Trabalhando com Poesia

Desculpe, estou um pouco atrasado, mas espero que ainda dê tempo, de dizer que andei errado… E eu entendo as suas queixas tão justificáveis, e a falta que eu fiz nessa semana, coisas que pareceriam óbvias, até pra uma criançaPor onde andei, enquanto você me procurava? Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?Amor, eu sinto a sua falta, e a falta é a morte da esperança, como um dia que roubaram o seu carro, deixou uma lembrançaQue a vida é mesmo coisa muito frágil, uma bobagem, uma irrelevância,, diante da eternidade do amor de quem se amaPor onde andei, enquanto você me procurava? e o que eu te dei? Foi muito pouco ou quase nada, e o que eu deixei? algumas roupas penduradas. Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?… Amor, eu sinto a sua falta, e a falta é a morte da esperança, como um dia que roubaram o seu carro, deixou uma lembrança… Que a vida é mesmo coisa muito frágil, uma bobagem, uma irrelevância,, diante da eternidade do amor de quem se ama… Por onde andei, enquanto você me procurava? e o que eu te dei? Foi muito pouco ou quase nada, e o que eu deixei? algumas roupas penduradas. Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?… Por onde andei, enquanto você me procurava? e o que eu te dei? Foi muito pouco ou quase nada, e o que eu deixei? algumas roupas penduradas. Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?…” (Nando ReisPor onde andei – Comp.: Nando Reis)

Ponho os meus olhos em você, se você está. Dona dos meus olhos é você, avião no ar. Um dia pra esses olhos sem te ver, é como chão no marLiga o rádio à pilha, a TV, só pra você escutar, a nova música que eu fiz agora, lá fora a rua vazia choraPois meus olhos vidram ao te ver, são dois fãs, um par. Pus nos olhos vidros, para poder melhor te enxergar. Luz dos olhos para anoitecer, é só você se afastarPinta os lábios para escrever a sua boca em minhaQue a nossa música eu fiz agora, lá fora a lua irradia a glória, e eu te chamo, eu te peço: Vem! Diga que você me quer, porque eu te quero também!Passo as tardes pensando, faço as pazes tentando te telefonarCartazes te procurando, aeronaves seguem pousando, sem você desembarcarPra eu te dar a mão nessa hora, levar as malas pro fusca lá foraE eu vou guiando
Eu te espero, vem?
Siga onde vão meus pés, porque eu te sigo tambémE eu te amo. E eu berro: Vem! Grita que você me quer, que eu vou gritar tambémE eu gosto dela, e ela gosta de mimEu penso nela, será que isso não vai ter fim?(Nando ReisLuz dos Olhos – Comp.: Nando Reis)

É uma índia com colar, a tarde linda que não quer se pôr, dançam as ilhas sobre o mar, sua cartilha tem o A de que cor?O que está acontecendo? O mundo está ao contrário e ninguém reparouO que está acontecendo? Eu estava em paz, quando você chegouE são dois cílios em pleno ar, atrás do filho vem o pai e o avô, como um gatilho sem disparar, você invade mais um lugar, onde eu não vouO que você está fazendo? Milhões de vasos sem nenhuma florO que você está fazendo? Um relicário imenso deste amorCorre a lua porque longe vai? Sobe o dia tão vertical, o horizonte anuncia com o seu vitral, que eu trocaria a eternidade por esta noitePor que está amanhecendo? Peço o contrario, ver o sol se porPor que está amanhecendo? Se não vou beijar seus lábios quando você se forQuem nesse mundo faz o que há durar, pura semente dura: o futuro amorEu sou a chuva pra você secar, pelo zunido das suas asas, você me falouO que você está dizendo? Milhões de frases sem nenhuma corO que você está dizendo? Um relicário imenso deste amorO que você está dizendo? O que você está fazendo? Por que que está fazendo assim?Desde que você chegou, o meu coração se abriu, hoje eu sinto mais calor, e não sinto nem mais frioE o que os olhos não vêm, o coração pressente, mesmo na saudade, você não está ausenteE em cada beijo seu, e em cada estrela do céu, e em cada flor no campo, e em cada letra no papelQue cor terão seus olhos? E a luz dos seu cabelo? Só sei que vou chamá-lo de Esmael, Esmael(Nando ReisRelicário – Comp.: Nando Reis)

