uma estria, algum defeito grave, hipermetropia, uma verruga no dedão do pé… Talvez até te amasse, se não existisse o espelho entre nós, se você ao menos levantasse a voz, dissesse um palavrão, mas nem pobre você é… Adeus, amor, estou indo embora, embora não queira, estou me apaixonando pela arrumadeira, ela não é tão linda e já é mãe solteira e atende pelo alcunha de imperfeição… Eu vou pedir a sua mão… Adeus…” (Vander Lee – Beleza fria – Comp.: Vander Lee)

“… Pérola imperfeita, é o meu amor na sua vida, é meio sem jeito causa-efeito sem medida… Não tem hora certa, chegada ou partida, nem sabe o que é entrada e saída… Sabe o que bem quer, ele arma barraco ele te enche o saco, é o seu desafio, mulher… Vive dando olé e te tira do sério, te habita os mistérios, a te seduzir, se quiser… Ele é seu sagrado, mas, o lado safado é que vai te iludir… E por ser amor, tem um tipo de dor, que só te faz seguir… Ele vai e vem, ele é paz é bem, amor barroco, pérola imperfeita, amém…. Ele vai e vem, ele é paz é bem, amor barroco, pérola imperfeita, amém…. Sabe o que bem quer, ele arma barraco ele te enche o saco, é o seu desafio, mulher… Vive dando olé e te tira do sério, te habita os mistérios, a te seduzir, se quiser… Ele é seu sagrado, mas, o lado safado é que vai te iludir… E por ser amor, tem um tipo de dor, que só te faz seguir… Ele vai e vem, ele é paz é bem, amor barroco, pérola imperfeita, amém…. Ele vai e vem, ele é paz é bem, amor barroco, pérola imperfeita, amém….” (Vander Lee – Sambarroco – Comp.: Vander Lee e Dudu Nicácio)

“… Ok, você pediu, você plantou, você se abriu, você sonhou e acordou, entre suspiros, a olhar para a distância, uma vida a esperar… Por quem você mal viu e até chorou quando partiu, que procurou, mas estava a mil, agora esquece essa intenção, que a vida acende o candelabro da razão… Juntando outros lados da mesma questão, as cartas na mesa e as cinzas no chão, dispenso as certezas, mas presto atenção, recolho meus cacos e deixo nos braços da canção… E vou dar uma volta, olho a minha volta, nada tem volta… Volta… Juntando outros lados da mesma questão, as cartas na mesa e as cinzas no chão, dispenso as certezas, mas presto atenção, recolho meus cacos e deixo nos braços da canção… E vou dar uma volta, olho a minha volta, nada tem volta… Volta…” (Vander Lee – Caco – Comp.: Vander Lee)

Confira outros sucessos de Vander Lee:

“Tenha fortaleza de ânimo, para resistir a todos os embates e tempestades do caminho. Não se iluda: mesmo a estrada do bem está cheia de tropeços e dificuldades… Continue, porém! Não dê ouvidos às pedras colocadas pela inveja, pelo ciúme, pela intriga… Marche de cabeça erguida, confiantemente, e vencerá todos os obstáculos da caminhada. E, se for ferido, lembre-se de que as cicatrizes serão luzes que marcarão a sua vitória.” (Minutos de Sabedoria Pg. 116)

Bom dia pessoal,

Completam-se hoje 105 anos da morte de Euclides da Cunha. Segundo a descrição do Wikipédia, Euclides nasceu na fazenda Saudade, em Cantagalo, filho de Manuel Rodrigues da Cunha Pimenta e Eudóxia Alves Moreira da Cunha. Órfão de mãe desde os 3 anos, passa a viver em casas de parentes em Teresópolis, São Fidélis e Rio de Janeiro. Em 1883 ingressa no Colégio Aquino, onde foi aluno de Benjamin Constant, que muito influenciou a sua formação introduzindo-lhe à filosofia positivista. Em 1885, ingressa na Escola Politécnica, e no ano seguinte, na Escola Militar da Praia Vermelha, onde novamente encontra Benjamin Constant como professor.

