Trabalhando com Poesia

Podem me chamar, e me pedir e me rogar, e podem mesmo falar mal, ficar de mal, que não faz mal… Podem preparar milhões de festas ao luar, que eu não vou ir, melhor nem pedir, não vou ir, não quero ir… E também podem me intrigar, e até sorrir, e até chorar, e podem mesmo imaginar, o que melhor lhes parecer… Podem espalhar que eu estou cansado de viver, e que é uma pena, para quem me conheceu… Eu sou mais você e eu… Eu sou mais você e eu… Podem me chamar, e me pedir e me rogar, e podem mesmo falar mal, ficar de mal, que não faz mal… Podem preparar milhões de festas ao luar, que eu não vou ir, melhor nem pedir, não vou ir, não quero ir… E também podem me intrigar, e até sorrir, e até chorar, e podem mesmo imaginar, o que melhor lhes parecer… Podem espalhar que eu estou cansado de viver, e que é uma pena, para quem me conheceu… Eu sou mais você e eu… Eu sou mais você e eu…” (Gilberto Gil – Você e eu – Comp.: Carlos Lyra Vinicius de Moraes)

Eu vim, eu vim da Bahia cantar, eu vim da Bahia contar, tanta coisa bonita que tem, na Bahia, que é meu lugar… Tem meu chão, tem meu céu, tem meu mar, a Bahia que vive pra dizer, como é que se faz pra viver… Onde a gente não tem pra comer, mas de fome não morre, porque na Bahia tem mãe Iemanjá, de outro lado o Senhor do Bonfim, que ajuda o baiano a viver, pra cantar, pra sambar pra valer, pra morrer de alegria, na festa de rua, no samba de roda, na noite de lua, no canto do mar… Eu vim da Bahia, mas eu volto pra lá… Eu vim da Bahia… Eu vim, eu vim da Bahia cantar, eu vim da Bahia contar, tanta coisa bonita que tem, na Bahia, que é meu lugar… Tem meu chão, tem meu céu, tem meu mar, a Bahia que vive pra dizer, como é que se faz pra viver… Onde a gente não tem pra comer, mas de fome não morre, porque na Bahia tem mãe Iemanjá, de outro lado o Senhor do Bonfim, que ajuda o baiano a viver, pra cantar, pra sambar pra valer, pra morrer de alegria, na festa de rua, no samba de roda, na noite de lua, no canto do mar… Eu vim da Bahia, mas eu volto pra lá… Eu vim da Bahia…(Gilberto Gil – Eu vim da Bahia – Comp.: João Gilberto)

Essa ladeira, que ladeira é essa? Essa é a ladeira da preguiça… Essa ladeira, que ladeira é essa? Essa é a ladeira da preguiça… Preguiça que eu tive sempre, de escrever para a família, e de mandar conta pra casa, que esse mundo é uma maravilha… E pra saber se a menina já conta as estrelas, e sabe a segunda cartilha, e pra saber se o menino já canta cantigas, e já não bota mais a mão na braguilha… E pra falar do mundo, falo uma besteira, fomenteira é uma ilha, onde se chega de barco, mãe, quem nem lá, na ilha do medo, que nem lá, na ilha do frade, quem nem lá, na ilha de maré, que nem lá salina das margaridas… Essa ladeira, que ladeira é essa? Essa é a ladeira da preguiça… Ela é de hoje, ela é desde quando se amarrava cachorro com linguiça… Essa ladeira, que ladeira é essa? Essa é a ladeira da preguiça… Essa ladeira, que ladeira é essa? Essa é a ladeira da preguiça… Preguiça que eu tive sempre, de escrever para a família, e de mandar conta pra casa, que esse mundo é uma maravilha… E pra saber se a menina já conta as estrelas, e sabe a segunda cartilha, e pra saber se o menino já canta cantigas, e já não bota mais a mão na braguilha… E pra falar do mundo, falo uma besteira, fomenteira é uma ilha, onde se chega de barco, mãe, quem nem lá, na ilha do medo, que nem lá, na ilha do frade, quem nem lá, na ilha de maré, que nem lá salina das margaridas… Essa ladeira, que ladeira é essa? Essa é a ladeira da preguiça… Ela é de hoje, ela é desde quando se amarrava cachorro com linguiça…(Gilberto Gil – Ladeira da preguiça – Comp.: Gilberto Gil)

Nossa mente é um aparelho de rádio, que transmite nossos pensamentos e recebe os alheios. Mas só receberemos os pensamentos que quisermos. Depende de nós fixarmos nossa mente numa faixa elevada de vibrações de Bondade e Amor, para que só sejamos atingidos por pensamentos idênticos. Desta maneira, nenhum pensamento de maldade e de enfermidade nos poderá atingir.” (Minutos de Sabedoria Pg. 209)

 

Bom dia pessoal,

Como foram de final de semana? Espero que bem.

