Trabalhando com Poesia

“… Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento lá em você, eu sem você não vivo… Um dia triste, toda fragilidade incide, e o pensamento lá em você, e tudo me divide… Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento lá em você, eu sem você não vivo… Um dia triste, toda fragilidade incide, e o pensamento lá em você, e tudo me divide… Longe da felicidade e todas as suas luzes, te desejo como ao ar, mais que tudo, és manhã na natureza das flores… Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes, não te esquecerei um dia, nem um dia, espero com a força do pensamento, recriar a luz que me trará você… E tudo nascerá mais belo, o verde faz do azul com o amarelo, o elo com todas as cores, pra enfeitar amores gris… E tudo nascerá mais belo, o verde faz do azul com o amarelo, o elo com todas as cores, pra enfeitar amores gris… Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento lá em você, eu sem você não vivo… Um dia triste, toda fragilidade incide, e o pensamento lá em você, e tudo me divide… Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes, não te esquecerei um dia, nem um dia, espero com a força do pensamento, recriar a luz que me trará você… E tudo nascerá mais belo, o verde faz do azul com o amarelo, o elo com todas as cores, pra enfeitar amores gris… E tudo nascerá mais belo, o verde faz do azul com o amarelo, o elo com todas as cores, pra enfeitar amores gris…(Djavan – Nem um dia – Comp.: Djavan)

“… Você disse que não sabe se não, mas também não tem certeza que sim. Quer saber? Quando é assim, deixa vir do coração… Você sabe que eu só penso em você, você diz que vive pensando em mim. Pode ser, se é assim, você tem que largar a mão do não, soltar essa louca, arder de paixão. Não há como doer pra decidir, só dizer sim ou não, mas você adora um se… Eu levo a sério, mas você disfarça, você me diz à beça e eu nessa de horror… E me remete ao frio, que vem lá do sul, insiste em zero a zero e eu quero um a um… Sei lá o que te dá, não quer meu calor, São Jorge, por favor, me empresta o dragão… Mais fácil aprender japonês em braile, do que você decidir se dá ou não Você disse que não sabe se não, mas também não tem certeza que sim. Quer saber? Quando é assim, deixa vir do coração… Você sabe que eu só penso em você, você diz que vive pensando em mim. Pode ser, se é assim, você tem que largar a mão do não, soltar essa louca, arder de paixão. Não há como doer pra decidir, só dizer sim ou não, mas você adora um se… Eu levo a sério, mas você disfarça, você me diz à beça e eu nessa de horror… E me remete ao frio, que vem lá do sul, insiste em zero a zero e eu quero um a um… Sei lá o que te dá, não quer meu calor, São Jorge, por favor, me empresta o dragão… Mais fácil aprender japonês em braile, do que você decidir se dá ou não(Djavan – Se – Comp.: Djavan)

“… Teus sinais me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro… Teu olhar, não me diz exato quem tu és, mesmo assim eu te devoro… Te devoraria a qualquer preço, porque te ignoro ou te conheço, quando chove ou quando faz frio… Noutro plano, te devoraria tal Caetano, a Leonardo Di Caprio… É um milagre, tudo que Deus criou, pensando em você, fez a via-láctea, fez os dinossauros… Sem pensar em nada, fez a minha vida e te deu… Sem contar os dias, que me faz morrer, sem saber de ti, jogado à Solidão… Mas se quer saber se eu quero outra vida, Não! Não!… Teus sinais me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro… Teu olhar, não me diz exato quem tu és, mesmo assim eu te devoro… Te devoraria a qualquer preço, porque te ignoro ou te conheço, quando chove ou quando faz frio… Noutro plano, te devoraria tal Caetano a Leonardo Di Caprio… É um milagre, tudo que Deus criou, pensando em você, fez a via-láctea, fez os dinossauros… Sem pensar em nada, fez a minha vida e te deu… Sem contar os dias, que me faz morrer, sem saber de ti, jogado à Solidão… Mas se quer saber se eu quero outra vida, Não! Não!… Eu quero mesmo é viver, pra esperar, esperar, devorar você… Eu quero mesmo é viver, pra esperar, esperar, devorar você… Viver, viver, pra esperar você… Quero viver pra esperar você… Quero esperar você…” (Djavan – Eu te devoro – Comp.: Djavan)


“Se você não sabe perdoar sem esquecer, é sinal de que não compreendeu ainda a Verdade e o Caminho a seguir. Procure perdoar e esquecer as mágoas e ofensas, as intrigas e calúnias. Mantenha-se em tal atitude, que nenhuma calúnia o possa atingir. Perdoe e siga seu caminho. Quando o caluniador abrir os olhos, você estará tão distante dele, que não poderá mais ouvir sua voz cheia de veneno.” (Minutos de Sabedoria Pg. 222)

