Trabalhando com Poesia

“… Eu não sei onde eu deixei, ou se alguém veio roubar aquele sonho que sonhei, já não sei onde andará… Prefiro nem dormir, me esquecer de sonhar… Eu quero, quero muito, quero agora, sem demora o meu desejo, ninguém vai roubar… Eu sou escravo de sonho, arca imensa armadilha, ao meu caminho eu que faço, sou eu que traço essa trilha… A minha esperança eu invento, sempre em movimento, não tem parada pra mim, não tem nem lamento, é bom ficar ligada, a vida é tudo ou nada, e não tem talvez… Vai pedalando a sua lucidez, vai nessa levada e não vai ter uma outra vez… Ninguém vai me dizer como devo me virar, eu quero, quero muito, quero agora, sem demora o meu desejo, ninguém vai roubar… To no meio da rua, to querendo viver, to querendo essa lua, to querendo você… Eu não sei onde eu deixei, ou se alguém veio roubar, aquele sonho que sonhei, já não sei onde andará… Ninguém vai me dizer como devo me virar, eu quero, quero muito, quero agora, sem demora o meu desejo, ninguém vai roubar… To no meio da rua, to querendo viver, to querendo essa lua, to querendo você… To no meio da rua, to querendo viver, to querendo essa lua, to querendo você… To no meio da rua, to querendo viver, to querendo essa lua, to querendo você…” (Maria Gadu– Sonhos roubados – Comp.: Maria Gadu)

“… Quando já não tinha espaço, pequena fui, onde a vida me cabia apertada, em um canto qualquer acomodei minha dança, os meu traços de chuva… E o que é estar em paz, pra ser minha e assim ser sua? Quando já não procurava mais, pude enfim nos olhos teus, vestidos d’água, me atirar tranquila daqui, lavar os degraus, os sonhos e as calçadas… E assim, no teu corpo eu fui chuva, jeito bom de se encontrar… E assim, no teu gosto eu fui chuva, jeito bom de se deixar viver… Quando já não tinha espaço, pequeno fui, onde a vida me cabia apertada, em um canto qualquer acomodei minha dança, os meu traços de chuva… E o que é estar em paz, pra ser nós e assim ser sua? Quando já não procurava mais, pude enfim nos olhos teus, vestidos d’água, me atirar tranquila daqui, lavar os degraus, os sonhos e as calçadas… E assim, no teu corpo eu fui chuva, jeito bom de se encontrar… E assim, no teu gosto eu fui chuva, jeito bom de se deixar viver… E assim, no teu corpo eu fui chuva, jeito bom de se encontrar… E assim, no teu gosto eu fui chuva, jeito bom de se deixar viver… Nada do que eu fui me veste agora, sou toda gota, que escorre livre pelo rosto, e só sossega quando encontra tua boca… E mesmo que em ti me perca, nunca mais serei aquela que se fez seca, vendo a vida passar pela janela… Quando já não procurava mais, pude enfim nos olhos teus, vestidos d’água, me atirar tranquila daqui, lavar os degraus, os sonhos e as calçadas… E assim, no teu corpo eu fui chuva, jeito bom de se encontrar… E assim, no teu gosto eu fui chuva, jeito bom de se deixar viver… E assim, no teu corpo eu fui chuva, jeito bom de se encontrar… E assim, no teu gosto eu fui chuva, jeito bom de se deixar viver… De se deixar viver” (Maria Gadu & Luis Kiari – Quando fui chuva – Comp.: Luis Kiari e Caio Soh)

“…Quando eu olho pra você, vejo silêncio e lágrima, incrustados num mundo de solidão… O que se mostra o que dá pra ver não é lástima, do que de fato habita o seu coração… Tanta coisa parada sem par, tanta coisa presa na tristeza de se refrear, o que a vida mais preza… A certeza de ser fiel, a própria natureza… Como você poderia saber, se nesse mundo seu, você não dá motivos ao sol, pra clarear nova era… Você não ouvidos ao som, que anuncia a quimera… Você não agoniza de amor, mas já não sabe onde mora… É só sorriso mas não consegue chorar, isso não ameniza seus ais… Não põe as mágoas pra fora, não abandona a casa da dor, quem quando dentro ignora… Você não admite sofrer, mas já se vê sem escolha… É só sorriso mas não consegue chorar… É só sorriso mas não consegue chorar… É só sorriso mas não consegue chorar… É só sorriso mas não consegue chorar… Você não dá motivos ao sol, pra clarear nova era… Você não ouvidos ao som, que anuncia a quimera… Você não agoniza de amor, mas já não sabe onde mora… É só sorriso mas não consegue chorar, isso não ameniza seus ais… Não põe as mágoas pra fora, não abandona a casa da dor, quem quando dentro ignora… Você não admite sofrer, mas já se vê sem escolha… É só sorriso mas não consegue chorar… É só sorriso mas não consegue chorar… É só sorriso mas não consegue chorar… É só sorriso mas não consegue chorar…” (Maria Gadu & Dani Black – Só sorriso – Comp.: Dani Black)