Contagiado pelo ardor republicano dos cadetes e de Benjamin Constant, professor da Escola Militar, durante uma revista às tropas atirou sua espada aos pés do ministro da Guerra Tomás Coelho. A liderança da Escola tentou atribuir o ato à “fadiga por excesso de estudo”, mas Euclides negou-se a aceitar esse veredito e reiterou suas convicções republicanas. Por esse ato de rebeldia, foi julgado pelo Conselho de Disciplina. Em 1888, desligou-se do Exército. Participou ativamente da propaganda republicana no jornal A Província de S. Paulo.

Proclamada a República, foi reintegrado ao Exército recebendo promoção. Ingressou na Escola Superior de Guerra e conseguiu tornar-se primeiro-tenente e bacharel em Matemáticas, Ciências físicas e naturais. Casou-se com Ana Emília Ribeiro, filha do major Sólon Ribeiro, um dos líderes da proclamação da República. Em 1891, deixou a Escola de Guerra e foi designado coadjuvante de ensino na Escola Militar. Em 1893, praticou na Estrada de Ferro Central do Brasil.

Durante a fase inicial da Guerra de Canudos, em 1897, Euclides escreveu dois artigos intitulados A nossa Vendeia que lhe valeram um convite d’O Estado de S. Paulo para presenciar o final do conflito como correspondente de guerra. Isso porque ele considerava, como muitos republicanos à época, que o movimento de Antônio Conselheiro tinha a pretensão de restaurar a monarquia e era apoiado por monarquistas residentes no país e no exterior.
Em Canudos, Euclides adota um jaguncinho chamado Ludgero, a quem se refere em sua Caderneta de Campo. Fraco e doente, o menino é levado para São Paulo, onde Euclides entrega-o a seu amigo, o educador Gabriel Prestes. O menino é rebatizado de Ludgero Prestes.

Euclides deixou Canudos quatro dias antes do fim da guerra, não chegando a presenciar o desenlace. Mas conseguiu reunir material para, durante cinco anos, elaborar Os Sertões: campanha de Canudos (1902). Os Sertões foi escrito “nos raros intervalos de folga de uma carreira fatigante”6 , visto que Euclides se encontrava em São José do Rio Pardo liderando a construção de uma ponte metálica. O livro trata da campanha de Canudos (1897), no nordeste da Bahia. Nesta obra, ele rompe por completo com suas ideias anteriores e pré-concebidas, segundo as quais o movimento de Canudos seria uma tentativa de restauração da Monarquia, comandada à distância pelos monarquistas. Percebe que se trata de uma sociedade completamente diferente da litorânea. De certa forma, ele descobre o verdadeiro interior do Brasil, que mostrou ser muito diferente da representação usual que dele se tinha.
Euclides se tornou internacionalmente famoso com a publicação desta obra-prima que lhe valeu vagas para a Academia Brasileira de Letras (ABL) e para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Divide-se em três partes: A terra, O homem e A luta. Nelas Euclides analisa, respectivamente, as características geológicas, botânicas, zoológicas e hidrográficas da região, a vida, os costumes e a religiosidade sertaneja e, enfim, narra os fatos ocorridos nas quatro expedições enviadas ao arraial liderado por Antônio Conselheiro.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Euclides_da_Cunha

O “Trabalhando com Poesia” de hoje não poderia deixar de trazer esta história fantástica, retratada no Filme “Guerra de Canudos”:

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, encerrando a semana do Advogado, trazemos alguns textos do site da Ordem dos Advogados do Brasil. Vale a pena conferir:

Sanção do Supersimples: o melhor presente para o Dia do Advogado – “É a realização do sonho de uma geração. Passados mais de 25 anos da promulgação da Constituição, a sanção desta lei assegura o cumprimento do artigo 179 da nossa Carta Magna, que determina o tratamento jurídico diferenciado às microempresas e empresas de pequeno porte, incentivando-as com a simplificação e a redução de obrigações”. Com essas palavras, o presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, iniciou seu pronunciamento na cerimônia de sanção presidencial à Lei Complementar nº 147/2014, que inclui definitivamente as atividades profissionais do advogado no Supersimples Nacional, enquadradas na Tabela IV…

http://www.oab.org.br/noticia/27355/sancao-do-supersimples-o-melhor-presente-para-o-dia-do-advogado