Boa tarde pessoal,

Tem dias em que você analisa as coisas e, a partir do seu juízo de valor, se posiciona a favor ou contra. E muitas vezes, com o passar do tempo, você pode chegar à conclusão de que fez uma análise equivocada. Sinceramente, após a performance de boa parte dos nossos (as) parlamentares, ontem a noite, na eleição da presidência da Câmara dos Deputados, votando em Rodrigo Maia, me senti tristemente envergonhado. Hoje, a CCJ da Câmara negou o Recurso interposto por Eduardo Cunha, como tentativa de protelar a decisão sobre a sua cassação. Votação em Plenário que inclusive, chegam informações de que o “Menos pior”, como alguns parlamentares definiram o alvo da sua opção de ontem a noite teria afirmado não haver previsão para acontecer, mas, já de plano a mesma foi para agosto. Queria muito estar errado em minha avaliação e que alguém pudesse dizer que estou completamente equivocado. Me atrevo a dizer que o tempo mostrará que não! Nos resta seguir na luta #ForaTemer #VoltaDilma

 

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje, textos dos sites Patria Latina e Blog do Sakamoto. Vale a pena conferir:

Share ButtonO pecado original de Moro. A obsessão de liquidar o PT e prender Lula complica o juiz e a discutível Lava Jato. por Mauricio Dias — A Operação Lava Jato, maquinada pelo juiz Sergio Moro, da 14ª Vara Criminal de Curitiba (PR), e executada por procuradores da República e pela Polícia Federal, no 27º mês de existência, enfrenta obstáculos de um lado e de outro. Ora por boas razões, ora por maus propósitos. Essas são metas guiadas pelo objetivo de “estancar a sangria”, segundo a frase suspeita do senador Romero Jucá. Em essência são dois movimentos iguais com objetivos distintos. Um reage para conter os arrufos de Moro nos limites da legalidade, o outro costura um acordo, conforme as delações indicam, para conter e guarnecer a liberdade de empresários, funcionários públicos e políticos envolvidos com propinas bilionárias. Para esse grupo é preciso estancar a Lava Jato. A qualquer preço

http://www.patrialatina.com.br/o-pecado-original-de-moro/

Temer presenteia as teles com R$ 17 bilhões. Por Altamiro Borges – Tendo como principal lobista na Câmara Federal o ex-presidente Eduardo Cunha, as poderosas multinacionais das telecomunicações foram acusadas diversas vezes de participarem da trama golpista que resultou no impeachment da presidenta Dilma. Agora, com o Judas Michel Temer, elas serão recompensadas com uma medida que dilapida o patrimônio público. Sem maior escarcéu, o Estadão informou nesta terça-feira (5) que o governo interino pretende “transferir para as teles um patrimônio de R$ 17 bilhões”. A medida escancara os verdadeiros objetivos do “golpe dos corruptos”, bancado pelos ricaços, que serve unicamente aos interesses do grande capital. Somente os “midiotas” caíram na conversa fiada das “pedaladas fiscais” e da “salvação nacional”

http://www.patrialatina.com.br/temer-presenteia-as-teles-com-r-17-bilhoes/

Moro é juiz acusador, parcial, partidário e perdeu a legitimidade para julgar Lula. Por Davis Sena Filho — Palavra Livre O promotor acusa e denuncia. É sua função. O juiz de primeira instância, Sérgio Moro, também. Porém, não é sua função. O político faz política. O juiz de província, Sérgio Moro, também. Os jornalistas empregados da imprensa de mercado dos magnatas bilionários fazem publicidade negativa, sistemática, contra a imagem e a cidadania de Lula, de Dilma e do Partido dos Trabalhadores. O juiz Sérgio Não Vem ao Caso Moro também. É de praxe. A conduta profissional e funcional do magistrado do Paraná é distorcida, seletiva, e, com efeito, partidária. Moro é recorrente em se mostrar um juiz parcial e, consequentemente, deveria ser impedido de assumir os processos relativos a Lula, porque juízes têm de ser isentos para serem justos e, terminantemente, este não é o caso do juiz Sérgio Moro

http://www.patrialatina.com.br/moro-e-juiz-acusador-parcial-partidario-e-perdeu-a-legitimidade-para-julgar-lula/

Quantos cadáveres de jovens negros e pobres vale uma Olimpíada? Por Leonardo Sakamoto – O tráfico de drogas é a maior causa de morte entre os jovens nas periferias. Mas, na maior parte das vezes, a batalha acontece longe dos olhos da mídia, que só eventualmente dá atenção ao problema. A imensa maioria dos corpos contabilizados quase sempre é de jovens, negros, pobres, que se matam na conquista de territórios para venda de drogas ou pelas leis do tráfico. Os mais abastados sentem a violência, mas o que chega neles não é nem de perto o que a xepa é obrigada a viver em seu cotidiano. De tempos em tempos, essa violência causada pelo tráfico retorna com força ao noticiário, normalmente no momento em que ela desce o morro ou foge da periferia das grandes cidades…

