Entrevista de Dilma Roussef a Luis Nassif, (19/05/2010)

A entrevista concedida recentemente, pela Presidenta Dilma ao Jornalista Luis Nassif, e que tem gerado grande expectativa junto à população, por razões ainda desconhecidas por completo, tem sofrido resistência no que tange a sua veiculação na mídia formal.

Deste modo, o nosso blog, apresenta a seus leitores, como aperitivo, o conteúdo desta entrevista concedida por Dilma, ao mesmo Luis Nassif, e veiculada no Youtube em 19 de maio de 2010. As descrições de cada bloco da conversa reproduz, na íntegra o que se encontra na veiculação dos videos pelo canal pbitt2000.

Vale a pena conferir:

Entrevista Dilma a Luis Nassif Parte 1

Na primeira parte da entrevista, procurou se entender como foi montado o modelo de gestão na Casa Civil, aquilo que Dilma chama de mecanismo de gestão concentrada, do acompanhamento em tempo real e das ferramentas de gestão na área de informática. Fala também sobre o papel dos gestores públicos e a mudança na estrutura de financiamento. E explica que PAC não é pura e simplesmente o gasto do orçamento, mas o todo, dentro os quais uma estrutura de financiamento adequada para o setor privado.

Entrevista Dilma à Luis Nassif Parte 2

Dilma Rousseff explica as mudanças no modelo de trabalho interdisciplinar do PAC: em vez do fordismo (cada parte trabalhando isoladamente), Lula optou pelo toyotismo (pelo qual todas as partes conhecem o tod0)

Entrevista Dilma à Luis Nassif Parte 3

Dilma responde às questões sobre o desempenho do PAC e as diferenças entre a avaliação do governo e dos críticos sobre o desempenho do programa.

Entrevista Dilma à Luis Nassif Parte 4

Aqui é tratado da institucionalização do modo de gestão do PAC. E Dilma explica o modelo, o que pode ter de institucionalizado e o que depende apenas de metodologia de atuação. O ponto central do modelo são as salas de gestão, locais em que se replica a visão sistêmica de cada projeto.

Entrevista Dilma à Luis Nassif Parte 5

Trata das apostas feitas pelo governo em diversas áreas no preço dos pedágios, no programa habitacional, no custo de energia nas hidrelétricas. Dilma conta que na licitação de Jirau recebeu uma carta de uma empreiteira dizendo que não haveria candidatos se o custo fosse inferior a R$ 120,00 o mw/h. Quem escreveu bidou em R$ 78,00 o mw/h. O Brasil não pode mais trabalhar com taxas internas de retorno de 26% ao ano, como ocorreu em uma licitação de rodovia.

Entrevista Dilma à Luis Nassif Parte 6

Aqui é tratada a questão das pequenas e micro empresas. Até agora o governo possui políticas claras para a parte social, para infraestrutura e para as grandes multinacionais brasileiras. Mas nada para as pequenas e micro. Dilma explica o que pretende fazer. Propõe a criação de uma Embrapa industrial, apoiando a tecnologia da PME. Embora não mencione, aparentemente o modelo de Dilma é o do NIST, dos Estados Unidos.

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