Trabalhando com Poesia

“… Dizem que tô louco, por te querer assim, por pedir tão pouco, e me dar por feliz, em perder noites de sono, só pra te ver dormir, e me fingir de burro, pra você sobressair… Dizem que tô louco, que você manda em mim, mas não me convencem, não
que seja tão ruim… Que prazer mais egoísta, o de cuidar de um outro ser… Mesmo se dando mais do que se tem pra receber, e é por isso que eu te chamo, minha flor, meu bebê… minha flor, meu bebê… Dizem que tô louco, e falam pro meu bem, os meus amigos todos, será que eles não entendem, que quem ama nesta vida, às vezes ama sem querer… Que a dor no fundo esconde uma pontinha de prazer… E é por isso que eu te chamo, minha flor, meu bebê… minha flor, meu bebê… minha flor, meu bebê… minha flor, meu bebê… minha flor, meu bebê…”(Cazuza – Minha flor meu bebê – Comp.: Cazuza)

 

 

“… Te pego na escola e encho a tua bola, com todo o meu amor, te levo pra festa e testo o teu sexo, com ar de professor… Faço promessas malucas, tão curtas quanto um sonho bom, se eu te escondo a verdade, baby, é pra te proteger da solidão… Faz parte do meu show… Faz parte do meu show, meu amor… Faz parte do meu show… Faz parte do meu show, meu amor… Confundo as tuas coxas, com as de outras moças, te mostro toda a dor… Te faço um filho, te dou outra vida pra te mostrar quem sou, vago na lua deserta das pedras do Arpoador… Digo ‘alô’ ao inimigo, encontro um abrigo no peito do meu traidor… Faz parte do meu show, Faz parte do meu show, meu amor… Faz parte do meu show, Faz parte do meu show, meu amor… Invento desculpas, provoco uma briga, digo que não estou vivo num clipe sem nexo, um Pierrot retrocesso, meio bossa nova e rock’n roll… Faz parte do meu show… Faz parte do meu show, meu amor… Faz parte do meu show… Faz parte do meu show, meu amor… Confundo as tuas coxas, com as de outras moças, te mostro toda a dor… Te faço um filho, te dou outra vida pra te mostrar quem sou, vago na lua deserta das pedra Faz parte do meu show… Faz parte do meu show, meu amor… Faz parte do meu show… Faz parte do meu show, meu amor… Confundo as tuas coxas, com as de outras moças, te mostro toda a dor… Te faço um filho, te dou outra vida pra te mostrar quem sou, vago na lua deserta das pedra” (Cazuza – Faz parte do meu show – Comp.: Cazuza/Renato Ladeira)

 

 

“… Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, nós na batida, no embalo da rede, matando a sede na saliva… Ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida, e algum trocado pra dar garantia… E ser artista no nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia, pra poesia que a gente não vive, transformar o tédio em melodia… Ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida, e algum veneno antimonotonia… E se eu achar a tua fonte escondida, te alcanço em cheio, o mel e a ferida, e o corpo inteiro feito um furacão, boca, nuca, mão e a tua mente não… Ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida, e algum remédio que me dê alegria…E algum remédio que me dê alegria…” (Cazuza – Todo amor que houver nessa vida – Comp.: Cazuza)

 

 

“… Se você quer saber como eu me sinto, vá a um laboratório ou um labirinto, seja atropelado por esse trem da morte… Vá ver as cobaias de Deus, andando na rua pedindo perdão… Vá a uma igreja qualquer, pois lá se desfazem em sermão… Me sinto uma cobaia, um rato enorme, nas mãos de Deus mulher, de um Deus de saia… Cagando e andando, vou ver o ET, ou vir num cantor de blues, em outra encarnação… Nós, as cobaias de Deus… Nós somos cobaias de Deus… Nós somos as cobaias de Deus… Me tire dessa jaula, irmão, não sou macaco, desse hospital maquiavélico, meu pai e minha mãe, eu estou com medo, porque eles vão deixar a sorte me levar… Você vai me ajudar, traga a garrafa… Estou desmilingüido, cara de boi lavado, traga uma corda, irmão, irmão, acorda! Nós, as cobaias, vivemos muito sós, Por isso, Deus, tem pena, e nos põe na cadeia, e nos faz cantar, dentro de uma cadeia, e nos põe numa clínica, e nos faz voar… Nós, as cobaias de Deus… Nós somos cobaias de Deus… Nós somos as cobaias de Deus… Nós, as cobaias de Deus… Nós somos cobaias de Deus… Nós somos as cobaias de Deus…” (Cazuza – Cobaias de Deus – Comp.: Cazuza & Ângela Rô Rô)

