Trabalhando com Poesia

“… Eu era tão feliz, e não sabia, amor. Fiz tudo que eu quis, confesso a minha dor… E era tão real, que eu só fazia fantasia, e não fazia mal… E agora é tanto amor, me abrace como foi, te adoro e você vem comigo, aonde quer que eu vôe… E o que passou, calou, e o que virá, que dirá? E só ao seu lado, seu telhado, me faz feliz de novo… O tempo vai passar, e tudo vai entrar, no jeito certo de nós dois… As coisas são assim, e se será, que será… Pra ser sincero, meu remédio é te amar, te amar… Não pense, por favor, que eu não sei dizer, que é amor tudo o que eu sinto longe de você… uhmm… E agora é tanto amor, me abrace como foi, te adoro e você vem comigo, aonde quer que eu vôe… E o que passou, calou, e o que virá, que dirá? E só ao seu lado, seu telhado, me faz feliz de novo… O tempo vai passar, e tudo vai entrar, no jeito certo de nós dois… As coisas são assim, e se será, que será… Pra ser sincero, meu remédio é te amar, te amar… Não pense, por favor, que eu não sei dizer, que é amor tudo o que eu sinto longe de você…” (Marisa Monte – Pra ser sincero – Comp.: Carlinhos Brown / Marisa Monte)

 

“… Deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar rir prá não chorar… Deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar rir prá não chorar… Quero assistir ao sol nascer, ver as águas dos rios correr, ouvir os pássaros cantar, eu quero nascer, quero viver… Deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar rir prá não chorar… Se alguém por mim perguntar, diga que eu só vou voltar, quando eu me encontrar… Quero assistir ao sol nascer, ver as águas dos rios correr, ouvir os pássaros cantar, eu quero nascer, quero viver… Deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar rir prá não chorar… Se alguém por mim perguntar, diga que eu só vou voltar, quando eu me encontrar… Quando eu me encontrar… Quando eu me encontrar… Depois que eu me encontrar… Quando eu me encontrar… Depois, depois que eu me encontrar… Quando eu me encontrar… Depois, depois, depois que eu me encontrar…” (Marisa Monte – Preciso me encontrar – Comp.: Candeia)

 

  

“… Depois de sonhar tantos anos, de fazer tantos planos de um futuro pra nós… Depois de tantos desenganos, nós nos abandonamos, como tantos casais… Quero que você seja feliz. Hei de ser feliz também… Depois de varar madrugada, esperando por nada, de arrastar-me no chão, em vão… Tu viraste-me as costas, não me deu as respostas, que eu preciso escutar… Quero que você seja melhor. Hei de ser melhor também… Nós dois, já tivemos momentos, mas passou nosso tempo, não podemos negar… Foi bom, nós fizemos histórias, pra ficar na memória, e nos acompanhar… Quero que você viva sem mim. Eu vou conseguir também… Depois de aceitarmos os fatos, vou trocar seus retratos, pelos de um outro alguém… Meu bem, vamos ter liberdade, para amar à vontade, sem trair mais ninguém… Quero que você seja feliz. Hei de ser feliz também… Depois…(Marisa Monte – Depois – Comp.: Arnaldo Antunes / Carlinhos Brown / Marisa Monte)


 

 

“Faça da leitura um hábito diário. Acostume-se a ter sempre um bom livro à mão, e verificará que é seu melhor amigo, que conversará com você somente quando você o desejar. Escolha livros instrutivos, interessantes, sadios. Tanto quanto o corpo, o espírito também necessita de alimentar-se. Faça da leitura um hábito tão indispensável quanto a respiração.” (Minutos de Sabedoria Pg. 226)

 

Bom dia pessoal,

 

O bom dia de hoje celebra a AMIZADE. Sim, bem assim, em caixa alta, maiúscula, verdadeira, leal, que poucas pessoas tem a capacidade de manter de forma intacta. Tenho o privilégio de ter algumas pessoas nesta condição e agradeço a Deus e a meus guias por cada uma delas. Sintam-se abraçados (as) calorosamente. Sei que cada um (a) de vocês sabe que se encontra nesta condição. Beijos. Feliz dia do Amigo!
 
“… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… La laiá, la laiá, la laiá, la laiá, La laiá, la laiá, la laiá, la laiá, valeu por você existir, amigo… Amigo, hoje a minha inspiração se ligou em você, e em forma de samba mandou lhe dizer: Tão outro argumento, qual nesse momento, me faz penetrar por toda nossa amizade, esclarecendo a verdade, sem medo de agir, em nossa intimidade, você vai me ouvir… Amigo, hoje a minha inspiração se ligou em você, e em forma de samba mandou lhe dizer: Tão outro argumento, qual nesse momento, me faz penetrar por toda nossa amizade, esclarecendo a verdade, sem medo de agir, em nossa intimidade, você vai me ouvir… Foi bem cedo na vida que eu procurei, encontrar novos rumos num mundo melhor, com você vi de certo que jamais falhei, pois ganhei muita força tornando maior… A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir. Somos verdade, nem mesmo este samba de amor pode nos resumir… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… Foi bem cedo na vida que eu procurei, encontrar novos rumos num mundo melhor, com você vi de certo que jamais falhei, pois ganhei muita força tornando maior… A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir. Somos verdade, nem mesmo este samba de amor pode nos resumir… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… Quero chorar o seu choro, quero sorrir seu sorriso, valeu por você existir, amigo… La laiá, la laiá, la laiá, la laiá, La laiá, la laiá, la laiá, la laiá, valeu por você existir, amigo…”

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” desta quarta feira textos do site do blogueiro Marcelo Auler. Vale a pena conferir:

 

Pedalada fiscal: MPF não vê crime, mas “inadimplemento contratual”, Golpe confirmado. Por Marcelo Auler – Parecer do procurador Marx, mostrando que não houve pedalada, tampouco crime de responsabilidade da presidente Dilma; O que ocorreu foi “maquiagem” que, para ele, é improbidade administrativa. Mas, não da presidente. E agora, vão aprovar o afastamento dela sem crime caracterizado? Certamente a grande imprensa e o governo interino golpista não badalarão esta decisão do procurador da República Ivan Cláudio Marx, do Ministério Público Federal de Brasília. Se possível, até esconderão. Afinal, ele mostra que a tal “pedalada” fiscal que acusaran a presidente afastada Dilma Rousseff com relação ao BNDES não existiu. Ao contrário do que disse o tribunal de Contas da união, ele de forma clara afirma: “No caso da equalização de taxas devidas ao BNDES referentes ao PSI, não há que se falar em operação de crédito já que o Tesouro deve aos bancos a diferença da taxa e não ao mutuário (…) há um simples inadimplemento contratual quando o pagamento não ocorre na data devida, não se tratando de operação de crédito. Entender de modo diverso transformaria qualquer relação obrigacional da União em operação de crédito“…

http://www.marceloauler.com.br/pedalada-fiscal-mpf-nao-ve-crime-mas-inadimplemento-contratual-golpe-confirmado/

 

 

MPF sobre Pedalada Fiscal: “ou todos devem ser responsabilizados, ou nenhum o deve”. Por Marcelo Auler – Na quinta-feira (14/07), ao postar aqui o artigo Pedalada fiscal: MPF não vê crime, mas “inadimplemento contratual”, Golpe confirmado, não tinha conhecimento ainda da segunda decisão do mesmo procurados Ivan Claudio Marx, do Ministério Público Federal de Brasília, na qual ele analisou outra  das acusações feitas à presidente afastada Dilma Rousseff. Mais uma vez a sua conclusão foi a mesma: não houve crime de responsabilidade, quando muito inadimplemento que pode significar improbidade administrativa. Mas esta improbidade, que ele determinou a investigação, não atingiria a presidente afastada, caso contrário, o processo teria que subir ao Supremo Tribunal Federal. Fica, portanto, a atualização do caso. O procurador, de forma clara, sem subterfúgios, derruba o principal argumento dos golpistas que destituíram uma presidente eleita com 54 milhões de votos e colocaram um vice-presidente, no mínimo oportunista…

http://www.marceloauler.com.br/mpf-sobre-pedalada-fiscal-ou-todos-devem-ser-responsabilizados-ou-nenhum-o-deve/

 

 

O “Pragmatismo suicida” debilita a luta pela volta de Dilma? Por Marcelo Auler – Trago aos leitores o artigo que recebi hoje do sociólogo e amigo Luiz Alberto Gómez de Souza, que como já publiquei aqui anteriormente, foi  definido por Frei Betto como “gaúcho  de nascimento, mineiro de coração (arrebatado por Lúcia Ribeiro, juiz-forana) e carioca por adoção”. Ele aborda um tema polêmico para uns, e muito claro para outros que, como ele, criticam a posição do PT, na eleição do presidente da Câmara. Pessoalmente, jamais defenderia o voto em Rodrigo Maia (DEM-RJ), como ouvi o próprio Lula defender…

 

http://www.marceloauler.com.br/o-pragmatismo-suicida-debilita-a-luta-pela-volta-de-dilma/

 

 

