Trabalhando com Poesia

Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores, tô revendo minha vida, minha luta, meus valores, refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores, tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores… Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho, tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho, tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho, escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho… Estou podando meu jardim… Estou cuidando bem de mim… Estou podando meu jardim… Estou cuidando bem de mim… Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores, tô revendo minha vida, minha luta, meus valores, refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores, tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores… Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho, tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho, tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho, escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho… Estou podando meu jardim… Estou cuidando bem de mim… Estou podando meu jardim… Estou cuidando bem de mim… Estou podando meu jardim… Estou cuidando bem de mim…” (Vander Lee – Meu jardim – Comp.: Vander Lee)

Corro contra o tempo, prá te ver, eu vivo louco, por querer você… Oh! Oh! Oh! Oh!… Morro de saudade, a culpa é sua… Bares, ruas, estradas, desertos, luas, que atravesso em noites nuas, Oh! Oh! Oh! Oh! Só me levam prá onde está você… O vento que sopra meu rosto cega, só o seu calor me leva, Oh! Oh! Oh! Oh! Numa estrela prá lembrança sua… O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão… O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão… O mundo gira sempre em seu sentido, tem a cor do seu vestido azul, Oh! Oh! Oh! Oh! Todo atalho finda em seu sorriso nu… Na madrugada uma balada soul, um som assim, meio que rock in roll, Oh! Oh! Oh! Oh! Só me serve prá lembrar você… Qualquer canção que eu faça, tem sua cara, rima rica, joia rara, Oh! Oh! Oh! Oh! Tempestade louca no Saara…. O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão… O que sou? Onde vou? Tudo em vão! Tempo de silêncio e solidão…(Vander Lee – Contra o tempo – Comp.: Vander Lee)

Ó Pai, não deixes que façam de mim, o que da pedra tu fizestes. E que a fria luz da razão, não cale o azul da aura que me vestes… Dá-me leveza nas mãos, faze de mim um nobre domador, laçando acordes e versos, dispersos no tempo, pro templo do amor… Que se eu tiver que ficar nu, hei de envolver-me em pura poesia, e dela farei minha casa, minha asa, loucura de cada dia… Dá-me o silêncio da noite, pra ouvir o sapo namorar a lua. Dá-me direito ao açoite, ao ócio, ao cio, à vadiagem pela rua… Deixa-me perder a hora, pra ter tempo de encontrar a rima, ver o mundo de dentro pra fora, e a beleza que aflora, de baixo pra cima… Ó meu Pai, dá-me o direito, de dizer coisas sem sentido, de não ter que ser perfeito, pretérito, sujeito, artigo definido, de me apaixonar todo dia, de ser mais jovem que meu filho, e ir aprendendo com ele, a magia de nunca perder o brilho… Virar os dados do destino, de me contradizer, de não ter meta, me reinventar, ser meu próprio Deus, viver menino, morrer poeta…(Vander Lee – Alma nua – Comp.: Vander Lee)

O mal não merece comentários, pois só traz resultados desagradáveis. Qualquer palavra produz vibrações, que atraem vibrações semelhantes. Portanto, o comentário sobre o mal atrai vibrações pesadas e nocivas. Fale apenas a respeito de coisas belas e boas, comente o bem e as ações nobres, e permanecerá envolvido por uma onda de paz, de alegria, de bem-estar.” (Minutos de Sabedoria Pg. 194)

 

Boa noite pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem. Os times baianos brilharam, neste final de semana, pelo Campeonato Brasileiro. Na sexta feira, à noite, o Bahia venceu o Payssandu, por 3×0 e alcançou a terceira posição na competição. Já no domingo, jogando no Manoel Barradas, o time de Canabrava venceu, pelo placar de 1×0, pela Série A, o Internacional, alcançando a décima posição na competição, se mantendo quatro pontos atrás do G4. Tricolor volta a jogar na próxima terça feira contra o Goiás, em Goiânia e na sexta feira contra o CRB no Metropolitano de Pituaçu.