Durante essa semana, o “Trabalhando com Poesia” visitará a obra do Poeta Tude Celestino, cuja data de nascimento se comemorou no último sábado (25). E como estamos falando em aniversariantes ilustres, nada melhor que o Prefácio Musical visitar a obra de outro baiano de grande brilho. Sendo assim, visitaremos parte da obra do aniversariante do último domingo (26), Gilberto Gil. Espero que gostem.

Nascido em Campo Formoso, em 25 de junho de 1921, o poeta Tude Celestino de Souza fora criado em Ilhéus, o que lhe conferiu grande parte da inspiração para a fase inicial de sua obra literária, permeada de referências rurais, influências do cordel, repente e cantadores do interior da Bahia. Poeta de formação autodidata, tendo cumprido os estudos formais apenas até o 4° ano primário, é autor da trilogia O Ás de Ouro, o poema mais emblemático de sua obra, uma saga fictícia em três fases, com linguagem matuta, tipicamente sertaneja e eivada de traços trágicos, que narra a trajetória de um sujeito acometido pelo sentimento de vingança e que também dá nome a seu único livro, que teria segunda edição publicada pouco antes de sua morte, mas que aguarda lançamento, previsto em edição especial pelos 20 anos de seu falecimento.

Tude Celestino marcou sua poesia com temáticas relativas à boemia, ao amor e, sobretudo, à referência nordestina, pelo que é mais lembrado; sua obra, no entanto, contempla ainda um traço marcante de versatilidade, incluindo os, ainda inéditos, poemas fesceninos.

Apesar da influência primeira, pautada na temática nordestina, a cegueira, que o acometera por influência do diabetes, constituiu uma relevante influência para o caráter que seus versos assumiram posteriormente, conferindo-lhe determinada pujança e capacidade de abstração e contemplação não visual da relação tempo-espaço.

Foi, contudo, durante os anos de 1940, na então Santo Amaro do Ipitanga, onde se teria estabelecido por ocasião da implantação da Base Aérea do Salvador e do Aeroporto Internacional Dois de julho, vindo atuar como agente aeroportuário, que assumiu plenamente sua irrefutável vocação de poeta, firmando-se como referência cultural do município que o acolheu como ilustre cidadão.

Declarado pelo poeta e jornalista Jeová de Carvalho como um “ente sagrado de impossível repetição”, dada a exuberância, inestimável valor literário e elaboração de sua obra, Tude se manteve sempre em evidência na região, tendo seu nome vinculado a grande parte da agitação cultural e social vigente até o final dos anos 80, quando, por complicações do diabetes, pôs termo à sua produção literária – mas não sua respeitabilidade junto ao povo desse lugar, sobretudo, por conta dos memoráveis saraus que abrigou no espaço cultural Ás de Ouro, referência da boemia local àquela época, quando, através d’A Noite Poeta – evento oficial promovido com incentivo e participação da prefeitura municipal, contando sempre com presenças de nomes importantes das letras na Bahia -, o poeta gozou do prestígio de nomear o Prêmio Tude Celestino de Souza de Poesia, que, em edições anuais, destacou e incentivou a produção literária local, conferindo visibilidade ao município como eixo cultural no estado.

Recentemente, em iniciativa conjunta de diversos segmentos da comunidade de Lauro de Freitas, a partir da sugestão do Historiador Gildásio Freitas em tributo aos 20 anos de morte do poeta, propõe-se a atribuição de seu nome ao Centro de Cultura local, antiga sede dos festivais em sua homenagem, tornando-o Centro de Cultura Tude Celestino – CCTC.

Apesar da larga influência das ações culturais do poeta Tude Celestino como mantenedor da imagem do município como pólo cultural na sua época, hoje, quase não se tem conhecimento da relevância da sua obra, daí a importância de ações como o Movimento ATiTude CelesTina e, mais especificamente, o Projeto ATiTude.

Tude Celestino, entre outras peculiaridades, marcou em sua obra uma veemente ação pela preservação do nome e memória de Ipitanga (que remete à origem indígena e significa água vermelha) – denominação original da localidade hoje conhecida pelo nome de Lauro de Freitas, que lhe foi atribuído por ocasião da emancipação política ocorrida em 1962.