 

Quando se apresenta a obra de artista como Cazuza, certamente que a sequência do “Trabalhando com Poesia” não dá conta de toda ela. Sendo assim, selecionamos alguns vídeos com suas obras mais famosas, além das já desfiladas ao longo desta semana. Curta mais um pouco de sua obra:

 

O melhor de Cazuza (320kbps) [Grandes Sucessos de Cazuza]

Cazuza & Barão Vermelho – Rock in Rio 1985 Show Completo / Full Show 360p

 

Ideologia

 

Show no Teatro Ipanema

 

Uma prova de amor

 

“Seja perseverante nas boas obras. Nada conseguiremos na vida sem perseverança. Para aprender piano, há necessidade de horas seguidas de estudo diário. O que é o estudo para o pianista, é a perseverança para qualquer outra atividade. Não se deixe arrastar pelo esmorecimento. Reaja com todas as forças que encontrar em seu coração, e terá a beleza da vida em redor de si mesmo.” (Minutos de Sabedoria Pg. 238)

 

Bom dia pessoal,

Mais um final de semana chegando e a expectativa é sempre de tranquilidade e de momentos de lazer e de alegria junto aos nossos entes queridos. Na próxima semana retorno as minhas reflexões diárias. Semana foi um pouco conturbada.

Já após a postagem do “Trabalhando com Poesia” desta sexta feira, recebemos a triste e inacreditável notícia da passagem do cantor e compositor mineiro, Vander Lee. Conquistador de uma verdadeira legião de fãs em todo o Brasil, Vander Lee era presença constante no “Trabalhando com Poesia”, que prestará a sua homenagem de forma mais completa ao longo da próxima semana, passeando por sua bela e melodiosa obra. Por hora fica a nossa tristeza e lamento pela perda tão prematura de um talentoso artista, portador de uma das mais elevadas sensibilidades, já vistas nos últimos anos. Vai o corpo e o homem, fica a sua obra. Vai Vander Lee. Vai virar estrela onde Deus possa te ouvir melhor. Descanse em paz!!

“… Sabe o que eu queria agora, meu bem…? Sair chegar lá fora e encontrar alguém, que não me dissesse nada, não me perguntasse nada também, que me oferecesse um colo ou um ombro, onde eu desaguasse todo desengano… Mas a vida anda louca, as pessoas andam tristes, meus amigos são amigos de ninguém… Sabe o que eu mais quero agora, meu amor? Morar no interior do meu interior… Pra entender porque se agridem, se empurram pro abismo, se debatem, se combatem sem saber… Meu amor, deixa eu chorar até cansar, me leve pra qualquer lugar, aonde Deus possa me ouvir… Minha dor, eu não consigo compreender, eu quero algo pra beber, me deixe aqui pode sair… Adeus…”

 

 

Em nossa sugestão de leitura para o “Trabalhando com Poesia” de hoje, textos do site Brasil 247. Vale a pena conferir:

De tempos em tempos a plutocracia tenta um golpe – A plutocracia brasileira (os 71.440 mil milhardários segundo o IPEA) possui pouca fantasia. Usa os mesmos métodos, a mesma linguagem, o mesmo recurso farisaico do moralismo e do combate à corrupção para ocultar a própria corrupção e dar um golpe na democracia e assim salvaguardar seus privilégios. Sempre que emerge uma democracia com abertura ao social se enchem de medo. Organizam um concluio de forças que envolve setores da política, do judiciário, do MPF, da PF e principalmente da imprensa conservadora e até reacionária como é o caso do conglomerado de O Globo. Assim fizeram com Vargas, com Jango e agora com Lula-Dilma…

http://www.brasil247.com/pt/colunistas/leonardoboff/247535/De-tempos-em-tempos-a-plutocracia-tenta-um-golpe.htm

 

 

Banalidade do mal no Senado – É preciso retornar a um dos períodos mais deprimentes da história humana, o julgamento do carrasco nazista Otto Adolf Eichmann, em Jerusalém, em 1960, para entender a decisão da Comissão Especial do Impeachment que deu sequência ao julgamento de Dilma Rousseff no Senado. A acusação contra Dilma é nula no mérito e abusiva como procedimento. Se a única base para a denúncia eram crimes de responsabilidade, essa acusação nunca foi demonstrada. A votação, definida desde o início, não expressa fatos nem provas. Tampouco traduz o conteúdo dos debates, os argumentos das partes, a opinião dos peritos…

http://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/247632/Banalidade-do-mal-no-Senado.htm

 

 