Todos nós somos iguais perante o Pai, que habita dentro de cada um de nós. Vivendo o Pai em nosso íntimo, pouca importância dá ao nosso exterior, se somos brancos ou negros, pobres ou ricos, desta ou daquela religião. Diante de Deus não contam as diferenças externas: só o interior importa: se somos bons ou maus, generosos ou avarentos, amorosos ou egoístas. Pense nestas verdades. ” (Minutos de Sabedoria Pg. 184)

 

Boa tarde pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Times baianos conseguem bons resultados na segunda rodada do Campeonato Brasileiro. No Sábado, pela Série B, jogando em Curitiba, o Bahia empatou com o Paraná Clube em 0x0. Ontem, em Salvador, pela Série A, o time de Canabrava venceu o Corinthians, pelo placar de 3×2. Na próxima quarta-feira, na Fonte Nova, o tricolor enfrenta o Joinvile, enquanto o rival vai a Belo Horizonte enfrentar o América Mineiro, ambos os jogos valendo pela 3ª rodada dos respectivos campeonatos.

A semana começa com as revelações feitas pelo Jornal Folha de São Paulo, que em gravações obtidas, apontam o novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugerindo ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado um “pacto” para tentar deter a Operação Lava Jato. As conversas ocorreram em março deste ano. procurado pela imprensa, Jucá confirmou a conversa com o ex-presidente da Transpetro. Segundo ele, Sérgio Machado o procurou em casa. Vale salientar que Romero é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal, que investigam suspeita de que ele recebeu propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

Não há qualquer dúvida em relação à grande armação da direita desse país para surrupiar o poder perdido democraticamente nas urnas.

De acordo com a reportagem, o titular do Planejamento sugeriu nas gravações com Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Lava Jato.

Em uma das conversas, segundo o jornal, Machado diz ao ministro, que à época era senador, que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, queria pegar Jucá e outros parlamentares do PMDB.

“O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. Ele acha que sou o caixa de vocês”, ressalta Sérgio Machado.

Ainda conforme o jornal, o ex-presidente da Transpetro fez uma ameaça velada e pediu que fosse montada uma estrutura para protegê-lo.
Em outro trecho, de acordo com a “Folha de S.Paulo”, Sérgio Machado voltou a dizer: “Então, eu estou preocupado com o quê? Comigo e com vocês. A gente tem que encontrar uma saída”.

O ex-dirigente da Transpetro disse que novas delações na Lava Jato não deixariam “pedra sobre pedra”. E Jucá concordou que o caso de Sérgio Machado não poderia ficar nas mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

Na gravação, ainda segundo o jornal, Jucá acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional com o Supremo Tribunal Federal.

E Machado disse que “aí parava tudo”. E Jucá repondeu que, a respeito das investigações, “delimitava onde está”.

Juca disse que havia mantido conversas com ministros do Supremo, aos quais não nominou. O ministro do Planejamento ressaltou ao ex-dirigente da Transpetro que são “poucos” os magistrados da Suprema Corte aos quais ele não tem acesso. O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, seria um desses ministros, destacou o peemedebista, que acrescentou qeu Teori é “um cara fechado.

O que disseram os suspeitos

À TV Globo, Jucá disse que os diálogos não trazem novidade em relação ao posicionamento dele sobre a crise política e econômica do país. Segundo o ministro do Planejamento, o “pacto” a que ele se refere seria para destravar a crise, e não um acordo para barrar a Operação Lava Jato.

Ele também afirmou que sempre se manifestou no sentido de que o país não podia ficar refém da operação. Ainda de acordo com o peemedebista, o termo “delimitar” usado na conversa não significa “barrar” a Lava Jato, mas definir quem é culpado, o crime, e a punição de cada acusado.

Jucá ressaltou que, em nenhum momento, ofereceu ajuda ou prometeu a Sérgio Machado que iria interferir nas investigações. Por fim, ele disse que “apoia a Operação Lava Jato.

Até a última atualização desta reportagem, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado não havia sido localizado.

Aécio Neves

A reportagem da “Folha de S.Paulo” mostra que, durante a conversa com Sérgio Machado, o ministro do Planejamento disse que “caiu a ficha de líderes do PSDB” sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos.

Conforme o jornal, Jucá diz ao interlocutor que está “todo mundo na bandeja para ser comido”.