Manifestando sua ressalva pela atribuição de tal nome ao município, o poeta alegara antever um processo sutil de alienação da memória local. Para ele, a emancipação política, um processo legítimo e natural na trajetória de evolução de uma localidade, não pressupunha necessariamente o desmerecimento da memória e das referências locais referendadas no nome de Santo Amaro de Ipitanga (denominação jesuíta estabelecida com a fundação da freguesia em 1608).

Atento à necessidade da instituição de dispositivos para a manutenção da memória local, datou toda a sua obra literária em Ipitanga ou mesmo Santo Amaro de Ipitanga, mesmo nas composições posteriores à emancipação, além de ter rejeitado o título de cidadão laurofreitense, alegando, no entanto, que se reconhecia cidadão ipitanguense.

A despeito da cegueira, tal sensibilidade e percepção apurada do mundo e da sociedade nem sempre fora expressa em seus versos, mas marcou seu pensamento em sua comunidade e em seu tempo conferindo-lhe a notoriedade e respeito de que goza ainda hoje.

Tude Celestino – o poeta de Ipitanga, faleceu em 21 de julho de 1989, deixando viúva e quatro filhos e está sepultado no cemitério da igreja da matriz.

 

Fonte: http://atitudecelestina.blogspot.com.br/

 

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje textos do site O Cafezinho. Vale a pena conferir:

 

Melhores que RomárioPor Luis Edmundo Araujo – No campo de jogo, no terreno apolítico restrito às quatro linhas, nenhum dos ex-jogadores que serão homenageados agora foram melhores que Romário, simplesmente o maior artilheiro do futebol mundial em todos os tempos, oficialmente falando. Nem mesmo o grande goleador entre estes craques da consciência, que me desculpe a torcida do glorioso Atlético-MG, mas nem mesmo Reinaldo, outro gênio da grande área, foi maior que o baixinho Romário. Talvez se não tivesse sido perseguido pelas contusões e posições políticas, quem sabe não igualasse ou ultrapassasse os feitos do atual senador, mas o fato é que não o fez. Em outros gramados, porém, nos campos da política, da tomada de posição em defesa dos mais fracos, dos mais pobres, tanto o Reinaldo quanto a dupla de meio-campistas da foto aí de cima, Afonsinho e Sócrates, os três foram muito, mas muito melhores que Romário, pelo menos até agora. Afonsinho iniciou a carreira em 1962, no XV de Jaú (SP), e três anos depois foi contratado pelo Botafogo, onde conquistaria seus principais títulos no futebol, entre eles o bicampeonato carioca de 1967/68 e a Taça Brasil de 1968, além do Torneio Rio-São Paulo de 1966, dividido com Vasco, Corinthians e Santos…

 

http://www.ocafezinho.com/2016/06/24/melhores-que-romario/

 

 

 

Projeto para Estatais do PSDB manteria os corruptos na Petrobrás e barraria o pai do Pré-salPor Tadeu Porto (@tadeuporto)* – O Partido da Social Democracia Brasileira, com ajuda do usurpador Michel Temer, aprovou um projeto chamado de “lei de responsabilidade das Estatais”, com regras não só para inglês ver, mas também americano ficar de olho. Em outras palavras, os tucanos passaram uma enorme jabuticaba entreguista para cima dos brasileiros, inventando uma lei que limita os poderes da União – leia-se do povo – nas empresas públicas sem chegar perto de resolver os verdadeiros problemas de governança. Fica o registro, aqui, dos devidos créditos à Folha de São Paulo que publicou, antes desse Blog (talvez seja a dona do “furo”, não vi outro veículo abordando o assunto), o óbvio: o projeto de lei do PSDB seria inútil contra os crime apurados na lava-jato…

 

http://www.ocafezinho.com/2016/06/24/projeto-para-estatais-do-psdb-manteria-os-corruptos-na-petrobras-e-barraria-o-pai-do-pre-sal/

 

 

Campos de Extermínio mental – A classe mídia e o mainstream do Golpe. Por Bajonas Teixeira de Brito Junior, colunista de política do Cafezinho – Ao que tudo indica, a classe média que serviu de massa de manobra para o golpe tornou-se uma autêntica classe mídia, e isso tem que ser entendido a partir do mainstream que dominou no Brasil nos últimos anos.  Para essa nova classe mídia, a televisão foi, em especial na última década e meia, um vasto campo de extermínio mental. Um dos efeitos dessa liquidação em massa da inteligência foi o ódio à cultura.  Basta atentar para a perseguição aos artistas, chamados de vagabundos, ao clima de caça às bruxas instaurado contra a Lei Rouanet, às agressões à classe artística nas redes sociais. É difícil, porque vivemos todos sob o peso dessa atmosfera, ganhar a distância suficiente para fazer o diagnóstico desse período. Mas podemos esboçar um breve inventário da tragédia que foi a programação servida na mesa durante a última década e meia…

http://www.ocafezinho.com/2016/06/24/campos-de-exterminio-mental-a-classe-midia-e-o-mainstream-do-golpe/