Dilma aos petroleiros: estão de olho no modelo de partilha – Em encontro com os petroleiros no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff anunciou que um dos pontos de sua carta aos brasileiros será firmar a defesa da soberania do Brasil, como a questão do pré-sal, que vem sendo entregue às companhias internacionais pelo governo interino; “Eu nunca vi uma empresa de petróleo não gostar de petróleo”, ironizou; “Está em questão, sim, a privatização, o modelo das reservas estratégicas e o modelo de partilha. O olho é no modelo de partilha”, acrescentou Dilma; ela ressaltou também que “a Petrobras representa o Brasil” e voltou a fazer duras críticas ao governo Temer, em relação à retirada de benefícios. A presidente Dilma Rousseff recebeu na tarde desta quinta-feira 4 um grupo de petroleiros no Palácio da Alvorada, onde criticaram medidas do governo interino de Michel Temer, principalmente no setor petroleiro, em que já foi vendido um campo da Petrobras no pré-sal e defende-se mudanças nas regras de exploração, abrindo o caminho a empresas estrangeiras. Dilma anunciou que um dos pontos de sua carta aos brasileiros, que deve ser divulgada no próximo dia 10, será firmar a defesa da soberania do Brasil, a exemplo da questão do pré-sal. “Eu nunca vi uma empresa de petróleo não gostar de petróleo”, ironizou

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/247733/Dilma-aos-petroleiros-est%C3%A3o-de-olho-no-modelo-de-partilha.htm

 

 

PSDB e PMDB já dormem em camas separadas – Acabou a lua-de-mel do PSDB com o PMDB. Já estão dormindo em camas separadas. Por PSDB leia-se o PSDB de Aécio Neves. Aquelas cenas em que Aécio aparecia, sorridente, paparicando Temer são fotos do passado. A primeira estocada partiu do senador José Aníbal. Embora seja paulista e suplente de Serra ele é o mais aecista dos senadores tucanos. Aécio deu-lhe a presidência do Instituto Teotônio Vilela. Serra deu-lhe uma banana, que é o que costuma fazer com seus aliados. Aníbal vai falar por Aécio sempre que não interessar a Aécio verbalizar o que pensa…

http://www.brasil247.com/pt/blog/alex_solnik/247754/PSDB-e-PMDB-j%C3%A1-dormem-em-camas-separadas.htm

 

 

Os hipócritas também pagarão a conta do golpe – O colunista Janio de Freitas, em artigo publicado na Folha, escreveu “que o afastamento da presidente se faz em um estado de hipocrisia como jamais houve por aqui. (…) Uma hipocrisia política de dimensões gigantescas, que mantém o Brasil em regressão descomunal, com perdas só recompostas, se o forem, em muito tempo –as econômicas, porque as humanas, jamais.” Os holofotes do jogo jogado do impeachment – desde o momento no qual um bandido, no comando da Câmara, com a conivência do Supremo, instalou o processo – estão todos voltados para o Congresso e, neste momento, no Senado, como se lá fosse o único palco dessa encenação ridícula…

http://www.brasil247.com/pt/colunistas/robsonsavioreissouza/247771/Os-hip%C3%B3critas-tamb%C3%A9m-pagar%C3%A3o-a-conta-do-golpe.htm

 

 

Rio terá megaprotestos no dia da abertura – “Vamos ter um grande ato aqui, com gente de todo o Brasil, denunciando o golpe para o mundo, aproveitando que é o dia de abertura dos Jogos Olímpicos”, diz o presidente da CUT-RJ, Marcelo Rodrigues, sobre as manifestações que marcam o evento esportivo nesta sexta-feira (5); o ato será realizado a partir das 11h, em frente ao Copacabana Palace, na zona sul da cidade; Hoje, as manifestações ocorrem no período da manhã na praia de Copacabana. À tarde, nos arredores do estádio do Maracanã, palco da cerimônia de abertura das Olimpíadas – a partir de 19h15 com show preliminar; a cerimônia propriamente começa às 20h e deve seguir até as 23h20; além disso, durante os Jogos, sindicatos farão atos em defesa dos empregos. “Vamos ter um grande ato aqui, com gente de todo o Brasil, denunciando o golpe para o mundo, aproveitando que é o dia de abertura dos Jogos Olímpicos”, diz o presidente da CUT-RJ, Marcelo Rodrigues, o Marcelinho, sobre as manifestações que marcam o evento esportivo nesta sexta-feira (5). O ato será realizado a partir das 11h, em frente ao Copacabana Palace, na zona sul da cidade…

http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/247802/Rio-ter%C3%A1-megaprotestos-no-dia-da-abertura.htm