E, em resposta, Machado pondera que o primeiro a ser comido vai ser o presidente nacional do PSDB e senador Aécio Neves (MG).

À TV Globo, Aécio disse desconhecer e estranhar os termos da conversa entre Jucá e Sérgio Machado.

Fonte:http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2016/05/em-gravacao-juca-sugere-pacto-para-deter-lava-jato-diz-jornal.html

Durante essa semana, o “Trabalhando com Poesia” visitará algumas escritas do poeta Gonçalves Dias. No prefácio Musical, visitaremos a música e as composições de Nando Reis. Espero que gostem.

O poeta Antônio Gonçalves Dias, que se orgulhava de ter no sangue as três raças formadoras do povo brasileiro (branca, indígena e negra), nasceu no Maranhão em 10 de agosto de 1823. Em 1840 foi para Portugal cursar Direito na Faculdade de Coimbra. Ali, entrou em contato com os principais escritores da primeira fase do Romantismo português.


Em 1843, inspirado na saudade da pátria, escreveu “
Canção do Exílio“.
No ano seguinte graduou-se bacharel em Direito. De volta ao Brasil, iniciou uma fase de intensa produção literária. Em 1849, junto com Araújo Porto Alegre e Joaquim Manuel de Macedo, fundou a revista “Guanabara”.
Em 1862 retornou à Europa para cuidar da saúde. Em 1864, durante a viagem de volta ao Brasil, o navio Ville de Boulogne naufragou na costa brasileira. Salvaram-se todos, exceto o poeta que, por estar na cama em estado agonizante, foi esquecido em seu leito.

Se por um lado deve-se a Gonçalves de Magalhães a introdução do Romantismo no Brasil, por outro, deve-se a Gonçalves Dias a sua consolidação. Isso porque o poeta trabalhou com maestria todas as características iniciais da primeira fase do Romantismo brasileiro. De sua obra, geralmente dividida em lírica, medieval e nacionalista, destacam-se “I-juca Pirama”, “Os Tibiramas” e “Canção do Tamoio”.

Antônio Gonçalves Dias (Caxias, 10 de agosto de 1823 — Guimarães[4] , 3 de novembro de 1864) foi um poeta, advogado, jornalista, etnógrafo e teatrólogo brasileiro.[5] Um grande expoente do romantismo brasileiro e da tradição literária conhecida como “indianismo”, é famoso por ter escrito o poema “Canção do Exílio” — um dos poemas mais conhecidos da literatura brasileira —, o curto poema épico I-Juca-Pirama e muitos outros poemas nacionalistas e patrióticos que viriam a dar-lhe o título de poeta nacional do Brasil. Foi um ávido pesquisador das línguas indígenas brasileiras e do folclore.

É o patrono da cadeira 15 da Academia Brasileira de Letras.

Biografia

Antônio Gonçalves Dias nasceu em 10 de agosto de 1823, no sítio Boa Vista, em terras de Jatobá (a 14 léguas de Caxias). Morreu aos 41 anos em um naufrágio do navio Ville Bologna, próximo à região do baixo de Atins, na baía de Cumã[4] , município de Guimarães. Advogado de formação, é mais conhecido como poeta e etnógrafo, sendo relevante também para o teatro brasileiro, tendo escrito quatro peças. Teve também atuação importante como jornalista.[5] Nesta area, encontra-se colaboração da sua autoria na Revista Contemporânea de Portugal e Brasil [6] (1859-1865).

Era filho de uma união não oficializada entre um comerciante português com uma mestiça[7] , e estudou inicialmente por um ano com o professor José Joaquim de Abreu, quando começou a trabalhar como caixeiro e a tratar da escrituração da loja de seu pai, que faleceu em 1837.

Iniciou seus estudos de latim, francês e filosofia em 1835, quando foi matriculado em uma escola particular.

Foi estudar na Europa, em Portugal, onde em 1838 terminou os estudos secundários e ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1840), retornando em 1845, após bacharelar-se. Mas antes de retornar, ainda em Coimbra, participou dos grupos medievistas da Gazeta Literária e de O Trovador, compartilhando das ideias românticas de Almeida Garrett, Alexandre Herculano e António Feliciano de Castilho[5] . Por se achar tanto tempo fora de sua pátria inspira-se para escrever a Canção do Exílio e parte dos poemas de “Primeiros cantos” e “Segundos cantos”; o drama Patkull; e “Beatriz de Cenci”, depois rejeitado por sua condição de texto “imoral” pelo Conservatório Dramático do Brasil. Foi ainda neste período que escreveu fragmentos do romance biográfico “Memórias de Agapito Goiaba”, destruído depois pelo próprio poeta, por conter alusões a pessoas ainda vivas.