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/07/10/quantos-cadaveres-de-jovens-negros-e-pobres-vale-uma-olimpiada/

Para o governo brasileiro, terroristas não usam bermuda, regata e pochete. Por Leonardo Sakamoto – A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) postou a imagem abaixo, nas redes sociais, para ensinar à população como identificar pessoas que possam cometer atos terroristas. Fico imaginando os filmes e desenhos animados que os técnicos da instituição usaram para traçar esse perfil, pois nem a galera que causava problemas para Jack Bauer adotava o estereótipo. Detalhe para o punho cerradinho de mal: Nervosismo? Mochila? Casaco? Nesse perfil, enquadram-se muitos jovens em dia de prova de vestibular. Comecei a me preocupar com os serviços de inteligência do país quando circulou que haviam descoberto que Lula e Guilherme Boulos conversam com regularidade. Descoberta feita, provavelmente, com poderosos recursos tecnológicos, como a busca do Google.

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/07/11/para-o-governo-brasileiro-terroristas-nao-usam-bermuda-regata-e-pochete/

 

Havana Connection: “O governo deveria passar o país a limpo, mas é sujo”. Por Leonardo Sakamoto – “Esse governo padece de uma tão entranhada crise de legitimidade que o chorume de sua podridão escorre nas páginas dos jornais. É endemicamente corrupto”, afirma Laura Capriglione. “Estamos assistindo a uma situação de um governo que deveria passar o país a limpo, mas ele é mais sujo que qualquer coisa que está querendo criticar.” O Havana Connection, 19a edição, analisou para onde vai o governo de Michel Temer e quais as perspectivas para a população, trabalhadores e movimentos sociais. É possível resolver a corrupção e a crise de representatividade pela qual passamos sem uma reforma política real e profunda?

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/07/12/havana-connection-o-governo-deveria-passar-o-pais-a-limpo-mas-e-sujo/

Não fale de crise, trabalhe. Por Leonardo Sakamoto Num boteco de São Paulo, a TV ligada trazia um consultor de economia dando dicas para resolver o atoleiro das dívidas. Em torno do aparelho velho, formou-se uma rodinha. Enquanto isso, um senhor curtido pela idade, trajando boné de um antigo candidato que, hoje, faz campanha em outro plano espiritual, assumiu o papel de comentarista, mumunhando entre os dentes. Consultor: “Verifique a possibilidade de novas linhas de crédito.” Voz da experiência: Se o gerente aceitar me dar mais um empréstimo, é um idiota. “Depois verifique a possibilidade de vender bens.”

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/07/14/nao-fale-de-crise-trabalhe/

Veja a versão de hoje e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2016/07/14/trabalhando-com-poesia-760

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina.  Uma quinta feira abençoada por Deus, coberta de paz e protegida pelo Caçador de uma flecha só. Okearô Odé!

Apio Vinagre Nascimento

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Perdi os Meus Fantásticos Castelos – Florbela Espanca

Perdi meus fantásticos castelos
Como névoa distante que se esfuma…
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
Quebrei as minhas lanças uma a uma!

Perdi minhas galeras entre os gelos
Que se afundaram sobre um mar de bruma…
– Tantos escolhos! Quem podia vê-los? –
Deitei-me ao mar e não salvei nenhuma!

Perdi a minha taça, o meu anel,
A minha cota de aço, o meu corcel,
Perdi meu elmo de ouro e pedrarias…

Sobem-me aos lábios súplicas estranhas…
Sobre o meu coração pesam montanhas…
Olho assombrada as minhas mãos vazias…

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

Falo de Ti às Pedras das Estradas – Florbela Espanca

Falo de ti às pedras das estradas,
E ao sol que e louro como o teu olhar,
Falo ao rio, que desdobra a faiscar,
Vestidos de princesas e de fadas;

Falo às gaivotas de asas desdobradas,
Lembrando lenços brancos a acenar,
E aos mastros que apunhalam o luar
Na solidão das noites consteladas;

Digo os anseios, os sonhos, os desejos
Donde a tua alma, tonta de vitória,
Levanta ao céu a torre dos meus beijos!

E os meus gritos de amor, cruzando o espaço,
Sobre os brocados fúlgidos da glória,
São astros que me tombam do regaço!

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

Frémito do Meu Corpo a Procurar-te – Florbela Espanca

Frémito do meu corpo a procurar-te,
Febre das minhas mãos na tua pele
Que cheira a âmbar, a baunilha e a mel,
Doído anseio dos meus braços a abraçar-te,

Olhos buscando os teus por toda a parte,
Sede de beijos, amargor de fel,
Estonteante fome, áspera e cruel,
Que nada existe que a mitigue e a farte!

E vejo-te tão longe! Sinto tua alma
Junto da minha, uma lagoa calma,
A dizer-me, a cantar que não me amas…

E o meu coração que tu não sentes,
Vai boiando ao acaso das correntes,
Esquife negro sobre um mar de chamas…

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

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