Confira os melhores momentos das partidas nos links abaixo

 

Bahia 3×0 Payssandu

 

Vitória 1×0 Internacional

O esporte mundial perdeu neste final de semana uma das suas maiores lendas em todos os tempos. Morreu aos 74 anos Mohammed Ali. Figura lendária não apenas por seu legado no Boxe, mas, principalmente por suas posições políticas contra a Guerra do Vietnã e em favor da luta contra o Racismo. Reproduzo artigo escrito por John Carlin, no jornal El País. Diz ele:

Muhammad Ali: o rei do mundo – O boxeador era uma espécie de magia, uma esquizofrenia consciente, uma energia tão ambígua como poderosa e ousadamente sedutora – O boxe nunca me interessou antes de Mohammad Ali, nem me interessou depois, mas ele foi — é — o ídolo da minha vida. Lembro como se fosse ontem da primeira vez que soube da sua existência. Foi em 1964, quando eu tinha sete anos, ao ler um texto em um jornal argentino, o Buenos Aires Herald, publicado em duas colunas no lado direito da última página. Vejo-a agora. Vejo a fotografia, com ele olhando para a máquina, suado e em êxtase; vejo o título, anunciando que se tratava do mais novo campeão mundial de pesos pesados depois de vencer o aparentemente invencível Sonny Liston; e vejo o texto, citando as suas primeiras palavras ainda no ringue depois de Liston se recusar a continuar a luta no começo do sétimo round depois da surra que Ali lhe aplicara no sexto. “I shook up the world!”. Chacoalhei o mundo. “I’m the prettiest!”. Sou o mais bonito. “I’m the greatest!”. Sou o maior.

Acreditei nisso naquele instante, e continuo a acreditar até hoje.

Desde aquele dia, assisti a todas as suas lutas, torcendo para que ele ganhasse como nunca havia torcido antes para que alguém ganhasse alguma coisa, mas foi só quando completei 13 anos que entendi o que havia acontecido comigo em relação àquele homem, que não era do meu país, que pertencia a uma raça com a qual eu não havia tido ainda nenhum contato pessoal. Meu pai tentara me convencer de que as pessoas mais admiráveis eram as pessoas mais inteligentes e eruditas. Ele era grande um grande fã de Harold Wilson, o então primeiro-ministro britânico e dono de um cérebro poderoso que havia tirado notas brilhantes na Universidade de Oxford.

Tive o meu momento de revelação e rebeldia, naqueles 13 anos, quando assisti uma longa entrevista de Ali na BBC e compreendi que perto dele Wilson era apenas um anão. Era de noite, e fiquei hipnotizado do começo ao fim. Ele tinha um grande senso de humor e tanto eu quanto o público que a BBC reuniu para acompanhar a entrevista ao vivo morríamos de rir. Célere e engenhoso em suas respostas, de repente recitava um poema que ele mesmo havia escrito enaltecendo a sua própria glória. Mas, com seus olhos, com seu sorriso, com suas caretas, ele nos tornava cúmplices de sua fanfarronice. Como se nos dissesse: não me levem a sério, mas me levem a sério; estou interpretando o papel de Muhammad Ali, mas este é o verdadeiro Muhammad Ali; rio de mim mesmo, mas, quando digo que sou “the greatest”, também acredito nisso, e é melhor vocês acreditarem também. Era uma espécie de magia, uma esquizofrenia consciente, uma energia tão ambígua quanto poderosa e ousadamente sedutora.

Ali era a própria definição da palavra carisma; era o carisma encarnado — comparável a uma figura lendária, como o Aquiles de Homero, ou histórica, como Napoleão, Bolívar ou Garibaldi. Seu único rival contemporâneo, para mim, foi Nelson Mandela, mas este eu conheci quando eu já era adulto, e minha visão sobre ele passou pelo filtro da racionalidade. Ali chegou a mim pelas entranhas, direto, como um soco no estômago.

O que é o carisma? O carisma é uma luz transmitida a partir de uma confiança gigantesca em si mesmo, de saber, sem a menor dúvida e para muito além de mesquinharias como a altivez ou sua irmã gêmea, a insegurança, que se é grande e especial. Ali criou um personagem grandioso e, com uma enorme generosidade, deu-o de presente para o mundo.

Sou fanático por esporte e já presenciei belíssimos jogos e façanhas extraordinárias, mas nada que se compare à luta entre Ali e George Foreman em 30 de outubro de 1974 em Kinshasa, no Zaire. Eu tinha 18 anos. Em Londres, onde morava, só era possível assistir à luta ao vivo indo às duas horas da manhã em uma sala de cinema de Brixton, um bairro que naquela época era uma espécie de gueto ocupado majoritariamente por negros e que, talvez de forma injusta, tinha fama de ser perigoso. O ingresso custou todo o dinheiro que eu tinha guardado depois de trabalhar durante as férias de verão em uma fábrica. Foi o melhor investimento que já fiz.