No ano seguinte ao seu retorno conheceu aquela que seria a sua grande musa inspiradora: Ana Amélia Ferreira Vale. Várias de suas peças românticas, inclusive “Ainda uma vez — Adeus” foram escritas para ela. Nesse mesmo ano ele viajou para o Rio de Janeiro, então capital do Brasil, onde trabalhou como professor de história e latim do Colégio Pedro II, além de ter atuado como jornalista, contribuindo para diversos periódicos: Jornal do Commercio, Gazeta Oficial, Correio da Tarde e Sentinela da Monarquia, publicando crônicas, folhetins teatrais e crítica literária.

Em 1849 fundou com Manuel de Araújo Porto-Alegre e Joaquim Manuel de Macedo a revista Guanabara, que divulgava o movimento romântico da época. Em 1851 voltou a São Luís do Maranhão, a pedido do governo para estudar o problema da instrução pública naquele estado.

Alexandre Teófilo de Carvalho Leal, o melhor amigo de Gonçalves Dias, em gravura do Tomo III do Pantheon Maranhense de Antônio Henriques Leal.

Gonçalves Dias pediu Ana Amélia em casamento em 1852, mas a família dela, em virtude da ascendência mestiça do escritor, refutou veementemente o pedido. No mesmo ano retornou ao Rio de Janeiro, onde casou-se com Olímpia da Costa. Logo depois foi nomeado oficial da Secretaria dos Negócios Estrangeiros. Passou os quatro anos seguintes na Europa realizando pesquisas em prol da educação nacional. Voltando ao Brasil foi convidado a participar da Comissão Científica de Exploração, pela qual viajou por quase todo o norte do país.[5]

Voltou à Europa em 1862 para um tratamento de saúde. Não obtendo resultados retornou ao Brasil em 1864 no navio Ville de Boulogne, que naufragou na costa brasileira; salvaram-se todos, exceto o poeta, que foi esquecido, agonizando em seu leito, e se afogou. O acidente ocorreu nos Baixos de Atins, perto de Tutóia, no Maranhão.[8]

A sua obra enquadra-se no Romantismo, pois, a semelhança do que fizeram os seus correlegionários europeus, procurou formar um sentimento nacionalista ao incorporar assuntos, povos e paisagens brasileiras na literatura nacional. Ao lado de José de Alencar, desenvolveu o Indianismo. Pela sua importância na história da literatura brasileira, podemos dizer que Gonçalves Dias incorporou uma ideia de Brasil à literatura nacional.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gon%C3%A7alves_Dias

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos do site Brasil 247. Vale a pena conferir:

“Quem não conhece o esquema do Aécio?” Em outro trecho das conversas gravadas entre o ministro Romero Juca e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, eles dizem que “caiu a ficha” de líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos; Machado, que foi do PSDB, afirma que “o primeiro a ser comido vai ser o Aécio [Neves (PSDB-MG)”: “O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB…”; Machado sugere que o tucano comprou deputados para se eleger presidente da Câmara, entre 2001 e 2002, com a ajuda deles…

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/233787/Quem-n%C3%A3o-conhece-o-esquema-do-A%C3%A9cio.htm

 

Chico Lopes: “gravações comprovam conspiração em prol do golpe” – O deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE) afirmou que as gravações divulgadas de conversas do senador Romero Jucá, apontado ministro do governo golpista de Michel Temer, comprovam a conspiração de setores dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para impor um golpe de estado no Brasil e, com isso, firmar um pacto para frear a operação Lava Jato; de acordo com o parlamentar, “o golpe fica ainda mais claro e a situação de Temer e Jucá, ainda mais insustentável” a partir do momento em que o País tem provas concretas da ação coletiva e organizada para derrubar o governo e quebrar a democracia…

http://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/233835/Chico-Lopes-%E2%80%9Cgrava%C3%A7%C3%B5es-comprovam-conspira%C3%A7%C3%A3o-em-prol-do-golpe%E2%80%9D.htm