 

 

Brexit, Zizek e a esquerda necessária. Por Theo Rodrigues – O sempre polêmico Zizek não perdeu tempo. Mal saiu o resultado do plebiscito onde o Reino Unido decidiu pela saída da União Europeia – o famoso Brexit – e o filósofo esloveno já apontou a raiz do problema: a falta de uma esquerda transnacional capaz de impedir o avanço de uma direita nacionalista. Será realmente isso? Bastaria ressuscitar a Terceira Internacional para resolver o problema da correlação mundial de forças que tem sido tão desfavorável para os subalternos? Não me parece muito crível…

http://www.ocafezinho.com/2016/06/25/brexit-zizek-e-a-esquerda-necessaria/

 

 

Notícias e declarações surpreendentes sobre o impeachment da presidente Dilma. Por Ricardo Azambuja – A Comissão Especial do Impeachment teve, na semana, importantes testemunhos de defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, como os ex-ministros Renato Janine Ribeiro (Educação), Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) e Miriam Belchior (Planejamento). A defesa argumenta que os créditos suplementares ao orçamento editados por Dilma — que integram a denúncia — eram legais e não afetaram a meta fiscal, por terem origem em recursos próprios das pastas a que se destinavam. Os depoimentos das testemunhas de defesa seguem até a próxima quarta (29). Vão ser ouvidos três ex-ministros dos governos Dilma: Patrus Ananias, do Desenvolvimento Agrário; Aldo Rebelo, da Defesa; e Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União…

 

http://www.ocafezinho.com/2016/06/26/noticias-e-declaracoes-surpreendentes-sobre-o-impeachment-da-presidente-dilma/

 

 

Veja a versão desta segunda feira e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2016/06/27/trabalhando-com-poesia-746
Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina. Uma Segunda-feira abençoada por Deus, repleta da energia positiva e caminhos abertos a nossa frente.

 

Apio Vinagre Nascimento

e-mail: apiovinagre.adv@gmail.com

e-mail 1: apio.vinagre @pedraevinagre.adv.br

e-mail 2: oipa2@hotmail.com

e-mail 3: apioptlf@yahoo.com.br

site: http://www.pedraevinagre.adv.br
Blog: https://oipa2.wordpress.com
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Fones: (71) 98814-5332 / 99154-0168 / 99982-7223 / 98214-0894

 

Perenal II – Tude Celestino

Mais um dia se vai em minha lembrança

Contínua, reinando persistente.

Cativa, sem defesa a minha mente

Pensando só em ti, jamais se cansa.

Quando do ocaso, o véu difuso avança,

Ainda estou a cismar e docemente

Busco um alívio, olhando o céu poente,

Abismo em cores onde o sol se lança.

E a noite vem; meu fado continua,

Feito de sombras, teu vulto risonho

Em meu redor diáfano flutua.

Teu nome em prece rezo e adormeço

E ei-la integralmente no meu sonho

Meu Deus, eu nem dormindo te esqueço.

 

Minha Nau DesarvoradaTude Celestino

 

Quando o ciclone da vida

Leva meu barco à deriva

E o nevoeiro me priva

De encontrar uma saída,

Só você, minha querida,

Em meio à turva jornada,

É minha luz na madrugada,

Minha ilha, meu tesouro,

Meu porto, meu ancoradouro

Pra minha nau desarvorada.

 

 

É Fácil Fazer Poesia – Tude Celestino

É fácil fazer poesia

Quando canta o coração,

Fazer do verso – oração!

De culto – você, Maria!

Quando se ama, Maria

Se é poeta e cantor

Preso à chama do amor

É fácil fazer poesia

Pode estar chuvoso o dia,

Escuro, de cerração,

Parece que é verão:

Há sol na alma da gente.

Vive-se para o amor somente

Quando canta o coração.

Do teu sorriso, a canção

Que me inebria e me acalma,

Ouvindo é fácil minh’alma

Fazer do verso oração!

Ter universo na mão

Numa constante harmonia,

E em divinal melodia

Sem dissonância nem guerra,

Fazer o céu cá na terra,

De culto – você, Maria.

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