Foreman, um monstro, entrou no ringue primeiro. Dava medo, só de ver. Tinha acabado em um único round com adversários que Ali levara 15 rounds para vencer. Seus bíceps eram maiores que as coxas de Ali. A luta começou, e durante os primeiros quatro rounds Ali se entrincheirou apoiando-se nas cordas, cobrindo a cabeça com as luvas, recebendo golpes brutais, uns após os outros, no abdome, sem devolver nenhum. Todos no cinema — parecia que eram todos negros, menos eu — estávamos desolados. Aquilo era um massacre. O quinto round começou do mesmo jeito, mas, de repente, quando tudo parecia perdido, fênix surgiu das cinzas. Ali começou a boxear como só ele sabia, dançando no ringue. Flutuando como uma borboleta, picando como uma abelha. Um golpe de esquerda fez Foreman entortar a cabeça e uma grande gota de suor saltou de seu rosto, molhando o piso. No cinema, todos nós nos levantamos. Quando Foreman caiu na lona, no oitavo round, e o árbitro contou até dez, com Foreman incapaz de se levantar, o barulho emitido em Brixton foi ouvido até no Congo. Eu não conhecia ninguém que estava ao meu redor, mas nos abraçamos, todos, como se fôssemos irmãos.

Vi jogarem Pelé e Maradona, Tiger Woods, Federer e Nadal, Cristiano Ronaldo e Leo Messi. Eles pertencem ao esporte. Ali pertence a todos. “Sou o rei do mundo!”, exclamava — e era verdade. Não só ninguém redefiniu o esporte como Ali, como também ninguém o transcendeu tanto quanto ele. Foi um gigante, uma força elementar da natureza, um furacão humano. Morreu depois de batalhar na sombra durante três décadas contra o seu inimigo mais implacável, o Mal de Parkinson. Mas, para mim, e para muitas e muitas pessoas de todas as raças e crenças de todos os cantos do planeta que tivemos a sorte de viver em seus anos de glória, ele é imortal.

Veja também

Muhammad Ali, lenda do boxe e ícone do século XX

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/04/deportes/1465015171_498829.html?rel=mas

 

20 frases de Muhammad Ali que são verdadeiras lições de vida

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/04/deportes/1465019120_522470.html?rel=mas

 

Durante essa semana, o “Trabalhando com Poesia” visitará algumas poesias da vasta obra do grande poeta Castro Alves. Para prefaciar o grande poeta, um grande cantor e compositor. Visitaremos uma parte da obra de Vander Lee. Espero que apreciem.

Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847 em Curralinho, na Bahia. Em 1862 foi para o Recife com o intuito de estudar Direito. Lá, além de iniciar o seu romance com a atriz portuguesa Eugênia Câmara, percebe também os primeiros sintomas da tuberculose.

Em 1864, após ser reprovado nos primeiros exames necessários para a admissão na faculdade, ingressa na Faculdade de Direito, porém dedica-se mais à poesia do que aos estudos. Nesse período conhece Tobias Barreto, a quem tanto admirava e cujas idéias liberais passou a seguir.

Em 1867 abandona definitivamente o Recife e vai para Salvador, onde é encenada a peça “Gonzaga” ou “Revolução de Minas” de sua autoria.

Em 1868 vai para São Paulo acompanhado de Eugênia Câmara e do amigo Rui Barbosa, com quem fundou uma sociedade abolicionista, e matricula-se no terceiro ano da Faculdade de Direito do largo São Francisco, onde declama pela primeira vez o poema “Navio Negreiro“. Ainda nesse ano é abandonado por Eugênia e, durante uma caçada, fere acidentalmente o pé com uma arma de fogo. Esse acidente provocou a amputação de seu pé e, logo em seguida, sua tuberculose agrava-se e o poeta vai para a Bahia, onde falece em 6 de julho de 1871.

A obra de Castro Alves, o poeta dos escravos, foi fortemente influenciada pela literatura político-social de Vitor Hugo. O poeta cultivou o egocentrismo, porém, diferentemente dos românticos tradicionais, interessou-se também pelo mundo que o cercava e defendeu a república, a liberdade e a igualdade de classes sociais. Castro Alves, segundo Jorge Amado, teve muitos amores, porém, o maior de todos eles foi a Liberdade.

Se por um lado a temática social adotada por Castro Alves já o aproximam do Realismo, por outro a sua linguagem, repleta de figuras de estilo (metáforas, comparações, personificações, invocações, hipérboles, típicas do condoreirismo), o enquadra perfeitamente no movimento Romântico. Além disso, o poeta não deixou de lado a poesia de caráter lírico-amoroso, cultivada por todos os escritores de sua época. Mas, diferentemente de seus contemporâneos, raramente idealiza a figura feminina; ele nos apresenta uma mulher mais concreta, mais próxima de um ser de “carne e osso”, mais sensual.