 

Para Fraga, Temer foi frouxo ao recriar o Minc Após integrantes do governo interino de Michel Temer confirmarem recuo na decisão de recriar o Ministério da Cultura, deputados do DEM ligados a parlamentares mais conservadores anunciaram que tentarão criar CPIs para investigar o setor; “A partir do dia 23, estarei coletando assinaturas para a CPI do Ministério da Cultura. Vamos ver o que tem por trás desses artistas patriotas!”, afirmou o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) no Twitter; ele integra a chamada “bancada da bala”; “Se Temer voltar atrás, farei meu primeiro discurso no plenário contra ele! Um governo frouxo não vai vencer a dura oposição que vamos enfrentar”

http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/233823/Para-Fraga-Temer-foi-frouxo-ao-recriar-o-Minc.htm

 

Jucá: ‘Não tenho por que pedir demissão’ – Ministro do Planejamento, que fala em “estancar” a sangria da Operação Lava Jato, diz que não pensa em pedir demissão do cargo, mas que a decisão cabe ao presidente interino, Michel Temer; “É estancar a sangria da economia, do que está ocorrendo com o país, qual é a vantagem de mudança do governo. A Lava Jato era o âmago do governo, isso tem uma sangria econômica, social, política. A Lava Jato é importante, tem que investigar, mas tem de delimitar”, afirmou, sobre o áudio; Temer, por sua vez, ainda analisa o que fazer em relação a Jucá…

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/233820/Juc%C3%A1-%E2%80%98N%C3%A3o-tenho-por-que-pedir-demiss%C3%A3o%E2%80%99.htm

 

É insustentável manter Jucá no governo”, diz Kennedy Colunista Kennedy Alencar afirma que dificilmente o presidente interino, Michel Temer, terá condição de manter Romero Jucá no Planejamento; ele destaca que fica claro que Jucá considerava importante tirar a presidente Dilma Rousseff do poder para que uma tentativa de abafar a Lava Jato tivesse alguma chance de sucesso; deixar Jucá no ministério “reforçará a versão de que o novo governo nasceu de uma trama para tirar Dilma e tentar barrar o avanço da Lava Jato”, diz…

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/233827/%E2%80%9C%C3%89-insustent%C3%A1vel-manter-Juc%C3%A1-no-governo%E2%80%9D-diz-Kennedy.htm

 

FHC: ‘queria privatizar Furnas, mas os políticos de MG não deixaram’ O ex­-presidente FHC (PSDB) afirmou que, se dependesse dele, a empresa de geração Furnas Centrais Elétricas teria sido privatizada na sua gestão (1995­-2002); a declaração foi concedida durante um comentário sobre a existência de um suposto esquema de propina na estatal para arrecadar junto a fornecedores recursos para campanhas eleitorais, suspeita que atinge o senador e presidente nacional da sigla tucana, Aécio Neves (MG); “Minas Gerais toda se unia contra o que eu queria no setor elétrico. O que eu queria era privatizar. Eu nunca consegui”, disse FHC

http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/233819/FHC-%E2%80%98queria-privatizar-Furnas-mas-os-pol%C3%ADticos-de-MG-n%C3%A3o-deixaram%E2%80%99.htm

 

Gravação com Jucá revela que impeachment foi pacto para deter a Lava Jato – Em diálogos gravados em março, semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos;”Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, diz Jucá; ele fala em construir um pacto nacional “com o Supremo, com tudo”; Machado concorda: “aí parava tudo”; eles disseram ainda que a operação era uma ameaça tanto para PMDB como para o PSDB e que o único empecilho era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha: “Michel é Eduardo Cunha”; diálogo parece confirmar a tese do escritor Miguel Sousa Tavares de que o impeachment foi uma “assembleia de bandidos, presidida por um bandido, para afastar uma mulher honesta”…

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/233784/Grava%C3%A7%C3%A3o-com-Juc%C3%A1-revela-que-impeachment-foi-pacto-para-deter-a-Lava-Jato.htm

 