Artigo: Conciliação e necessidade de presença do advogado – Confira artigo publicado na Folha de São Paulo sobre os meios de conciliação e a necessidade da presença do advogado, de autoria do presidente da OAB São Paulo, Marcos da Costa. – Negociação avança no Judiciário – Neste ano, atingiremos 100 milhões de processos em tramitação no país, de acordo com estimativas do Conselho Nacional de Justiça, com 23 milhões dessas ações concentradas em São Paulo…

http://www.oab.org.br/noticia/27396/artigo-conciliacao-e-necessidade-de-presenca-do-advogado

Em 1980, liberdade foi o tema central da VIII Conferência Nacional – Após a promulgação da Lei da Anistia, em 1979, uma vitória da sociedade brasileira com grande apoio da advocacia, a VIII Conferência Nacional dos Advogados desembarcou em Manaus entre os dias 18 e 22 de maio de 1980. O tema principal do encontro foi “Liberdade como fundamento e finalidade última da democracia”. Comemorando 50 anos em 1980, a Ordem dos Advogados do Brasil, então presidida por Eduardo Seabra Fagundes, acolheu um tema que era caro aos cidadãos: o país comemorava a liberdade advinda da anistia, mas ainda vivia sob a sombra de instrumentos do regime militar, como a Lei de Segurança Nacional…

http://conferencia.oab.org.br/noticia/848/em-1980-liberdade-foi-o-tema-central-da-viii-conferencia-nacional

X Conferência Nacional, em 84, clamou por redemocratização – Brasília – “Redemocratização” foi a palavra de ordem da X Conferência Nacional dos Advogados, que aconteceu entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro de 1984, no Recife. Presidido por Mário Sérgio Duarte Garcia, o evento refletiu o momento político e social do país, que aspirava por mais liberdade apesar da frustração pelo movimento “Diretas Já” não ter atingido seus objetivos. Os debates do encontro focaram a redemocratização do país, que vivia há 20 anos sob uma ditadura militar. De acordo com as teses apresentadas na Conferência, a redemocratização deveria ir além do governo, incluindo também as Forças Armadas, os meios de comunicação, a polícia e os partidos políticos…

http://conferencia.oab.org.br/noticia/872/x-conferencia-nacional-em-84-clamou-por-redemocratizacao

Simples aumentará geração de empregos e formalização de sociedades – O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, destacou nesta quarta-feira (13), que a entidade prevê a criação de mais de 420 mil empregos ao longo dos próximos cinco anos, após a efetividade da Lei Complementar 147…

http://www.oab.org.br/noticia/27389/simples-aumentara-geracao-de-empregos-e-formalizacao-de-sociedades

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/08/15/trabalhando-com-poesia-652

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma sexta-feira abençoada por Deus e coberta pela paz do Alá de Oxalá! Bom final de semana e até segunda feira.

Apio Vinagre Nascimento

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EPITÁFIO DO MÉXICO – Machado de Assis

Dobra o joelho: — é um túmulo.
Embaixo amortalhado
Jaz o cadáver tépido
De um povo aniquilado;
A prece melancólica
Reza-lhe em torno à cruz.
Ante o universo atônito
Abriu-se a estranha liça,
Travou-se a luta férvida
Da força e da justiça;
Contra a justiça, ó século,
Venceu a espada e o obus.
Venceu a força indômita;
Mas a infeliz vencida
A mágoa, a dor, o ódio,
Na face envilecida
Cuspiu-lhe. E a eterna mácula
Seus louros murchará.
E quando a voz fatídica
Da santa liberdade
Vier em dias prósperos
Clamar à humanidade,
Então revivo o México
Da campa surgirá.