Temer e o porto de Santos: defendendo o indefensável. Por Marcelo Auler – Na segunda reportagem da série que o blog e o Diário do Centro do Mundo estão fazendo, mostramos as incoerências entre o discurso de Michel temer e a realidade da sua interferência no Porto de Santos. Reprodução. Na segunda matéria que escrevi pelo acordo feito com o Diário do Centro do Mundo, mostramos como o discurso de Michel Temer, o  vice-presidente que exercita a Presidência após o golpe do impeachment, não condiz com a realidade. Ele tenta passar a imagem de que jamais interferiu nas nomeações políticas para a diretoria da Companhia Docas do Porto do Estado de São Paulo – CODESP. Mas não é o que registros históricos, noticiário da imprensa e testemunho de santistas mostram. A contradição entre o que ele diz e o que realmente aconteceu surge até mesmo nas entrelinhas de um discurso que fez na Câmara dos Deputados, após o jornalista Rudolfo Lago noticiar as denúncias feitas pela então estudante de psicologia Erika Santos, ex-companheira de Marcelo de Azevedo, que presidiu a CODESP por indicação do então presidente da Câmara, Temer…

http://www.marceloauler.com.br/temer-e-o-porto-de-santos-defendendo-o-indefensavel/

 

 

Nelma Kodama, doleira da Lava Jato, beneficiada por Moro, posa de modelo para Veja. Por Marcelo Auler – Pelas informações do jornal O Estado de S.Paulo de domingo (17/07), graças às delações premiadas, quinze dos condenados pela Operação Lava Jato já reduziram suas penas em 326 anos Isso corresponde a 28% dos 1.149 anos de prisão sentenciados pelo juiz Sérgio Moro. Sorte maior, porém, teve a doleira Nelma Kodama. Com uma primeira condenação de 15 anos e investigada em mais 15 inquéritos ainda em andamento, mesmo sem ter delatado ninguém nas investigações da Lava Jato, teve a prisão domiciliar antecipada em três meses por Moro. Foi uma decisão atípica, em um despacho cujo teor está sendo mantido em segredo, como ele determinou…

 

http://www.marceloauler.com.br/nelma-kodama-doleira-da-lava-jato-beneficiada-por-moro-posa-de-modelo-para-veja/

 

 

Veja a versão desta quarta feira, bem como as anteriores, do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

https://oipa2.wordpress.com/2016/07/20/trabalhando-com-poesia-764

Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina.  Uma quarta-feira abençoada por Deus e repleta da força da rainha dos ventos e trovões. Eparrey Oyá.

 

Apio Vinagre Nascimento

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Conversa – Solano Trindade

 

– Eita negro!
quem foi que disse
que a gente não é gente?
quem foi esse demente,
se tem olhos não vê…

 

– Que foi que fizeste mano
pra tanto falar assim?
– Plantei os canaviais do nordeste

 

– E tu, mano, o que fizeste?
Eu plantei algodão
nos campos do sul
pros homens de sangue azul
que pagavam o meu trabalho
com surra de cipó-pau.

– Basta, mano,
pra eu não chorar,
E tu, Ana,
Conta-me tua vida,
Na senzala, no terreiro

 

– Eu…
cantei embolada,
pra sinhá dormir,
fiz tranças nela,
pra sinhá sair,

tomando cachaça,
servi de amor,
dancei no terreiro,
pra sinhozinho,
apanhei surras grandes,
sem mal eu fazer.

Eita! quanta coisa
tu tens pra contar…
não conta mais nada,
pra eu não chorar –

 

E tu, Manoel,
que andaste a fazer
– Eu sempre fui malandro
Ó tia Maria,
gostava de terreiro,
como ninguém,
subi para o morro,
fiz sambas bonitos,
conquistei as mulatas
bonitas de lá…

 

Eita negro!
– Quem foi que disse
que a gente não é gente?
Quem foi esse demente,
se tem olhos não vê.

 

Eu gosto de ler gostando – Solano Trindade

 

Eu gosto de ler gostando,
gozando a poesia,
como se ela fosse
uma boa camarada,
dessas que beijam a gente
gostando de ser beijada.

 

Eu gosto de ler gostando
gozando assim o poema,
como se ele fosse
boca de mulher pura
simples boa libertada
boca de mulher que pensa…
dessas que a gente gosta
gostando de ser gostada.

 

 

 

Olorum ÈKE – Solano Trindade

 

Olorum Ekê
Olorum Ekê
Eu sou poeta do povo
Olorum Ekê

 

A minha bandeira
É de cor de sangue
Olorum Ekê
Olorum Ekê
Da cor da revolução
Olorum Ekê

 

Meus avós foram escravos
Olorum Ekê
Olorum Ekê
Eu ainda escravo sou
Olorum Ekê
Olorum Ekê
Os meus filhos não serão
Olorum Ekê
Olorum Ekê

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