“Você, que é jovem, construa a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos outros, mas de nós mesmos. Se alguém quiser desviá-lo do bom caminho, não o acompanhe: siga a estrada reta do bem, pois só assim conseguirá ter alegria em seu coração. Estude o mais que puder, ouça os conselhos de seus pais, seja puro e sincero em suas afeições, pois assim construirá uma vida nobre e digna.” (Minutos de Sabedoria Pg. 118)

Bom dia pessoal,

Até o dia 05 de outubro, a tarefa dos nossos militantes é conquistar mais e mais apoios. Essa tarefa exige habilidades e, a principal delas, em nossa opinião, é a de saber fazer o debate sem ofender as pessoas. Afugentar ao invés de agregar não é atitude inteligente de quem quer conquistar alguém ou algum objetivo. Fique atento. Pense em cada palavra que dirá ou escreverá, pois, elas, se mal colocadas, surtirão o efeito diametralmente oposto do seu objetivo. Pense nisso. Sabe aquela conversa da galara jovem que diz “Se não sabe brincar, não desce pro play.”? Pois bem. Ela se encaixa bem nessa discussão. Se percebe que não consegue manter a calma ao travar o debate, você já perdeu. Curta, compartilhe os conteúdos com que você concorda. Isso já é uma ajuda enorme. Enquanto isso, acompanhe os debates e vá se organizando para participar quando se sentir em condições. É nossa dica de hoje.

Nas nossas sugestões de leitura de hoje, alguns textos do Site Brasil 247 e a repercussão da treslouquice combinada dos apresentadores do Jornal Nacional.. Vale a pena conferir:

Do que têm medo a Globo e os três Marinhos? – A postura agressiva dos apresentadores do Jornal Nacional na noite de ontem, que atingiu seu ápice quando Patrícia Poeta colocou o dedinho no rosto da presidente Dilma Rousseff, escancara que as Organizações Globo farão o que estiver a seu alcance, nos próximos dois meses, para impedir sua reeleição; aparentemente, os irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho tratam esta eleição como uma questão de vida ou morte; entre os motivos possíveis, estão a autuação milionária da Receita Federal, o receio de que o país avance na democratização da mídia e a percepção de que a Globo, alvo dos protestos de junho por ter apoiado a ditadura militar, não é mais capaz de ditar os rumos do país como no passado; juntos, os três irmãos formam a família midiática mais rica do mundo, com um patrimônio de US$ 28,9 bilhões, que foi formado graças à concentração de poder; no entanto, audiência declinante desafia um império que extravasa seu nervosismo, como aconteceu na noite de ontem; será que a presidente Dilma é o lobo mau?…

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/150554/Do-que-t%C3%AAm-medo-a-Globo-e-os-tr%C3%AAs-Marinhos.htm

Globo deu seu recado: faz campanha contra Dilma – “Dos 16 minutos cronometrados, Dilma falou 10 minutos e meio; Bonner, 4 e meio, e Patrícia quase 1 minuto. Dá 65% para ela e 35% para eles. Dilma pronunciou 1.383 palavras, contra 980 da dupla (766 só do Bonner), o que dá 60% x 40%. Isso é escore de debate, não de entrevista. A dupla encaixou 26 acusações ao governo e ao PT; algumas, com ponto de exclamação”, diz o jornalista Ricardo Amaral, em sua análise sobre a agressão de William Bonner e Patrícia Poeta contra a presidente Dilma; “mesmo restrita a um cerimonial televisivo, foi uma sinalização relevante para uma imprensa cada vez mais assanhada no papel de oposição”…

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/150647/Globo-deu-seu-recado-faz-campanha-contra-Dilma.htm

Bonner interrompeu Dilma 21 vezes. Entrevista? – Apresentador do Jornal Nacional aparece como presidente da República nas redes sociais; um dia depois de interromper a presidente Dilma Rousseff 21 vezes em entrevista de 15 minutos, William Bonner é visto não como jornalista, mas como político; primeira pergunta dele, com a expressão “escândalo de corrupção” citada sete vezes, durou um minuto e 39 segundos, quase 10% do tempo total do encontro; tentativa de massacre teve caretas, um dedo em riste de uma transtornada Patrícia Poeta e gesto em dobro do próprio Bonner; desequilíbrio histórico…

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/150590/Bonner-interrompeu-Dilma-21-vezes-Entrevista.htm

Veja a versão desta terça e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2014/08/19/trabalhando-com-poesia-654

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Terça-feira abençoada por Deus e protegida pela força guerreira de Ogum. Ogunhê!!!

Apio Vinagre Nascimento
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MARINHA – Cecília Meireles

O barco é negro sobre o azul.
Sobre o azul os peixes são negros.
Desenham malhas negras as redes, sobre o azul.

Sobre o azul, os peixes são negros.
Negras são as vozes dos pescadores,
atirando-se palavras no azul.

É o último azul do mar e do céu.
A noite já vem, dos lados de Burma,
toda negra, molhada de azul:
– a noite que chega também do mar.

INTERLÚDIO – Cecília Meireles

As palavras estão muito ditas
e o mundo muito pensado.
Fico ao teu lado.

Não me digas que há futuro
nem passado.
Deixa o presente — claro muro
sem coisas escritas.

Deixa o presente. Não fales,
Não me expliques o presente,
pois é tudo demasiado.

Em águas de eternamente,
o cometa dos meus males
afunda, desarvorado.
Fico ao teu lado.

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