POLÔNIA – Machado de Assis

E ao terceiro dia a alma deve voltar ao
corpo, e a nação ressuscitará.
MICKIEWICZ

Como aurora de um dia desejado,
Clarão suave o horizonte inunda.
É talvez a manhã. A noite amarga
Como que chega ao termo; e o sol dos livres,
Cansado de te ouvir o inútil pranto,
Alfim ressurge no dourado Oriente.
Eras livre, — tão livre como as águas
Do teu formoso, celebrado rio;
A coroa dos tempos
Cingia-te a cabeça veneranda;
E a desvelada mãe, a irmã cuidosa,
A santa liberdade,
Como junto de um berço precioso,
À porta dos teus lares vigiava.
Eras feliz demais, demais formosa;
A sanhuda cobiça dos tiranos
Veio enlutar teus venturosos dias…
Infeliz! a medrosa liberdade
Em face dos canhões espavorida
Aos reis abandonou teu chão sagrado;
Sobre ti, moribunda,
Viste cair os duros opressores:
Tal a gazela que percorre os campos,
Se o caçador a fere,
Cai convulsa de dor
em mortais ânsias,
E vê no extremo arranco
Abater-se sobre ela
Escura nuvem de famintos corvos.
Presa uma vez da ira dos tiranos,
Os membros retalhou-te
Dos senhores a esplêndida cobiça;
Em proveito dos reis a terra livre
Foi repartida, e os filhos teus — escravos —
Viram descer um véu de luto à pátria
E apagar-se na história a glória tua.
A glória, não! — É glória o cativeiro,
Quando a cativa, como tu, não perde
A aliança de Deus, a fé que alenta,
E essa união universal e muda
Que faz comuns a dor, o ódio, a esperança.
Um dia, quando o cálice da amargura,
Mártir, até às fezes esgotaste,
Longo tremor correu as fibras tuas;
Em teu ventre de mãe, a liberdade
Parecia soltar esse vagido
Que faz rever o céu no olhar materno;
Teu coração estremeceu; teus lábios
Trêmulos de ansiedade e de esperança,
Buscaram aspirar a longos tragos
A vida nova nas celestes auras.
Então surgiu Kosciusko;
Pela mão do Senhor vinha tocado;
A fé no coração, a espada em punho,
E na ponta da espada a torva morte,
Chamou aos campos a nação caída.
De novo entre o direito e a força bruta
Empenhou-se o duelo atroz e infausto
Que a triste humanidade
Inda verá por séculos futuros.
Foi longa a luta; os filhos dessa terra
Ah! não pouparam nem valor nem sangue!
A mãe via partir sem pranto os filhos,
A irmã o irmão, a esposa o esposo,
E todas abençoavam
A heróica legião que ia à conquista
Do grande livramento.
Coube às hostes da força
Da pugna o alto prêmio;
A opressão jubilosa
Cantou essa vitória de ignomínia;
E de novo, ó cativa, o véu de luto
Correu sobre teu rosto!
Deus continha
Em suas mãos o sol da liberdade,
E inda não quis que nesse dia infausto
Teu macerado corpo alumiasse.
Resignada à dor e ao infortúnio,
A mesma fé, o mesmo amor ardente
Davam-te a antiga força.
Triste viúva, o templo abriu-te as portas;
Foi a hora dos hinos e das preces;
Cantaste a Deus, tua alma consolada
Nas asas da oração aos céus subia,
Como a refugiar-se e a refazer-se
No seio do infinito.
E quando a força do feroz cossaco
À casa do Senhor ia buscar-te,
Era ainda rezando
Que te arrastavas pelo chão da igreja.
Pobre nação! — é longo o teu martírio;
A tua dor pede vingança e termo;
Muito hás vertido em lágrimas e sangue;
É propícia esta hora. O sol dos livres
Como que surge no dourado Oriente.
Não ama a liberdade
Quem não chora contigo as dores tuas;
E não pede, e não ama, e não deseja
Tua ressurreição, finada heróica!

http://machado.mec.gov.br/

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