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Castro_Alves

 

Visite também http://www.e-biografias.net/castro_alves/

 

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos do site Brasil 247. Vale a pena conferir:

 

Para não perder no STF, Anastasia recua e mantém prazo de defesa de Dilma – Relator na comissão do impeachment no Senado, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) rejeitou a proposta que havia sido apresentada pela senadora Simone Tebet (PMDB-MS) para reduzir para 5 dias o prazo para as alegações finais no processo; Simone já anunciou que não irá recorrer da rejeição; julgamento volta então ao prazo anterior: o relatório será votado no dia 2 de agosto e o julgamento final até o dia 16 de agosto em plenário, durante as Olimpíadas, que começam no dia 5 do mesmo mês; Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da comissão, disse que “reflexão filosófica” o levou a manter os prazos da defesa e da acusação; Michel Temer sofre derrota com a negativa ao aceleramento do impeachment…

http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/236581/Para-n%C3%A3o-perder-no-STF-Anastasia-recua-e-mant%C3%A9m-prazo-de-defesa-de-Dilma.htm

 

 

OAB pedirá afastamento do presidente da Anatel – O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Claudio Lamachia pedirá o afastamento do presidente da Anatel, João Rezende; desde que Rezende admitiu a possibilidade de limitar dados em planos de internet, Lamachia tem dito que o chefe da agência a utiliza como um sindicato das teles e precisa deixar o cargo. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Claudio Lamachia pedirá o afastamento do presidente da Anatel, João Rezende. Desde que Rezende admitiu a possibilidade de limitar dados em planos de internet, Lamachia tem dito que o chefe da agência a utiliza como um sindicato das teles e precisa deixar o cargo…

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/236623/OAB-pedir%C3%A1-afastamento-do-presidente-da-Anatel.htm

 

 

Dilma: Governo interino busca “rasgar a CLT” – Em conversa com internautas pelo Facebook, ao lado do ministro do Trabalho de seu governo, Miguel Rossetto, a presidente afastada Dilma Rousseff alerta para a “reforma trabalhista” anunciada pelo governo de Michel Temer; “Quando falam em reforma trabalhista ou em flexibilização das relações de trabalho, o que buscam é rasgar a CLT”, diz; “O discurso do governo provisório, interino e ilegítimo é de retirar direitos trabalhistas”, acrescentou; segundo ela, “a crise atual pode ser superada sem impor a conta aos trabalhadores”; “Para nós, não são os trabalhadores que devem pagar o pato”, ironizou Dilma; as propostas da chamada “Ponte para o Futuro”, de acordo com a presidente, “são um enorme retrocesso para os trabalhadores e para o Brasil. São inaceitáveis”; confira outras respostas…

 

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/236601/Dilma-Governo-interino-busca-%E2%80%9Crasgar-a-CLT%E2%80%9D.htm

 

 

Zavascki admite ameaças à sua família, mas diz que não há nada sério – O ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, admitiu nesta segunda (6), no Rio de Janeiro, a existência de ameaças à sua família, conforme mensagem postada por seu filho no Facebook, mas minimizou o fato, afirmando: “Não tenho recebido nada sério”; Francisco Prehn Zavascki publicou no dia 26 de maio que “é obvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato”; “Acredito que a lei e as instituições vão vencer, porém, alerto: se algo acontecer com alguém da minha família, você já sabem onde procurar…! Fica o recado!”, afirmou…

 

http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/236632/Zavascki-admite-amea%C3%A7as-%C3%A0-sua-fam%C3%ADlia-mas-diz-que-n%C3%A3o-h%C3%A1-nada-s%C3%A9rio.htm

 

 

O MEC tem lado na guerra da educação superior? – Dois grupos privados, Kroton e Ser Educacional, disputam o controle das faculdades Estácio de Sá, numa guerra meramente empresarial, da qual o governo deveria manter distância; no entanto, quando surgiram as primeiras notícias dando conta de que a Kroton, presidida por Rodrigo Galindo, largara na frente, surgiram notas na imprensa dando conta de que o ministro Mendonça Filho, da Educação, estaria insatisfeito, e acionaria o Conselho Administrativo de Defesa Econômica; logo em seguida, apareceu a proposta da Ser, comandada por Janguiê Diniz; o problema: Janguiê é próximo a Mendonça e indicou gente da sua confiança para áreas estratégicas do MEC, o que aponta um possível conflito de interesses. Quando dois grupos privados disputam uma empresa, este deveria ser, em tese, um assunto meramente privado, do qual o governo deveria manter distância. Assim é nos países civilizados…