 

 

Temer não tem espírito olímpico, não representa o Brasil – As Olimpíadas são um momento sublime da humanidade. Atletas de todo mundo se reúnem para exibir o melhor de si, conquistado com imenso esforço e apuro das habilidades, forjadas em valores éticos, morais, e na responsabilidade de representar os povos de seus países. O espírito olímpico é o espírito da democracia, da civilização humana, do reconhecimento público das qualidades de cada um…

http://www.brasil247.com/pt/colunistas/laurezcerqueira/247512/Temer-n%C3%A3o-tem-esp%C3%ADrito-ol%C3%ADmpico-n%C3%A3o-representa-o-Brasil.htm

 

 

Veja a versão desta sexta feira e as anteriores do “Trabalhando com Poesia”, no nosso blog “Espaço de Sobrevivência”. Nele você pode acessar links dos principais sites institucionais e de informações para seu uso. Visite, comente, indique:

 

 

https://oipa2.wordpress.com/2016/08/05/trabalhando-com-poesia-776
Abraços nos amigos beijos nas amigas e nos filhos, com os desejos de muito axé, energias positivas e que a vida e a paz possam sempre reinar em nossos corações e na nossa rotina.  Uma sexta-feira de caminhos abertos a nossa frente e coberta pela paz do Alá de Oxalá! Bom fim de semana. Até segunda.

 

Apio Vinagre Nascimento

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Verde – Guimarães Rosa

Na lâmina azinhavrada
desta água estagnada,
entre painéis de musgo
e cortinas de avenca,
bolhas espumejam
como opalas ocas
num veio de turmalina:
é uma rã bailarina,
que ao se ver feia, toda ruguenta,
pulou, raivosa, quebrando o espelho,
e foi direta ao fundo,
reenfeitar, com mimo,
suas roupas de limo…

 

Paraíso filosófico – Guimarães Rosa

No jardim dos Hespéridas, sem flores
na discrição dos tufos de folhagem,
passeiam passos lentos
homens de túnica longa,
como os magos da Rosa-Cruz.

Sob os pomos das luzes do Capricórnio aceso,
o relógio do tempo
há muito que parou, os dedos superpostos,
como o dia e a noite,
porque não há mais noite e nem dia…

Ar parado,
lagos vidrados,
e vasos,
muitos vasos,
vasos vazios…

Os anciãos perpassam
intérminos terraços,
com olhos tranquilos, olhos gelados,
de tanto olharem o sol.
E as mãos tateiam calmas,
como se os dedos mergulhassem
a translucidez de uma água,
esculpindo
invisíveis e impossíveis formas novas…

 

 

No Araguaia I – Guimarães Rosa

Nestas praias sem cercas e sem dono
do velho Araguaia,
achei um amigo, escuro,
de cara pintada a jenipapo e urucum:
o carajá Araticum – uassu

Seus músculos são cobras grossas
que incham sobre o couro moreno;
suas narinas têm sete faros;
e nos seus ouvidos há cordas sutis, onde ressoa o pio
curto e triste,
que, mais de um quilometro distante,
solta o patativo borrageiro.

Quando o rio ensolado enruga, em qualquer ponto,
a lâmina lisa de níquel molhado,
ele traduz, na esteira da mareta,
com o binóculo faiscante dos olhos,
o tamanho e a raça do peixe navega escondido.
E a flechada vai arpoar, certeira, debaixo d’água,
o pacamã ou o pirarucu.

A mata não lhe dá mais surpresas
(tem vinte presas onça preta no colar),
nem o rio lhe conta mais novidades
(ele é capaz de flutuar, até dormindo,
correnteza abaixo, como um pau de pita).

Hoje eu lhe perguntei:
—“Como foi feito o mundo,
ó meu patrício Araticum Uassu?…”
Ele riu, deu um mergulho no rio,
e emergiu, com a cabeleira em gotas,
sem precisar de falar…
— “Bem, mas o que é mesmo a vida, meu irmão moreno?…”
Araticum-Uassu riu com mais gosto ainda,
e saiu a remar, com esforço simulado,
tangendo a piroga corredeira acima…
—“Muito bem, amigo, quero saber, agora,
o que pensas do amor…”
Desta vez ele não riu — franziu o rosto,
e jogando fora o remo de taquara,
deitou-se na canoa, indiferente,
com olhos fechados, braços cruzados,
e deixando-se levar pela corrente, à-toa,
sumiu na curva, atrás do saranzal…

 

Leia mais obras de Guimarães Rosa em http://www.avozdapoesia.com.br/obras_ler.php?obra_id=16690&poeta_id=401

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