Principal alvo da nova fase da Lava Jato é Genu, ex-tesoureiro do PP Ex-deputado federal José Janene e tesoureiro informal do PP, João Cláudio Genu foi alvo de um mandado de prisão preventiva na 29ª fase da operação Lava Jato, nesta segunda-feira; no total, estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, um de prisão preventiva e dois de prisão temporária em Brasília, Pernambuco e no Rio de Janeiro, na ação batizada de “Repescagem”; os mandados de prisão temporária são contra Lucas Amorim e Humberto do Amaral Carrilho; em delação, o doleiro Alberto Youssef disse que João Claudio Genu operava uma “pequena parte” do esquema do petrolão, por meio de um broker de Niterói; na divisão dos valores recebidos na Diretoria de Abastecimento da Petrobras, ele ficava com 5% dos valores, Paulo Roberto Costa ficava com 30%, 5% iam para Genu e outros 60% para o PP; R$ 13 milhões foram entregues ao PP, a Genu e a Paulo Roberto Costa entre 2010 e 2011

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/233798/Principal-alvo-da-nova-fase-da-Lava-Jato-%C3%A9-Genu-ex-tesoureiro-do-PP.htm

 

Jucá deve ser a primeira baixa no governo Temer – O presidente interino Michel Temer deve confirmar, nas próximas horas, a primeira demissão de seu governo provisório; flagrado em gravações impróprias, em que discutia como deter a Lava Jato, Romero Jucá deve ser defenestrado do Planejamento; investigado na operação, Jucá já teve pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal deferidos pelo Supremo Tribunal Federal; sua queda será um duro revés para Temer, uma vez que Jucá, especialista em orçamento, teria papel decisivo na aprovação da nova meta fiscal; Jucá também deixou claro que o impeachment foi uma tentativa da elite política de conter os danos causados pela Lava Jato; “Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, afirmou…

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/233805/Juc%C3%A1-deve-ser-a-primeira-baixa-no-governo-Temer.htm

Veja a versão desta segunda feira e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2016/05/23/trabalhando-com-poesia-723

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus, repleta da energia positiva e caminhos abertos a nossa frente.

Apio Vinagre Nascimento

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Se se morre de amor! Não, não se morre,Gonçalves Dias

Se se morre de amor! Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n’alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança!

Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d’amor arrebatar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio,
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro

Clarão, que as luzes no morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D’amor igual ninguém sucumbe à perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração — abertos
Ao grande, ao belo; é ser capaz d’extremos,
D’altas virtudes, té capaz de crimes!
Compr’ender o infinito, a imensidade,
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D’aves, flores, murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
Fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos;
Temer qu’olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d’ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compr’ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!

Se tal paixão porém enfim transborda,
Se tem na terra o galardão devido
Em recíproco afeto; e unidas, uma,
Dois seres, duas vidas se procuram,
Entendem-se, confundem-se e penetram
Juntas — em puro céu d’êxtases puros:
Se logo a mão do fado as torna estranhas,
Se os duplica e separa, quando unidos
A mesma vida circulava em ambos;

Que será do que fica, e do que longe
Serve às borrascas de ludíbrio e escárnio?
Pode o raio num píncaro caindo,
Torná-lo dois, e o mar correr entre ambos;
Pode rachar o tronco levantado
E dois cimos depois verem-se erguidos,
Sinais mostrando da aliança antiga;
Dois corações porém, que juntos batem,
Que juntos vivem, — se os separam, morrem;
Ou se entre o próprio estrago inda vegetam,
Se aparência de vida, em mal, conservam,
Ãnsias cruas resumem do proscrito,
Que busca achar no berço a sepultura!

Esse, que sobrevive à própria ruína,
Ao seu viver do coração, — às gratas
Ilusões, quando em leito solitário,
Entre as sombras da noite, em larga insônia,
Devaneando, a futurar venturas,
Mostra-se e brinca a apetecida imagem;
Esse, que à dor tamanha não sucumbe,
Inveja a quem na sepultura encontra
Dos males seus o desejado termo!

Se eu fosse querido! – Gonçalves Dias

Se eu fosse querido dum rosto formoso,
Se um peito extremoso – pudesse encontrar,
E uns lábios macios, que expiram amores
E abrandam as dores – pudesse beijar;

A tantos encantos minh’alma rendida,
Votara-lhe a vida – que Deus me quis dar;
Constante a seu lado, seus sonhos divinos
Aos sons dos meus hinos – quisera embalar.

Depois, quando a morte viesse impiedosa
Da amante extremosa – meus dias privar,
De funda saudade minha alma rendida
De tão dolorida iria quedar.

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