 

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/236496/O-MEC-tem-lado-na-guerra-da-educa%C3%A7%C3%A3o-superior.htm

 

 

Passarinho deixou lição errada – A morte de Jarbas Passarinho serve como um excelente teste de caráter neste momento difícil para a democracia brasileira, construída com tantos sacrifícios após 21 anos de regime militar. O presidente interino Michel Temer expressou “meus sentidos pêsames pela perda desse grande brasileiro.” Marina Silva foi mais prolixa e defendeu as “evidentes qualidades intelectuais e habilidades políticas” do ex-ministro. Será mesmo? Coronel do Exército, Passarinho foi um político capaz de vários flertes ao longo de uma carreira de mais de 50 anos, mas sempre será lembrado por um gesto histórico, em dezembro de 1968, quando o regime militar decretou o AI-5, numa noite em que não havia espaço para pensamentos inocentes…

 

http://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/236557/Passarinho-deixou-li%C3%A7%C3%A3o-errada.htm

 

 

Dilma: teatro de Cerveró sobre Pasadena não me intimida – Em nota, a presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar, nesta segunda-feira (6), “que jamais teve conhecimento sobre as atividades ilícitas praticadas por Nestor Cerveró na Petrobras e, portanto, jamais compactuou com tais condutas”; “Este teatro montado por esta pessoa que não tem credibilidade e é suspeito de crimes, não intimida a senhora Presidenta Dilma Rousseff. Ela tem a consciência tranquila e reitera que as provas que demonstram as calúnias de Nestor Cerveró são contundentes”, diz nota da assessoria da presidente em resposta a trechos da delação premiada do ex-diretor da Petrobras, nos quais ele acusa Dilma de saber das irregularidades na compra da refinaria de Pasadena. Em nota, a presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar “que jamais teve conhecimento sobre as atividades ilícitas praticadas por Nestor Cerveró na Petrobras e, portanto, jamais compactuou com tais condutas”…

 

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/236633/Dilma-teatro-de-Cerver%C3%B3-sobre-Pasadena-n%C3%A3o-me-intimida.htm

 

 

Lula: das panelas saiu o golpista do Temer – O ex-presidente Lula participou nesta segunda (6) do Ato em Defesa das Empresas Públicas, que ocorreu no Rio de Janeiro; em seu discurso, ele criticou o governo interino de Michel Temer: “Temer deu um golpe. O Senado apenas o colocou como presidente interino. Ele não tinha o poder de fazer o que ele fez contra Dilma, ao tentar proibir ela viajar o país”; Lula relacionou ainda os protestos de junho de 2013 com o impeachment: “Por que a Rede Globo suspendeu a grande de novelas dela para transmitir as passeatas de 2013? Na minha opinião, humilde, singela, aquele dia foi um teste para o que aconteceu agora com o golpe. Não tem outra explicação”. O ex-presidente Lula participou nesta segunda-feira (6) do Ato em Defesa das Empresas Públicas, que ocorreu no Rio de Janeiro. O objetivo do evento foi envolver os brasileiros no debate sobre a importância das empresas para o crescimento e o desenvolvimento nacional, com distribuição de renda. “Quero dizer a cada um de vocês: não pensem que eles vão destruir o que nós construímos”, afirmou…

 

http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/236637/Lula-das-panelas-saiu-o-golpista-do-Temer.htm

 

 

Veja a versão desta segunda feira e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2016/06/06/trabalhando-com-poesia-732
Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus, repleta da energia positiva e caminhos abertos a nossa frente.

 

Apio Vinagre Nascimento

e-mail: apiovinagre.adv@gmail.com

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O “Adeus” de Teresa – Castro Alves

A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta a correnteza,
A valsa nos levou nos giros seus
E amamos juntos E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala

E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”

Uma noite entreabriu-se um reposteiro. . .
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus
Era eu Era a pálida Teresa!
“Adeus” lhe disse conservando-a presa

E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”

Passaram tempos sec’los de delírio
Prazeres divinais gozos do Empíreo
… Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse – “Voltarei! descansa!. . . ”
Ela, chorando mais que uma criança,

Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”

Quando voltei era o palácio em festa!
E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei! Ela me olhou branca surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!

E ela arquejando murmurou-me: “adeus!”
https://www.youtube.com/watch?v=GQTtIhn7Z_4

A Duas Flores – Castro Alves

São duas flores unidas,
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.

Unidas, bem como as penas
Das duas asas pequenas
De um passarinho do céu…
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Unidas, bom como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar…
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Unidas… Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rodas da vida,
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!

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